Das loas
& toadas no cavalo-marinho... - O
afamado artesão Tirésia já nasceu assim: cego e vaticinador - a cada obra
adivinhava futuro ou passado, era. E diziam dele ser o profeta tebano
reencarnado: Ora, se; tá na cara! Só faltava virar mulher, se num já foi uma
vez na vida. Quando não dava forma obrando verdadeiros milagres no barro, nos
tocos de madeira, tecidos, metais, fibras ou vidros, moldando, costurando, ajeitando,
cortando, entalhando ou pintando, era o bulício das expectativas de entusiastas
coscuvilheiros, o que é o que é, e ele, na ponta da língua, tome! Mão na massa
só saía coisa bonita de se ver, enchiam mesmo os olhos, chega dava gosto: os
bonecos escritinhos gente, só faltavam falar; os bichos tudo em ponto de andar,
de quase ouvi-los barulhando no oitão. Ora, se. Bicho danado esse Tirésia, hem?
E não faltava quem queria saber da sorte, cura ou desejo, aos muitos: pais
ansiosos se menino ou menina no bucho e quem ia nascer dos dois, se ia ganhar
litígio na justiça, se o negócio ia dar certo, se a safra ia ser boa, se ia ganhar
a eleição, ora, afora outros tantos, cada qual com sua pendenga desvendada por
antecipação. Mesmo assim, solitário invisual, valia-se da companhia de
Maricota, sua assistente dedicada, que um dia fora uma órfã perdida no meio do
mundo. Ele abrigou-a e, por gratidão, ela lavava, passava, cuidava,
administrava a casa e as finanças. Sim, ela não escapou de vultosas propostas
de noivados e casamentos, mas todas recusou: não tenho nada nem ninguém e, ao
mesmo tempo, tenho tudo: este velho bondoso que nem precisa de mim, foi quem me
deu guarida desde menina, a me servir por generoso pai até agora. Assim era. E
um dia lá, no meio da lida, ele assuntou e saiu de casa desembestado. Que foi
que houve? Quem sabe! Pronde ele foi? Ora. Dali um tempo retornou com uma
chorosa menina – Juremilda, dita filha enjeitada dum tal de Zé Broco, abastado
comerciante, que queria um filho homem para herdar sua fortuna; mas, por ironia
do destino, só lhe vinham filhas encarreadas e já havia abandonado duas outras
antes, agora mais uma, todas repelidas, lavado de desgosto. Aí ele recolheu e
trazia pela mão a garotinha abandonada, deu guarida e dela passou a cuidar:
Achei-la perdida na rua, coitada! Doutra feita, pouco tempo depois, ocupado que
só, ouviu do nada um choro longínquo e aguçou as ventas, saiu sem dizer nada e,
ao cabo de algumas horas, lá vinha ele trazendo um maltrapilho menino –
Dioguito, filho duma viúva que durante a gravidez teve seu marido assassinado e
repudiou o filho assim que deu à luz, porque seu sonho era uma menina para lhe
acompanhar a sina. Mais um desamparado, agora tidos por seus netos, assim
criados, mantidos, educados, crescidos e viraram gente, seguindo seus passos e,
por artes do destino, proutras profissões, ganharam mundo, cada qual pro seu
lado, foram-se. A vida seguia, quando, certa noite, ele chamou a inseparável
Maricota e arrumou-se todo, como há anos não havia. Todo paramentado no seu
cavalo-marinho, o agora capitão surgiu à porta e foi só alvoroço na rua: um
bombo apareceu no improviso da batida chamando o povo. Foi juntando gente. Para
onde fosse, o povo ia atrás. Pronde ele vai? Oxe! Num terreiro plano parou, deu
dois apitos e, do meio da multidão, emergiu o banco da orquestra, com os
tocadores de rabeca, pandeiro, ganzá e reco-reco. Tome função, o trupé na
pisada solta. Foi na toada de chegada, a de Alevante, com os toadeiros na
saudação: Viva Mestre Salustiano! Viva! Viva Mestre Duda Bilau! Viva! Viva Mestre
Biu Roque! Viva! Viva Mestre António Teles! Viva os Filhos de Salú! Viva! Vamos
barrer! E dava início ao mergulhão, sapateado no galope dos cavalos, passos
rasteiros, saltos rápidos, levantava poeira. Vamos bater mergulho! E fizeram a
roda do samba, entrou Ambrósio, o mercador das figuras: no pé da roda, saudou o
capitão com mesuras, às pilhérias e pulhas, danou-se a dançar – Ô boca podre! Logo
veio Mateus, o Caroca, pra fazer par no arrastado dos pés. Desorganizavam tudo
e, no achegado da coisa, Bastião tomou conta pra aprontar das suas, às
mungangas e caretas, a bexiga batendo nas canelas. Atrás dele, a feiosa Catirina
toda assanhada, tocando fogo de arrepiar: Lá vem o soldado da Gurita! Bota
ordem: Respeite a farda, seus folgados! E o bafafá seguia azeitado no balanço
dos cacoetes, vícios e mazelas: Ô, seu guarda, o senhor fique quieto! Pode se
mandar, somos donos do fuzuê! Se dane, vá! Tá presa a banca do som, Mateus,
Bastião, Ambrósio, Catirina e os agaloados tão tudo parados e se bater eu furo!
