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segunda-feira, março 16, 2020

SUSAN ANTHONY, SÉRGIO VIEIRA, OCTÁVIO ARAÚJO, BÁRBARA BIANECK & PERNAMBUCO


SEGUNDA FEIRA: ENTRE A VIDA & O COVID-19 - UMA: COMPROMISSO COM A TERRA & COPERNICANISMO AO CONTRÁRIO - A Amigos da Biblioteca realizou duas oficinas nas últimas semanas. A primeira sobre Neuroeducação & Livroterapia, tratou acerca do Sistema Nervoso e sua relação com a aprendizagem, as práticas pedagógicas adequadas e a promoção da leitura como instrumento saudável e terapêutico. A segunda versou sobre Pesquisa & Metodologia Científica, articulando o conhecimento da oficina anterior com os procedimentos metodológicos para realização de pesquisa científica, visando promover o compromisso com a Terra e a Revolução Copernicana ao Contrário, afora outros temas atinentes à Educação. Neste sentido, nada melhor que usar da lição do César Vallejo: O saber nos torna mais livre. DUAS: DIA DA POESIA – Um dia diferente na Biblioteca Fenelon Barreto nas comemorações do Dia da Poesia. Lá estiveram alunos do glorioso Ginásio Municipal para quem pude, ao lado das escritoramigas Eliete Carvalho, Rute Costa & VanessaFerreira, falar de poesia na Terra dos Poetas. Um momento inesquecível. O evento foi comandado pela professora Lisandra Alberto Souza, o que me levou a reafirmar que só a Poesia tornará a vida suportável. Que o diga o poeta António Botto: Já na minha alma se apagam / As alegrias que eu tive; / Só quem ama tem tristezas, / Mas quem não ama não vive. TRÊS: TODO DIA É DIA DA MULHER – Só o amor nos salvará! Mesmo com a certidão de Bauman de que as relações líquidas da contemporaneidade comprovem o fracasso da humanidade, legado deste tempo tão sem poesia. Ah, ainda resta a possível esperança, como o de poder ouvir O Recital de Haydn ou o The Spanish Soul. Melhor dizendo, como expressa acertadamente a sempre linda Teresa Berganza: O amor é o poder inicial da vida, a paixão permite sua permanência. Vamos aprumar a conversa! © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais abaixo e aqui.

DITOS & DESDITOS: Desconfio das pessoas que sabem muito bem o que Deus quer que elas façam, porque percebo que sempre coincide com os próprios desejos. Pensamento da ativista feminista, sufragista & abolicionista estadunidense, Susan Brownell Anthony (1820-1906).

O DIREITO DE VIVERUm ser humano tem o direito de viver com dignidade, igualdade e segurança. Não pode haver segurança sem uma paz verdadeira, e a paz precisa ser construída sobre a base firme dos direitos humanos. A manutenção da paz e da segurança está indissociavelmente ligada à igualdade dos direitos entre homens e mulheres. Estou firmemente convencido de que uma estratégia para a segurança pode e deve ser guiada pela defesa do império da lei e o respeito aos direitos humanos. A globalização e a liberalização comercial trouxeram riquezas para muitos, mas a distância entre ricos e pobres - países ricos e pobres e pessoas ricas e pobres dentro dos países - está aumentando. O direito ao desenvolvimento diz que a ação internacional, inclusive por Estados mais ricos, para remediar as desigualdades é uma obrigação e não uma caridade. A construção de instituições democráticas, o respeito aos direitos humanos, uma mídia livre e democrática, o direito a uma informação objetiva. Isso é importante para criar um clima de debate político que venha substituir a violência física e armada. Desenvolvimento humano é o processo de alargamento das escolhas dos indivíduos proporcionando a cada um, a oportunidade de tirar o melhor partido das suas capacidades: viver uma vida longa e saudável, adquirir conhecimentos e aceder aos recursos necessários para um nível de vida decente. Pensamento do saudoso diplomata e funcionário da Organização das Nações Unidas, Sérgio Vieira de Mello (1948-2003), vítima do atentado a bomba contra a sede da ONU em Bagdá, assumido pela organização extremista Al Qaeda que o tinha como principal alvo do ataque.

