sábado, junho 22, 2013

DOROTHEA LANGE, CAROLYN PORCO, BARTHES, LETY ELVIR, DARWIN, PYNCHON, BETTCHER & CORDEL


 

A MÃE MIGRANTE DE DOROTHEA LANGE (1895-1965) – Acompanhei sua vida desde a infância de Hoboken, a datilógrafa na Califórnia, as entrevistas com pessoas encontradas pelas estradas, toda trajetória percorrida entre os camponeses da Grande Depressão, na Farm Security Administration, até mesmo a Migrant Mother, a descendente de Cherokee em Nipomo, a Florence Owens Thompson e suas filhas e ouvi: Eu vi e me aproximei da mãe faminta e desesperada, como se atraída por um ímã. Não me lembro como lhe expliquei minha presença ou minha câmera, mas lembro que ela não me fez perguntas. Fiz cinco exposições, trabalhando de perto e mais perto da mesma direção. Não perguntei seu nome ou sua história. Ela me disse sua idade, que tinha trinta e dois anos. Ela disse que eles viviam de vegetais congelados dos campos circundantes, e pássaros que as crianças matavam. Ela tinha acabado de vender os pneus de seu carro para comprar comida. Lá ela se sentou naquela barraca com os filhos amontoados ao seu redor, e parecia saber que minhas fotos poderiam ajudá-la, então ela me ajudou. Uma espécie de igualdade sobre isso... Era você pelas ruas de San Francisco e a captura da cena, a superlotação das escolas, o esgotamento das moradias disponíveis, as tensões raciais e a discriminação. Foi na Segunda Grande Guerra quando o flagra dos excluídos e aprisionados nipo-americanos foram enviados para campos de internamento, desempregados e moradores de rua, as comunidades agrárias e os rituais da vida rural em contraste com as áreas urbanas e as más intenções políticas. Assim também na seca do Dust Bowl, n’As Três cidades mórmons, n’As Pessoas do país irlandês, na evacuação e inundação de Berryessa Valley para construção da represa de Monticello. Conectada com o mundo no êxodo estadunidense: registro de erosão humana - a preocupação central com a humanidade: os desafortunados, a devastação, as condições de trabalho, as desigualdades, famílias deslocadas, migrantes, esquecidos, a catástrofe econômica e ambiental – tudo registrado nas anotações de campo, nas letras de músicas folclóricas, nos trechos de jornais, nas observações sociológicas e citações de meeiros: Preciso ler todas as minhas anotações de viagem e percorrer minhas acumulações para extrair delas as legendas estenderiam, sustentariam, iluminariam e explicariam a fotografia... Enfim, com a Morte de um vale e sua última frase com as extraordinárias realizações: Todas as fotografias – não apenas aquelas que são chamadas de ‘documentais’, e toda fotografia realmente é documental e pertence a algum lugar – têm um lugar na história... (texto baseado na obra Espírito inquieto: A vida e trabalho de Dorothea Lange (Scholastic, 2002), de Elizabeth Partridge. Veja mais aqui e aqui.

 


DITOS & DESDITOS - Todos os átomos de nossos corpos serão surpreendidos no espaço na desintegração do sistema solar, para viver para sempre como massa ou energia. Foi o que devemos ensinar nossos filhos, não contos de fadas sobre anjos e vendo vovó no céu. Vamos ensinar nossos filhos de uma idade muito jovem sobre a história do universo e sua incrível riqueza e beleza. Já é muito mais glorioso e incrível - e até mesmo reconfortante - do que qualquer coisa oferecida por qualquer escritura ou conceito de Deus que eu conheço. Há um reconhecimento poderoso que se agita dentro de nós quando vemos nosso pequeno planeta do oceano azul nos céus de outros mundos. Em um instante, podemos ver o quão pequeno, frágil e sozinho todos nós realmente somos. Nós, humanos, embora perturbados e guerreiros, somos também os sonhos, pensadores e exploradores que habitam um planeta dolorosamente bonito, anseio pelo sublime, e capazes do magnífico. A missão pela verdade, por si só, é uma história que está cheia de insights. O mesmo espiritual Cumprimento de que as pessoas encontram na religião podem ser encontradas na ciência vindo a saber, se você quiser, a mente de Deus. Pensamento da astrônoma e acadêmica estadunidense Carolyn Porco, conhecida por seu trabalho sobre a exploração do sistema solar.

