sexta-feira, março 24, 2017

VERSOS À FLOR DA PELE NA PROSA DE UM POEMA

VERSOS À FLOR DA PELE NA PROSA DE UM POEMA – Imagem: foto/arte da poeta, artista visual e blogueira Luciah Lopez. - Dos versos à flor da pele dela sou mais sonho muito mais real porque nela eu cravo os dentes e teço a noite nos seus beijos enfeitiçados e com os carinhos das mãos no seu dorso saboroso alumio os caminhos para tê-la na urgência do seu amor de atrevida nudez no altar dos sacrifícios que sou por seu corpo na minha festa obscena de cachoeira pelas águas do que é meu dentro dela e nela ser todo seu. Completamente despida ela se veste com minha alma para passear no meu corpo com carícias em desordem e com toda a graça de quem me abraça como quem quer mais e se faz pia batismal para que eu seja as sensações inconfessáveis de sua boca embriagada no cio de todos os sabores. E no seu delírio de luz vermelha aos gritos das entranhas na epiderme ardente a cometer todos os pecados indecentes por seus lábios ávidos e despudorados entre pernas fogo-fátuo na oração dos prazeres de seduzi-la ao cair da noite na lua compadecida, a implorar pagã em febre louca na palma da minha mão e aliviando suas feras, quando abro as fendas do seu íntimo com o meu amor que se faz Sol por suas grutas e vales aos caminhos infinitos de sua alma embriagada. Para ser-me homem-pássaro a levá-la em todos os meus voos, abençoando-a e a mim mesmo com o meu suor no seu, fera ensandecida a cavalgar égua crucificada ao meu destino e a purificá-la com meus sobejos malditos de minha boca primitiva e despudorada aos seus pés descalços e ao toque dos meus dedos desenhando caminhos na sua geografia pelos rios que escorrem da minha língua por suas curvas e vulva latejante de arrepios provocantes e confidências de ouvidos indecentes pra ser o meu presente, vivas e salvas, e meu bolo de aniversário em calda de chocolate para minhas lambidas e mordidas em seus espasmos gementes lambuzados na minha posse e gula de toda sua tentação e lascívia, a derretê-la com meu olhar agudo e os seus seios túrgidos em minhas mãos dançantes que se intrometem entre suas frestas e dobras de fêmea no cio a devorá-la em carne viva na tortura do amor, enfim, para nela renascida fêmea nua a voar em mim e os meus agitos a ir e vir na flor desabrochada do seu ventre pro transe da completude do seu orgasmo. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

 Curtindo o talento musical da musicista e violinista irlandesa Sharon Corr, que também é atua como vocalista da banda The Corrs.

Veja mais sobre:
Os sonhos de Cacildita, Pablo Picasso, Zéllo Visconti & Francesco Gallotti aqui.

E mais:
Minha Voz, Peter Greenaway, Lawrence Ferlinghetti, Dario Fo, Milton Nascimento & Elis Regina, Edward Weston, Portal do Poeta Brasileiro, Leo Lobos & Programa Tataritaritatá aqui.
Iangaí, Antonio Risério, Fecamepa & os primórdios da corrupção no Brasil com Nelson Barbalho, Ari Barroso & Plácido Domingo, Olinda, A esteatopigia é a alegria brasileira, Vênus de Willendorf & Vênus Hotentote, Miguel Paiva & G. Graça Campos aqui.
Antonio Gramsci, Francis Bacon, August Strindberg, Marília Pêra, Luciana Mello, Lidia Wylangowska & Vagner Santana aqui.
Abuso sexual, Sonhos lúcidos, Antropologia e Psicologia Escolar aqui.
Cândido ou o otimismo de Voltaire aqui.
A liberdade de Espinosa aqui.
Literatura & História do Teatro, Tragédia, Comédia, A commedia dell'arte: teatro do povo, O paradoxo de Diderot, O teatro burguês, O estranhamento brechtiano, Método Stanislávski, O teatro de boulevard, Extensões: o teatro épico, Teatro social & Teatro do Oprimido aqui.
Segura a onda que o negócio num tá mole pra cachorro do rabo fino aqui.
Crônica de amor para ela,Magdalena, José Condé, Ruth Kligman, Pablo Milanés & Joaquín Sabina aqui.
O sonho de infância & os dissabores da vida, Alceste de Eurípedes, Diná de Oliveira, Mohammed Al-Amar & Ferenc Gaál aqui.
O amor no salto das Sete Quedas, História da Mulher, Taiguara & Luciah Lopez aqui.
O sonho do sequestro malogrado, História do Cinema, Juca Chaves, Leonid Afremov & Étienne-Jules Marey aqui.
Festa no céu do amor, Tom Jobim, Nauro Machado, Elizabeth Zusev, Steve K. & Todo dia é dia da mulher aqui.
História da mulher: da antiguidade ao século XXI aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

