terça-feira, março 24, 2015

GREENAWAY, FERLINGHETTI, MILTON, WESTON, LEO LOBOS, PORTAL DO POETA, PROGRAMA TATARITARITATÁ & A COELHINHA DA PÁSCOA!

MINHA VOZ – A minha predileção por Elis Regina foi muito além duma verdadeira adoração: a voz, a interpretação, a mulher – a pimentinha! Era a deusa-mor no panteão de todas as minhas deusas. Em 1982 eu ouvia Milton Nascimento quando soube da notícia. Essas vozes ecoaram em mim, essas vozes maravilhosas. Rabisquei no papel uns versos que fizeram parte do meu A Intromissão do Verbo (Pirata, 1983) e depois incluído no Primeira Reunião (Bagaço, 1992). Vingou mais quando a cantora Sônia Mello gravou junto com a minha canção Aurora, recitando: Minha voz é a coragem de amar no ultraje dos desencontros. E eu sou navio com rota esquecida e naufrágios muitos. Quando minha voz é torrente de dor no exagero sombrio de uma canção, não é nada, é tempestade que passou e deixou danos. Quando minha voz é a coragem de amar, não é a sombra de um vendaval, é a sujeição de um eterno pavio que aceso nunca apagará. Veja mais aqui e aqui.

A COELHINHA DA PÁSCOA - Ela é uma dama, uma distinta senhora escorpiana, dona de uma nobreza ímpar e só dela, que a faz simpática e bem-humorada, o tanto de recatada com tudo nos limites do decoro – basta um milímetro de insolência ou qualquer licenciosidade pra que desça das tamancas e, com todos os pingos nos iis, botar tudo no seu devido lugar. Assim é ela, linda e maravilhosa, educada e gentil risonha, com as todas as luas de sua expressão: dias de si, outros de deixa pra lá. Porém, comigo e só comigo, tão mais linda quanto maravilhosamente sempre foi, ela se permitiu, no que é de seu, ser a lambreta dos meus sonhos. Viu-se enredada num sequestro anunciado e topou pagar o resgate, sussurrando ao meu ouvido: - Quero ser a sua coelhinha da páscoa. Imediatamente o meu sexo buliçoso começou a fazer volume dentro da cueca a me denunciar armado para dar o maior bote. Ela percebeu a saliência que de mim se insinuava no seu ventre e mais se encostou com um beijo envolvente que roubou os sentidos, aflorando a mais primitiva das volúpias arrebatadas. Minhas mãos inquietas percorreram a sua assimétrica geografia, conferindo a sua apetitosa e saborosa feitura, até pousá-las firmes nas suas ancas para, livres e desimpedidas, vasculharem sua saborosa intimidade corporal. Ela me beijava e suspirava enquanto eu tomava conta daquela gostosura de mulher. De repente ela virou-se de costas e disse: - Quer ganhar o presente: os ovos de páscoa? Nem respondi, abracei-lhe embalado pelo perfume de seus cabelos, beijei-lhe e lambi a sua nuca e ombros, enquanto ela empinava o glúteo para mais se achegar a minha priápica exploração. Desci lentamente com a ponta do nariz por sua coluna vertebral sob a blusinha de alças, até alcançar toda dimensão de sua bunda tesuda sob a calça jeans que, calma e demoradamente, desabotoei e fui lentamente baixando para ver-lhe a calcinha, por meus dedos puxadas para baixo, até deixá-la nua e eu pudesse ter toda dimensão de sua delícia. Beijei-lhe os pés: - Se um pé de coelho dá sorte, imagine dois de uma coelhinha gostosíssima! -, disse-lhe e ela sorriu timidamente safada, como se estivesse ciente de que seria tomada por minha gula desesperada. E subi beijando e lambendo as pernas e as coxas como quem escala íngreme montanha para chegar ao pico de suas montanhas do Cáucaso e lá hastear minha bandeira para tomar posse do que me era devido por direito e justiça. Beijei-lhe de um lado a outro escorrendo a língua no rego da bunda para ela, jeitosa e deliciosamente, arquear na posição da gata e deixar-me frente a frente com a delícia do seu ânus e vagina, aos quais lambi do cóccix até o pinguelo, para chupá-la vorazmente. Bruscamente ela se levanta se virando e com o sexo em minha boca exige: - Encontre o seu presente! E mais lambi a vulva, enfiando a língua traquina na sua gruta para descobrir o recôndito de seus desejos. Quanto mais ela se contorcia, mais eu chupava e ela escorria louca pra me dar o manjar mais predileto. Lentamente ela foi puxando minha cabeça pra cima e a minha língua subiu saboreando sua púbis, seu umbigo, sua pele macia, até encontrar seus seios duros prontos para serem abocanhados por minha fome e sede, enquanto a glande do meu sexo pincelava sua vagina para mais incendiá-la. Então ela levou a minha boca à sua boca e me beijou ardente e sofregamente, para que eu me apoderasse de vez daquela beldade exuberante e a fizesse a lambreta dos meus sonhos e começasse a pagar o seu resgate, loucamente gostosa, exageradamente puta delirante pro seu prazer, ao passo que eu mais guerreiro com as armas da guerra do prazer, deliberadamente, enfiasse meu pênis duríssimo pau mandado inteiro nela pro prazer dos seus múltiplos e intensos orgasmos. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui e aqui.


