quinta-feira, fevereiro 11, 2016

OTFRIED HÖFFE, MAURO MOTA, FREUD, CARLA BLEY, VOLTAIRE, ANNA PAVLOVA, ESCOLA & EDUCAÇÃO, ADOÇÃO & LITERÓTICA


 
A ARTE DE CARLA BLEY
Curtindo os álbuns Fleur Carnivore (ECM, 1989) & Carla Bley, Andy Sheppard and Steve Swallow (ECM, 2012), da pianista e compositora estadunidense Carla Bley.

LITERÓTICA: A MÚTUA DÍVIDA DO AMOR - Toda sexta-feira, meio dia em ponto, não dou mais desconto nem prazo a correr. É dar ou fazer, não tem mais saída, obrigação já vencida só pra liquidar. Pode até amortizar, importa adimplir, seu compromisso cumprir e sem arrazoado. Pague logo o acertado sem cheque ou promissória porque essa cominatória só vale o que está riscado. Não vá pular de lado, não adianta sustar, nem mesmo embargar, isso pode então custar muito desentendimento. Pois a cada pagamento, vem o seu aditamento com a amortização. Isso senão parto para arrematar e nem adianta arrestar ou forçar protelação. Não brinque não, pague logo o que me deve, com celeridade breve resolvendo essa caranha. Pois você ainda se banha diante das circunstâncias sem usar das implicâncias e comigo concordar. Pode acordar de ser a Juliette Binoche toda só no rosa-choque, coisa linda a seduzir. Ou pode assim, chegar Letícia Sabatella me chamando de banguela, querendo me provocar. Vou avisar, não dou trégua nem emborco, vire-se Denise Stoklos ou Lucinda Elisa cover. Ou faça pose, meta bronca sorrateira, pode plantar bananeira que não vou voltar atrás. Seja sagaz, uma moça inteligente, seja bem obediente que não haverá nenhum conflito. Faça bonito, chegue junto bem cordata sem armar qualquer bravata pra gerar mais prejuízo. Então sugiro uma conversa amistosa, toda fina e toda prosa não correndo o menor risco. Como petisco e armada a cortesia negociar assim podia de uma forma confortável, já pra lá de amigável quando ambos concordantes. E adiante com fina habilidade, cordial amabilidade, entrar negociação com a maior demonstração e toda transparência, na maior das diligências tudo no maior conforme. E se informe, caso seja essa intenção, porque do contrário então, a coisa se empena. Não terei a menor pena, muito menos piedade. E sei que na qualidade de credor condescendente, você vai ficar contente se a gente até brigar. Vamos emendar e não seja tão velhaca, então vem e desempaca, pagando sua dívida. Não fique lívida na maior da saia-justa, nem vá beber cicuta nem dê um carreirão. Pode até ir pro Japão que estarei no seu encalço. Você não sai do meu laço já está toda empenhada, com a calcinha afiançada, a blusinha e saia rendada, tudo já hipotecado. Nem olhe de lado, fique logo bem nuínha e também meio arretada, se achegue logo tarada pronta pra fazer litígio. Bote prestígio e venha nua pra emboscada, pronta pra minha cilada e pro maior esfregamento, que tô assim que nem jumento pronto para vadiar. Quero mesmo me esbaldar por todo seu comprimento e essa sua arquitetura, pronto pra maior loucura, ferve quente o xambregar. Isso pra cá, me agarrando com firmeza toda sua redondeza, tudo em cima, cabo a rabo. Depois de quatro vai arcar com a despesa na maior das safadezas na demanda do tesão. Você vai mexer pirão p´reu deixar limpo seu prato na oblação dos seios fartos até piar cancão. Vou ajeitar meu quinhão no seu ventre apetitoso, nas ancas o guidão jeitoso, nas costas o meu repasto. E quando farto da garanhagem e euforia, vou aprumar a minha guia pra ser agasalhado. E sentir um bem guardado com toda litania pra você fazer no dia todo seu maior pecado. Depois de bem dado, devendo ainda está, vou querer me aproveitar cobrando juros e mora. E aí já sem demora exijo a quitação da primeira prestação acertada na penhora. E isso agora que eu quero me empanzinar. Juro que não vou ficar com fastio ou de biqueiro, vou gozar todo banzeiro até o galo cantar. É bom pagar todo dengo com carinho, toda manha com jeitinho ou coisa parecida. E isso pra toda vida, até perder de vista coisa de uma correntista num prazo esticado. Está fadado seu dever reincidente, até mesmo sucumbente, coisa líquida e certa. E seja esperta, porque esta pendência não terá mais decadência, muito menos desistência, coisa do maior valor. E como autor, pego toga de excelência, visto toda competência e viro douto julgador. Do que ficou, dou-lhe a mais formal ciência do teor dessa sentença, julgamento que valeu: você me deve uma conta. E eu também devo a você. No amor não se desconta, principalmente quando desponta coisa mútua que se deu. Já que o seu é meu e o meu é seu, queira tudo o que é meu e mais quiser porque eu quero tudo seu porque tudo de seu é meu. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.