A arte do escultor dinamarquês Bertel Thorvaldsen (1770-1844).

DESTAQUE: JEAN-LUC GODARD
Entre os muitos filmes que assisti do premiadíssimo e provocador cineasta franco-suiço Jean-Luc Godard, dessa vez destaco primeiro a maravilhosa comédia, romance e musical Une femme est une femme (1961), no qual a belíssima atriz Anna Karina desfila como uma simpática e contraditória mulher que trabalha num clube de estriptease e quer ter um filho com seu namorado e seus sentimentos se tornam contraditórios entre cortes abruptos, narrações em off e personagens falando com a audiência. O segundo é o drama Le Mépris (1963), inspirando na novela de Alberto Moravia e estrelado pela belíssima Brigitte Bardor que atua como uma mulher casada que despreza seu marido e se vê enredada entre ele e um sedutor e rico produtor de cinema. O terceiro é Une femme mariée (1964), no qual a bela atriz Marcha Meril é uma mulher casada com um aviador e, na ausência dele, ela se junta ao amante, um ator de teatro, não sabendo qual deles escolher nem quem o pai ao descobrir que está grávida. Por fim, o drama Passion (1982), contando a história de uma mulher amante do diretor de cinema, enquanto o seu marido é dono de uma pequena fábrica que está em greve. Entre os ativistas, uma bela jovem causa ciúmes na esposa que exige do marido demiti-la, prosseguindo com cenas inspiradas em obras de arte e envolvendo relacionamentos. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Imagem: poema/arte da poeta, artista visual e blogueira Luciah Lopez.
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DEDICATÓRIA: ELKE LUBITZ
O poema
É um pouso
d'alma
na palavra
De todas
As coisas.
(Inversão)
A edição de hoje é dedicada à poeta, pedagoga e empresária Elke Lubitz, editora do blog Letra Só.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra:
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quinta-feira, março 23, 2017