Calma, seu guarda, ordem de capitão! Tá tudo liberado! Despacharam-se todos e
recomeçaram os Galantes, uma guarda de honra, dançavam com suas damas, maior
galantaria. Mateus, Bastião e Catirina só atiçando o povo assistente. Aí o
Empata Samba batia lata na toada, atrapalhando a festa. Sai-te pra lá,
desgrama! Vou vadear! E o Mané do Baile: Sou Véi Barbaça e tudo resolvido. Abriu-se
a eira pro baile na dança do magui: esvoaçavam saias, fitas e espelhos, chapéus
com pingentes dourados, gingado. Bora, brincantes! Isso é que é assustado! Hora
das loas e das toadas, o cangaceiro e o vaqueiro, o matuto da goma, o Mané
Joaquim. A Véia do Bambu puxou maracatu pro povo de Itambé, Condado, Aliança e
Itaquitinga. Segura a onda! Tem mais samba? Muito baião! E o Caboclo de Arubá:
Olhaí o Caboclo de Pena, da linha de Jurema! Vamos forrozear! Lá vem o boi! – Leva
pra vagem, hora da farra! Olha o apito! Do nada entrou Juremilda glosando
motes. Eita! Apareceu, foi? Mas, menina! Atrás dela, Dioguito deu o ar de sua
graça e batia palma no rastapé, um desafio no mourão, dela arremedar com
quadrão; ele puxou gabinete, ela respondeu com martelo e vai e volta, a coisa
se solta no maior festão. O truvuque ficou bão demais! Vamos pro maguião, a
dança dos aicos e coco de despedida: o bailarico dos arcos das baianas. Ambrósio
de volta imita todos da festa: o boi já morreu e ressuscitou, vamos rear!
Simbora, gente, a noite se foi, o dia já veio! E o cego Tirésia se não via,
sentia no mais fundo da alma e em família toda sua obra e feito, nem sabia o
amanhecido que já era outro acumulando os tantos passados. Até mais ver.
Julio Cortázar: Somente vivendo de forma absurda é possível escapar desse absurdo infinito... Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
Iris
Murdoch: A educação não
nos faz felizes. Nem a liberdade. Não nos tornamos felizes apenas por sermos
livres – se é que somos. Ou por termos sido educados – se é que fomos. Mas sim
porque a educação pode ser o meio pelo qual percebemos que somos felizes. Ela
abre nossos olhos, nossos ouvidos, nos mostra onde as delícias se escondem, nos
convence de que existe apenas uma liberdade que realmente importa, a da mente,
e nos dá a segurança – a confiança – para trilhar o caminho que nossa mente,
nossa mente educada, nos oferece... Veja
mais aqui & aqui.
Camilla Läckberg: A
literatura é vida e morte. As pessoas vêm e vão. Vivemos. Morremos. Mas a
literatura que criamos continua viva... Veja mais aqui, aqui, aqui &
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ALÉM DA ESTRADA DO RIO
Imagem: Acervo ArtLAM.
