quinta-feira, março 07, 2013

KAGE BAKER, JAAN KAPLINSKI, OCTAVIO PAZ, TIBURI, INOUE, GOENKA, MARGARET TRUMAN, KISHON & SALAM

 


O QUE É DA VIDA SENÃO VIVER! – (Arte by Greta Kempton) - UMA: DA CORAGEM &MOMENTOS – Sempre digo comigo que coragem é uma questão de ocasião: de onde menos se espera é que acontece. Tem gente que arrota homência e, na horagá, se acorvada; como também tem gente meio molenga ou roda presa que na hora do vamos ver solta todos os cachorros, descendo das tamancas e armando maior barraco. Vai mexer pra ver. A cantora lírica soprano, jornalista e atriz estadunidense, Margaret Truman (1924-2008), uma vez saiu com essa: A coragem é ansiosa, imprudente ou tola... A coragem geralmente envolve uma expectativa altamente realista das chances que devem ser enfrentadas... Se ela disse, está dito. DUAS: DA COVARDIA & IDADE – O que virou senso comum é de que quanto mais velho vai ficando o sujeito metido a brabo, mais ele vai se acovardando, ou, melhor dizendo, abaixando o facho. O escritor e roteirista israelense, Ephraim Kishon (1924-2995), escreveu ironicamente: Não me sinto velho porque tenho anos atrás de mim, mas por causa dos poucos anos que tenho pela frente... Se você começar a se parecer com a foto do seu passaporte, já é hora de ir para o exterior... Ou melhor: não tem quem não se afrouxe com o passar do tempo. TRÊS: MUDANDO DE ASSUNTO... Mas nem tanto, porque quando a gente quer uma coisa, ou vai ou racha. Como diz o físico paquistanês Abdus Salam (1926-1996): Quanto mais fundo buscamos, mais nosso deslumbramento é excitado, mais deslumbramento é o nosso olhar... Pois é, a gente mesmo envelhecendo também fica teimoso, quando não ranzinza. Mas do cientista mencionado tem uma frase lapidar: O pensamento científico e sua criação são patrimônio comum e compartilhado da humanidade... E vamos aprumar a conversa!

 


DITOS & DESDITOS - Todo ser humano é condicionado para supor que o mundo real está do lado de fora, que a forma de viver a vida é pelo contato com uma realidade externa, à procura de fontes de informação, físicas e mentais, de fora para dentro. A maioria de nós nunca considerou desligar-se dos contatos com o exterior para ver o que acontece no interior... Quando nos olhamos no espelho, temos o cuidado de armar a pose mais lisonjeira, a expressão mais agradável. Da mesma forma, cada um de nós tem uma imagem mental de si próprio que enfatiza qualidades admiráveis, minimiza defeitos e omite completamente algumas facetas do nosso caráter. Vemos a imagem que queremos ver, não a realidade. Mas a meditação Vipassana é uma técnica para observar a realidade a partir de todos os ângulos. Em lugar de uma autoimagem cuidadosamente editada, o meditador é confrontado com toda a verdade, sem qualquer censura. Certos aspectos dessa verdade serão, sem a menor dúvida, difíceis de aceitar... Pensamento do escritor e educador birmano-indiano Satya Narayan Goenka (30 de Janeiro de 1924 – 29 de setembro de 2013), mais conhecido por S. N. Goenka.

 

ALGUÉM FALOU: Acho que é uma grande tolice um homem querer que outro o entenda... Até agora, eu acreditava que o amor era semelhante ao sol, brilhante e vitorioso, eternamente abençoado por Deus e pelos homens. Acreditei que o amor crescia pouco a pouco em força, como um rio límpido que brilha em toda a sua beleza sob os raios do sol, estremecendo em mil rugas levantadas pelo vento e abrigadas por margens cobertas de grama, árvores e flores. Achei que era amor. Como ela poderia imaginar um amor não iluminado pelo sol e fluindo de lugar nenhum para lugar nenhum, afundado profundamente na terra como uma corrente subterrânea?... Pensamento do escritor japonês Yasushi Inoue (1907-1991).