O CERTO & O ERRADO NO REINO DAS IDEOLOGIAS

O CERTO & O ERRADO NO REINO DAS IDEOLOGIAS - Lembro-me bem quando menino sapeca, aos quatro anos de idade, aprendendo o alfabeto, a saudosa prima-tia ensinava a ler e escrever, ajeitando meus garranchos no caderno. Primeiro ela colocava a sua caligrafia formosa e arredondada para eu preencher por cima e, depois, copiar embaixo tudo que ela havia escrito. Lindo o seu olhar azulado e seu sorriso reluzente ao conferir a tarefa cumprida: tudo a maior seboseira. Ela caía às gargalhadas, parecia mais que eu já dava sinais de que não tinha jeito. Até ali, tudo que aprendera fora imitando os pais, familiares, parentes e achegados. Dois anos depois das lições dela toda tarde, fui fazer o primário na escola maçônica da Fraternidade Palmarense, na qual a não menos fascinante professora Hilda, me encantava em cada manhã de aula – tanto que pra ela diariamente escrevia uns versinhos que foram publicados no suplemento Júnior, do Diário de Pernambuco. Eu já queria ser poeta, pode? Queria. Daí pro ginasial, o trajeto do meu aprendizado: o nome das coisas, a história dos vencedores, a forma como se comportar, conteúdos muitos e diversos que iam desde a gramática e leitura das ciências e matemática, tudo para que eu soubesse o que era certo ou errado. Os tempos eram de Moral e Cívica na leva do Brasil ame-o ou deixo-o. Cá comigo eu desconfiava muito de certas convicções que exacerbavam na retidão do caráter, valorizando a virtude e o amor à Pátria, quando eu não entendia muito bem o significado de virtude ou caráter, justiça ou direito, só somar, subtrair, multiplicar ou dividir, sim senhor, sim senhora, responder às perguntas e ver grafado na prova uma nota pros meus equívocos. Muitos professores não facultavam a possibilidade de qualquer questionamento, devia prestar bem atenção e não perguntar nada, se não entendesse que levasse a dúvida até o dia em que uma alma caridosa resolvesse esclarecer. Por conta disso, não entendia muito bem a razão da escola em si e de ali estudar, era tudo muito confuso: toneladas de informações depositadas goela abaixo, disciplinas de todo tipo com conteúdos forçados e que asseveravam ser inarredavelmente o certo a ser seguido por todos. Ou aprendia, ou era burro. Todos os meus colegas não perguntavam nada, não queriam se passar por iletrado jumento, só eu metido e cheio das pregas inventava de questionar pra levar um toque de arrodeio com um riso sarcástico na minha cara: preste atenção! E ali, como em qualquer lugar que chegasse, sempre identificava de um lado a turma que rasgava elogios pras coisas e, do outro, a acerba trupe dos insatisfeitos. Nessas ocasiões de confronto se fazia uso de costume adquirido na escola: só balançar a cabeça. Quanto mais se esforçava para aguçar o discernimento, mais a coisa se complicava. Como eu sempre quis ser um metido maior do que sou, havia aquela minha intrometida insolência de adiantado e linguarudo em saber o porquê dos porquês. Evidente que por causa disso eu não era bem visto e excluído entre os da minha faixa etária, me dando mais com os mais velhos, quando, na verdade, eu mais me sentia na relação, tanto com uns como com outros, um peixe fora d’água. Ou eu não entendia nada, ou estavam todos me enrolando. Foi na adolescência que eu dei um chega para lá: peraí, como é que é mesmo, hem? Por conta própria comecei a folhear e pregar a vista em livros e mais livros, coleções, enciclopédias, dicionários. Uns diziam isso, outros diziam aquilo, maniqueístas de plantão; e como era farta a tuia de papagaios tagarelas e sectários, quanto mais arremedo, maior algaravia. Quando não era o bem e o mal, era o bonito e o feio, o bom e o mau, direita ou esquerda, pra lá ou pra cá, pra cima ou pra baixo, de banda ou de lado, pra frente ou pra trás, e por aí vai, cada um que puxasse destilando sua persuasão. Bastava qualquer indagação para o que se parecia claro e exato se tornar bastante nebuloso, fonte de discussões acaloradas de findar entre tapas e bofetes pela imposição do ponto de vista desta ou daquela preferência. Entender que era bom, nada. Quanto mais me diziam o que era certo, mais eu me convencia de que estava errado. Quanto mais impunham o correto, mais se mostrava o equívoco. Muitas vezes cheguei a desconfiar na constatação de que um era o outro: o certo errado e o errado certo e, ainda por cima, vice-versa, até aprender que, na verdade, nem existem, são só convencionados. É que no reino das ideologias ambos se definem, se misturam e se estabelecem de acordo com a conveniência. Da minha parte aprendi que além do 1 tem o 2, o 3, o 4 e... o infinito. Eu, hem? Vamos aprumar a conversa. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

Curtindo a arte musical do compositor japonês Nobuo Uematsu.

Veja mais sobre:
Enquanto a vida passa..., Lidia Wylangowska, Victor Meirelles & Suzanne Marie Leclair aqui.

