sábado, fevereiro 11, 2017

A VIDA QUE SOU NA ALMA DO RECIFE

A VIDA QUE SOU NA ALMA DO RECIFE - Imagem: Viagem pelas maravilhas de Recife e Olinda, do artista plástico André Cunha. - Mar, luz, nobre manhã eu saio, o vento, as ondas, sargaços na areia, a vida veio do quintal pra rua, passos na calçada, esquinas, pontes, estrada a fora, os dois frevos, Kabbalah, Xingu, biosfera, ludus instrumentalis, cancioneiro de Lampião. A vida passa no sol do meio dia, marés e mangues, o viveiro de sons e tons, a chuva imprevisível, sem pressa pra chegar de tarde com dezesseis desafios, poemas, variações. A vida passa e a tarde é tão grande queimando juízos, maior meu calor na Praça da Paz. A vida passa e eu fui pra casa com quatro danças, momentos e ciclos nordestinos, três cantilenas e sonâncias, duas cantorias e a concertante, duas tocatas e alma Yanomami do que restou de mim e não mais sou. A vida passa e eu passeio na noite abertura festiva, Rhythmetron, Opus Lateinamerika, embriagado de cores por divertimentos, convergências, rememórias, poemas da negra, dengues de mulata desinteressada e as três canções de beiramar, reminiscências do que fui menino e vivi de rapaz namoricos no cais. A vida passa e nem vi da madrugada o céu estrelado de Selene que é o lamento de Iangaí, o canto multiplicado, Canticum Instrumentale, e eu trio, quarteto, mosaico, fandango, a festa dentro de mim, o mundo todo na rua, musicamera, sonata breve, sonatina, concertinho, toccatina ponteio, partita latina, e a mandala alvorece Nazarethiana pra quem nunca viu pomar lustrado, pequeno breu, assim flores, frutos, gorjeios de pássaros entre dois rios pro mar luz nobre manhã que sou na alma do Recife. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.

Curtindo a obra do pianista, maestro e compositor Marlos Nobre. Veja mais aqui.

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[...] - Estou cansada. Quase meia-noite.
- Continuo de férias, posso acordar tarde.
- Mas eu, não. Afinal que importa? Suporto bem uma noite sem sono. Tenho passado outras.
- É uma alusão a mim?
- Talvez. [...].
Trecho do conto Os confundidos, extraído da obra Melhores contos de Osman Lins (Global, 2001), do escritor e dramaturgo Osman Lins (1924-1978). Veja mais aqui e aqui.

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