Mostrando postagens com marcador Murillo La Greca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Murillo La Greca. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, agosto 16, 2021

ELENA PONIATOWSKA, MARIO ARREGUI, LOUISE FARRENC & HELENA LOPES

 

 

TRÍPTICO DQP – UM SÁBADO & OUTRO... Imagem: Artes de Priscila Artes – Priscila Silva, ao som das Symphonies 1 & 3, da compositora francesa Louise Farrenc, na interpretação da Insula Orchesta & Laurence Equilbey. – O primeiro, um sábado ensolarado. A praça estava invadida pela barulhada de um dia de feira. No centro, gente; na verdade, artistas ou quase, ao menos. Um grupo oriundo do Recife dava o tom do evento: eram os renomados. Da terra, outros tantos, cada qual, seus apetrechos e expressões. Estava bonito, como sempre: era dia de homenagear Murillo La Greca! Tudo muito bom. No segundo, outro dia azulado na Biblioteca de Fenelon, a gente conversava sobre Planejamento e elaboração de projetos. Era uma promoção da ABI e as ideias rolando sobre o que fazer desta uma outra cidade mais humana, mais artística, mais Palmares. Assim foram estes e que outros destes sábados possam acontecer.

 


DOIS OLHOS NOS MEUS - Imagem da pintora, gravadora e professora Helena Lopes, ao som da canção Seu olhar do álbum Dia Dorim Noite Neon (WEA, 1985), de Gilberto Gil: - A magia do olhar de quem chega... – Entre a praça e a biblioteca, o olhar dela pousou no meu: faíscas, relâmpagos, o coração era a Terra convulsa. Aproximou-se e o espanto como um raio de Sol, era a premiada escritora, ativista e jornalista mexicana Elena Poniatowska Amor: Hoje não quero ser meiga, calma, decente, submissa, compreensiva, resignada, qualidades que os amigos sempre valorizam. Nem quero ser maternal... As mulheres são desprezadas, consumidas, descartadas, estigmatizadas, enforcadas para sempre na árvore patriarcal e enforcadas lá... Sim, eu sei. Olhou pros lados e, de repente, um sorriso só dela, seus olhos de novo nos meus e...: Pela primeira vez em quatro longos anos, sinto que você não está longe, estou cheio de você, isto é, de tinta... Para esquecer, você deve primeiro lembrar... Você começa a saber o que é um governo, você percebe o que é, quando este governo joga os tanques na rua. Sim, sei, mesmo que seja só escárnio ou impotência, tudo está muito difícil. Deveras, tudo me parece um filme horroroso que na verdade vivi na infância, por toda minha adolescência e quase nem adulteci direito por isso: a revolta no peito pela injustiça de todos os mandos. Por um instante senti um gosto de sangue na boca, como se ouvisse Isaac Asimov: Examinem fragmentos de pseudociência e encontrarão um manto de proteção, um polegar para chupar, umas barras de saia para se agarrar. E o que oferecemos nós em troca? Incerteza! Insegurança! Ela percebeu o tanto de injuriado fiquei naquele momento e voltou a sorrir com um olhar meigo e parecia me dizer aquela frase extraída d’A vassoura da bruxa nos Cavalos do Amanhecer (L&PM, 2003), do escritor uruguaio Mario Arregui (1915-1985): Muitas coisas foram ditas, repito, mas não houve quem fosse capaz sequer uma aproximação daquela frase antiquíssima (nascida na costa oriental do Mar Egeu há quase vinte e cinco séculos) que asseverava que ninguém fica tão unido a ninguém como o homicida a sua vítima. Sim. E é como se o mato queimasse dentro mim, labaredas amazônicas e pantaneiras, e eu tostasse atávica herança como espólio de cinzas.

 


TRÊS VEZES ME FALOU ELA... - E era ela na tarde renascida da manhã sonhada na noite anterior, e eu pudesse vê-la sorrir desnudada entre meus braços e suas outras almas, a me dizer do que lera outro dia e que estava escrito Nas suas veias corria tinta de jornal (AIP, 1980), de Múcio Borges da Fonseca, sobre a trajetória do jornalista Josimar Moreira de Melo (1927-1865), ecoando como se lesse no meu íntimo: Nunca me senti tão cansado em minha vida... Há os que esperam o meu fracasso – um esforço de quatro anos, no decorrer dos quais quase fui largado no meio do caminho e pude contar com a ajuda, a amizade e o apoio de um amigo que agora espera de mim esse esforço... E me sorria como se soubesse o que eu pensava, a me dizer Millôr: Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem. Não devemos resistir às tentações: elas podem não voltar. E gargalhou no meio do tempo com meu tronco entre seu sexo, coxas e pernas. E me fitou enviesada como se quisesse dizer exatamente o que dissera outras vezes Bukowski, e me fazendo de gangorra rodopiante: Não, eu não odeio as pessoas. Só prefiro quando elas não estão por perto. Se você vai tentar, vá até o fim, caso contrário, nem comece. Cheguei numa fase da minha vida que vejo que a única coisa que fiz até agora foi fugir, fugir de mim mesmo, do meu nada, e agora não tenho mais para onde ir, nem sei o que vou fazer, fui péssimo em tudo. Adivinhei? E perguntou outras vezes e tantas como se quisesse saber para onde vou, e refaz a indagação com ar de enigmática, como se eu soubesse de algo além daquele momento que ela me premiava e eu só tinha a minha vida e ela para me amparar ali no seu abraço e corpo, nada mais. Até mais ver.

