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segunda-feira, fevereiro 13, 2017

ARIANO & QUINTETO ARMORIAL, EMILIA KALLOCK, CIRO VERAS & ALEXANDRA LACERDA

TEM HORA PRA TUDO E A VIDA É OUTRA COISA - Imagem:  Al the time in the world (2012), da artista plástica Emilia KallockSegunda feira. João acordou e o relógio: seis e vinte. Ih, dormi demais, não vai dá pra ginástica hoje. Ora, se avie. Ao banheiro: micção, dejeções, asseio pessoal. O que sonhei mesmo, hem? Nem lembro, coisas estranhíssimas, que sono! Ah, olha a hora! Descarga no aparelho sanitário, pro guarda-roupa. No vexame: vestuário escolhido, meias, sapatos, trancelim e o sinal da cruz, penteado na cabeleira pelo corredor entre uma e outra oração. À mesa, ceia matinal. Enquanto engole, conferência da carteira e pochete. Ao espelho, uma penteada na cabeleira, gola, colarinho, vinco, tudo em ordem. As manchetes do noticiário dão o tom da hora, hora de ir. Ih, de novo pro sanitário por precaução, vai que aperta no trajeto. Braguilha, chaves, apetrechos, gira a fechadura, o dia amanheceu no velocímetro, o mundo na direção. Tudo cronometrado, o trânsito lento. Ih, vou me atrasar. Semáforo de pedestre, liga o rádio pra saber das últimas. Primeira, a pressa; segunda, sai da frente; terceira, sinal fechado. Olhe o limite de velocidade, cuidado! Tudo de novo, quarta e quinta, tudo passa: lombadas, desvios, portões, acessos, catraca, biombos, guichês, seções, fichas, senhas. Bater o ponto, um cafezinho pra deixar tudo em ordem pro atendimento, fazer contas, anotações, agenda de compromissos, o telefone com lembretes de coisas marcadas, audiências inadiáveis, afazeres acertados, hora do descanso, mictório e outro gole no cafezinho. Volta logo que hoje é dia de branco, carga pesada. Quando menos esperou, meio dia: hora do almoço, quantas gramas para equilibrar os quilos. Pança cheia, rápida sesta. Um cochilo e a labuta. Ponteiros, medições, checagens, confrontos, reconferências, análises e resultados. Hora do ângelus, percorrer o caminho de volta. Tudo pressa e congestionamento. Finalmente, em casa são e salvo. Hora do exercício adiado: 1, 2, 3, de novo, 10, 20, 100. O jantar está servido, a novela, o noticiário. Que coisa! A vida é medonha, carece deixar levar. Explicação demais atrapalha e, se parar pra pensar, pira! Melhor ajeitar o ventilador que não funciona, terapia ocupacional. Um choque de ficar descabelado: fazer o que não sabe só dá... prejuízo. Com essa, hora de dormir. O que fiz? Não fiz, fazer amanhã. O segundo, esqueci; de amanhã não passa. Terceiro... ah, rever o rol da virada do ano, tudo por fazer. Começo amanhã. Há quanto tempo digo isso? Todo dia, há anos. Amanhã será pra valer, juro. Agora, descansar e já é terça, regar as plantas: ih, morreu tudo. Na quarta, a conta da luz e os pagamentos do mês: não deu. Na quinta, as pilhas do rádio e o controle remoto. Na sexta, o final de semana, oba: é festa no céu! O aniversário da prima, sábado; praia, domingo. A semana recomeçou e nem vi. Eita, já é segunda e vou me atrasar de novo. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

 Curtindo a arte do Quinteto Armorial, grupo pernambucano idealizado pelo escritor e dramaturgo Ariano Suassuna (1927-2014), em 1970, formado por Antônio Nóbrega, Antônio José Madureira, Egildo Vieira do Nascimento, Fernando Torres Barbosa e Edison Eulálio Cabral, com a proposta de realizar um trabalho de síntese da música de câmera erudita com raízes populares, além das medievais galaico-portuguesas e abrigando manifestações da gravura, pintura, tapeçaria, cerâmica, escultura, poesia, romance, teatro e música. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

Veja mais sobre:
A Uiara do Jaraguá aqui.