E mais:
Sanha, Erich Fromm, Moacyr Scliar, Akira Kurosawa, Nikolai Rimsky-Korsakov, Menotti Del Picchia & Jean-Hippolyte Flandrin aqui.
Federico Garcia Lorca aqui.
Frineia, Euclides da Cunha, Federico Fellini, Ana Terra, Amedée Ernest Chausson, Antonio Parreiras, Jean-Léon Gérôme & Programa Tataritaritatá aqui.
AIDS & Educação, John Dewey. & EaD aqui.
Sincretismo religioso aqui.
Racismo aqui.
O trabalho da mulher aqui.
Levando os direitos a sério, de Ronald Dworkin aqui.
Ética & Moral aqui.
A luta pelo direito, de Rudolf von Ihering aqui.
Saúde da Mulher aqui.
Quando a folia é maior em mim, A lenda Vapidiana Árvore de Tamoromu & Antúlio Madureira aqui.
A folia do frevo no meu coração, Galo da Madrugada, Nelson Ferreira & Jae Ellinger aqui.
Uma prosa nos entreversos do amor, Marco Ferreri & Andréa Ferréol, Fernado Alves, Maestro Duda & Luciah Lopez aqui.
A folia do biritoaldo desandou no carnaval, Frevo do mundo & Mário Hélio aqui.
Proezas do Biritoaldo aqui.
História da mulher: da antiguidade ao século XXI aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

A arte do artista visual inglês Mat Collishaw.

DESTAQUE: HELIO PELLEGRINO
Caminha errante o velho rei da terra,
sangrando a cada passo o seu desterro.
Pesa-lhe luz demais, ausência de erro
e de noite — montanha que o soterra.
Cego de sua verdade, desenterra
do peito transfixado não o ferro
que o punge por inteiro, nem o berro
que lhe sobe das entranhas, enquanto erra.
Com sua garra terrosa de mendigo,
busca arrancar da carne não a morte
que o rodeia na treva, vinho forte
desde sempre provado. O desabrigo
que o atormenta é outro: sol candente
que vara a sua cegueira — e o faz vidente
.
A cegueira de Édipo, poema extraído da obra Minérios Domados: Poesia Reunida (Rocco, 1993), do psicanalista e escritor Hélio Pellegrino (1924-1988).

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte do pintor francês Raoul Dufy (1877-1953).
Veja Fanpage aqui & mais aqui e aqui.

DEDICATÓRIA:
A edição de hoje é dedicada à amiga Danicleci Matias Souza & Park kids Locadora

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra:
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja os vídeos aqui & mais aqui e aqui.
 

quarta-feira, março 22, 2017

O CORDÃO DOS A FAVOR & OS DO CONTRA!