DITOS & DESDITOSÉ preigoso ter razão em assuntos sobre os quais as autoridades estabelecidas estão erradas. Pensamento do escritor, dramaturgo e filósofo iluminista francês Voltaire (François Marie Arouet/1694-1778). Veja mais aqui.

A ESCOLA – [...] A escola de hoje requer um professor mais crítico, criativo, que participe e que empreenda. Um professor mais inteiro e com mais consciência profissional. Nesse sentido, é importante a formação de um profissional da educação capaz de resolver e tratar tudo o que é imprevisível, tudo que não pode ser reduzido a um processo de decisão e atuação regulado por um sistema de raciocínio infalível, a partir de um conjunto de premissas. [...]. Trecho extraído do artigo A pesquisa na reconstrução da prática docente (SEMED/MS, 2009), da professora e pesquisadora Kely Adriane Brandão Pereira.

EDUCAÇÃO – [...] Não há dúvida de que a escola tem limites para exercitar o com-portamento moral, pois os alunos já trazem as marcas da formação ante-rior e, além disso, recebem a influência das atividades ou passividades ex-tra-escolares. Responsabilizar a escola por todos os defeitos de formaçãosignifica desconhecer os seus limites. Entre as possibilidades que restamà escola está um variado conjunto de recursos didáticos como histórias,filmes, encenações, mas, sobretudo, a forma como são ministradas as au-las, até mesmo as de matemática ou de física. O estilo do ensino e oexemplo do professor e, não por último, a forma de administrar e dirigira escola também têm um papel importante. Apesar da assimetria entre professor e aluno, tanto as escolas de qualquer nível devem ser pequenasdemocracias. [...] Trechos extraídos de Valores em Instituições democráticas de ensino (Educação & Sociedade, 2004), do professor e filósofo alemão Otfried Höffe.

CANÇÃO DE MULHER E TEMPO - Guiomar, para onde foste? / Te procuro noite e dia: / sobejos de canto e falas/ e o cheiro da ventania. / No verde morno do Janga / os rastros de espuma fria. / Bolem no azulejo as sombras / enxutas das mãos na pia / (Jeito de corpo estremece / no lençol que te cobra.) / Guiomar, para onde foste?  Te procuro noite e dia. / Só não te acho emti mesma / no mistério da agonia: / sumidas cores e carnes / (camuflada autofagia) / Tempo químico treano, / vinte anos de tirania / Guiomar, para onde foste? / Só tua voz te anuncia. / Nem a viagem nem a morte / mais longe te levaria. Poema extraído da obra Itinerário (José Olympio, 1983), do poeta, jornalista, professor e memorialista Mauro Mota (1911-1984). Veja mais aqui

TODO DIA É DIA DA MULHER: ANNA PAVLOVA – A bailarina russa Anna Pavlova (1881-1931), ingressou na Escola Imperial de Balé aos nove anos de idade, formando-se em 1899 e, quatro anos depois, tornou-se a primeira solista. Depois de interpretar O lago dos cisnes, em 1906, passou a ser a primeira bailarina do Teatro Mirknskji, de São Petersburgo, alcançando enorme sucesso. Sua fase de grandes apresentações internacionais começou em 1910, em New York e, depois, em Londres, realizando tournées internacionais pelo mundo inteiro, incluindo o Extremo Oriente, em 1921. Foi considerada a melhor bailarina do seu tempo, contribuindo decisivamente para divulgação do balé. Suas maiores qualidades foram o equilíbrio, a rapidez e a graça, de extraordinária expressividade no balé romântico, do qual, no papel de personagens quase imateriais, foi a mais intérprete, jamais superada. Veja mais aqui e aqui.