E mais:
Quebra de Xangô, Yulia Gorodinski, Relacionamentos Afetivos, Psicologia Jurídica & Criminologia aqui.
Deusa Vesta, Daniel Goleman & Foco, Crimes Tributários, Psicologia & Pesquisa aqui.
Gilles Deleuze & Félix Guattari, Peter Gabriel, Catarina Eufémia, Sam Mendes, Vicente Caruso, Mena Suvari, O Rádio & Radiodifusão, Psicopatologia & Memória, Sandra Fayad & Janne Eyre Melo Sarmento aqui.
Direito Ambiental aqui.
Tolinho & Bestinha: quando a lei do semideus é cachaça, tapa e gaia aqui.
Psicopatologia & Orientação, Psicologia Jurídica & Agências Reguladoras aqui.
A festa no céu do amor aqui.
A Utopia de Thomas More aqui.
Dois poemetos em prosa de amor pra ela aqui.
Psicopatologia & Atenção, Psicodrama & Crimes contra a administração pública aqui.
A contenda do amor aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
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DESTAQUE: CIRO VERAS & ALEXANDRA LACERDA
[...]
Só o amor que explica
Como pode acontecer,
Almas gêmeas tão bonitas
Se juntarem pra viver,
Transformando as barreiras
Em minúsculas asneiras –
Coisa linda de se ver...
A belíssima parceria poética & amorosa dos poetas Ciro Veras & Alexandra Lacerda, integrantes da Confraria: Nós Poetas. Dele, dois cordéis: A incrível viagem de Alexandra e Ciro à Florianópolis (Nordestina, 2016) e Confraria: Nós Poetas – Dois anos de Poesia (Soslaio, 2017). Dela, A incrível história de um grande amor, que aconteceu na internet (Nordestina, 2016). Parabéns pros poetas & pra Confraria: Nós Poetas!

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Veja mais aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: Thanked You for Your Love (2016), da artista plástica
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja os vídeos aqui& maisaqui e aqui.

 

domingo, março 29, 2015

LIPOVETSKY, ECO, ŽIŽEK, MOEMA, ARMORIAL, FRIEL, JUAREIZ E A HISTÓRIA DA FEIÚRA.


NA AVENIDA JATIÚCA, MACEIÓ – Imagem: Praia de Jatiúca, Maceió – AL. - Vestidas lindamente naquelas indumentárias próprias de quem vai ou saiu da ginástica, duas distintas jovens filhas da classe média alta da cidade, conversavam animadamente sobre as últimas baladas que postaram no Facebook das amigas, quando uma delas, chaveiro no mindinho, inadvertidamente retirando seu celular último modelo da bolsa, deixou justo pelos enganchos do chaveiro, cair sua carteira no chão. Elas estavam tão espalhafatosamente exibindo seus penteados e apetrechos no meio do converseiro exaltado, que nem se deram conta do imprevisto. Um garoto de rua, descalço e sem horizonte, viu o que aconteceu e foi até lá, apanhou a carteira e disse: - Moça! Uma delas irritadamente respondeu: - Sai pra lá, trombadinha, tenho moeda pra esmola não. O garoto insistiu: - Moça! A outra muito mais irada virou-se pro garoto e fez um sermão. No meio da reprimenda o menino mostrou pra ambas a carteira de uma delas que havia caído. Logo a dona gritou: - Ladrão, quer roubar minha carteira! Trombadinha! E entrou numa histérica gritaria tomando do menino a carteira: - Trombadinha! Socorram, trombadinha! Gritava e conferia um a um dos cartões de crédito, das cédulas do dinheiro, dos documentos, enquanto o menino, olhos grandes na circunstância, ficou sem saber o que estava acontecendo. Logo alguns salvadores de plantão acorreram e imediatamente seguraram o menino pelo braço já aos puxavanques, não ouvindo o que ele repetia: - A carteira dela caiu, fui entregar. Moucos e cegos por justiça, logo uma viatura da polícia militar ia passando ao que chamaram atônitos, desceram dois soldados que tomaram ciência do ocorrido, pegaram o menino pelas orelhas e fundilhos, sacudiram-no no porta-malas e zarparam. Nunca mais ninguém viu nem se ouviu falar daquele garoto. Veja mais aqui e aqui.