O CORDÃO DOS A FAVOR & OS DO CONTRA – Desde que me entendo por gente que a coisa é assim, esteja certo ou errado, sempre houve aquela da predileção definindo os favoráveis aos empreendimentos individuais legítimos ou ilegítimos de cada um, como também aqueles que se apresentam obstaculizando tudo que for de idéia ou intenção no que quer que seja. De um lado, ditos os meus; e, do outro, os arreda. O quinhão dos a favor é formado pela turma que dá corda e chega junto, seja nas iniciativas promissoras ou ridículas, sempre apoiando e empurrando o premiado pro pódium ou pro abismo, inarredável suporte para qualquer ocasião. Entre estes estão os familiares – mesmo os arengueiros e intrigados que na horagá se juntam na tuia -, os parentes, achegados e simpatizantes. Normalmente constituído pela consanguinidade independente de litígios cabeludos de uma parentalha formada por um cordão de guaiamum que dá volta em não sei quantas famílias, e por uma legião de babaovo que nunca mais tem fim no reino da politicalha. Este é considerado o lado do bem e só esses são os bons, tanto que vale a máxima: aos amigos tudo! Isso equivale apoio nos atos lícitos e ilícitos, proteção e todo tipo de privilégio acima ou abaixo da lei, sempre em detrimento dos que estão fora da corriola. Quer queira, quer não, embaixo da asa de algum patriarca poderoso ou arrimo de família proeminente – leia-se: bastante endinheirado -, há sempre o paternalismo que vai desde o compadrio de primeiro ao centésimo grau de parentesco, até o fisiologismo de toda e qualquer natureza. Esse é um lado; o outro é a facção do contra que é composta pelos inimigos figadais e os adversários que, no frigir dos ovos, são uma bosta só, como sendo aqueles que caíram na desgraça da antipatia por velha rixa oriunda de uma questiúncula que virou desavença e se alimenta de hostilidades e outras tantas maledicências mútuas. São aqueles que compõem o lado do mal e, para eles, o complemento da máxima: os rigores da lei! De preferência com cruzetas, blasfêmias, infâmias e ardis que redundem deles queimarem nos quintos dos infernos de cabeça pra baixo – ou seja, quanto pior, melhor. Ou, ainda: santo que não me ajuda pode cair da parede. Afora esses dois, ainda tem os neutros, ou seja, os que nem são do lado que se acha do bom, muito menos dos que são tratados por maus, são aqueles que se encontram em cima do muro ou os que não fedem nem catingam. Entre esses estão aqueles que pendem prum lado sempre que as circunstâncias são convenientes, ou seja, os aproveitadores e oportunistas que debandam pro lado vencedor, engrossando as panelinhas e os clubes do Bolinha ou da Luluzinha. Basta que um ou outro arrote supremacia sobre o seu algoz e alcance maior poder, basta isso, e a ruma dos lambecus corre pra guarida do lado mais robustecido para ali ficar na sombra e água fresca. São esses os homúnculos mais conhecidos por Fabos, aqueles que formam a trupe dos sequazes na formação da claque para aplaudir honrarias e desatinos, até que um deles se lasque pro outro emergir salvador da pátria sob aplausos e apoio total dos que antes estavam do lado oposto. O que todos gostam mesmo é de ver o circo pegar fogo pra torcer pelo leão. Pois é, assim foi e é até os dias de hoje. Como já vi das tantas e muitas, no reino do Fecamepa a coisa sempre se repete: um passo pro avanço sem conseguir escapar do sisifismo, porque os sabidos sempre se ocuparam em embananar tudo dando uns dois mil e quinhentos passos de retrocesso, a ponto de retornar ao pior que antes. Graças a eles, salve, a meleca faz sempre festa. Agora a pergunta que não quer calar: quem é que paga o pato, hem? Vamos aprumar a conversa. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

Curtindo os álbuns Tábua de Esmeralda (Phillips, 1974), Energia (1992), World Dance (Warner, 1995) e Acústico MTV (2002), do músico e compositor Jorge Ben Jor. Veja mais aqui.

Veja mais sobre:
O reino das águas aqui.

E mais:
Eu nasci entre um rio e um riso de mulher aqui e aqui.
Cantando às margens do Una aqui.
A correnteza do rio me ensinou a nadar aqui.
Penedo, às margens do São Francisco aqui.
Sou deste chão como a terra, o fogo, a água e o ar, André Gide, Brian Smith, Friedrich Hundertwasser & Carol Andrade aqui.
O que era Mata Atlântica quando asfalto que mata, António Salvado, João Parahyba, Don Dixon & Nini Theiladetheilade aqui.
Existe gente pra tudo, Os Apinajé, Harriet Hosmer, Josefina de Vasconcelos, Anelis Assumpção & Banksy aqui.
Rascunho solitário, Edino Krieger, Arturo Ambrogi, Jean-Baptiste Camille Corot & Jim Thompson aqui.
Centenário de Hermilo Borba Filho, Orquestra Armorial & Cussy de Almeida, Augusto Boal, Joshua Reynolds, Ginofagia & Sedução aqui.
As águas de Alvoradinha, Bhagwan Shree Rajneesh, Milan Kundera, Endimião & Selene, Jorge Ben Jor, Anatol Rosenfeld, Lena Olin, Anthony van Dyck, Teco Seade,:Socorro Cunha & João Lins aqui.
O monge e o executivo de James Hunter, Neuropsicologia, Ressocialização penal, Psicologia escolar & educacional aqui.
Sexualidade na terceira idade aqui.
Homossexualidade & educação sexual aqui.
Globalização, Educação & Formação Pedagógica, Direito Constitucional Ambiental & Psicologia Escolar aqui.
Homofobia, Sexualidade, Bissexualidade & Educação para as diferenças aqui.
A literatura de Goethe aqui, aqui, aqui & aqui.
História da mulher: da antiguidade ao século XXI aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
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Agenda de Eventos aqui.