PROGRAMA TATARITARITATÁ – O programa Tataritaritatá que vai ao ar todas terças, a partir das 21 (horário de Brasilia), é comandado pela poeta e radialista Meimei Corrêa na Rádio Cidade, em Minas Gerais. Confira a programação desta terça aquiLogo mais, a partir das 21hs, acontecerá mais uma edição do programa Tataritaritatá, com muita festa e a apresentação da querida Meimei Corrêa. E com as seguintes atrações na programação: Pablo Neruda, Egberto Gismonti, Joyce & Monica Salmaso, Geraldo Azevedo, Djavan, Chico Buarque, Verônica Sabino, Milton Nascimento, Hidden Treasures, Fanny Crosby, Franz Scchreker, Sonia Mello, Mazinho,  Rosana Simpson, Dery Nascimento, Ricardo Machado, Franco do Valle, Nino Antunes & Ana Fulmian, Katya Chamma, Carlinho Motta, Maria Dapaz, Teco Seade & Washignton Maguetas, Frederico Amitrano, Auri Viola, Mu Chebabi, Elisete Retter, Julia Crystal, Nick Lowe, Park Bom & muito mais! Veja mais aqui.

SERVIÇO:
O que? Programa Tataritaritatá
Quando? Hoje, terça, 24 de março, a partir das 21hs
Onde? No MCLAM - blog do Programa Domingo Romântico
Apresentação: Meimei Corrêa

Imagem Margrethe (nude woman-body) do fotógrafo estadunidense Edward Weston (1886-1958)

Ouvindo o álbum Milagre dos Peixes, ao vivo (EMI, 1973) de Milton Nascimento.

O OLHO DO POETA OBSCENO – No livro A Coney Island of the Mind (1958), do poeta, pintor e editor estadunidense da Geração Beat, Lawrence Ferlinghetti, destaco dois dos seus poemas: o primeiro, O olho do poeta obsceno vendo, na tradução de Paulo Leminski: O olho do poeta obsceno vendo / vê a superfície do mundo redondo / com seus telhados bêbados / e pássaros de pau nos varais / e suas fêmeas e machos feitos de barro / com pernas em fogo e peitos em botão / em camas rolantes / e suas árvores de mistérios / e seus parques de domingos no parque e estátuas sem fala / e seus Estados Unidos / com suas cidades fantasmas e Ilhas Ellis vazias / e sua paisagem surrealista de / pradarias estúpidas / supermercados subúrbios / cemitérios com calefação / e catedrais que protestam / um mundo à prova de beijo um mundo de / tampas de privada e táxis / caubóis de butique e virgens de Las Vegas / índios sem terra e madames loucas por cinema / senadores anti-romanos e conformistas / conformados / e todos os outros fragmentos desbotados / do sonho imigrante real demais / e disperso / entre esse pessoal que toma banho de sol. O segundo Tudo muda e nada muda, na tradução de Ronaldo Werneck: Tudo muda e nada muda. / Séculos findam / e tudo continua / como se nada findasse. / Como nuvens estáticas a meio-voo / Como dirigíveis presos contra o vento. / E a urbana febre das feras do cotidiano / ainda domina as ruas. Mas ouço cantarem / ainda agora as vozes dos poetas / mescladas ao grito das prostitutas / na velha Mannahatta / ou na Paris de Baudelaire, / chamados de pássaros ecoam / nas ruelas da história / renomeados. / E agora são os Novecentos / e a Bolsa quebrou de novo. / E meu pai vagabundeia aqui perto com toda a sua coragem / os olhos na calçada / uma única lira italiana / e um penny com a figura da cabeça de / um indiano / no bolso / Traficantes de bebidas e carros fúnebres passam / em câmera lenta. / Enquanto ternos novos correm para o trabalho / em arranha-céus que oscilam. / Veja mais aqui.

MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA – A peça teatral Morte acidental de um anarquista (Brasiliense, 1986), do escritor, dramaturgo e comediante italiano Dario Fo, Premio Nobel de Literatura de 1997 e um dos dramaturgos mais importantes da atualidade, lançada em 1970, relata um fato real ocorrido na cidade Milão, no ano de 1969, relativo ao suicídio de um agitador anarquista que pulou da janela do prédio da polícia. Da obra destaco esse trecho: [...] LOUCO: Mas eu estou falando de "liberdade de arrotinhos", não de "liberdade de expressão"! Há uma boa diferença, sabia? Os líderes do movimento negro estavam fora do jogo! Saíam por aí, dizendo: "Irmãos, companheiros, se quisermos realmente ver o homem novo, se quisermos realmente ter alguma esperança em uma sociedade melhor, devemos destruir este sistema pela raiz! Devemos derrubar o Estado capitalista!". Mas o que é isso? Ficou todo mundo louco? Nesses casos, é óbvio, saem dois policiais uniformizados, com os botões bem-lustrados, revólver à mostra, chegam à casa do propagandista acima citado. "Tóc, tóc." "Quem é?" "Bom-dia, me desculpe, é o senhor que anda por aí com cartazes 'ABAIXO A GUERRA', 'A EXPLORAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM'?" "Sim, sou eu." "Muito prazer, pum, pum." E o que está feito, está feito. E olhe que o chefe da polícia não se esconde, não fica dizendo, como alguns amigos meus, "mas eu não estava presente, foi o meu colaborador". Nada disso! Assume toda a responsabilidade! "Sim, fui eu que dei a ordem. Eles são inimigos da pátria, da nossa gente, gloriosa nação!" BERTOZZO: Mãos pra cima... com as costas pra parede senão eu atiro! COMISSÁRIO: O que é isso, Bertozzo? Ficou louco?! BERTOZZO: Eu disse mãos pra cima... O senhor também, delegado... Advirto-os que não respondo mais por mim! JORNALISTA: Oh, meu Deus! DELEGADO: Se acalme, Bertozzo! BERTOZZO: Fique calmo o senhor e não se preocupe. .. (Tira da escrivaninha um molho de algemas, entrega ao agente e obriga-o a algemar todo mundo.) Vamos, prenda um por um no cabide. (Ao fundo se vê uma haste horizontal na parede à qual todos são presos, um por um, algema em um pulso, o outro preso à haste) E não me olhem com essas caras. Daqui a pouco vocês vão entender que este é o único modo que me sobrou para que me escutem. (Ao agente que está em dúvida se algema a jornalista também) É, a senhorita também... e você também. (E aí se dirigindo ao louco) Agora você, meu caro Fregoli da puta que o pariu — me faça o favor de contar aos senhores quem realmente é... ou, como me esgotou a paciência, arrebento as suas gengivas com um tiro... tá claro? (Os policiais e a jornalista ameaçam um protesto contra tanta irreverência) Boca calada... vocês! LOUCO: Com o maior prazer, mas temo que se conto assim, na lata, não vão acreditar. BERTOZZO: O que, talvez prefira cantar? LOUCO: Não, bastaria mostrar os documentos... a ficha clínico-psiquiátrica... etc. BERTOZZO: Muito bem... e onde estão? LOUCO: Ali, naquela bolsa. BERTOZZO: Mexa-se, vai buscar e não faça piada que eu acabo com você. O louco retira meia dúzia de fichas e cartões. LOUCO: Tá tudo aqui. (Estende os documentos ao Bertozzo.) BERTOZZO:(Apanha-os e distribui aos algemados. Cada um deles está com a mão esquerda livre) A vocês, senhores... E ver para crer! DELEGADO: Nããão! Ex-professor de desenho!? Aposentado! Com inclinação para exaltação paranóica? ! Mas é um louco! BERTOZZO: (Suspirando) Há uma hora que estou lhes dizendo! COMISSÁRIO: (Lendo em uma outra ficha) Hospital psiquiátrico de Imola, Voghera, Varese, Gorizia, Parma... rodou todos! LOUCO: Certo, o giro da Itália dos loucos. JORNALISTA: Quinze eletrochoques... isolamento por vinte dias... três crises de vandalismo... AGENTE: (Lendo em uma folha) Piromaníaco! Dez incêndios dolosos! JORNALISTA: Deixa eu ver? Incendiou a biblioteca de Alexandria! Alexandria do Egito? No século II antes de Cristo! BERTOZZO: Impossível. Passa pra cá! (Observa) Mas foi ele que acrescentou à mão... não está vendo? Do Egito pra frente...! DELEGADO: Falsificador também... além de mistificador, simulador... camuflador... (Ao louco que está sentado com a grande bolsa sobre os joelhos, ar ausente) Mas eu te meto dentro por abuso e apropriação de cargos religiosos e civis! LOUCO: (Desligado) Tsc, tsc... (E dá sinais de reprovação. ) BERTOZZO: Nada feito, tem carteirinha... Já sei de tudo! JORNALISTA: Que pena, eu já estava com um artigo tão bom na cabeça! Acabou-se! COMISSÁRIO: E eu acabo com ele... Por favor, Bertozzo, me tira a algema... BERTOZZO: Genial! Assim se arruina de vez... Na Itália — vocês deveriam saber — os loucos são como as vacas sagradas na Índia... Se puser as mãos neles, te lincham! DELEGADO: Esse delinquente, louco criminoso... se fez passar por juiz... a contra-investigação... Se penso no susto que me deu! LOUCO: Não, não foi um grande susto se comparado ao que vem agora! Olhem para isso aqui. (Retira da bolsa a caixa que Bertozzo tinha esquecido sobre a mesa) Contem até dez e vamos todos pro ar! BERTOZZO: O que você está aprontando... Não se faça de tonto! LOUCO: Eu sou louco, tonto não! Meça as palavras, Bertozzo... e joga a pistola... ou eu enfio o dedo no "Tramptur" e acabamos logo com isso! JORNALISTA: Meu Deus! Por favor, senhor louco...! DELEGADO: Não cai nessa, Bertozzo... a bomba está desativada... Como é que pode explodir? COMISSÁRIO: Justamente... não cai nessa! LOUCO: E agora, Bertozzo, você que entende disso... mesmo sendo fraco de gramática... Olha só, tem ou não tem... um detonador... olha aqui... não está vendo? E um longber acústico. BERTOZZO: (Se sente mal, deixa a pistola e as chaves das algemas caírem) Um longber acústico? Mas como foi que você encontrou? O louco recolhe as chaves e a pistola. LOUCO: Trouxe comigo (Indica a bolsa) Aqui dentro tem tudo! Tenho até um gravador onde está gravada toda a nossa conversa, desde que eu entrei. (Retira o gravador e mostra) Olhem aqui! DELEGADO: E o que é que pretende fazer? LOUCO: Transcrevo a fita umas cem vezes e mando pra todo mundo: partidos, jornais, ministérios, rá, rá... essa sim que vai ser uma bomba! DELEGADO: Não, o senhor não pode fazer uma coisa dessas... Sabe muito bem que as nossas declarações foram falseadas, distorcidas pelas suas provocações de falso juiz! LOUCO: E o que é que eu tenho com isso?! ... O importante é que estoure o escândalo... Nolimus aut velimus! E que também o povo italiano — como o povo americano e o inglês — se torne social-democrata, moderno, e possa finalmente exclamar "estamos na merda até o pescoço, é verdade, mas é justamente por isso que caminhamos com a cabeça erguida!". Veja mais aqui.