 

Veja mais aqui, aqui e aqui.

 

E mais:

CANTARAU & OUTRAS POETADAS

POEMAGENS & OUTRAS VERSAGENS

FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS – CURSO & CONTULTAS

 


segunda-feira, agosto 05, 2019

SOLJENÍTSIN, EUNICE KATUNDA, MURILLO LA GRECA, MARÍA BLANCHARD, & LUCIAH LOPEZ

Arte & foto da poeta, artista visual & blogueira Luciah Lopes. Veja mais abaixo.

120 ANOS DE MURILLO LA GRECA – Uma maravilhosa homenagem foi realizada no último sábado, na praça central da cidade palmarense, ao seu ilustre filho e saudoso pintor e professor Murillo La Greca. Falar deste que é, entre os grandes artistas palmarenses, uma figura icônica das artes figurante nos padrões internacionais, é trazer a constatação da luta resistente para se instaurar um histórico cenário que ficou no passado e que teima, apesar de todos os óbices e descasos, em se mostrar no presente. Por isso mesmo, valeu a pena. A importância de Murillo La Greca está nos afrescos da Basílica da Penha, no Recife; por ter sido ele professor da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro; ter sido um dos fundadores da Escola de Belas Artes de Pernambuco que originou o atual Centro de Artes e Comunicação (CAC), da Universidade Federal de Pernambuco; pelo Museu que leva o seu nome e criado em 1985, no bairro recifense de Parnamirim; nas suas premiações nacionais e internacionais, na sua amizade com Cândido Portinari e na sua expressão artística. Entre as suas obras estão as premiadas obras Os últimos fanáticos de Canudos (1927), O fuzilamento de Frei Caneca, a Primeira aula de Medicina, entre outras. O evento palmarense promovido pelo Instituto de Belas Artes Vale do Una (IbaValeUna), presidido pelo poeta e artista visual Paulo Profeta, contou com a participação do multiartista imaginauta Ghugha Távora, do professor Clóvis Parízio, da apresentação teatral capitaneada por Atonmirio Barros e Juarez Carlos, da exposição da Associação dos Artesãos Palmarenses e de diversos artistas locais e da região, e de atividades desenvolvidas por artistas visuais oriundos da capital pernambucana e da localidade, afora uma considerável participação da comunidade palmarense prestigiando o evento. Aplausos para Palmares, nada mais meritório para registro que um evento desta envergadura nos anais da cultura e das artes palmarenses. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais abaixo e aqui.

DITOS & DESDITOS:
[...] o grande compositor é possuído também da vontade de interpretar – essa perseverança obstinada, instintiva e sublime em doar os seus sonhos, a despeito de todas as dificuldades, a um mundo mal-agradecido, desdenhoso e, muitas vezes, antagônico. Observamos outro dia uma formiga com um pedaço de folha na boca – carga tremenda para uma força – trabalhando por subir o plano inclinado de um tabuleiro de relva. Um professor, amigo nosso, colocou uma pedra no caminho da formiga. Esta. Conquanto ficasse confusa por alguns instantes, pôs-se depois a seguir o seu caminho, contornando a pedra. O professor continuou a colocar obstáculos no caminho do inseto, mas a cada passo persistia a formiga em contornar ou transpor o obstáculo e prosseguir em direção à sua meta. “Estou procurando fazer experiências com a formiga”, disse o professor. “Quero ver com quanta persistência pode ela lutar contra as dificuldades”. “E para que deseja o senhor ver uma coisa dessas?”, perguntamos. “Para que a humanidade possa aprender, com essa formiga, a ser sábia e forte”, replicou o professor. Reza a lenda oriental que Deus coloca obstáculos no caminho do gênio para que os anjos possam aprender com os homens a serem sábios e fortes. Essa sabedoria e essa força – que se chama beleza na linguagem da arte – é o estofo de que são feitos os grandes compositores. E é essa qualidade que transforma um sofredor humano num professor divino.
Trechos da introdução do livro Vida de grandes compositores (Globo, 1986), dos biógrafos Henry Thomas e Dana Lee Thomas, com a história de vida de Bach, Handel, Haydn, Beethoven, Schubert, Mendelsshon, Chopin, Schumann, Liszt, Wagner, Verdi, Gounod, Brahms, Tchaikovsky, Rimsky-Korsakov, Debussy. Puccini, Sibelius, Stravinsky e Villa-Lobos. Veja mais aqui e aqui.