A arte experimental do pintor, escultor, artista plástico e performático de aspirações anarquistas Hélio Oiticica (1937-1980).

DESTAQUE: ELIANE QUEIROZ AUER
Os livros de poesias Noites Poéticas (CBJE, 2013) e Quando os sinos tocam (Recanto das Letras, 2016), da poeta, pedagoga e especialista em Educação, Eliane Queiroz Auer. Veja mais aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Vampirella, personagem das histórias em quadrinho criadas pelo escritor, editor e agente literário estadunidense Forrest J. Ackerman (1916-2008).
Veja Fanpage aqui & mais aqui e aqui.

DEDICATÓRIA:
A edição de hoje é dedicada à locutora, radialista, atriz e apresentadora de televisão Lia Kosta.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: Dia Mundial da Água!
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terça-feira, março 21, 2017

A LIÇÃO DE CADA AMANHECER

A LIÇÃO DE CADA AMANHECER - Ao amanhecer tenho sempre a sensação do que o Sol nasce para todos, indistintamente. Seus raios brilham em todas as direções, isso para quem esteja acordado, ou dormindo, ou mesmo ocupado com outros afazeres. Pode ser que no lado oposto ao que me encontro na Terra, seja noite; todavia, quando este lado do mundo for premiado com o espetáculo do crepúsculo, do outro lado do planeta, o dia estará raiando tão lindamente quanto maravilhosamentge alvorece em mim agora e todos os dias. Guardo para mim a lição deste momento e a torno prática diária nas minhas relações, sem distinguir esse daquele ou daqueloutro: sou eu e todos, como um só. Ao caminhar pelas ruas sou como todos que vão e que vêm: uma onda em que sou uma gota na imensidão oceânica. Inevitável esbarrar em situações desagradáveis de discriminação, pessoas e ambientes que só acolhem aqueles que se vestem bem, são bem recomendados, ocupam posição social e alto nível econômico, determinadas convicções religiosas, correntes filosóficas ou padrões sócio-políticos. Entre eles nada, além disso, possui significância a não ser seus padrões avaliatórios de qualificação, na condição de peritos que se vangloriam por seus métodos na capacidade de julgar, selecionar ou enquandrar quem quer que seja. Não reconhecem o tanque da mistura no caldeirão da diversidade que está nas ruas e em todos os lugares, e nem conseguem ver que reis perdem seus tronos, imperadores seus impérios e que tudo que nos cerca é efêmero: o que hoje é, amanhã pode não ser mais. E essa passagem breve que chamamos vida é tão espetacularmente maravilhosa que não me vejo disposto a perder tempo em avaliar, selecionar ou julgar, apenas viver e saber que enquanto vivo preciso fazer alguma coisa por gratidão e levar em conta essa minha estadia como uma missão a cumprir. Despido de corpo e alma, não me vejo merecedor de privilégio ou condição especial maior ou melhor que ninguém ou em detrimento de alguém, eu sou um qualquer como qualquer um por não me enquadrar em nenhuma classe específica, sou entre os que são diferentes, apenas, talqualmente igual pelas diferenças e tudo que somos é sermos cada qual um diferente do outro em um mesmo lugar, tempo e espaço, nada mais. Eis minhas mãos e peito aberto para seguirmos juntos. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

Curtindo os álbuns (cds e dvds) da organista Anne Schneider, produtora e apresentadora do programa Tocata na Rádio da UFRGS-AM 1080 e conselheira da Ospa.