A PSICANÁLISE DE FREUD – A psicanalise é um termo criado por Freud em 1896, para nomear um método particular de psicoterapia e tratamento pela fala, proveniente do processo catártico de Josef Breuer e pautado na exploração do inconsciente, com a ajuda da associação livre, por parte do paciente, e da interpretação, por parte do psicanalista. FREUD – O livro Freud: uma vida para o nosso tempo, de Peter Gay, trata de temas como os fundamentos (12856-1905), uma ânsia de conhecimento, matéria para lembranças, a teoria em formação, histéricos, autoanálise, psicanálise, o segredo dos sonhos, uma psicologia para psicólogos, um mapa para a sexualidade, elaborações: esboço de um pioneiro preparado para o combate, prazeres dos sentidos, os estrangeiros, política psicanalítica, Jung: o príncipe herdeiro, interlúdio americano, Jung: o inimigo, terapia e técnica, duas lições clássicas, em causa própria: a política do Homem dos Lobos, um manual para técnicos, questões de gosto, fundações da sociedade, mapeando a mente, revisões, agressões, coisas abrangentes e importantes, paz inquieta, morte: experiência e teoria, Eros e o ego: seus inimigos, a morte contra a vida, insinuações de mortalidade, o preço da popularidade, vitalidade, luzes trêmulas em continentes negros, dilemas de médico, a mulher, o continente negro, a natureza humana em atividade, morrer em liberdade, contra as ilusões, civilização: o transe humano, os abomináveis americanos, morrer em liberdade, a política da catástrofe, o desafio como identidade, a morte de um estoico, entre outros assuntos. INCONSCIENTE – Em psicanálise, o inconsciente é um lugar desconhecido pela consciência: uma outra cena. Na primeira tópica elaborada por Freud, trata-se de uma instância ou um sistema constituído por conteúdos recalcados que escapam às outras instâncias, o pré-consciente e o consciente. Na segunda tópica deixa de ser uma instância para servir para qualificar o “isso” e, em grande parte, o eu e o supereu (Id, ego e superego). O inconsciente possui uma particularidade de ser ao mesmo tempo interno ao sujeito e a sua consciência, e externo a qualquer forma de dominação pelo pensamento consciente. O pensamento inconsciente foi então domesticado, quer para ser interpretado na razão, quer para ser rejeitado para a loucura. Os conteúdos do inconsciente não são as pulsões como tais, pois estas nunca podem tornar-se conscientes, mas o que Freud denomina de representantes-representações, uma espécie de representações das pulsões, baseados em traços mnêmicos. Esses conteúdos, fantasias e roteiros em que as pulsões estão fixadas, buscam permanentemente descarregar-se de seus investimentos pulsionais, sob a forma de moções de desejo. Entre esses conteúdos inconscientes, as diferenças concernem apenas à natureza e a força do investimento pulsional. Para Lacan, o insconsciente tinha a estrutura radical da linguagem, sendo, pois estruturado como uma linguagem, sendo a linguagem a condição do inconsciente. A ideia lacaniana de uma primazia da linguagem e do significante, repousa no dado primordial de que o individuo não aprende a falar, mas é instituído ou construído como sujeito pela linguagem. O isso é um termo conceituado por Freud para designar uma das três instãncias da segunda tópica freudiana, ao lado do eu e do supereu. O isso é concebido como um conjunto de contepudos de natureza pulsional e de ordem inconsciente. O eu é a sede da consciência e é o lugar de um sistema pulsional: as pulsões do eu ficam a serviço da autoconservação, incluindo as necessidades orgânicas primarias não sexuais. Com a teoria do narcisismo, o eu passa a ser mediador da realidade externa e objeto de amor e reservatório da libido. Para Lacan, o eu é o núcleo da instância imaginaria na fase chamada de estádio do espelho, entendendo que o eu não pode reagir no lugar do isso, mas que o sujeito deve estar ali onde se encontra o isso, determinado por ele, pelo significante. O supereu é conceito criado por Freud o qual mergulha suas raízes no isso e, de uma maneira implacável exerce as funções de juiz e censor em relação ao eu. PULSÃO – É o termo empregado por Freud dentro de um conceito da