 

ALGUÉM FALOU: Uma vez que perguntamos o que é uma mulher, as coisas imediatamente se tornam mais complicadas filosoficamente… Na verdade, estou bastante disposta a ter uma discussão com feministas críticas de gênero sobre essas questões. Eu adoraria uma conversa genuína para determinar se a construção de pontes é possível. Afinal, mulheres trans e não trans enfrentam a opressão. Às vezes as opressões são as mesmas e às vezes são diferentes. Mas esta é apenas a “natureza da besta”… Pensamento da professora e filósofa estadunidense Talia Mae Bettcher.

 

LITERATURA DE CORDEL – [...] Se a literatura de cordel traz uma vivência peculiar de determinados grupos sociais, se traz questões humanas que interessam não apenas ao grupo a que esteve ligado em seu nascedouro, certamente ela poderá ter um significado para outros leitores, uma vez que apresenta uma experiência humana de pessoas simples, mas nem por isso desprovidas de vivências interiores, de percepção muitas vezes aguda sobre a condição humana, sobre determinadas instituições ou sobre fenômenos da natureza [...]. Trecho extraído da obra O que ler? Por quê? A literatura e seu ensino. Memórias da Borborema 4 – Discutindo a literatura e seu ensino (Parábola, 2013), do professor José Hélder Pinheiro Alves, que também na obra O cordel no cotidiano escolar (Cortez. 2012), em parceria com a professora Ana Cristina Marinho, assinala que: [...] Acreditamos que a literatura de cordel ou de folhetos deve ter um espaço na escola, nos níveis fundamental e médio, levando em conta as especificidades desse tipo de produção artística. Considerá-lo apenas como uma ferramenta que pode contribuir com a assimilação de conteúdos disseminados nas mais variadas disciplinas (história, geografia, matemática, língua portuguesa) não nos parece uma atitude que contribua para a construção de uma significativa experiência de leitura de folhetos [...]  um procedimento metodológico que oriente o trabalho com o cordel terá que favorecer o diálogo com a cultura da qual ele emana e, ao mesmo tempo, uma experiência entre professores, alunos e demais participantes do processo. [...] No Brasil, Cordel é sinônimo de poesia popular em verso. As histórias de batalhas, amores, sofrimentos, crimes, fatos políticos e sociais do país e do mundo, as famosas disputas entre cantadores, fazem parte de diversos tipos de textos em versos denominados Literatura de Cordel. Como toda produção cultural, o Cordel vive períodos de fartura e de escassez. Hoje existem poetas populares espalhados por todo país, vivendo em diferentes situações, compartilhando experiências distintas. [...] São inúmeros os cordéis que aceitam com facilidade a realização musical. Violeiros cantam e recitam seus poemas. Folhetos escritos para serem lidos ou recitados receberam melodia e em qualquer das situações revelam-nos sua beleza. [...] Experiências culturais fortes e determinantes de grandes obras artísticas como o Cordel – seu valor não está apenas nisto – estão praticamente esquecidas e a escola pode ser um espaço de divulgação destas experiências. Sobretudo mostrando o que nelas há de vivo, de fervescente, como ela vem sobrevivendo e adaptando-se aos novos contextos socioculturais. Como elas têm resistindo em meio ao rolo compressor da cultura de massa [...]. Veja mais Literatura de Cordel na Escola aqui, aqui, aqui e aqui.

 

LITERATURA – [...] Literatura não é um corpo ou uma sequência de obras, nem mesmo um setor de comércio ou de ensino, mas o grafo complexo das pegadas de uma prática: a prática de escrever. Nela viso portanto, essencialmente o texto, isto é, ao tecido dos significantes que constitui a obra, porque o texto é o próprio aflorar da língua, e porque é no interior da língua que a língua deve ser combatida, desviada: não pela mensagem de que ela é o instrumento, mas pelo jogo das palavras de que ela é o teatro [...]. Trecho extraído da obra Crítica e Verdade (Perspectiva, 2013), do escritor, sociólogo, filósofo, semiólogo e crítico literário francês, Roland Barthes (1915-1980). Veja mais aqui e aqui.