 

MULHER DE COSTAS - [...] Meus olhos estão sempre tapados quando posso ver e, quando não, vejo apenas o pano que me tapa. A imagem do mundo vem deste tecido [...]. Trecho extraído da obra Mulher de costas (Bertrand Brasil, 2006), da filósofa, artista plástica, professora e escritora, Márcia Tiburi, é segundo volume da trilogia Íntima, iniciado com Magnólia (Bertrand Brasil, 2005) e seguido por O manto (Bertrand Brasil, 2009). Veja mais aqui e aqui.

 

O FILHO DA MÁQUINA - [...] Bem, filho, descontando a tolice, que eu acho que depende de qual porto você vem - não há nenhum que pareça melhor do que o resto? [...] Você não parece que a revelação o atingiu, de alguma forma [...] Isso é uma loucura, ela disse. Por que os mortais tornariam tão difícil conseguir duas taças de vinho branco? Natureza humana, meu amor. Edward sorriu e colocou o joelho contra o dela sob a toalha da mesa. O desejo de alguns de ditar a moralidade ao todo. E por que as massas se submetem voluntariamente? Apatia. Ou, talvez, a oportunidade de experimentar a emoção do proibido!... [...] Trechos extraídos da obra The Machine's Child (Tor Science Fiction, 2006), da escritora estadunidense Kage Baker (1952-2010), que na obra The Children of the Company (Tor Books, 2005), expressou: […] Ah, o oceano imortal. Considere a metáfora instrutiva: todo terror concebível habita em suas profundezas; ela recebe todos os destroços, refugo, corrupção de todo tipo, ela puxa para suas profundezas a calamidade humana indescritível; mas nada disso é uma consideração para o mar. Deixe os passageiros mortais gritando lutarem por espaço nos botes salva-vidas, enquanto o naufrágio arrota chamas e se acomoda abaixo da onda que se extingue; na manhã seguinte ela ainda estará bela e serena, suas cristas não menos brancas, suas distâncias mais azuis, suas aves marinhas não menos graciosas girando no ar puro. Que perfeição, ser tão sem coração. Uma inspiração para qualquer imortal menor. [...] São necessários milhares deles para criar um arquivo de sabedoria humana; apenas um para definir uma tocha para ele. Você não deveria dizer, então, que o trabalho dos bibliotecários é mais típico do comportamento mortal do que o trabalho do incendiário? [...]. Veja mais aqui.

 

DOIS POEMAS - ESCREVO POEMAS TODOS OS DIAS - Escrevo um poema todos os dias, \ embora não tenha certeza se esses textos \ devem ser chamados de poemas. \ Não é difícil, especialmente agora, \ quando é primavera em Tartu, e tudo muda de forma: \  parques, gramados, galhos, brotos e nuvens \ acima da cidade, até o céu e as estrelas. \ Se eu tivesse olhos, ouvidos e tempo suficientes \ para essa beleza que nos suga como um redemoinho \ cobrindo tudo com um véu poético de esperanças \ onde apenas uma coisa se destaca estranhamente: \ o homem estúpido sentado no ponto de ônibus \ tirando botas de seus pés sujos e mutilados, \ sua bengala e seu gorro de lã caídos ao lado dele: \ o mesmo gorro que estava em sua cabeça\ quando você o viu naquele dia parado \ no mesmo ponto às três da manhã, \ quando o táxi passou por você e o motorista \ disse: 'O idiota bebeu de novo'. A POSSIBILIDADE DA CHUVA - Se a chuva é possível, \ tudo é possível: espinafres, alfaces, rabanetes e endro, \ até cenouras e batatas, até \ groselhas pretas e vermelhas, até andorinhas \ sobre o lago onde se vê \ o reflexo da lua cheia, e morcegos voo. \ As crianças terminam de jogar badminton e entram. \ Há uma névoa a oeste. Pouco a pouco \ o cansaço dos meus membros se transforma em otimismo. Sonho \ que pego um avião emprestado para voar para Colônia. \ Devo entrar também. O céu está quase escuro, \ uma meia-lua brilhando entre os galhos das bétulas. \ De repente me sinto como a réplica de um alquimista \ onde tudo isso - calor, tédio, \ esperança e novos pensamentos -\ está se transformando em algo estranho, colorido e novo. Poemas do poeta, filósofo e crítico literário estoniano Jaan Kaplinski.