COMPOSITORES PERNAMBUCANOS
Você tem / Quase tudo dela / O mesmo perfume, / A mesma cor, / A mesma rosa amarela, / Só não tem o meu amor. / Mas nesses dias de carnaval, / Para mim você vai ser ela, / O mesmo perfume a mesma cor, / A mesma rosa amarela, / Mas não sei o que será, / Quando chegar a lembrança dela, / E de você apenas restar, / A mesma rosa amarela.
(A mesma rosa amarela, música de Capiba & Carlos Pena Filho).
COMPOSITORES PERNAMBUCANOS - A obra Compositores pernambucanos – Coletânea bio-músico-fonográfica 1920-1995 (Massangana, 1997), organizada pelo ator, diretor teatral, radialista, pesquisador, compositor e escritor Renato Phaelante da Câmara, reúne personagens do cenário musical, tais como Luiz Gonzaga, Felinho, Dominguinhos, Antonio Maria, Geraldo Azevedo, Capiba, Nando Cordel, Anastácia, Nelson Ferreira, Guedes Peixoto, Rildo Hora, Alceu Valença, Duda, Heraldo do Monte, J. Michilles, Paulo Diniz, Maciel Melo, entre outros.
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BACABI, PUNKAKE & ROCKIDS
A cantante e saltitante Bárbara Carneiro Bianeck é integrante da banda Punkake e do Rockids. A Punkake é formada por Bacabí, Ingrid Richter, Lívia Calil e Carol Steiner, atua com um repertório inovador de rock & a Rockids com músicas estruturadas e adaptadas para o universo lúdico da criança. Veja mais aqui.

ARTISTAS PERNAMBUCANOS
A obra Artistas de Pernambuco (Recife, 1982), organizada por José Claudio da Silva, reúne artistas como Abelardo da Hora, Guita Sharifker, Samico, Wellington Virgolino, Tereza Costa Rego, Olimpio Bonald, La Greca, João Câmara, Cícero Dias, Bajado, Brennand, Vicente do Rego Monteiro, Silvia Pontual, Paulo Bruscky, Diva Gloria, Corbiniano, Darel Valença Lins, Ezilda Goiana, Maia Tomaselli, Solange Magalhães, entre outros. Veja mais aquiaqui.
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A ARTE DE OCTÁVIO ARAÚJO
A arte do gravador, pintor, desenhista, ilustrador e artista gráfico Octávio Araújo (1926-2015). Veja mais aqui.

PERNAMBUCO ART&CULTURAS
HISTÓRIA DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO
História da Vitória de Santo Antão (Biblioteca Pernambucana de História Municipal, 3 volumes - FIAM,1983), do professor José Aragão Bezerra Cavalcanti, conta a história da cidade de Braga – Diogo Braga, a expansão do povoamento, Guerra dos Mascates, criação da freguesia, os problemas da comunidade, a organização municipal portuguesa, a vila de Santo Antão, o período de agitação da revolução de 1817, o movimento de 1821, a cidade de Vitória de Santo Antão, entre outros assuntos. Veja mais aqui.
Bando de Mônadas de Vital Corrêa de Araújo aqui & aqui.
A música de Antônio Madureira aqui.
O cinema de Carol Correia aqui & aqui.
A cantoria de Nicandro Nunes Costa aqui.
A poes&arte de Cyane Pacheco aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
Alma caeté aqui & aqui
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OFICINAS ABI
Veja detalhes das oficinas da ABI aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Veja mais aqui.


quinta-feira, maio 24, 2012

ARACELI OTAMENDI, ROUGEMONT, OSVALDO JALIL, CLEMENTE PADÍN, PELÓPIDAS SOARES

 

A arte do professor e premiado artista argentino Osvaldo Jalil, autor das litografias de Grabados – Série América (1999), além de participar de inúmeras exposições individuais coletivas pelo mundo afora. Veja mais aqui.

