quinta-feira, janeiro 08, 2015

DEBUSSY, ROGERS, BONNARD, EMILY BALCH, HOILÍSTICA & LAURINDO ALMEIDA



ENTENDENDO O RISCADO DESSA TAL PÓS-MODERNIDADE – Houve um tempo em que o conhecimento se encontrava espalhado. Uns sujeitos pensantes, denominados de pré-socráticos, juntaram tudo, consolidando a coisa. Na Modernidade deram uma rachada no bolo e tornaram tudo especialista, fragmentado, canhestra – e no meio uma onça Juma virada no creu. A rachadura trouxe antagonismos, dicotomias inconciliáveis. Ou oito, ou oitenta; ou vai pra lá, ou pra cá; no meio que não pode: ou é de disso ou daquilo. E isso obrigou-nos a escolher entre isso ou aquilo, ou cai fora. Hoje, graças à Holística e ao desenvolvimento das Neurociências, temos a possibilidade de avaliar essas dicotomias, suplantá-las e podemos visualizar toda a amplitude que nos expresse a totalidade e o todo. Inda bem e vamos aprumar a conversa e tataritaritatá. 

Imagem: In the Bathroom, do pintor do grupo Nabis francês Pierre Bonnard (1867-1947).

Ouvindo: Clair de lune, do compositor francês Claude-Achille Debussy (1962-1918), ao som do violão brasileiro de Laurindo Almeida (1917-1995).

UM JEITO DE SER – No maravilhoso livro Um jeito de ser, do psicólogo norte-americano Carl Rogers (1902-1987), recolhi esse belíssimo pensamento: [...] Creio que sei por que me é gratificante ouvir alguém. Quando consigo realmente ouvir alguém, isso me coloca em contato com ele, isso enriquece a minha vida. [...] Quando efetivamente ouço uma pessoa e os significados que lhe são importantes naquele momento, ouvindo não suas palavras mas ela mesma, e quando lhe demonstro que ouvi seus significados pessoais e íntimos, muitas coisas acontecem. Há, em primeiro lugar, um olhar agradecido. Ela se sente aliviada. Quer falar mais sobre seu mundo. Sente-se impelida em direção a um novo sentido de liberdade. Torna-se mais aberta ao processo de mudança. [...] Assim, estimar ou amar e ser estimado e amado são experiências que promovem crescimento. Veja mais aqui.

TODO DIA É DIA DA MULHER – A socióloga, economista, escritora, pacifista e sindicalista estadunidense, Emily Greene Balch (1867-1961), foi presidente honorária da Liga Internacional de Mulheres pela Paz e Liberdade, sendo agraciada com o prêmio Nobel da Paz de 1946. Sua orientação religiosa Quaker a dotara de forte caráter, voltando-se para a criação de uma casa-abrigo para trabalhadoras das fabricas de tabaco e manufatura, ao final de um dia árduo de trabalho. Fundou o jornal A Nação e desenvolveu intenso trabalho voltado para a paz e a defesa dos direitos das mulheres. Veja mais aqui.


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