Era preciso olhar de perto, tão perto quanto a palma da
mão. E era preciso olhar muito além para vê-los. Eles não se assemelhavam a
nenhum tipo de Senhor: o Tempo, saltitante ou não — contudo, percorriam
dimensões. Era preciso vê-los percorrendo a Estrada do Rio, aparando suas
bordas; lançando à sombra todos que chegavam e todos que partiam — os que
voltavam para casa, os que partiam sem rumo, os desgarrados, os perdidos;
silenciando os pombos irreverentes e o bater de asas inerte das crianças
correndo para a escola, com o leite da mãe ainda pingando em suas bocas
abertas, maduras demais. Eles suavizavam as linhas borradas dos turistas,
sorrisos tão tensos quanto cordas de orçamento, e reprimiam os motoristas de
van que (mais uma vez) não se importavam com a própria segurança, tentando
transformar uma confusão em briga — nenhum policial à vista — e o sol, o vilão
em sua própria festa, incitando palavrões e rancor. Como se estivesse seguindo
um roteiro. Um deles carregava um bastão, esculpido — ou talvez fosse um pedaço
de cana. Era preciso olhar com atenção para ver as cabeças inclinadas em
raciocínio; em cálculo. E eles se moviam como um só através daquele palco
instável, os dreadlocks se fundindo aos torsos, aos braços e às pernas: dois
irmãos cheios de conhecimento e recursos abarrotados em suas mochilas; Jedi
africanos, samurais negros saindo diretamente de seus próprios segredos e
sonhos. E pareciam estar tramando algo. E parecia a trama de uma demolição de
muros. Mas parecia a construção urgente, primeiro, daqueles muros
predestinados; ou antes disso, o plantio de árvores para se encontrarem embaixo
e travarem campanhas para queimar os tijolos que construiriam esses mesmos
muros. E parecia um sangramento. E parecia uma onda gigante de
rio-mar-oceano-riacho. E parecia vislumbres de floresta esquecida, colina
distante e campo que desaparece; e uma mistura, mistura de terra, argila,
calcário coral, areia e pele. E parecia a luz nítida e Falernum da aurora ou o
desvario de um sol em uma van, depois do meio-dia; a densa névoa da tarde.
Parecia pores do sol flamejantes e um sacramento de luas de sangue e luas azuis
e sem lua e meia-noites — tudo isso, infiltrando-se nas ruas para tingir os
ventos. E pareciam estar prontos. E pareciam prestes a se impregnar no solo
diante de nossos olhos. Mas era preciso ter boa aparência, porque eles não se
demoravam. Moviam-se como aparições de sangue, de carne, de tendão. Não
roubavam a cena, apenas a dominavam por um instante, lançavam alguma sombra
sobre nós e silenciavam o palco. Um deles carregava um bastão. Talhado, talvez.
Ou talvez apenas um pedaço de cana, para brandir. Tecendo feitiços. Ou afiando
arestas. Difícil dizer com aquele passo solto e sem pressa, sem parecerem, como
pareciam, senhores do tempo ou ladrões de holofotes, ou portadores de um
silêncio frio e cristalino para congelar o sol. Nunca saberemos… Porque não
estamos enxergando muito bem de perto e muito menos além da River Road.
Poema da premiada poeta, editora e contadora de histórias
de Barbados, Linda M. Deane, cofundadora do fórum editorial e cultural ArtsEtc,
coeditora de Shouts from the Outfield: The ArtsEtc Cricket Anthology e
ativista literária.
BELLADONA – […] Não mude nada de si mesmo de que você gosta para deixar
os outros confortáveis. Não tente se moldar para se adequar aos padrões que
outra pessoa estabeleceu para nós. [...] Você
não deve permitir que a morte o consuma tão completamente. Viver não é egoísmo.
[...] Pare de se preocupar com a sociedade e de jogar o jogo dela, na
esperança de ser bom o suficiente. Não existe essa coisa de verdadeira bondade;
existe apenas a percepção. [...] Para mim, você é uma canção para uma
alma que jamais conheceu a música. Luz para alguém que só viu a escuridão. Você
desperta o que há de pior em mim, e eu me torno vingativo com aqueles que o
tratam de maneiras que não me agradam. No entanto, você também desperta o que
há de melhor em mim — quero ser melhor por sua causa. Melhor para você. [...].
Trechos extraídos do livro Belladonna (Plataforma
21, 2023), da escritora estadunidense Adalyn Grace, autora de obras
como: Fluch der sieben Seelen (All the Stars and Teeth, 2020) e Erbe der sieben
Inseln (All the Tides of Fate, 2021).
COMO HERDAR UMA CORAGEM? – [...] muitas
vezes não sabemos quem foram os nossos doadores nem de que são feitos nossos
tesouros. [...]. Trechos extraídos da obra Como Herdar uma Coragem?