MOEMA – Imagem: Moema (Óleo sobre tela, 129 X 190 cm, 1866), do pintor e professor catarinense Victor Meirelles (1932-1903) - Uma das índias apaixonadas pelo conquistador Diogo Álvares (Caramuru, o Filho do Trovão) que morreu afogada nadando para acompanhar o navio que o levava de volta à Europa. A pintura de Victor Meirelles retrata a pose sensual do corpo morto da jovem índia, deitado à beira do mar, com a tanga presa apenas a um dos lados dos quadris, a perna esquerda apoiada numa rocha e os cabelos soltos espalhados na areia. Veja mais aqui.

Ouvindo: Do Romance ao Galope Nordestino (1974) do grupo de música instrumental pernambucano Quinteto Armorial que criou uma música de câmara erudita com raízes das tradições populares do Nordeste brasileiro. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

O IMPÉRIO DO EFÊMERO – O livro O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas (Companhia das Letras, 2009), do filósofo, professor e teórico da Hipermodernidade Gilles Lipovetsky, trata de temas sobre o feérico das aparências, a moda consumada, a sedução das coisas, a cultura à moda mídia e os deslizamentos progressivos do social, entre outros assuntos. Do livro destaco: A moda não pertence a todas as épocas nem a todas as civilizações: essa concepção está na base das análises que se seguem. Contra uma pretensa universidade transhistórica da moda, ela é colocada aqui como tendo um começo localizável na história. Contra a ideia de que a moda é um fenômeno consubstancial à vida humano-social, afirmamo-la como um processo excepcional, inseparável do nascimento e do desenvolvimento do mundo moderno ocidental. Durante dezenas de milênios, a vida coletiva se desenvolveu sem culto das fantasias e das novidades, sem a instabilidade e a temporalidade efêmera da moda, o que certamente não quer dizer sem mudança nem curiosidade ou gosto pelas realidades do exterior. Só a partir do final da Idade Média é possível reconhecer a ordem própria da moda, a moda como sistema, com suas metamorfoses incessantes, seus movimentos bruscos, suas extravagâncias. A renovação das formas se torna um valor mundano, a fantasia exibe seus artifícios e seus exageros na alta sociedade, a inconstância em matéria de formas e ornamentações já não é exceção mas regra permanente: a moda nasceu. [...] Torrentes de “pequenos nadas” e pequenas diferenças que fazem toda a moda, que desclassificam ou classificam imediatamente a pessoa que os adota ou que deles se mantém afastada, que tornam imediatamente obsoleto aquilo que os precede. Com a moda começa o poder social dos signos ínfimos, o espantoso dispositivo de distinção social conferido ao porte das novidades sutis. Impossível separar essa escalada das modificações superficiais da estabilidade global do vestir: a moda só pôde conhecer tal mutabilidade sobre fundo de ordem; foi porque as mudanças foram módicas e preservaram a arquitetura de conjunto do vestuário que as renovações puderam disparar e dar lugar a “furores”. Certamente, não que a moda não conheça igualmente verdadeiras inovações, mas elas são muito mais raras do que a sucessão das pequenas modificações de detalhe. Veja mais aqui, aqui, aqui, aquiaqui e aqui.

