sexta-feira, maio 08, 2015

MARIE CORELLI, JUDY BLUME, MÉSZARÓS & ANÍBAL MACHADO

 


OS MISTÉRIOS DE MARIA – Ela não era Maria, era Isabella Mary, chamada de Minnie por todos os familiares até sua adolescência – dizem até que seu verdadeiro nome era Caroline. Era filha da criada da casa e, supostamente, foi adotada por um escritor maníaco por etimologia que se envolvia por diversas artes e jornalismo. Ele nunca a tratou por filha, o que a fez passar por momentos tristes numa infância solitária, levando-a a questionar o mundo e as coisas, ambicionando ir para a escola, quando foi restrita à educação de tutoras dentro de casa. Mesmo assim estudou música e artes manuais, acessava a biblioteca do pai constantemente. Sua mãe faleceu repentinamente quando tinha apenas 10 anos de idade, passando a ser assistida por uma amiga de infância. Retomou a vida, tocava piano, harpa e bandolim, tornando-se mezzo-soprano. Apresentou-se publicamente com sucesso as peças criadas de improvisação ao piano. Foi por esta época que assumiu o codinome de Signorina Marie di Corelli, dizendo-se descendente do famoso compositor barroco italiano. Aos 19 anos publica suas poesias e artigos em jornais e revistas da época. O tempo passa e aos 30 anos publica seu primeiro livro: A Romance of Two Worlds, resultado de uma experiência mística influenciada pela teoria elétrica da origem do universo. Aos 31 anos de idade ela soube a verdade sobre o seu nascimento e se tornou definitivamente Maria, passando-se por filha de um misterioso príncipe italiano. Depois publicou seu grande sucesso: The Sorrows of Satan. A partir daí envolveu-se em mistério e enigmas. Tornou-se uma personalidade controversa e, aos olhos de todos, uma self-made woman, quebrando regras vitorianas, pois nunca se casara, defendia a espiritualidade e criticava o materialismo da sociedade. Sobre não ter se casado dizia: Nunca me casei porque não havia necessidade. Tenho três animais de estimação em casa que atendem ao mesmo propósito de um marido. Tenho um cachorro que rosna todas as manhãs, um papagaio que xinga a tarde toda e um gato que chega tarde da noite... Seus livros eram ignorados pelos críticos, mas um sucesso de público, tornando-se a autora mais vendida e mais bem paga do país. Exilou-se na terra natal de Shakespeare, atuando na preservação do patrimônio histórico e envolvendo-se em litígios duradouros que devastaram suas posses, quando caiu no esquecimento público e dessomou, vítima de infarto, deixando um legado de 30 romances, afora contos, artigos e poemas. Veja mais abaixo e mais aqui & aqui.

 


DITOS & DESDITOS - O maior inimigo do homem não é outro senão seu proprio ego, porque ele, enquanto não controlado, o deixa surdo e cego para o bem... Quem procura viver apenas do cérebro e da caneta é, no início de tal carreira, tratado como uma espécie de pária social... Qualquer era que seja dominada apenas pelo amor ao dinheiro, tem um núcleo podre dentro dela e deve perecer... Pensamento da escritora inglesa da Era Vitoriana, Marie Corelli (Isabella Mary Mills, Minnie Mackay, ou ainda, Caroline Cody - 1855-1924), que no seu livro The Soul of Lilith: A Mystical Journey of Self-Discovery and Enlightenment (Kessinger, 2010), ela expressou: […] Havia algo mais — algo completamente indefinível — que dava um brilho e radiância singulares a todo o semblante e sugeria a queima de uma luz através do alabastro — um fluxo de algum fogo sutil pelas veias que fazia o belo corpo parecer o mero reflexo de alguma beleza maior interior. [...]. Já no seu exitoso livro The Sorrows of Satan (Lulu, 2014), ela expressou: […] Mas um homem dotado de pensamentos originais e do poder de expressá-los, parece ser considerado por todos em posição de autoridade como muito pior do que o pior criminoso, e todos os "puxa-sacos" se unem para chutá-lo até a morte, se puderem. [...]. Na sua obra Wormwood: A Drama of Paris (The British Library, 2010), ela consigna: […] Deixe-me ficar louco, então, por todos os meios! louco com a loucura do Absinto, a mais selvagem, a mais luxuosa loucura do mundo! Vive la folie! Vive l'amour! Vive l'animalisme! Vive le Diable! […]. Já no livro A Romance of Two Worlds (Echo Library, 2006), ela expressa: […] Ninguém está contente neste mundo, eu acredito. Sempre há algo a desejar, e a última coisa desejada sempre parece a mais necessária para a felicidade. [...]. Por fim, no seu livro Vendetta; or, the Story of One Forgotten (Kessinger, 1996), ela expressa: […] Posso mergulhar a caneta no meu próprio sangue se eu quiser. [...].