(KKYM+P.OR.K, 2021), do filósofo, historiador e crítico de arte francês, Georges
Didi-Huberman, no qual indaga testemunhos
dos sobreviventes judeus do gueto de Varsóvia, enquanto constatações de uma herança
com contornos que dependem da multiplicidade das memórias e das concepções do
tempo histórico, evidenciando as diferenças e paralelos que decorrem entre a
luta corajosa dos judeus pela liberdade no gueto de Varsóvia e as ameaças
atuais do totalitarismo, do colonialismo e do fascismo, que podem emergir em
qualquer horizonte. A esse respeito ele expressa que: Ninguém pode olhar pelos
outros... Para definir nosso desejo de futuro, temos que saber
que memória herdamos... No seu livro Ninfa dolorosa: Essai sur
la mémoire d’un geste (Gallimard, 2019), ele expressa que: [...] É um
conjunto de imagens onde o motivo do feminino se aproxima perigosamente da
negatividade violenta e mortífera […] Das bacantes pagãs às
pranteadeiras cristãs, passando pela kinah judia ou o lamento muçulmano, é todo
um motivo – essencialmente trágico – de uma Ninfa dolorosa que Warburg
perseguia nas pranchas do seu atlas [...] os ‘corpos de dor’ e de
‘lamentação’ se verão animados de uma totalmente nova energia: o burguês se faz
linchar, as mulheres urram de cólera, um tipo de alegria selvagem se apodera de
toda a multidão em luto. Revolução, de fato: revolução nos afetos, nos gestos,
nos corpos, nas decisões coletivas [...] da morte e da sobrevivência, do
ser perdido e do ser enlutado, do silêncio e do grito, da ausência e da
invocação. Não há lamentação sem esse ritmo profundo [...]. No seu livro Ninfa
moderna: essai sur le drape tombe (2002), ele aborda o erótico, a
sensualidade, o desejo dessas divindades menores sem poder institucional. Como
ponto de partida, como imagem e como montagem2, tomou as figuras femininas da
Antiguidade e do Renascimento. Para ele a ninfa, como a aura benjaminiana,
declinou com os tempos modernos, problematizando a observação de duas sutis
facetas dessa imagem, desse declínio: o drapeado e a queda. Já na obra Par les
Désirs - Fragments sur ce qui nous soulève (Éditions Gallimard/Jeu de Paume,
2016), observa ele que: [...] Desobedecer, veja um verbo que rima tão bem
com desejar. Desobedecer é tão antigo, frequentemente tão urgente, quanto
desejar […] E como não convocar, uma vez mais, as mitologias do Atlas ou
de Prometeu? Ou a história de Eva? […] Desobedecer: essa seria a recusa
em ato e, ao mesmo tempo, a afirmação de um desejo enquanto algo irredutível
[...]. Também é autor de obras como
Kore (2011), Survivance des lucioles (2009), Images in Spite of
All: Four Photographs from Auschwitz (2008) e Invention of Hysteria:
Charcot and the Photographic Iconography of the Salpêtrière (2004), entre
outras. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
A ARTE
MUSICAL DE MARINÊS
[...] Eu
sou uma profissional, onde for o show, eu chego lá, seja de carro, avião ou em
cima de um jumento. Eu adoro estar no palco, foi uma dádiva que Deus me deu.
Não saio dizendo que sou Rainha do Forró, se fosse explorar seria Rainha do
Xaxado, pois foi Luiz Gonzaga que me homenageou e não saio dizendo; dizem e
apenas concordo. O importante não é o trono de Rainha, mas subir no palco e
abrir o gogó. Então é um orgulho e honra de cantar as belezas, costumes e
necessidades do nordestino. Eu me alugo para fazer o show, ninguém me compra;
pagam os meus serviços prestados. [...] Sou uma pessoa comum e singular.
Não me aproveito desse nome lutado e trabalhado ao longo dos 50 anos de
carreira. Gosto de receber elogios sinceros. Vivo uma vida normal, como o que
todo mundo come. Quando não tenho empregada, vou para cozinha. Dou prioridade à
família (filhos, irmãos e pais) e estou sempre junto deles como uma galinha e
seus pintos. Quando me aborrecem, se eu puder na hora dissolver o coágulo,
dissolvo para não ficar engasgada. Mas muitas vezes engulo sapo para não passar
por mal educada, não ser cem por cento nordestina. [...].