HISTÓRIA DA FEIÚRA – Imagem: As tentações de Santo Antonio (1878), do pintor, desenhista, litógrafo e gravurista belga Felicien Rops (1833-1898). - O livro História da Feiúra (Record, 2007), organizado pelo escritor, filósofo e bibliófilo italiano Umberto Eco, sobre o feio no mundo clássico, um mundo dominado pelo belo, helenismo e horror, a paixão e o martírio, a visão pancalista do universo, a dor de Cristo, mártires, eremitas, penitentes, o triunfo da morte, o apocalipse: o inferno e o diabo, monstros e portentos, o feio: o cômico e obsceno, a feiúra da mulher entre a antiguidade e o Barroco, o diabo no mundo moderno, bruxaria, satanismo, sadismo, physica curiosa, o resgate romântico do feio, o inquietante, torres de ferro e de marfim, a vanguarda e o triunfo do feio, o feio dos outros, o Kitsch e o Camp, o feio hoje, entre outros assuntos. Veja mais aqui, aqui, aquiaqui e aqui.

UMA PIADA DO ŽIŽEK – No livro Bem-vindo ao deserto do real! - Estado de Sítio! (Boitempo, 2003), o filósofo, professor, teórico crítico e cientista social esloveno Slavoj Žižek conta a piada A tinta que falta, com o seguinte teor: Numa antiga anedota que circulava hoje na falecida República Democrática Alemã, um operário alemão consegue um emprego na Sibéria; sabendo que toda correspondência será lida pelos censores, ele combina com os amigos: “Vamos combinar um código: se uma carta estiver escrita em tinta azul, o que ela diz é verdade; se estiver escrita em tinta vermelha, tudo é mentira”. Um mês depois, os amigos recebem uma carta escrita em tinta azul: “Tudo aqui é maravilhoso: as lojas vivem cheias, a comida é abundante, os apartamentos são grandes e bem aquecidos, os cinemas exibem filmes do Ocidente, há muitas garotas, sempre prontas para um programa – o único senão é que não se consegue encontrar tinta vermelha”. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui, aqui e aqui.


AMERICANTO AMAR AMÉRICA – O excelente livro Americanto amar América e outros poemas do século XX – 40 anos de poesia (Panamérica Nordestal, 2010), reúne os poemas e livros publicados do poeta, editor e gestor cultural pernambucano Juareiz Correya. O livro traz desde as suas publicações no Jornal Olho (1970), as antologias Poetas dos Palmares, os seus livros Um doido e a maldição da lucidez (1975), Recity Recife Um (1976), O amor é uma canção proibida (1979), América Indignada (1986), entre outros poemas e livros. Para conferir melhor clique aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.


THE LOOK OF LOVE – O filme The look of love (O olhar do amor, 2013), do cineasta britânico Michael Winterbottom, roteiro de Matt Greenhalgh e música de Antony Genn e Mark Slattery, conta a história do rei do sexo proprietário de boates e editor de revistas pornográficas, Paul Raymond, coroado pela imprensa em função do seu império de bilhões de libras na Inglaterra. O destaque mesmo do filme fica a atriz britânica descendente de irlandeses, Anna Louise Friel. Veja mais aqui



Veja mais sobre:
Um dia no meio das voltas que o mundo dá, o pensamento de Alan Watts, a música de Tatiana Catanzaro, a pintura de Joan Miró & Educação para paternidade/maternidade aqui.