Veja mais sobre:
Slavoz Žižek & Jacques Lacan, Modest Mussorgsky, Peter Brook, Charlotte Dubreuil, Tan Ngiap Heng, Marie-Christine Barrault & Cicero Melo aqui.

E mais:
Antonio Gramsci aqui.
Fecamepa, Sonhoterapia, Psicologia escolar, A família mutante & Maristher Moura Vasconcellos aqui.
Georges Bataille, John dos Passos, Heitor Villa-Lobos & Kiri Te Kanawa, Alain Robbe-Grille, Marie Espinosa & Berthe Morisot aqui.
Maria Lenk, Martin Luther King Jr, Egberto Gismonti & Naná Vasconcelos, Marie Duplessis, Greta Garbo & Débora Arango aqui.
Gilles Deleuze, Dian Fossey, Susan Sontag, Padre Bidião, Sigourney Weaver, Washington Maguetas & João Pinheiro aqui.
A poesia de João Cabral de Melo Neto aqui.
Darcy Ribeiro, Loius Claude de Saint-Martin, Autran Dourado, Damaris Cudworth Masham, Juan Orrego-Salas & Irina Vitalievna Karkabi aqui.
Edgar Allan Poe & Jacques Lacan, Paul Cézanne, Magda Tagliaferro, Nara Leão, Janis Joplin & Miguel Paiva aqui.
A cruzeta na volta que a vida dá, Artur Bual & Manuel Cargaleiro aqui.
Tem hora pra tudo e a vida é outra coisa, Ariano Suassuna & Quinteto Armorial, Emilia Kallock, Ciro Veras & Alexandra Lacerda aqui.
Nada melhor que a vida e viver além dos próprios limites, Antônio Nóbrega, lenda Umutina da criação dos homens, Oskar Kokoschka & Mozart Fernandes aqui.
Dos revezes que não poupam a amizade e o amor, Hermeto Pascoal, Lydia Cabrera, Hiram Powers, Nicola Axe & Rosalyn Drexler aqui.
Na vida, como no sonho, não há lógica, Algaravia, Winfried Nöth & Francis Bacon aqui.
Soou a vida o paraíso do amor, Tibério Gaspar, Marcos Rey & Helena Ramos, Catherine Nolin & Luciah Lopez aqui.
A literatura e história do Teatro aqui e aqui.
História da mulher: da antiguidade ao século XXI aqui.
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Livros Infantis do Nitolino aqui.
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TEATRO INFANTIL: O LOBISOMEM ZONZO
Peça teatral infantil. Veja mais aqui e aqui.

DESTAQUE: LENDA DA ORIGEM DO SOLIMÕES
Há muitos anos, a lua era noiva do sol, que com ela queria se casar, mas, se isso acontecesse, se chegassem a se casar, destruir-se-ia o mundo. O amor ardente do sol queimaria o mundo e a lua, com as suas lágrimas, inundaria toda terra; por isso, não puderam se casar. A lua apagaria o fogo; o fogo evaporaria a água. Separaram-se, então, a lua para um lado e o sol para outro. Separaram-se. A lua chorou todo o dia e toda a noite, e foi então que as lágrimas correram por cima da terra até o mar. O mar embraveceu e por isso não pôde a lua misturar as lagrimas com as águas do mar, que meio ano corre para cima, meio ano, para baixo. Foram as lágrimas da lua que deram origem ao nosso rio Amazona. (Lenda que alude ao cataclismo que originou o vale do Amazonas e o levantamento dos Andes, recolhida por Barbosa Rodrigues. MELLO, Anísio. Estórias e lendas da Amazônia. São Paulo: Edigraf, sd). Ilustração: J. Lanzellotti. Veja mais aqui, aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte da pintora e desenhista Alice Soares (1917-2005).
Veja Fanpage aqui & mais aqui e aqui.

DEDICATÓRIA:
A edição de hoje é dedicada à amiga Edla Fonseca.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: Gaia, do escultor Lorenzo Quinn.
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
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