Trechos de
uma entrevista (Ritmo&Melodia, 2005), ao jornalista Antonio Carlos da
Fonseca Barbosa, concedida pela saudosa cantora, atriz, advogada e
apresentadora Marinês (Inês Caetano de Oliveira – 1934-2007),
a rainha do xaxado, a Luiz Gonzaga de saias, que foi casada com o acordeonista Abdias dos
Oito Baixos (José Abdias de Farias – 1932-1991) e juntos atuaram juntos com
Luiz Gonzaga & seus cabras da peste! Sobre ela encontra-se o livro Marinês
Canta a Paraíba (2005), do sociólogo e professor Noaldo Ribeiro e a dissertação
de mestrado A representação do Nordeste nas letras das músicas de Marinês
(UEPB, . 2009), que redundou no artigo Representações do feminino na música do Nordeste
(XII Conages, 2016), ambos de Claudeci Ribeiro. Na matéria Marinês: rainha
do xaxado e dona de uma trajetória de pioneirismo na música nordestina
(Jornal da Paraíba, 2022), está expresso que: [...] Não havia nenhuma
tradição de mulher cantando xaxado, baião e xote. Também não era coisa de
mulher essa roupa de couro que eu usava [...] sonho de criança se
realizando, eu ao lado de Luiz Gonzaga,
olhando para a cara dele! [...]. a respeito dela disso o poeta, compositor
e escritor Bráulio Tavares: Marinês
é o grande nome, tendo criado uma escola de interpretação que é hoje seguida de
ponta a ponta pelo Nordeste. Veja mais aqui.
TEMAS DE
PSICOLOGIA CONTEMPORÂNEA – Os debates
temáticos da psicologia contemporânea abordam as questões acerca da saúde
mental na era digital, o estresse pós-traumático, os impactos da tecnologia na
mente, a neurodiversidade, o esgotamento e Burnout, práticas baseadas em
evidências e as novas configurações do trabalho, entre outros questionamentos.
Para tanto reunimos reflexões de psicólogos, neurocientistas, filósofos e uma
diversidade intelectual que se tem se debruçado sobre tais temáticas, como Elizabeth
Loftus, Vera Iaconelli, Ignacio Martín-Baró, Vinciane Despret, Gloria Mark,
Nancy Tucker, Rosa Mechiço, Brenda Milner, Diagne Mbengué, Diana Aurenque, Anna Lembke, Nita Farahany, Fabienne Brugère, Alice Flaherty, Elliot Aronson, Cida Bento, Florencia Abadi, Sally W. Johnston, Gabor Maté, Jaqueline Goes de Jesus,
Elizabeth Blackburn, Patricia Smith Churchland, Katherine Johnson, Hal Foster,
Janet Mock, Ursula Karven, Rachel Bloom, Judith Schalansky, Pamela Des Barres,
Brené Brown, Yōko Tawada, Claudia Werneck, Chantal Akerman e Doris Dörrie.
Confira aqui.
ONDE NASCE
O RIO?... – O segundo episódio das Aventuras do
Nitolino no Valuna, ocorre exatamente quando a Turma do Brincarte parte do
sítio Falange, Falanginha, Falangeta, seguindo Pai Lula que resolve
descobrir: Onde nasce o rio... Acompanhe a saga quando eles chegam todos na
Serra do Quati clicando aqui.
KID
MALVADEZA – Reunião de noveletas bem humoradas
contando desde a epopeia do intrépido Kid Malvadeza, os vexames do Tripa com
sua fubica ineivada, a decisão futebolística do ano em Alagoinhanduba, o
diálogo entre a morte e a morta, a derrocada vertiginosa de Dudanildo Pontes,
as paixonites do Mamão pela jumenta e a da briga dos garotos na loucura
repulsiva do cotidiano alagoinhandubense. Confira aqui.
REENCONTRO
MARCADO – Um conto, dois; um roteiro de curta
metragem. Os 3: a solidão compulsória, a lucidez escassa e o tempo devastador. Do
encontro, desabou desencontro. A hora é outra, o reencontro marcado. Confira o
microconto, o conto e o roteiro aqui.
RAÍZES
& FRUTOS – O livro Raízes & Frutos (Bagaço,
1985) foi lançado primeiramente numa noite bastante festiva no Teatro Cinema
Apolo, em Palmares (PE). Depois foi a vez de uma tarde ensolarada de sábado na
legendária Livro 7, em Recife (PE). No volume o poeta e a sua vida; em seguida,
os poemas; e, por fim, uma Carta ao pai. Homenagem ao poeta Rubem de Lima
Machado. Confira aqui.
ISTO É PERNAMBUCO!!!



