E mais:
Alvoradinha, o curumim caeté, a literatura de Lygia Fagundes Telles, a poesia de Manuel Bandeira, o teatro de Qorpo Santo, o cinema de Tim Fywell & Ashley Judd, Marilyn Monroe & Jayne Mansfield, a pintura de Fernando Botero, a música de Roberto Carlos, Psicologia Social: infância, imagem & literatura aqui.
Eu & ela na festa do céu, Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores (AVSPE), Umbigocentrismo, Doro & a embromação do banco aqui.
O lance da minissaia, Derinha Rocha & Zine Tataritaritatá aqui.
Itinerância, O segredo das mulheres de Albertus Magnus, a literatura de Bruce Chatwin & Eça de Queiroz, o teatro de Elias Canetti, a pintura de Henri Rousseau, a música de Samantha Fox, Políticas Públicas, a arte de Ana Claudia Talancón & Nobuo Mitsunashi aqui.
Maceió, uma elegia para os que ousam sonhar, a literatura de Mario Vargas Llosa & Autran Dourado, o teatro de Máximo Gorki, a música de Sarah Vaughan, o cinema de Suzana Amaral, a pintura de Carl Barks, o folclore de Luís da Câmara Cascudo, a arte de Dianne Wiest, a fotografia de Jannyne Barbosa & A burrinha de padre aqui.
Pra tudo tem jeito, menos pro que não pode ou não quer, A consciência fragmentada de Renato Ortiz, A teoria e a prática de Adalberto Marson, o teatro de Rubens Rewald, o cinema de Wayne Wang & Gong Li, a pintura de Geraldo de Barros & Katia Almeida, a música de Paula Morelembaum, a escultura de Émile Antoine Bourdelle, a coreografia de Eugenio Scigliano, a entrevista de Ulisses Tavares, a arte de Lisa Yuskavage & Wanda Pepi, Baghavad Gita, Neuroeducação & Até tu, Zé Corninho aqui.
Tudo tem seu lado bom & ruim & vice-versa, a obra secreta de Hermes Trismegistus, A linguagem de Ludwig Wittgenstein, O homem criador e sensato de Alan Watts, a música de Mozart & Alicia De Larroch, a poesia de Mariana Ianelli, a coreografia de Merce Cunningham, o teatro de Maria Adelaide Amaral & Marília Pêra, o cinema de Don Ross & Christina Ricci, a escultura de Aristide Maillol, a pintura de Johfra Bosschart & Sharon Sieben, a fotografia de Luiz Cunha, a ilustração de Ana Starling, Flor do Una de Juarez Carlos, a entrevista de Valquiria Lins, a arte de Rodrigo Branco, A criança: Vygotsky e o Teatro & O evangelho segundo Padre Bidião aqui.
Precisamos discutir sobre os próximos 20 anos, As vitórias e derrotas de Zygmunt Bauman, A vida íntima e privada de Fernanda Bruno, a coreografia de Janice Garrett, a poesia de Carolina de Jesus, o teatro de Tennessee William, o cinema de Jules Dassin & Melina Mercouri, a entrevista de Rejane Souza, a arte de Arlinda Fernandes & Alessandra Tomazi, a música de Irina Costa, Brincarte & Literatura Infantil, Luciah Lopez & Canção de quem ama além da conta aqui.
Aprendi a voar nas páginas de um livro, o pensamento de Carl Gustav Jung, O homem e a sociedade de Wilfred Ruprecht Bion, A atualidade de Georg Simmel, a escultura de Wilhelm Lehmbruck, a literatura de Eduardo Caballero Calderón, o teatro de Oduvaldo Vianna Filho & Helena Varvaki, a arte de Tracey Emin & Samuel Szpigel, a entrevista de Katia Velo, a música de Tarita de Souza, a fotografia de Rebeka Barbosa, a arte de Karen Robinson & Luiz Paulo Baravelli, Cidadania nas Escolas, Por mais que a gente faça nunca será demais & Do que fui e o que não sou mais aqui.
O que deu, deu; o que não deu, só na outra, Platão, O afeto e o apego de Edward John Bowlby, Nascente & a entrevista de Geraldo Azevedo, Sociedade sem escolas de Ivan Illich, o teatro de Nelson Rodrigues, a pintura de Cândido Portinari, a música de Zap Mama & Marie Daulne, a coreografia de Katherine Lawrence, a fotografia de Ryan Galbrath & Mario Testino, a poesia de Bastinha Job, o cinema de Shohei Imamura & Misa Shimizu, A Notícia & Jamilton Barbosa Correia, a arte de Rachel Howard, Depois das eleições & De cara pro futuro, levando tudo nos peitos, munheca em dia & pé na tábua aqui.
Lasciva da Ginofagia aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
História da mulher: da antiguidade ao século XXI aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
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NÉLIDA PIÑON, OCTAVIO PAZ, AMIA SRINIVASAN, CONCEIÇÃO LIMA & NANÁ VASCONCELOS

  Imagem: Acervo ArtLAM .   Interregno das personas... - Havia o que já foi sem que desse nunca pelo que virá: só crescia de noite para ...