 

PELÓPIDAS SOARES (1922–2007)- Conheci o jornalista e escritor Pelópidas Soares quando ele me prestigiou durante a encenação do meu primeiro texto teatral O prêmio (ou Em busca de um lugar ao sol sob a especulação imobiliária), em 1977, na quadra do Colégio Diocesano dos Palmares. Depois disso, nos encontramos algumas vezes, quando agraciado com a sua gentil citação no Caudal do Una. Depois o convidei para a Quarta Feira de Música, em 1978, em Palmares, na qual ele se fez presente no corpo de jurados, graças a intervenção do meu saudoso parceiramigo, Fernandinho Melo Filho. Depois fui convidado para a cerimônia de sua posse na Academia Pernambucana de Letras, na qual passaria a ocupar a cadeira 27, em 1983. Eu havia sido saudado por ele por ocasião da publicação dos meus dois primeiros livros: Para viver o personagem do homem (Nordestal, 1982) e A intromissão do verbo (Pirata, 1983) e da leitura do meu texto teatral A viagem noturna do sol (1983), pela TTTrês Produções Artísticas, sob a direção de José Manoel Sobrinho. Até então eu sabia que ele começou com a peça teatral O Galo Maluco (1948), que foi dirigida por Hermilo Borba Filho, com participação de Ariano Suassuna e cenário de Aluisio Magalhãoes e os bonecos de Cheiroso, encenada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Depois escreveu os textos teatrais O Boato, O Porre e, também, para encenação do Teatrinho de Bonecos de Catende. E que escrevia no jornal Geração que criou com Mário Souto Maior, em 1938. Depois criou o Correio de Catende, em 1939, e com Wilmar Mayrink o jornal Alvorecer, ambos em Catende. Fundou a revista Canaviais, em 1951, com Durval Lins e tornou-se correspondente do jornal A noite (RJ), entre os anos de 1951/63. Foi membro da Associação de Imprensa de Pernambuco, correspondente do Diário de Pernambuco, dirigiu o Sesi e o Senac por diversas vezes, foi fundador do Centro Operário de Cultura Leão XIII e do Catende Clube, e da Biblioteca Pública Municipal Manoel Martins Júnior. O seu primeiro livro publicado foi A outra e outros (EdUFPE, 1971). Depois Cordão dos Bichos (Pirata, 1980), Alaursa (Fundarpe (1990), A nau do cata-vento (Baraúna, 2004) e, por fim, Outrosol se levanta (Autor, 2007). De suas mãos recebi os poemas Pirangi e Xote das Máquinas, e os publiquei nas edições do encarte Vozes do Una, da Revista A Região, bem como em várias edições do tabloide Nascente – Publicação Lítero-Cultural. Veja mais aqui e aqui.

 


DITOS & DESDITOSHá quatro coisas no mundo / que alegra um cabra macho: / Dinheiro e moça bonita, / cavalo estradeiro-baixo, / clavinote e cartucheira / pra quem anda no cangaço. Recolhido pelo sociólogo Renato Carneiro Campos, e registrada no livro Cangaço: um tema na discografia da MPB (Bagaço, 2008), de Renato Phaelante.

 

ALGUÉM FALOU: Machado que corta lenha / também corta mulungu. / Praieiro que tem vergonha / não fala com guabiru. Folclore pernambucano extraído do livro O sentido social da Revolução Praieira (EdUFPE, 1977), de Amaro Quintas.

 

AS FACES DO AMOR – [...] O amor feliz não tem história. Só existem romance do amor mortal, ou seja, do amor ameaçado e condenado pela própria vida. O que o lirismo ocidental exalta não é o prazer dos sentidos nem a paz fecunda do par amoroso. É menos o amor realizado do que a paixão de amor. E paixão significa sofrimento. [...]. Trecho extraído da obra O amor e o Ocidente (Guanabara, 1988), do escritor e ambientalista suíço Denis de Rougemont (1906-1985). Veja mais aqui e aqui.