 

ALGUÉM FALOU: Escrever salvou minha vida. Me salvou, me deu tudo, tirou todas as minhas doenças... Meu único conselho é ficar atento, ouvir com atenção e gritar por ajuda se precisar... Nossas impressões digitais não desaparecem das vidas que tocamos... Pensamento da escritora e educadora estadunidense Judy Blume, que no seu livro Summer Sisters (Delacorte Press, 1998), ela expressa: […] Nem tudo tem que ter um ponto. Algumas coisas simplesmente são. [...] Qual é o sentido de pensar em como vai acabar quando é só o começo [...]. Já no seu livro Fudge-a-Mania (Puffin, 2007), expressa que: […] O ronco mantém os monstros longe. [...]. No livro Tiger Eyes (Delacorte, 2013), ela expressa: […] algumas mudanças acontecem lá no fundo de você. E a verdade é que só você sabe sobre elas. Talvez seja assim que deveria ser. [...]. Na sua obra Forever... (Atheneum, 2014), ela menciona que: […] Fiz promessas a você que não tenho certeza se posso cumprir. Nada disso tem a ver com você. É que não sei o que fazer agora. Você deve estar pensando que pessoa podre eu sou. Bem, acredite em mim, estou pensando a mesma coisa. Não sei como isso aconteceu ou por quê. Talvez eu possa superar isso. Você acha que pode esperar — porque não quero que pare de me amar. Continuo me lembrando de nós e de como foi. Não quero te machucar... nunca... [...]. Na obra Are You There God? It’s Me, Margaret (Atheneum, 2014), ela expressa que: […] Você está aí, Deus? Sou eu, Margaret. Acabei de dizer à minha mãe que quero um sutiã. Por favor, me ajude a crescer, Deus. Você sabe onde [...]. Veja mais aqui e aqui.

 

TEORIA DA ALIENAÇÃO – A obra Marx: a teoria da alienação (Zahar, 1981), do filósofo húngaro e um dos mais importantes intelectuais marxistas da atualidade István Mészarós, aborda temas como as origens do conceito de alienação, a abordagem judaico-cristã, a alienação como vendalidade universal, a historicidade e ascensão da antropologia, o fim do positivismo não-crítico, entre outros temas. Da obra destaco o trecho: [...] A universalidade da visão de Marx tornou-se possível por ter ele conseguido identificar a problemática da alienação, do ponto de vista do trabalho, adotado criticamente, em sua complexa totalidade ontológica, caracterizada pelos termos "objetivação", "alienação" e "apropriação". Essa adoção crítica do ponto de vista do trabalho significou uma concepção do proletariado não simplesmente como uma força sociologicamente contraposta ao ponto de vista do capital — e que com isso permanece na órbita deste último — mas como uma força histórica que se transcende a si mesma e que não pode deixar de superar a alienação (isto é, a forma, historicamente dada, de objetivação) no processo de realização de seus próprios objetivos imediatos, que coincidem com a "reapropriação da essência humana". Assim, a novidade histórica da teoria da alienação de Marx, em relação às concepções de seus antecessores, pode ser resumida preliminarmente da seguinte forma: 1) os termos de referência de sua teoria são, não as categorias do Sollen ("deve"), mas as da necessidade ("é") inerente aos fundamentos ontológicos objetivos da vida humana; 2) seu ponto de vista não é o de uma parcialidade utópica, mas o da universalidade do trabalho, adotado criticamente; 3) sua crítica não se articula como uma "totalidade especulativa" abstraía (hegeliana), mas se refere à totalidade concreta e dinâmica da sociedade, vista, da base material do proletariado, como uma força histórica necessariamente autotranscendente ("universal"). Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui e aqui.

Imagem: no Dia do Artista Plástico, a obra do pintor e desenhista brasileiro Almeida Junior (1850-1899)

Curtindo Sun Bear Concerts – Piano Solo (ECM, 1978) do pianista e compositor estadunidense de jazz e música clássica Keith Jarret. Veja mais aqui, aqui e aqui.

