quarta-feira, junho 24, 2015

VIVA SÃO JOÃO, ASCENSO, CONDÉ, AZEVEDO, ÂNGELO, GONZAGÃO, BARBOSA & BRINCARTE DO NITOLINO!


VIVA SÃO JOÃO – (Imagem: Festa Junina, óleo sobre tela da artista plástica Rosangela Borges). A moagem começava entre os fins de agosto e início de setembro e se prolongava até os meses de abril ou maio. E quando chegava o mês de junho, aí a festa era toda voltada para a abundância e prosperidade da colheita na safra canavieira. Era o momento dos festejos juninos e da entressafra sucroalcooleira. Nesse período eu, Marquinhos & Marcelo – o trio do maior trupé de traquinagem na meninice de bundacanasca– aprontávamos das nossas. Eis que um dia, a gente jogando pedra a esmo na direção onde desse o nariz, maínha fez a gente armar uma fogueira. Foi a única vez que ela decidiu por isso. Fez a gente fazer – como quem arranja uma lavagem de roupa da boa – porque que já lhe consumíamos o juízo com nossas presepadas. E era ajuntar todo tipo de lenha e graveto para dar vez a uma fogueira e agradecer aos céus as boas colheitas e boas vindas à invernada que não agitasse o rio numa cheia medonha. Lá foi a gente à cata das coisas exigidas. Bem depois do meio da tarde, o monturo estava feito. Marquinhos mais velho e mais afoito era o organizador. Eu e Marcelo, seus serviçais. Ordem prali, bota aqui, ajeita assim e lá vai. Por volta das cinco da tarde, estava aquele arranha-céu mais parecendo com as ventas da gente: uma desarrumação só. Marquinhos foi de afoito e deu banho de querosene na madeira e tascou fogo. O fogaréu comeu no centro de atrapalhar a passagem dos pedestres e veículos. Mas tinha um detalhe: se a fogueira se desarrumasse espalhada no terreiro, era atraso de vida pro dono da casa. Agouro dos brabos. Destá. A coisa se acomodou a contento sem desastres, a ponto dele pegar um cotoco de pau aceso em brasa e ficar se amostrando. Marcelo que não perdia a vez dele, logo pegou outro graveto e ficou com o fogaréu soltando dos seus peidinhos: um jato danado saía dos seus borborigmos. Eu, mais medroso e não querendo brincadeira com fogo, ficava olhando no meu alvoroço. Aí Marquinhos desafiava Marcelo pra aproximar mais e fazer que nem ele: botar um jato bom na flatulência. Arrepara só, a presepada. Isso vai e vem, os dois apostando, Marcelo alinhou a caixa dos peitos e anunciou soltar o maior de todos. Resultado: um buraco queimado na bunda do calção. Três dias encarriados e de bruços no ai oi só à base de Hipoglós. Do lado de fora, eu e Marquinhos só fazendo coro ao Gonzagão: [...] Olha pro céu, meu amor, veja como ele está lindo [...] O céu estava azul em festa pois era noite de São João [...]. Veja mais aqui.
 Imagem: Festa Junina, da artista plástica Valquíria Barros.


Curtindo Viva Gonzagão! É forró, é xote, é baião (BMG, 1994), numa homenagem ao Rei do Baião Luiz Gonzaga com Alceu Valença, Dominguinhos, Chico Buarque, Sivuca, Geraldo Azevedo, Oswaldinho, Quinteto Violado, Gonzaguinha, Fagner & Marinês, Alcione, Zé Ramalho e Forró Mastruz com Leite.

VAMOS APRUMAR A CONVERSA: REPRISE DO PROGRAMA BRINCARTE DO NITOLINO – Hoje é dia de reprise do programa Brincarte do Nitolino pras crianças de todas as idades, no horário das 10hs e das 15hs, no blog do Projeto MCLAM, com apresentação da simpaticíssima Ísis Corrêa Naves. A programação conta com apresentação de poesias, músicas, brincadeiras, informações, dicas e muito entretenimento para a garotada. Além do mais, no blog do Brincarte do Nitolino você pode conferir resumos, resenhas, artigos e informações acerca da Psicologia Infantil, da Educação Infantil, do Direito das Crianças e dos Adolescentes, do Teatro Infantil, da Literatura Infantil e da Música Infantil, além de curtir poesias, lendas, brincadeiras, pinturas, desenhos e muitas outras atrações pra garotada. Para conferir o programa online clique aqui ou aqui.

