
Curtindo os dvds Lunário Perpétuo (2002) e Nove
de fevereiro (2006) do artista e músico brasileiro Antônio Nóbrega. Veja mais aqui e aqui.
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DESTAQUE: A CRIAÇÃO DOS HOMENS
Primeiro não
havia gente e Haipucu, o Pai, andava triste, sozinho. Ele foi pensando na vida.
Tratou de descobrir e juntar a fruta da bacaba do campo. E juntava fruta macho
e fruta fêmea. Foi juntando, juntando, emendando até ter dois pés de
comprimento. Então pôs de lado... Quando chegou a noite, ele ouviu conversa e
ficou assustado. Foi ver e encontrou as frutas transformadas em pessoas. Gostou
da sua companhia. Ficaram com ele e logo constituiram familia. Foi indo, foi
indo, experimentou juntar fruta de figueira de folha larga. Juntou e botou
debaixo da esteira, que às vezes é mágica. De noite ouviu conversa e
assustou-se. Viu que aquela fruta também tinha virado gente e ficou satisfeito,
pois já tinha muita gente para sua companhia. Depois de algum tempo, achou que
aquela gente era pouca. E experimentou colher fruta de bacaba do mato. Juntou até
um palmo de cumprimento e saiu tudo gente de cabelo comprido, dois homens e
duas mulheres, dois casais. Experimentou com mel de tataíra e também saiu um
casal, com cabeça mais pelada. Quando já tinha bastante gente, criou barriga de
perna dos dois lados. Quando Haipucu sentiu as dores do parto, procurou uma
árvore, que era uma figueira. Aí se lhe abriram as duas pernas e nasceram
quatro crianças, dois meninos e duas meninas. Junto de Haipucui só ficaram os
filhos das fruteiras.
A criação dos
homens, lenda Umutina
recolhida por Harald Schultz (Revista do Arquivo Municipal, 1949). Os Umutina
viviam antigamente na margem direita do rio Paraguai, estendendo-se até o rio
Cuiabá, migrando depois para as margens do rio Bugres. No
início do século XX, eles foram vítimas da violência do homem branco, perdendo
sua terra e sua língua nativa. Deles ainda resta a tribo Balotiponé, localizada
na Terra Indígena Umutina, no Mato Grosso. Veja mais aqui e aqui.
CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte do pintor e escritor
austríaco Oskar Kokoschka (1886-1980).
CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Recital
Musical Tataritaritatá - Fanpage.