 


OS FILHOS DO BARRO – a obra “Os filhos do barro” do poeta e escritor mexicano, Octavio Paz, reúne as conferencias que o autor fez na Universidade de Harvard em 1972, realizando ima reflexão marcada pela dupla e antagônica tentação que fascinou alternada e simultaneamente os poetas modernos: a tentação religiosa e política, a magia ou a revolução. Aborda questões atinentes à tradição da ruptura, a revolta do futuro, os filhos do barro, analogia e ironia, tradução e metáfora, o ocaso da vanguarda, revolução/Eros/Metaironia, o outro lado do desenho, o ponto de convergência e um verdadeiro inventário da poesia moderna até os anos 70, analisando desde os clássicos Dante, Shalespeare, até Pound, Eliot, Maiakovsky, os movimento da vanguarda do século XX e a poesia anglo-americano e hispano-americana. Trata ainda acerca da panorâmica frente ao cristianismo onde apoesia moderna se apresentou como a outra religião; e frente às revoluções do século XIXC e XX, como a voz da revolução original, a dupla heterodoxia e tensão que se faz presente ao mesmo tempo no romântico Wiliam Blake, no simbolista Yeats e no vanguardista Poind, em Baudelaire e Breton, em Pessoa e em Vallejo. O poeta, escritor, diplomata e Premio Nobel de Literatura de 1990, Octavio Paz (1914-1998) é uma das personalidades mais influentes da literatura hispano-americana contemporânea.  FONTE: PAZ, Octavio. Os filhos do barro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.Veja mais aqui e aqui.