 

ARCO-ÍRIS DA GRAVIDADE – [...] Uma geração atrás, o número cada vez menor de nascimentos de crianças vivas entre os herero era um assunto de grande interesse para os médicos de toda a África meridional. Os brancos preocupavam-se, de tal modo como se o gado estivesse atacado de peste bovina. Uma coisa tolerada, ver a população subjugada procurou aquele jeito anos após ano. O que é uma colônia sem seus nativos de pele escura? Que graça tem, se todos eles vão morrer? Apenas uma ampla extensão de deserto, sem criados, sem trabalhadores rurais, sem operários para a construção civil e as minas - peraí, um minuto, é ele sim, Karl Marx, aquele velho racista manhoso, escapulindo de fininho, com os dentes trincados, sobrancelhas arqueadas, tentando fazer de conta que é só uma questão de Mão-de-Obra Barata e Mercados Internacionais… Ah, não. Uma colônia é muito mais que isso. A colônia é a latrina da alma européia, onde o sujeito pode baixar as calças e relaxar, gozando o cheiro de sua própria merda. Onde ele pode agarrar sua presa esguia rugindo com todas as forças sempre que lhe der na veneta, e beber-lhe o sangue com prazer incontido. Não é? Onde ele pode chafurdar, em pleno cio, e entregar-se a uma maciez, uma escuridão receptiva de braços e pernas, cabelos tão encarapinhados quanto os pêlos de sua própria genitália complicada. Onde a papoula, o cânhamo e a coca cultivaram luxuriantes, verdesjantes, e não com a cores e o estilo da morte, como a cravagem e o agárico, as pragas e os fungos nativos da Europa. A Europa cristã sempre foi morte, Karl, morte e repressão. Lá fora, nas colônias, pode-se viver a vida, dedicar-se à vida e à sensualidade em todas as suas formas, sem prejudicar em nada a Metrópole, nada que suje aquelas catedrais, estátuas de mármore branco, pensamentos nobres… As notícias nunca chegam lá. Os silêncios aqui são tão amplos que absorvem todos os comportamentos, por mais sujos e animalescos que são[...] Uma vez que eles fazem você fazer as perguntas erradas. Eles não precisam se preocupar com as respostas. [...] Não havia diferença entre o comportamento de um deus e as operações do puro acaso. [...]. Trechos extraídos da obra Gravity's Rainbow (Penguin, 2006), do escritor estadunidense Thomas Pynchon. Veja mais aqui.

 

ORAÇÃO AO DEUS AQUI (NÃO AO DE LÁ) - da fragilidade das minhas asas \ da temperança da minha alma \ e a força da minha fé\ Eu invoco o seu nome, meu Deus \ Deus dos povos oprimidos \ doente e com fome\ aponte seus olhos para os ímpios\ que nos humilham e gaseiam\ quando nós reivindicarmos\ o fruto do nosso trabalho\ quando perguntamos\ onde está o nosso dinheiro\ Nosso Deus, dá-nos a tua misericórdia \ destruir pés de barro\ de carriças impostoras\ Deixe o verde crescer\ -de esperança\ o do seu manto na Terra\ - cinza esfarrapado \ cimento manchado\ e pontes irregulares- \ o verde jade da plumagem dos pássaros\ mas não o verde do caçador\ agachado como um robocop de lata\ sempre pronto para esticar o focinho\ morder quem o alimenta\ sempre pronto para estender sua mãozinha\ para levar tudo o que está debaixo da mesa\ tenha pena do seu povo\ - meu Deus \ escute-me, eu te imploro \ não diga mais\ Que o silêncio está com você\ que ausência você é. Poema da escritora hondurenha Lety Elvir Lazo, autora de obra como Luna que no cesa (1997), Mujer entre perro y lobo (2001), Sublimes y perversos (Cuentos- 2005) e Honduras: Golpe y Pluma. Antología de poesía resistente escrita por mujeres (2009-2013).