UNA SECRETA FORMA – O poeta, ensaísta, tradutor e artista visual chileno Leo Lobos, tem se destaco por seu talento multiartístico. Dele recebi esse poema Una secreta forma: El automóvil esta poseído por la fuerza / de los animales que le habitan / como un carruaje tirado por caballos / sobre piedras húmedas de un pasado verano / Río de Janeiro aparece de repente como / la secreta forma que el Atlántico / deja entrever desde sus colinas de azúcar: / ballenas a la distancia algo / comunican a nuestra humanidad sorda / y cegadas por el sol preparan su próximo vuelo / caen ellas entonces una vez más como /lo han hecho desde hace siglos / caen ellas en las profundidades entonces / caen ellas y crecen en su liquido amniótico. Veja mais aqui.


PORTAL DO POETA BRASILEIRO – O Portal do Poeta Brasileiro é uma iniciativa da Editora Iluminatta, de Campinas (SP), comandada pela poeta Aline Romariz que realiza um trabalho cúmplice e de realização da melhor sintonia entre o autor e a edição. O projeto realiza uma série de atividades voltadas para o poeta brasileiro. Veja mais aqui.


THE PILOW BOOK – O filme franco-britânico The Pilow Book (Livro de Cabeceira, 1996), do cineasta Peter Greenaway, com música de Brian Eno, é baseado nas Notas de Cabeceira da escritora medieval japonesa Sei Shōnagon, com transposição para a atualidade, utilizando-se de temáticas plásticas e estéticas voltadas para a metáfora do poder sensual da literatura e da escrita para o êxtase físico. Veja mais aqui.



Veja mais sobre:
O beijo que se faz poema aqui.

E mais:
O beijo dela de sol na minha vida de lua aqui.
Itinerário do final de semana num lugar que não existe, O beijo de Théodore Géricault & Carla Carson, Cartografia Rumos, a pintura de Luis Rodolfo & James Ensor aqui.
O pensamento de György Lukács aqui e aqui.
O pensamento de Jacques Lacan aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
A arte de Samuel Beckett aqui e aqui.
Georg Lukács, Jacques Lacan, Samuel Beckett, a literatura de Henry James, a música Morton Subotnick, o cinema de Jane Campion & Nicole Kidman, a pintura de Aurélio D'Alincourt, o desenho Fady Morris & a poesia de Dorothy Castro aqui.
O Cravo & a Rosa, a literatura de Antônio Torres, Clitemnestra & Oréstia, A música de Elis Regina, Antônio Maria & Clara Redig, o cinema de Bernardo Bertolucci & Maria Schneider, a pintura de Antoine-Jean Gros & Pierre-Narcisse Guérin & Programa Tataritaritatá aqui.
Brincarte do Nitolino, a poesia de Stéphane Mallarmé, a literatura de John Updike, a música de Guerra-Peixe, o teatro de Ingrid Koudela, a pintura de Frank Frazetta, o cinema de Luc Besson & Scarlett Johansson aqui.
Pesquisa & Cia., O Big Bang de Marcelo Gleiser, a literatura de Fernando Sabino & Minna Canth, Juno/Hera, a música de Eliane Elias, a pintura de Alonso Cano, o cinema de Bigas Luna & Francesca Neri aqui.
A vida por uma peínha de nada, As mil e uma noites, A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, a crise da atualidade de Ivo Tonet, a violência de Necilda de Moura Santana, a pintura de Vincent van Gogh & Umberto Boccioni, o teatro de Caryl Churchill, a música de Eveline Hecker, a coreografia de Angelin Preljocaj, a escultura de Kaleb Martyn, o cinema de Christine Jeffs, Luciah Lopez & Sonho real amanhecido aqui.
Dia de São Nunca: tem dia pra tudo, até pro que eu não sei, A mulher fenícia & os fenícios, Uso e abuso histórico de Moses Finley, A era do globalismo de Octavio Ianni, A grande transformação de Karl Polanyi, a literatura de Antonio Tabuchi, o teatro de Sarah Kane, Béjart Ballet Lausanne, o cinema de Eliane Caffé, a música de Clara Sandroni, a entrevista de Mano Melo, A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, a arte de Sueli Finoto, a pintura de Shahla Rosa & Arthur Hunter-Blair aqui.
De perto ninguém é mesmo normal, O coração do homem de Erich Fromm, A civilização asteca de Jean Marcilly, a literatura de Edgar Allan Poe & Euclides da Cunha, a música de Maya Beiser, a escultura de Auguste Clésinger, o teatro de José Celso Martinez Corrêa, o cinema de Peter Greenaway & Federico Fellini, a entrevista de Geraldo Carneiro, A gaia ciência de Friedrich Nietzsche, a pintura de Jean-Paul Riopelle & Beatriz Milhazes, a dança de Martha Graham, a fotografia de Luiz Garrido, a arte de Paul-Albert Besnard & As mil faces do disfarce aqui.
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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
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A VIDA NA JANELA – Imagem: conversando com alunos do Ginásio Municipal dos Palmares - Ainda ontem flores reluziam no jardim ornando muros...