sexta-feira, fevereiro 17, 2017

SOOU A VIDA O PARAÍSO DO AMOR

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SOOU A VIDA O PARAÍSO DO AMOR – Imagem: foto/arte da poeta, artista visual e blogueira Luciah Lopez. - Jamais soubera a vida depois de tantos tormentos, possível fosse amar outra vez naquela manhã de dezembro, ao vê-la rosa dos ventos em plena aracê-poronga surgir ornada de poemas e flores de todos os matizes, a descer tal caá-iari do tope azul do Marumbi a me dizer Muna, xuma xô. Ah, tantó manacá jurucê, afilhada do Peruda com sua face mimosa na brisa da alvorada, vamos sim, vem comigo cairé, catiti, olhos vivos de bússola pra minha desorientada travessia e com o seu riso de Sol a me dar o que nem mereço de tão bom por todos os pontos cardeais. Às suas mãos estendidas eu voo abraço amante de cunhã caingangue, como quem foi enfeitiçado na tarde ensolarada do céu límpido de seu jeito deusa-índia, a recitar versos apaixonados por quem bate meu coração caeté andarengo, deserdado do mundo e abrigado na sua carne carijó, pra ser seu abá iba na nossa quiçaba. Vou ao seu chamamento como marujo insone ao encanto das sereias, pra ver-me navio perdido nas rotas de suas águas que brotam da cascata rumorejante do seu ventre apetitoso, a ver-me estendido nas terras perdidas do seu rincão e de alma lavada por seus beijos e afagos, ajoelhada à beira de límpido e murmurante regato que divisa as escarpadas serranias, a fazer de mim sua cobaia no reino das suas explorações e a prover da sua fartura na ventura do entardecer, como se eu fosse o escolhido entre todos e o meu sexo fosse o seu talismã, a sua salvação. Assim me doou e sou dela ao tê-la minha escrava e criatura na noite perfumada pelas coloridas e delicadas flores da quaresmeira, a me dizer aos sussurros carinhosamente xê pocê o quê. Sim, eu vou e soou a vida preu ir procê dormir e acordar ao prazer de amar e fazer nocê o paraíso do amor. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

 Curtindo os álbuns Caminhada (Kriok, 2014) e Tibério Gaspar canta (Independente, 2002) do amigo violonista, compositor e produtor musical Tibério Gaspar (1943-2017).

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DESTAQUE: PATTY, A MULHER PROIBIDA
O longo metragem Patty, a mulher proibida (1979), um filme do escritor e cineasta Marcos Rey dirigido por Luis Gonzaga dos Santos, conta a história de um anão influente e rico que comanda um programa de TV e é assediado por uma belíssima vedete disposta a tudo para se tornar uma estrela. Com a ajuda do seu secretário que é um escritor fracassado e ex-militante socialista, o anão consegue atrair a estonteante mulher pra sua casa, quando ocorre a vingança do subalterno que vê seu patrão no afã de salvar a beldade, morrer afogado na piscina. O destaque do filme fica por conta da voluptuosa beleza da atriz Helena Ramos, a musa da pornochanchada. Veja mais aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
____Ah, tristes mulheres que nascem e morrem sem saber o que é ser fêmea!
Sem saber o que é esse mistério que acende e faz arder corpo e alma.
Ah, tristes mulheres presas em corpos inertes acalentam homens sem sonhos e sem brio.
Eu não sou triste______sou fêmea!
Sou fêmea quando me vejo em seus olhos mulher sua que sou_______sou fêmea sua que aos seus carinhos se entrega e no seu prazer se realiza como mulher!
___Ah, feliz de mim, que sou sua mulher!
Fêmea/Mulher, poema/imagens da poeta, artista visual e blogueira Luciah Lopez.
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
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