SEMIOLOGIA DA REPRESENTAÇÃO – No livro Semiologia da representação: teatro, televisão, história em quadrinhos (Cultrix, 1975), organizada por André Helbo, encontrei o texto de autoria do organizador sobre a temática O código teatral: codificação e fenômeno teatral, do qual destaco o seguinte trecho: É possível – sem cair num reducionismo de mau gosto – extrapolar em direção da critica os conceitos operatórios da Linguística? É lícito conceber, em termos de signos, linguagem, língua, um estudo científico que abra de imediato o caminho da semiótica aos modelos teatrais? Em uma palavra: existe uma semiologia teatral? A resposa em que essa interrogação implica postula um universo de pesquisa que não pode ser legitimado sem a retificação de critérios definidores adequados à comunicação e ao funcionamento teatrais. Mais além, esse tipo de diligenciamento supõe um investimento incondicional do pensamento numa axiologia linguística; essa inevitável tautologia que relaciona a pratica dramatúrgica – mesmo a contrario – com a comunicação e, consequentemente, com o seu suporte – a língua, e até a linguagem – está próxima da contradição. De fato, como encontrar os parâmetros de uma especificidade pelo canal de um questionamento colocado em termos de influencias e que erige a linguagem, exemplo escolhido, não exatamente em instrumento metodológico, nem mesmo em metáfora epistemológica, mas em modelo conceitual ou ideológico? Esse debate reenvia à dupla articulação do vetor semiológico contemporâneo. A primeira orientação, inspirada num cientificismo próximo do terror, considera sob a alçada de sua analise unicamente os termos convertíveis ao dogmatismo pós-saussuriano: “A semiologia analisa e descreve todos os meios e sistemas de comunicação utilizados pelos homens e talvez os utilizados pelos animais” (Mounin). A segunda, aproveitando prováveis contribuições à gnosiologia, pretende ultrapassar a disciplina de que procede para atingir o conjunto de praticas significantes. Translinguistica, critica de sua origem, atravessando a “comunicação do sentido de que a linguística faz seu objeto”, a semiótica coloca em evidencia “essa outra cena que é a produção do sentido anterior ao sentido, o que permite assim que, na sua pluralidade e em suas respectivas especificidades, os sistemas significantes e sistemas produtivos joguem no interior de um mesmo texto aberto em lugar de funcionar nele com instancias rivais” (Kristeva) [...] Veja mais aqui e aqui.

VIAGEM AOS SEIOS DE DUÍLIA – No livro A Morte da Porta-Estandarte e Outras Histórias (1965), do escritor, professor e homem de teatro Aníbal Machado (1894-1964), encontro o conto Viagem aos seios de Duília, que foi adaptado para o cinema (1964), num filme dirigido por Carlos Hugo Christensen, narrando a tragédia, da qual destaco o seguinte trecho: [...] No dia seguinte postou-se, como outros de sua idade, numa das esquinas da Rua Gonçalves Dias, local preferido pelos militares da reserva e aposentados de luxo, gente saudosa do passado. Notou que eles se compraziam em adejar perto dos doces da confeitaria, e ver passar as damas elegantes de outrora. Ali se perfilava, de terno branco, um velho Almirante de suas relações: - Olhe, faça como eu: nunca se convença de que é aposentado. Adquira algum vício, se já não o tem. Evite os velhos. Um pouco de exercício pela manhã. Hormônios às refeições, não é mau. Quanto a conviver, só com gente moça. Ele aprendera na véspera o que era conviver com gente moça... Para rematar, e como índice de otimismo, contou-lhe o Almirante uma anedota pornográfica. O funcionário riu com esforço, e despediu-se enojado. Entrou numa livraria. Buscaria a solução na leitura dos romances. Pediu um, à escolha do caixeiro. Tentou ler. Impossível passar das primeiras páginas. Não compreendia como tanta gente perde horas lendo mentiras. Ao atravessar, dias depois, o Viaduto, deixou o livro cair lá embaixo, sentiu-se livre daquilo. O melhor mesmo era ficar debruçado à janela. E todas as manhãs, enquanto a criada abria a meio as venezianas para deixar sair a poeira da arrumação, José Maria as escancarava para fazer entrar a paisagem. Dali devassava recantos desconhecidos. Ilhas que jamais suspeitara. Acompanhava a evolução das nuvens, começava a distinguir as mutações da luz no céu e sobre as águas. Notava que tinha progredido alguma coisa na percepção dos fenômenos naturais. Começava a sentir realmente a paisagem. E se considerava quase livre da uréia burocrática. Esse noivado tardio com a natureza fê-lo voltar às impressões da adolescência. Duília! Toda vez que pensava nela, o longo e inexpressivo interregno do Ministério, que chegava a confundir-se com a duração definitiva de sua própria vida, apagava-se-lhe de repente da memória. O tempo contraía-se. Duília! Reviu-se na cidade natal com apenas dezesseis anos de idade, a acompanhar a procissão que ela seguia cantando. Foi nessa festa da igreja, num fim de tarde, que tivera a grande revelação. Passou a praticar com mais assiduidade a janela. Quanto mais o fazia, mais as colinas da outra margem lhe recordavam a presença corporal da moça. Às vezes chegava a dormir com a sensação de ter deixado a cabeça pousada no colo dela. As colinas se transformavam em seios de Duília. Espantava-se da metamorfose, mas se comprazia na evocação. Não ignorava o que havia de alucinatório nisso. Chegava a envergonhar-se. Como evitá-lo? E por que, se isso lhe fazia bem? Era o aforamento súbito da namorada, seus seios reluzindo na memória como duas gemas no fundo d'água. Só agora se dava conta de que, sem querer, transferira para Adélia a imagem remota. Mas Adélia não podia perceber que era apenas a projeção da outra. Mesmo porque, temendo o ridículo, José Maria jamais se deixara trair. Disponível, sem jeito de viver no presente, compreendeu que despertara com muitos anos de atraso nos dias de hoje. Não encontraria mais os caminhos do futuro, nem havia mais futuro nenhum. Chegara ao fim da pista. [...] Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui.