A MÚSICA DE EUNICE KATUNDA
A vida e obra da compositora, regente, pianista e professora Eunice Katunda (1915-1990), é objeto do livro Eunice Katunda, musicista brasileira (Annablume, 2001), de Carlos Kater, contando a sua história e baseado em longa pesquisa, que inclui um levantamento do acervo de documentos da própria artista, além de ser um esboço biográfico da autora, torna-se com isso o único catálogo de suas obras e inclui a publicação de sua criação mais premiada e conhecida, Negrinho do Pastoreio. A sua obra encontra-se em CDs reunidos de Compositores Latino-Americanos (Sonopress, 1994), no livro Mulheres compositoras: elenco e repertório (Roswitha Kempf, 1987) de Nilcéia C. Baroncelli, na tese de doutoramento Louvação a Eunice: um estudo de análise da obra para piano de Eunice Katunda (Unicamp, 2009). Iracele Lívero, do artigo Katunda, Barbosa e Resesnde: compositoras brasileiras acima de qualquer suspeita (Musicologia Criativa - Actas do I Encontro Ibero-americano de Jovens Musicólogos: por uma musicologia criativa.: Tagus Atlanticus Associação Cultural, 2012, ). Eliana Monteiro da Silva e Amilcar Zani, e na dissertação de mestrado A obra para canto e piano de Eunice Katunda:três momentos (UFMG, 2009), de Melina de Lima Peixoto, trabalhando três canções Prenúncio do Sol(1961), Moda da Solidão-Solitude(1967) e Incelença das Ave-Marias(1972). Veja mais aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Eu mudaria todo o meu trabalho por um pouco de beleza.
A arte da pintora espanhola María Blanchard (María Gutiérrez Cueto – 1881- 1932). Veja mais aqui & aqui.
&
IBAVALEUNA: 120 ANOS DE MURILLO LA GRECA
Evento realizado no último sábado, em Palmares-PE, em homenagem ao pintor e professor Murillo La Greca, promovido pelo Instituto de Belas Artes Vale do Una (IbaValeUna). Veja mais aqui e aqui.

A OBRA DE ALEXANDER SOLJENÍTSIN
Apenas aqueles que se recusam a subir na carreira são interessantes como seres humanos. Nada é mais chato do que um homem com uma carreira.
A obra o escritor, dramaturgo e historiador russo Alexander Soljenítsin (1918-2008) aqui e aqui.
&
OS POEMAQUARELAS DE LUCIAH LOPEZ
Lá fora ____________o frio
e eu me faço poema no mistério de todas as coisas.
Na pele o grito das letras e o reflexo da paixão que não morre
nunca________acorda o dia na resenha dessa espera de tantas horas.
Uma voz
Uma canção
E o Tempo Rei...
Os Poemaquarelas & outras artes da poeta, artista visual e blogueira Luciah Lopez aqui e aqui.
 


quarta-feira, janeiro 11, 2012

STRINDBERG, MARINA TZVIETÁIEVA, MURILLO LA GRECA, CYRO DOS ANJOS, FERNANDO TUDE, HISTÓRIAS ZEN & GALDINO VIVE

GALDINO VIVE



Há muitos anos, o menino não era um homem só.

No horizonte do sol, era Galdino, pataxó solidário.

Na madrugada meeira, sem relicário, a brincadeira era um susto ufano, extraordinário, dava sem beiras pra cinco fulanos dali, salafrários pro suplício daqui, sem dó, a besteira de pró no ofício de reduzir nossa vida a pó.

Hoje, o meu diário triste, ainda resiste no quinhão fundiário.

Meu coração é vário, e eu vou como um beija-flor que trissa, insubmisso e real, que alça bem alto, alheio à justiça na Praça do Compromisso, Planalto Central.

 
DITOS & DESDITOS - Tudo é possível e provável. Tempo e espaço não existem. Sobre a frágil base da realidade, a imaginação tece novas formas. Pensamento do dramaturgo, escritor e ensaísta sueco August Strindberg (1849-1912). Veja mais aqui.