 

A ORIGEM DAS ESPÉCIES DE CHARLES DARWIN - [...] Sendo este volume inteiro apenas uma longa argumentação, creio dever apresentar ao leitor uma recapitulação sumária dos fatos principais e suas ilações. Não penso em negar que podem opor-se à teoria da descendência, modificada pela variação e pela seleção natural, numerosas e sérias objeções que procurei expor em toda a sua força. Em primeiro lugar, nada me parece mais difícil do que acreditar no aperfeiçoamento dos órgãos e dos mais complexos instintos, não por meios superiores, posto que análogos à razão humana, mas por acumulação de inúmeras e ligeiras variações, todas vantajosas ao seu possuidor individual. Contudo, esta dificuldade, ainda que parecendo insuperável à nossa imaginação, não poderia ser considerada como válida, se se admitirem as proposições seguintes: todas as partes do organismo e todos os instintos oferecem pelo menos diferenças individuais; a luta constante pela existência determina a conservação dos desvios de estrutura ou de instinto que podem ser vantajosos; e, enfim, gradações no estado de perfeição de cada órgão, todas boas per si mesmo, poderá ter existido. Não creio que se possa contestar a verdade destas proposições. É, sem dúvida, dificílimo conjecturar mesmo por que graus sucessivos têm passado muitas das conformações para se aperfeiçoarem, sobretudo nos grupos de seres organizados que, tendo sofrido enormes extinções, estão atualmente rompidos e apresentam grandes lacunas; mas notamos na natureza gradações tão estranhas, que devemos ser muito circunspectos antes de afirmar que um órgão, ou um instinto, ou mesmo a conformação inteira, não pode ter atingido o seu estado atual percorrendo um grande número de fases intermediárias. Há, deve reconhecer-se, casos particularmente difíceis que parecem contrários à teoria da seleção natural; um dos mais curiosos é, sem contradita, a existência, no mesmo formigueiro, de duas ou três castas definidas de obreiras ou fêmeas estéreis. Procurei fazer compreender como se pode chegar a explicar este gênero de dificuldades [...] É interessante contemplar um riacho luxuriante, atapetado com numerosas plantas pertencentes a numerosas espécies, abrigando aves que cantam nos ramos, insetos variados que volitam aqui e ali, vermes que rastejam na terra úmida, se se pensar que estas formas tão admiravelmente construídas, tão diferentemente conformadas, e dependentes umas das outras de uma maneira tão complexa, têm sido todas produzidas por leis que atuam em volta de nós. Estas leis, tomadas no seu sentido mais lato, são: a lei do crescimento e reprodução; a lei da hereditariedade que implica quase a lei de reprodução; a lei de variabilidade, resultante da ação direta e indireta das condições de existência, do uso e não uso; a lei da multiplicação das espécies em razão bastante elevada para trazer a luta pela existência, que tem como consequência a seleção natural, que determina a divergência de caracteres, a extinção de formas menos aperfeiçoadas. O resultado direto desta guerra da natureza que se traduz pela fome e pela morte, é, pois, o fato mais admirável que podemos conceber, a saber: a produção de animais superiores. Não há uma verdadeira grandeza nesta forma de considerar a vida, com os seus poderes diversos atribuídos primitivamente pelo Criador a um pequeno número de formas, ou mesmo a uma só? Ora, enquanto que o nosso planeta, obedecendo à lei fixa da gravitação, continua a girar na sua órbita, uma quantidade infinita de belas e admiráveis formas, saídas de um começo tão simples, não têm cessado de se desenvolver e desenvolvem-se ainda! A ORIGEM DAS ESPÉCIES – O livro A Origem das Espécies, no meio da seleção natural ou a luta pela existência na natureza (1859), é um tratado biológico escrito pelo naturalista britânico Charles Robert Darwin (1809 — 1882), na tradução do médico e professor Mesquita Paul, aborda desde a variação das espécies no estado doméstico e selvagem, a luta pela existência, a seleção natural ou a persistência do mais apto, leis da variação, as dificuldades levantadas contra a hipótese e descendência com modificações, contestações diversas feitas à teoria da seleção natural, o instinto, hibridez, insuficiência dos documentos geológicos, da sucessão geológica dos seres organizados, distribuição geográfica, afinidades mútuas dos seres organizados, morfologia, embriologia e órgãos rudimentares, trazendo, por fim, um glossário dos principais termos empregados na obra. Veja mais aqui, aqui e aqui.

REFERÊNCIA
DARWIN, Charles. A Origem das Espécies, no meio da seleção natural ou a luta pela existência na natureza. Porto: Lello & Irmão, 2003.


BRASIL CONTRA A IMPUNIDADE – Com a tramitação da PEC 37/2011, na Câmara dos Deputados, uma reunião de diversas organizações lançou a campanha Brasil Contra a Impunidade, a exemplo da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP), o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), a Associação Nacional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT), a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e a Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM). Confira mais aqui.


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