doutrina psicanalista, definido como a carga energética que se encontra na origem da atividade motora do organismo e do funcionamento psíquico inconsciente do homem. Para Lacan, a pulsão é um dos quatro conceitos fundamentais da psicanálise, entretanto, ele isola a elaboração freudiana de suas bases biológicas e insiste no caráter constante do movimento da pulsão, um movimento arrítmico que a distingue de todas as concepções funcionais. A abordagem lacaniana da pulsão inscreve-se numa abordagem do inconsciente em termos de manifestação da falta e do não realizado. Nessas condições, a pulsão é considerada na categoria do real, sublinhando que o objeto da pulsão não pode ser assimilado a nenhum objeto concreto. Para apreender a essência do funcionamento pulsional, é preciso conceber o objeto como sendo da ordem de um oco, de um vazio, designado de maneira abstrata e não representável. Assim, a pulsão é uma montagem, caracterizada por uma descontinuidade e uma ausência de lógica racional, mediante a qual, a sexualidade participa da vida psíquica, conformando-se à hiância do inconsciente, ou seja, a pulsão é sempre parcial, adicionando dois outros objetos pulsionais além das fezes e do seio: a voz e o olhar. E deu0lhes um nome: objetos do desejo. A pulsão sexual é um impulso no qual a libido constitui a energia (diferente do instinto sexual nem se reduzindo às atividades sexuais). Não existe da infância à puberdade, assumindo a forma de um conjunto de pulsões parciais, ou seja, processo de apoio em outras atividades somáticas. Ela pode encontrar sua unidade através da satisfação genital e da função de procriação. Sua energia é de ordem libidinal e estão dominadas pelo principio do prazer. A pulsão sexual possui quatro destinos: a inversão, a reversão para a própria pessoa; o recalque; e a sublimação. As pulsões ou de autoconservação estão a serviço do desenvolvimento psíquico pelo princípio de realidade. A pulsão de morte é a tendência à agressão, caráter demoníaco, tendência destrutiva e autodestrutyiva, com a finalidade de reconduzir o que está vivo ao estado inorgânico. Ela se confronta com Eros – as pulsões de vida. PRINCÍPIO DO PRAZER – É um dos princípios que regem o funcionamento psíquico, com o objetivo de proporcionar prazer e evitar o desprazer, sem entraves nem limites. PRINCÍPIO DE REALIDADE – É um dos princípios que regem o funcionamento psíquico, com o objetivo de modificar o prazer, impondo-lhe as restrições necessárias à adaptação à realidade externa. RECALQUE – O recalque para psicanálise designa o processo que visa a manter no inconsciente todas as ideias e representações ligadas às pulsões e cuja realização, produtora de prazwer, afetaria o equilíbrio do funcionamento psicológico do individuo, transformando-se em fonte de desprazer. Freud, que modificou diversas vezes sua definição e seu campo de ação, considera que o recalque é constitutivo do núcleo original do inconsciente. Na segunda tópica, o recalque é ligado à parte inconsciente do eu. O recalcado funde-se com o isso, só se separando pelas resistências do recalque. CENSURA – É a instância psíquica que proíbe que emerja na consciência um desejo de natureza inconsciente e o faz aparecer sob forma travestida. É identificada com o supereu, a instância que funciona como censor do eu. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

E mais Freud & Psicanálise:
REFERÊNCIA:
GAY, Peter. Freud: uma vida para o nosso tempo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

A ADOÇÃO- Trabalhar o instituto da adoção num trabalho acadêmico, requer a realização de uma revisão da literatura efetuando uma abordagem histórica acerca do instituto e de seu advento no Brasil, sua fundamentação conceitual, natureza jurídica, princípios norteadores da família, legitimação jurídica, efeitos jurídicos sua previsão no ECA e no Código Civil vigente, os direitos e deveres, obrigações, impedimentos e condições previstas na adoção, legitimados a adotar, as questões atinentes a adoção entre casais homoafetivos, os aspectos legais e a efetividade da adoção no Brasil. Veja mais aqui e aqui.


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