 

CAVALO DOS SONHOS - Ele andou como um cavalo alado / (também sem asas) / eu estava caindo / realizada em mil sonhos. / Agosto na minha alma. / Não tenho mais frutas. / Apenas galhos gelados. / A barriga é um tecido multicolorido fechado / onde nada se aninha. / Há dor em meu coração partido / como asas de borboleta quebradas. / Meus olhos choram o presente. / Estou sozinha. / Ele sonha com uma nuvem que ele pode subir e ver o sol. / Iluminou minha vida. / Cavaleiro dos sonhos / subiu muito alto. / Ele galopa noite e dia com sua alma. / Tem uma alma. / O meu não existe mais. Poema da premiada escritora e jornalista argentina Araceli Otamendi.

 

A poesia visual do artista gráfico, poeta e performer uruguaio Clemente Padín. Veja mais aqui e aqui.

 

BREBOTES & OUTROS CLECKS ARRUELADOS

 

A FESTA DA COBRA – A turma do Big Shit Bôbras revoltada com as péssimas condições do ambiente que estava hospedada, soube duma festa no Instituto Vital Brasil e arribou! Feijoada, touro mecânico e o escambau rolou em comemoração do aniversário duma cobra! Até o Mamão cuspiu fora: – Oxe, aqui qué bão! Até cobra faz festa de aniversáro.


APOTEGMAS DO DR. ZÉ GULU – Jamais será feliz quem não consegue se libertar do seu passado! Tenho dito.


OS INTOCÁVEIS DA REPÚBLICA: E HAJA CAGADA! – A Trupe do Fecamepa manda ver na patriamada com seus proeminentes tolotes e bota suas manguinhas de fora porque, afinal de contas, a bosta é problema do povo! Agora surgiu uma das entranhas mais fedorentas: a Ala dos Intocáveis da República. Trata-se de um comboio de fi-da-peste cara-de-pau, liderado pelo Vacarezza sambando na roda do compadrio e da impunidade. O lema deles é: - A gente é o dono do pedaço e vamos se arrumar! E viva o Fecamepa!


ABUSÃO – Êta! Mundo véio, arrevirado e de porteira escancarada. O povo tá gemendo no curral!!!!


CÓDIGO FLORESTAL – É preciso respeitar melhor a vida. Façamos coro: Veta, Dilma.


CHISTE DA VERA INDIGNADA – Ao ver a foto da Andressa Mendonça - sexy simbol do momento - , a Vera sapecou: - Até eu se fosse mulher dele diria que o cara é um santo! E pelas filantropias praticadas, soube que a Igreja já providenciou uma indulgência acordada com o Todo-Poderoso prele brincar de latifundiário nas cachoeiras do céu. E viva o Big ShitBôbras!!!




Veja mais sobre:
Fonte – a história da canção, Alcântara Machado, John Milton, Artur Azevedo, Lucrecia Martel, Ná Ozzetti, Leonardo Boff, Adriana Alves, ,Jane Birkin, Mary Minifie & Luciah Lopez aqui.

E mais:
A composição & classificação dos alimentos aqui.
Big Shit Bôbras & num é que o Padre Cícero matou duas aqui.
A pirâmide alimentar aqui.
A educação superior aqui.
Educação profissional aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Leitoras comemorando a festa Tataritaritatá!
Art by Ísis Nefelibata.
Veja aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
 Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja  aqui e aqui.



DIDI-HUBERMAN, LINDA DEANE, ADALYN GRACE & MARINÊS

    Imagem: Acervo ArtLAM .   Das loas & toadas no cavalo-marinho... - O afamado artesão Tirésia já nasceu assim: cego e vaticinado...