A LIBERDADE: [...] A liberdade era alguma coisa que devia nascer como as coisas naturais. Naturalmente. Mas as ambições, os interesses individuais, as vaidades, a atração do poder, tudo perturba o crescimento da liberdade como se fossem pedras no seu caminho. [...]. Pensamento extraído do livro Jornalismo e educação (MEC, 1955), do médico, jornalista e educador Fernando Tude de Souza (1910-1949).

CRIAÇÃO LITERÁRIA - [...] Toda invenção nasceu de uma necessidade particular da natureza humana, que atuou em sua esfera, para seu próprio fim. [...]. Trecho extraído de Criação literária (MEC, 1956), do escritor, jornalista, professor e advogado Cyro dos Anjos (1906-1994). Veja mais aqui.

NAS MÃOS DO DESTINO – Um grande guerreiro japonês chamado Nobunaga decidiu atacar o inimigo, embora tivesse apenas um décimo do número de homens que seu opositor comandava. Ele sabia que venceria, mas seus soldados estavam em dúvida. No caminho, ele parou num santuário Shinto e disse aos seus homens: “Depois de visitar o santuário, vou jogar uma moeda. Se der cara, nós ganharemos; se der coroa, nós perderemos. O destino nos tem nas suas mãos”. Nobunaga entrou no santuário e ofereceu uma oração silenciosa. Saiu e jogou uma moeda. Deu cara. Seus soldados estavam tão ávidos para lutar que venceram a batalha facilmente. “Ninguém pode mudar a mão do destino”, disse-lhe um de seus assistentes após a batalha. “Não mesmo”, disse Nobunaga, mostrando uma moeda que havia sido duplicada, mostrando cara em ambos os lados. Extraído da obra Histórias Zen (Teosófica, 1999), organizada por Paul Reps. Veja mais aqui e aqui.

MADRUGADA SOBRE OS TRILHOS - Antes que o dia adentre / com mil paixões convulsas, / de trilhos – de relento, / refaço toda a Rússia. / De estacas – de relento, / de gris – de orfandade, / antes que o dia adentre / ou sinaleiro brade. / A névoa paira infinda, / envolto em lona, enorme / granito aguarda ainda / e o prado xadrez dorme./ De pássaros – relento... / aço murzelo mente / ainda um louco alento – / Moscou: ainda em frente! / E sob o olhar-minúcia, / com seu domínio etéreo, / como esbordou a Rússia / em três linhas de ferro! / Vou espraiá-la além! / No trilho inviso estendo, / relento adentro, um trem / com vítimas de incêndio. / (Com tantos quantos somem / sem gente ou Deus notá-los. / Sinal: quarenta homens / e mais oito cavalos!) / E onde as distâncias entre / dormentes são entraves, / de orvalho – de dormentes, / de orvalho – de orfandade. / Antes que o dia aponte / com mais paixões convulsas, / ao longo do horizonte / refaço toda a Rússia. / Nem falsa, nem mesquinha: / e olhem, ao longe, o brilho / azul de um par de trilhos! / Nas linhas, lá, nas linhas... Poema da poeta e tradutora russa Marina Tzvietáieva (1894-1941).

A ARTE DE MURILLO LA GRECA
A arte do premiado pintor e professor Vicente Murillo La Greca (1899-1985), que se dedicou aos estudos dos afrescos que, alguns deles, se encontram na Basílica da Pena (PE), desenvolvendo uma arte nos padrões clássicos com temas históricos. Foi professor da Escola de Belas Artes (RJ) e manteve amizade com Cândido Portinari. Sua obra está reunida no Museu Murillo La Greca, em Recife (PE).





Veja mais sobre:
Quando Papai Noel foi preso, Henryk Górecki, Demócrito de Abdera, Jane Campion, Alfred Eisenstaedt, Frédéric Bazille, Fernando Fabio Fiorese Furtado, A Comédia, Meg Ryan, A prisão de São Benedito & Luiz Berto aqui.

E mais:
Oniomania & Shopaholic, Píndaro, Mestre Eckhart, Maimônides, Paulo Leminski & Gilton Della Cella aqui.
A depressão aqui.
Ansiedade: elucubrações das horas corridas aqui.
O sabor da princesa que se faz serva na manhã aqui.
Orçamento & Finanças Públicas & os quadrinhos de Sandro Marcelo aqui.
Educação, Professor, Inclusão, Emir Ribeiro & Velta aqui.
A Lei de Responsabilidade Fiscal aqui.
Gilbela, é nela que a beleza se revela aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Leitora Tataritaritatá!
Veja aqui, aqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja  aqui e aqui.
 
  

GONÇAL MAYOS, MARINE PETROSSIAN, PÉTER NÁDAS & IRANDHIR SANTOS

  Imagem: Arrostar aporias , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM .   Fábula dos embeiçados desavindos... ...