ERÓTICA PORNOGRÁFICA – No livro Erótica pornográfica (ErosPoética, 2007), poeta J. J. Sobral, pseudônimo do escritor e artista plástico português Antonio Galrinho, estão reunidos 44 poemas fesceninos com advertência, introdução e apresentação todas em quadras com heptassílabos em rimas alternadas, descrevendo desde as estruturas da cópula, seus atores, modalidades e aspectos sensuais. Do livro destaco a Ode à foda, em seus seguintes trechos: [...] Seja homem com mulher / Seja entre eles e elas / A foda deverá ser / Feita com apalpadelas / Broche, minete, apalpões / Dentadas e lambidelas / Mãos, nalgas, mamas, colhões / Língua no cu deles e delas [...] Sem foda a vida cessava / Coisa que dá que pensar / Deve ser valorizada / Há que a foda respeitar / Muita vida no planeta / Foi com a foda gerada / A foda não é abjeta / Não deve ser condenada / Se não houvesse tesão / Se um dia a foda acabasse / De que valeria então / Que a Terra ainda girasse? [...] Vivam aqueles que fodem / Com alegria e prazer / Viva o caralho do homem / Viva a cona da mulher / Sempre existiu o foder / É coisa bastante antiga / Que se faz pelo prazer / Ou para encher a barriga / Foda não é coisa obscena / Com foda se gera vida / Seja com picha pequena / Ou com ela bem comprida. [...] Uns fodem mais por prazer / Outros por amor, paixão / Há quem foda por traição / Ou apenas por foder / [...]. Veja mais aqui, aquiaqui e aqui.

ROMA, CITTÀ APERTA – O drama de guerra Roma, città aperta (Roma, Cidade Aberta, 1945), do cineasta do neorrealismo italiano Roberto Rossellini (1906-1977), considerado um dos maiores filmes da história ela crítica mundial, contando a ocupação nazista à cidade de Roma, entre os anos 1943/44, declarada cidade aberta para evitar bombardeios aéreos, mostrando a união de comunistas e católicos para combater os alemães e as tropas fascistas. O filme é maravilhos e o destaque principal vai para atuação da atriz italiana Anna Magnani (1908-1973), a primeira atriz estrangeira a receber o Oscar de Melhor Atriz pela Academia de Hollywood. Veja mais aquiaqui.

IMAGEM DO DIA
No Dia do Artista Plástico, Pigmaleão e Galatéia (1890), as duas telas pintadas pelo francês Jean-Léon Gérome. Pigmaleão, rei de Creta, esculpiu uma figura de mulher tão perfeita que a deusa Afrodite a transformou em mulher. O pintor representa o exato instante em que Galatéia surge para vida. Enquanto seus pés ainda são inteiramente de mármore, o topo do corpo já se debruça sobre seu criador num beijo apaixonado. Veja mais aqui.


Veja mais sobre:
Sujeito, indivíduo, quem?, Folhas da relva de Walt Whitman, Ecce Homo de Friedrich Nietzsche, Princípios fundamentais de filosofia de Politzer, Besse & Caveing, a música de Emmanuelle Haïm, a pintura de Lasar Segall & Carolyn Anderson, a arte de Emerson Pingarilho, Kate Wiloch, Sally Trace & Claudio Adrian Natoli aqui.

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Brincar para aprender aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
Entrega & vamos aprumar a conversa, O indivíduo na sociedade de Emma Goldman, A metamorfose de Franz Kafka, a música de Isaac Albéniz, Auto da barca do inferno de Gil Vicente, o cinema de Sam Mendes & Annette Bening, a  pintura de Fritz von Uhde & a fotografia de Freddy Martins aqui.
Bolero, Gertrudes & Cláudio de John Updike, a música do Trio Images, Os degraus de Roberto Calasso, Engraçadinha de Nelson Rodrigues, a pintura de Norman Engel, o cinema de J. B. Tanko & Irma Álvarez, a poesia de Frederico Barbosa & Aecio Kauffmann aqui.
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O xote no auto de natal, Conto de Natal de Rubem Braga, a música de Ernesto Nazareth & Maria Teresa Madeiram a pintura de Wilhelm Marstrand & Aprendendo a viver com a lição do natal aqui.
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