PSICODRAMA & ROLE-PLAYING - O Role-Playing é uma técnica que pode ser usada para a exploração e para a expansão do eu num universo desconhecido. O conceito fundamental desta abordagem é o reconhecimento de que o homem é um role-player – ou seja, um intérprete de papéis -, de que todo o individuo é caracterizado pro certo leque de papéis que domina seu comportamento e de que toda cultura é caracterizada por certo conjunto de papéis impostos, com grau variado de sucesso, a seus membros. As técnicas são uma metodologia que capacita comparar cada um dos métodos terapêuticos sob condição de controle. Role-player (em alemão Rollenspieler), significa a interpretação de papéis e é a adoção de um papel acabado, plenamente estabelecido, que não permite ao individuo nenhuma variação, qualquer grau de liberdade, o que permite ao individuo um certo grau de liberdade. Um papel é composto de duas partes: o seu denominador coletivo e o seu diferencial individual. As primeiras experiências com as técnicas de role-playing aconteceram durante os testes feitos com terapeutas auxiliares colocados no contexto de situações padrão, num psicodrama experimental. Nas situações terapêuticas pode-se concentrar primeiramente no estudo dos quatro fatores, demonstrando a importância crucial em todos os relacionamentos paciente-terapeuta: sentimentos um em relação ao outro, percepção um do outro, eventos motrizes, a interação entre eles e as relações de papéis, que emergem de um para o outro numa situação terapêutica em andamento. Como terapia de papéis objetiva melhorar as relações entre membros de determinado grupo. Cada membro pode assumir novo papel e esta situação influencia com frequência os resultados do próximo teste sociometrico, modificando a posição do individuo que, de outro modo, continuaria isolado e desajustado. Assim o role-playing torna-se treinamento e terapia de papéis. O teste de espontaneidade é o segundo teste que satisfaz as exigências para o role-playing, uma vez que coloca o individuo em situação-padrão de vida que requer relações emocionais fundamentais e definidas, chamadas de estados de espontaneidade, tais como o medo, a raiva, entre outros. Se houver possibilidade de expansão, o próximo passo é o role-playing. Quando um instrutor de espontaneidade reconhece que o aluno ou paciente tem carência em certos estados, por exemplo, coragem, alegria, entre outros, coloca-o numa situação específica em que estes estados são inadequados ou aconselháveis. O aluno ou paciente representa esta situação, teatraliza de improviso o estado. Se é coragem que lhe falta, ele representa coragem até que aprenda a ser corajoso.  INFÂNCIA – Em vez de considerar a criança do ponto de vista dos organismos inferiores, tentando interpretá-la como um pequeno animal, em termos de psicologia animal, e em vez de tentar interpretá-lo como um pequeno neurótico ou pequeno selvagem, pelo ângulo neurótico, é pertinente encarar sistematicamente o bebê humano desde a plataforma dos mais elevados exemplos concretos de expressão e realização humana – referindo-se aqui ao gênio da raça -, interpretando-o como um gênio em potencial. Pressupõe-se aqui que, nos gênios da raça, certas capacidades e aptidões básicas latentes, comuns a todos os homens, encontram sua mais dramática expressão. Sua natural e continua espontaneidade e criatividade, não só em raros momentos mas como uma expressão cotidiana, fornece indícios para compreender a criança que não podem ser desprezados. Uma criança de 2 a 3 anos de idade talvez não entenda quando um dos pais lhe diz algo que não deveria fazer. Para a criança certas coisas ditas não têm sentido e permanecem sem causar impressão. Tem-se, com isso, que se lembrar que a criança tem sua memoria no ato e não na memória, o rápido esquecimento de acidentes é uma condição natural, mas pode-se ensiná-la no ato. Por um acidente da natureza, parece que o bebê humano nasce nove meses depois da concepção. Poderia nascer muitos meses depois e o recém-nascido poderia vir ao mundo quase preparado para cuidar de si mesmo, à semelhança de alguns recém-nascidos entre outros vertebrados. Por conseguinte, a soma de ajuda de que necessita para sobreviver tem de ser muito maior e mais prolongada que no caso de qualquer outro da classe primata. A criança jamais deixa de lado suas expectativas de tornar-se o centro e o ditador do mundo. Poderá tornar-se mais humilde à medida que for envelhecendo e aprender que o universo tem uma teimosa estrutura particular., que lhe é impossível de penetrar e de conquistar contando apenas com métodos mágicos. A criança fará qualquer jogo – o jogo do método científico ou qualquer melhoria futura do mesmo – se isto ajuda-lo circunstancialmente a conseguir a realização de sua intensão profunda de permanecer para sempre em contato com a existência, de ser toda-poderosa, imortal e de, pelo menos, ex post facto, verificar no fim dos tempos as palavras do Gênese: “No começo era Deus, criador do mundo”, invertendo o vetor da flecha do passado para o futuro, do Deus fora de si para o homem em seu interior. Toda criança tem uma droga miraculosa a seu dispor, prescrita para ela pela própria natureza, Megalomania Normalis. Repita-se a dose. As crianças usam intuitivamente e quando é empregado consciente e sistematicamente para o propósito de treinamento, chama-se role-playing que se define como personificar outras formas de existência por meio do jogo. É uma forma especializada de jogo. Foi a técnica