TRATADO DA LAVAÇÃO DA BURRA – O livro Tratado da lavação da burra ou Introdução à transcendência brasileira (Bagaço, 1986), do filósofo, poeta, professor e ensaísta Ângelo Monteiro, obteve do ensaísta e conferencista Olavo de Carvalho o seguinte comentário: “O poeta e filósofo alagoano Ângelo Monteiro nos oferece em todos os ensaios deste livro, em especial nas páginas memoráveis do "Tratado da Lavação da Burra", talvez a mais dramática tentativa que alguém já fez para oferecer à pergunta ‘Que é ser Brasileiro?’ uma resposta ontologicamente significativa". Também o escritor e advogado Nelson Saldanha assim se expressou: "No texto de Ângelo Monteiro,"Tratado da Lavação da Burra", redigido entre o surrealista e o irônico, entre a anotação alongada e a exposição sintética, estão presentes, como possíveis arquétipos, os modelos satíricos de todas as épocas; e sua linguagem, que ora é aforística ora coloquial, acompanha com um pouco de pressa as associações de ideias do leitor, que vai a cada passo se surpreendendo". Trata-se de um ensaio sobre o Brasil, do qual destaco o trecho inicial Vamos lavar a burra: De início pode parecer esotérico o pontifical apelo para que todos “lavem a burra”. A “sua” burra. Mas para que se entenda semelhante prodígio se fará necessário, antes de tudo, que não tenhamos princípio; que não conheçamos origens; que sejamos apenas. Deixemos, por enquanto, a burra em paz e iniciemos o trajeto virgem. Anterior a qualquer descoberta. Impressentido por todos os oráculos que porventura antecederam a nossa existência enquanto tribo — ou grupo de tribo autóctones. A Grande Taba está de braços abertos. Os pajés em festa. Nesse triunfo de maracatus e maracás, brincamos com a civilização, mesmo suportando, com incrível galhardia, as suas mais refinadas e complicadíssimas técnicas, apenas pelo masoquístico prazer de nos abrirmos para o mundo, numa diversão que vem nos custando não só os olhos da cara, mas a cara toda. Somos um povo em festa, um povo que faz de sua euforia a condição final do seu projeto de ser. Que não é um projeto: já nascemos prontos. Ao contrário de Minerva, que já nasceu armada, surgimos justamente desarmados da cabeça aos pés. Nosso primeiro postulado filosófico seria o seguinte: as coisas não estão aqui para serem pensadas; as coisas parecem não se encaminhar a nenhum destino: estão como existência apenas no hoje, num hoje pronto e acabado que é em si mesmo o seu próprio futuro. No futebol, no samba e no carnaval, já temos a senha dialética dos três estágios que não lograram sequer ser atingidos pelo nosso esforço, pois nos foram dados simultânea e instantaneamente sem nenhuma necessidade de síntese, sem nenhum percalço lógico ou metafísico. A nossa metafísica se deixa expressar pelo mais simples dos axiomas: na prática, a teoria é outra. O que significa dizer: não fomos feitos para as teorias. Contamos com uma prática, e, antes mesmo de se constituir numa improvisação nossa, já nasceu um dom que dispensou a conquista. Sambamos, jogamos e brincamos carnaval, logo, existimos. Não há necessidade de um projeto criador da história. Nossa história é esse rodízio constante que, todavia, redunda no mesmo. Mas nada disso importa. Eis o que nos importa: aqui não há tradição, há só presente. É como se o que houvesse de comum até agora, entre os homens, tivesse que ser revisado ou transmutado por uma experiência inteiramente nova de ser. Por exemplo: essa disponibilidade — ou bem mais uma docilidade que nos é nata — de aceitar e compreender tudo o que é alienígena, e só porque é alienígena, é que não nos deixa adquirir uma vida própria; pode ser um curioso sintoma da nossa mais radical diferenciação. E tanto isso pode ser interpretado como um desencontro conosco, um repúdio às raízes, para melhor acolher o que for corpo estranho — tal se fatalmente tivéssemos que nos virar sempre no outro —, como pode sugerir ou apontar para um novo estágio de cultura sequer adivinhado por nenhum povo. O problema é saber a que isso nos leva. [...]. Veja mais aqui e aqui.

