domingo, janeiro 04, 2015

KEITH JARRET, SAURA, NEWTON, CASIMIRO, ÁFRICA & HUBNER.



PENSAMENTO DO DIA – “Estamos numa época de transição para a humanidade. Uma tomada de consciência se opera, certamente bastante incompleta e imperfeita, mas algo de novo se esboça. [...] Não somos joguetes de uma força obscura ou luminosa. Nosso destino está em nossas mãos, tanto no plano individual quanto no coletivo. [...] Cada um é livre para pensar e agir como melhor lhe convier, segundo suas convicções, suas próprias experiências, seu meio, sua profissão, etc. [...]” (Christian Bernard, Tomada de posição). Veja mais aqui

Imagem: Nu, do artista plástico brasileiro Julio Hübner.

Ouvindo: The Köln Concert, álbum musical premiado pelo Grammy Hall of Fame, de 1975 – ECM Records, de Keith Jarrett.


O GÊNESE AFRICANO: LENDA DA CRIAÇÃOQuando as coisas não existiam ainda, Mebere, o Criador, fez o homem de argila. Tomou a argila e modelou um homem. Assim começou este homem e começou-o como lagarto. Mebere pôs o lagarto num charco de água do mar. Cinco dias se passaram: passou cinco dias com ele no charco das águas e manteve-o lá dentro. Sete dias: esteve dentro sete dias. No oitavo dia, Mebere foi olhar e eis que o lagarto salta, e eus que salta para fora. Transforma-se num homem. E dia ao Criador: Obrigado. (Maravilhas do Conto Africano, organizado por Fernando Correia da Silva. São Paulo: Cultrix, 1962). Veja mais aqui


UNS ACHADOS E DITOS DE NEWTON – O cientista, físico, alquimista, astrônomo e matemático inglês Isaac Newton, além de ser o nome da ciência moderna, sempre saía com umas das suas. Uma delas: “Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente”. Apesar de ouvir cobras e lagartos – das doenças, de Liebniz e de outros matemáticos seus contemporâneos - a respeito desse grande cientista, outra dele merece destaque: “Se fiz descobertas valiosas, foi mais por ter paciência do que qualquer outro talento”. Veja mais aqui


UMA DE POETA – O grande poeta Casimiro de Abreu (1837-1860), quando tentou publicar a sua coletânea dos poemas da juventude, As Primaveras, em 1859, teve de, genuflexo, suplicar ao pai que bancasse o livro. O zoadeiro no juízo do impaciente paterno foi tão grande, que o mesmo pensou consigo: “Vou dar logo esse dinheiro para ver se esse menino tira esse negócio de poesia da cabeça”. Ledo engano. Com a empreitada exitosa, o poeta que, então, se assinava apenas Casimiro Abreu, narrou o fato numa carta que seus poemas desse livro são: “[...] flores que o vento esfolhará amanhã e que valem apenas como promessas dos frutos do outro” e arrematou: “Aumentei o meu nome com o “de”; fica mais aristocrático, o que, no entanto, não priva da pessoa ficar plebeia como sempre”. (Ilka Laurito, O destemido caçador de borboletas). Veja mais aqui e aqui.


O TANGO DE SAURA – Entre os tantos filmes do cineasta espanhol Carlos Saura que me extasiaram, um deles quero destacar agora: Tango. Lindíssimo, extraordinário, cheio de muita sensualidade e maravilha. Envolvente, uma dança que invejo e que jamais aprendi, tocante principalmente nas cenas em que eu podia sacar amiudadamente a beleza da Mia Maestro. Veja mais aqui.


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