fundamental do Teatro da Espontaneidade vienense, devido ao papel predominante que a espontaneidade e a criatividade. É um provável método por excelência para encontrar e, se possível, solucionar aquela situação que desafia a criança. Os pais desempenhando o papel de um cão ou de um gato, leva as crianças a entender esses animais, conversar com eles, incorporá-los. O desempenho de um papel é a personificação de uma forma, de uma existência estranha através da brincadeira, é uma forma especial de brincar.Depois de finda a fase do role-playing dos pais e de outros adultos na casa, e de haver adquirido habilidade considerável, introduz-se outro método particularmente recompensador – a técnica da inversão de papel. Se uma pessoa faz o papel de um médico, de um policial ou de um vendedor, a parte do pai ou da mãe, a fim de aprender de que modo funcionar dentro de tais papéis, tal técnica chama-se de role-playing. Mas se o pai ou mãe trocar de papeis, o pai sendo o filho e o filho o pai, trata-se de uma inversão de papéis. Grupos de crianças separam-se dos grupos de adultos a partir dos 6 ou 7 anos de idade – é uma divisão social. Essa é a fase que coincide com o inicio da fase escolar. A imaginação do homem não deixará de lado a eterna criança que existe nele, descobrindo novos modos de preencher o universo com seres fantásticos, mesmo que precise criá-los. A eterna criança no homem não fugirá de sua força imaginativa. SOCIODRAMA – O sociodrama está introduzindo uma nova abordagem dos problemas antropológicos e culturais, métodos de ação profunda e de verificação experimental. O conceito subjacente nesta abordagem é o reconhecimento de que o homem é um intérprete de papéis que dominam o seu comportamento e que toda e qualquer cultura é caracterizada por um certo conjunto de papéis que ela impõe com variável grau de êxito, aos seus membros. O vocábulo sociodrama tem duas raízes: socius que significa sócio, o outro individuo, e drama, que significa ação. Sociodrama é a ação em beneficio de outro individuo, de outra pessoa. O verdadeiro sujeito do sociodrama é o grupo. Não está limitado por um numero especial de indivíduos, pode consistir em tantas pessoas quantos os seres humanos que vivem em qualquer lugar ou, pelo menos, quantos pertençam à mesma cultura. A diferença entre psicodrama e sociodrama deve ser ampliada a todo tipo de psicoterapia de grupo. Também deveria ser feita uma diferença entre o tipo individual de psicoterapia de grupo e o tipo coletivo de psicoterapia de grupo. O tipo individual é centrado no individuo. Focaliza a sua atenão em cada individuo na situação, nos indivíduos que compõem o grupo e não no grupo em geral. O tipo coletivo de terapia de grupo está centado neste. Focaliza a situação nos denominadores coletivos e não está interessado nas diferrenças individuais ou problemas privados que eles apresentam. Trabalhadores sociodramáticos tem a tarefa de organizar encontros preventivos, didáticos e de reconstrução na comunidade. O agente de ação ingressa no grupo acompanhado por equipe de egos-auxiliares, se necessário, com a mesma determinação, audácia ou violência de um líder nazista ou sindical. O encontro pode transformar-se em ação tão chocante e entusiástica quanto aquelas de natureza politica, com a diferença de que os políticos tentam submeter as massas a seus esquemas, enquanto o sociodramatista conduzi-las ao máximo de realização, expressão e análise de grupos. O TREINAMENTO DE PAPÉIS – É um método utilizado pelo teatro da espontaneidade de Viena, nbo qual a espontaneidade e a criatividade tomam uma posição importante. Também é denominado de treinamento de papéis espontâneo-criativo que consiste em colocar os indivíduos (atores) em diversas situações, em papéis estranhos a eles mesmos e às suas vidas.  O jogo de papéis pode ser utilizado como método para pesquisar mundos desconhecidos ou para a expansão do eu. Veja mais aqui, aqui e aqui.
REFERÊNCIAS
CUKIER, Rosa. Palavras de Jacob Levy Moreno: vocabulário de citações do psicodrama, da psicoterapia de grupo, do sociodrama e da sociometria. São Paulo: Ágora. 2002.
FLEURY, Heloisa; KHOURI, Georges; HUG, Edward. Psicodrama e Neurociência: contribuição para a mudança terapêutica. São Paulo: Ágora, 2008.
GERSHONI, Jacob (Org.). Psicodrama no século 21: aplicações clínicas e educacionais. São Paulo: Ágora, 2008.
GONÇALVES, Camila (Org.). Psicodrama com crianças: uma psicoterapia possível. São Paulo: Ágora, 1988.
KNOBEL, Anna Maria. Moreno em ato: a construção do psicodrama a partir das práticas. São Paulo: Ágora,2004.
MORENO, Jacob Levy. O teatro da espontaneidade. São Paulo: Summus, 1984.
______. Psicodrama. São Paulo: Cultrix, 1978.
PAÏN, S.; JARREAU, G. Teoria e técnica da arte-terapia: a compreensão do sujeito. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
RICOTTA, Luisa Cristina. Cadernos de psicodrama: edição e desenvolvimento. São Paulo: Ágora, 1991.

GESTÃO AMBIENTAL DO TRABALHO – Para desenvolver trabalho acadêmico sobre esta temática, convem tratar inicialmente acerca do meio ambiente e da gestão ambiental, com fundamentação conceitual e abordagem histórica, tratando, a partir de então, do meio ambiente do trabalho para, em seguida, trazer a questão da gestão do trabalho e da gestão ambiental do trabalho, articulando-se conteúdos atinentes ao meio ambiente nas áreas de direito, administração, psicologia e saúde. Veja mais aqui, aqui e aqui.


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