TERRA DE CARUARU – O romance Terra de Caruaru (Civilização Brasileira, 1977), de escritor e jornalista José Condé (1917-1971), trata dos conflitos gerados pela transição do mundo rural, tradicional e violento, para a cidade, a qual todos esperavam progresso. Elogiado por Otto Maria Carpeau, o livro traça um panorama do cotidiano das cidades do interior nordestino, com seus coronéis, cangaceiros, místicos, prostitutas, frustrados, crianças e bichos, bêbados e poetas, oportunistas e sonhadores, cujas vidas se cruzam e se modificam para melhor ou para pior. Da obra destaco o trecho: Passara estação das chuvas e o tempo se prolongava numa agonia de sol e mormaço. De quando em vez uma rajada de vento investia contra a galharia, erguendo grossas nuvens de poeira amarela e quente. Um silêncio de fim de mundo descendo das serras e serrotes, envolvia o rancho onde os tangerinos, em redes armadas no avarandado, olhavam, atônitos, um céu azul agressivo. Então o bredo murchou. Quando os bichos de quatro pés o mastigaram pela primeira vez, estava sendo escrita a página inicial da fundação de uma cidade. Foram morrendo consumidos pela diarreia e a paralisia. De saída, os bezerros, depois os novilhos, por fim o gado maduro. Os vaqueiros assistiam a tudo sem compreender, embora sentissem na própria carne a desgraça que sobre eles se abatera. Outras boiadas desceram do alto sertão e tiveram destino idêntico. Os cariris – por sua vez – intensificaram os ataques e semearam o terror em toda a chapada da Borborema. Um dia, alguém disse: - Lugar maldito. Então, as mandas mudaram de rumo em busca de outros pousos, permaneceram, apenas, o rancho arruinado e um nome maldito: Caruaru – afora o silêncio doloroso preso no coração do carrascal. Mas as chuvas foram abundantes no ano seguinte. O pasto verde voltou a crescer. O rio Ipojuca se esponjou em vazantes de limo fértil. Floresceram os pés de baunilha, jurubeba, sassafrás, velame, jucá, jurema e pau-d’alho. O cheiro de terra molhada amaciava os ares. O inverno era assim: uma solicitação para a vida [...] Veja mais aqui.

SENHOR SÃO JOÃO, XENHENHÉM, QUADRILHA & NORDESTE – No livro Poemas de Ascenso Ferreira: catimbó, cana caiana e xenhenhém (Nordestal, 1981), do poeta modernista Ascenso Ferreira (1895-1956), encontro de cara o seu poema Senhor São João: Em frente à fogueira, / Zuza, espaduado, / benzeu-se sereno / e fez oração: / - Chô – Cão! / - Chô – Cão! / Depois levantou / a vista pro céu / pra ver se o espiava / Senhor São João. / E meteu os pés nuzinhos nas brasas de fogo quente! / - Danou-se, só quem tem os pés de sola! / Porém Zuza, vadiando, andou pra lá e pra cá! / Cachetando, se agachou, pondo fogo no cachimbo! / Depois, puxando a pistola, atirou fixe no chão! / - Viva Senhor São João! / - Vivôooo! Também encontrei o Xenhenhém nº 1: Todos os dias era a mesma a tua prosa: / “Sua amizade é criminosa! Isso não me convém”... / Mas logo após essa recusa mentirosa, / tudo um sonho cor-de-rosa, um queixoso xenhenhém... / Xenhenhém... xenhenhém... xenhenhém... / Porém, um dia, foi verdade a tua prosa! / E te foste, cautelosa, para o amor que te convém! / São pesadelos nossos sonhos cor-de-r0sa... / mas que coisa dolorosa, continha o xenhenhém! / Xenhenhém... xenhenhém... xenhenhém... / Coisa terrível é a gente querer bem! Há, ainda, o Xenhenhém nº 2: Em meio ás minhas muitas dores / talvez maiores do que o mundo / surges, às vezes, um segundo, / cheia de pérfidos langores. / Chegas sutil e sem rumores... / e até sinto o odor profundo / no qual eu sôfrego me inundo / - pária do amor, sonhando amores. / Depois, tu falas não sei donde... / és como um eco que responde / mas, sempre e sempre, além... além... / Súbito, encontro a casa ôca. / Não estás! – Meu Deus, que coisa louca, / só é na vida um xenhenhém! Já a Quadrilha de Caetano Norato é assim: A dança de Caetano Norato é uma procriação. / Nada de quadrilhas marcadas em francês: / Em avant tours! Chaíne de dames! / Chaíne de chevaliers! / Nidra! / A dança de Caetano Norato é assim: / - Atenção! Lá vai tempo! / - Damas por cima, cavaleiros por baixo! / - Damas por baixo, cavaleiros por cima! / - Pronto, seu mestre, chegou... Por fim o seu belíssimo Nordeste: O ferreiro malhando no topo das baraúnas. / Nas lombas da serrá o sol é de lascar... / Nem uma folha só fazendo movimento!... / - Nana! Ô Nana! / - Inhor! / - Chega me abanar... / Pouco a pouco, porém, vem vindo um vento frio / trazido pelas mãos de moça do luar... / Que gozo nos coqueiros acarinhados pelo vento!... / - Nana! Ô Nana! / - Inhor! / - Chega me esquentar... Veja mais aqui e aqui.

VIVA SÃO JOÃO – No livro Teatro a vapor (Cultrix/MEC, 1977), do poeta, dramaturgo e jornalista Artur Azevedo (1855-1908), encontro o esquete Viva São João: No quintal da casa do João Ferreira, onde arde uma grande fogueira. Diversos grupos de senhoritas, rapazes e crianças soltam balões e foguetes, queimam pistolas, bombas, bichinhas, etc. Barulho e alegria. Todos se divertem, à exceção de D. Julia, cunhada do dono da casa, solteirona dos seus 45 anos de idade, que, sentada a um canto, vê e ouve tudo aquilo de mau humor. O Cipriano, um pândego, aproxima-se de d. Julia. CIPRIANO – A senhora está trista, d. Julia? D. JULIA – Que tem o senhor com isso? CIPRIANO (sem se ofender, porque já a conhece) – Não tenho nada... pergunto porque me interesso pela senhora... ainda hoje não a vi rir! D.J. – De que quer o senhor que eu ria? C – Quero que se divirta, como os outros... DJ – Agradeço-lhe pela atenção, mas não se incomode comigo (levanta-se com grosseria e afasta-se). JOÃO FERREIRA (aproximando-se de Cipriano) – Que foi isso? ... que dissesse à Julia que ela ficou tão zangada? C – Apenas lhe perguntei porque estava triste! Esta tua cunhada é muito esquisita! JF – Em dias de festa é o que se vê: como ficou pra tia, não pode estar satisfeita onde quer que estejam moças e rapazes. É insuportável!... Já lhe tenho dito que melhor seria trancar-se no seu quarto! C – Coitada! Deixa-a lá! JF – Além de ser feia e velha, é malcriada! Desde que perdeu, há dez anos, um casamento, que aliás seria a sua desgraça porque o noivo era um valdevinos, está sempre de mau humor, e não pode ver sem inveja os outros se divertirem. Com franqueza te digo que preferia uma sogra a esta cunha! (Vendo subir um balão) Viva São João!... A CRIANÇADA – Vivou!... JF – (Continuando) Entretanto, ali onde a vês, não perde as esperanças, coitada! Queres fazer uma experiência... por pandega?... Diz-lhe uma frase amável, namora-a e verás como fica outra! C – Nada! Nessa não caio eu!... JF – Por quê? C – Depois é que são elas! JF – Ora! Depois manda-a passear! Ela vem aí (dirigindo-se a D. Julia que passa) Ô maninha? DJ (Aproximando-se, de cara franzida) – Que é? JF – Aqui o nosso amigo Cipriano está molestado com você... você tratou-o mal... e, no entanto, ele simpatiza tanto com você... diz que você tem um olhar compassivo... (D. Julia sorri). C – E um sorriso, ai que sorriso!... HF (Baixo a D. Julia) Está caidinho... (Afasta-se). DJ (Amável, a Cipriano) – Não quis magoá-lo... perdoe... é que estou tão habituada ao escárnio... C – Não diga isso! Quem pode escarnecer de um anjo?.... DJ (faceirando-se) Um anjo! Meu Deus! Quem me dera ser um anjo! C – Os anjos não se conhecem! DJ – Oh, eu conheço-me... não tenho beleza, nem mocidade... C – Pode ser que para os outros; mas para mim... DJ – Cipriano! C – Que música tem as sílabas do meu nome proferidas por esses lábios! DJ (radiante de alegria, vendo subir um balão). Viva São João!... C – Venha, Júlia, venha soltar umas bichinhas... DJ – Prefiro uma pistola.... uma pistola com muitos tiros, sim? C – Viva São João! JF (aproximando-se, baixo) Eu não te dizia?... Veja mais aqui e aqui.

NOITE DE SÃO JOÃO – O premiado drama Noite de São João (2003), dirigido por Sérgio Silva e baseado na obra Senhorita Júlia, de Augusr Strindberg, adaptado por Rodrigo Portela, Paulo Berton e Sérgio, com trilha sonora de Ayres Potthoff, conta a história de famílias camponesas que se organizam para uma grande festa junina, enquanto umas das personagens termina seus afazeres na casa grande e espera seu noivo que trabalha como capataz na fazenda. Em meio as comemorações, a arrogante filha do fazendeiro aparece e, animada com o vinho tomado, chama o noivo dela pra dançar, aproveitando para relembrar a infância e revelar a ele seus sonhos íntimos. O cenário são os festejos juninos tão presentes no calendário brasileiro, tradição nordestina que tem se espalhado por Brasil com um dos acontecimentos tipicamente brasileiro. O filme arrebatou quatro Kikitos no Festival de Gramado e uma indicação no Grande Prêmio Cinema Brasil. O destaque da película é para a premiada atriz Dira Paz. Veja mais aqui.

IMAGEM DO DIA
 Desenho do escultor, pintor, ilustrador, desenhista, gravador e entalhador pernambucano José Barbosa (in: Poemas de Ascenso Ferreira. Nordestal, 1981).

VAMOS APRUMAR A CONVERSA?
 (Imagem: Xilogravura Dançando forró, de Severino Borges).
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