sábado, setembro 19, 2026

TATIANA DE ROSNAY, VERONIKA KIVISILLA, NIALL FERGUSON & MARIA LAURA LOPES

 

Imagem: Fluxo dos devires, da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM.



 

Fábula porcina na cabeça!... -  Piau ali, viola ao peito, alentava: Vou ser artista! E foi. Logo amealhou a simpatia da Tannakin Skinker, que estava louca pra casar - foi maior puxa-encolhe, óinc-óinc, teibei! Depois, os mimos da rubicunda e endeusada Varahi do Nepal. E disso, ora, foi um salto para a tietagem de farroupos, leitãozinhos, leitoazinhas, varrões, matrizes, cerdos, chanchos, perdigotos, marrãs, javalis, chacins, catetos e queixadas. Fez sucesso até como minipig entre os simpatizantes suínos e a Henwen pelas Tríades Galesas. Engrossou o grunhido da vara com os achegamentos da perfumada Marie Darrieussecq. Daí vieram mais com Ceridwin, quando foi ungido pela reencarnada Dorje Pakmo que era Sera Kandro, a gloriosa Durga, aos guinchos dos aplausos efusivos de Bola de Neve e do gordo Piggy de Golding. Foi tomado por Artemis, no meio do maior ronar espalhafatoso da suinaria. E foi eleito pelo Landrace como o maioral da porcada toda! O Large White levou-o para a oferenda de Ceres e o Pietrain além dos alfeires, para ser embalado pela Demeter nas Tesmoforias. Logo recebeu elogio do Marcial: Esse irá proporcionar uma grande Saturnália! Logo passou a ser cultuado pelos sino-vietnamitas, sagrado pelos de Creta e representante lídimo da ataraxia e aponia do rebanho de Epicuro. No meio do maior persigal, o Velho Major dava as ordens, organizando o teitei. Tornou-se o roliúde mesmo, quando o agalegado Duroc estrondou com veemência com seus abastados sifrões saindo dos bolsos: Você é meu e será o maior do mundo! Êêêêêê! Agora vai. Em confidência com o Moura, no meio do tumulto, Piau segredou: Nunca tinha visto mais gordo! É o manda-chuva, sempre esteve aqui! Mesmo? Ora, se. Foi quando descobriu o que era escorregar por ter levado rasteira numa passada de perna, cama-de-gato, enrolações, maracutais, falcatruas. O que virá pela frente, hem? Só Deus sabe... E lá vinha a puxada da corda-de-guaiamum, o enterro voltando. E aí, xará? Ficou para amanhã ou depois. Vixe! Que é que é isso? Ninguém é inocente! E escapou da piara pelo erudito Learned de Bisset: Precisamos fazer alguma coisa! Hem? Logo foi surpreendido com a companhia nababesca da imperatriz de Blandings de Wodehouse: foram sequestrados. Mas que porra é essa? A ameaça em riste, a emboscada. Nas paradas, o fã clube histérico - não faltava mais doido neste mundo! Oxe, tem mais estúpido esborrando por aí. O tempo foi passando no cativeiro e o Zhu Bajie chamou a todos pra jornada de Wu Cheng'em! Ora, vamos é pra cidade de Platão, aqui não tem segurança alguma! Sonhavam com Grizedale, Swilland, Swindon e Swineford. É uma fraude! Todos caíram na lábia do grulha Garganta e a mentira venceu. Era o golpe de Napoleão: a repressão e o terror, uma ditadura medonha. A coisa degringolou mesmo quando baixaram o 1º Ato Institucional antes doutros 5 e Jude tentou matar a criação de Thomas Hardy: Que brutalidade! E piorou com a punição de Twrch Trwyth e do guru sábio Brihaspati. Como é que pode! Tudo comunista! E o julgamento e a condenação do de Pont-de-l'Arche ao enforcamento. Lascou. Bola de Neve foi banido, o Sucio sequestrado e o trio Alexander, Pigling Bland e Pig-wig foram pegos. Ué, num foram só no mercado? Ora, foram trancafiados, subversivos! Eita! Robinson também, as tias de Beatrix às lamúrias. O demônio Hiranyaksha, com seus olhos verdes, foi jogado nas profundezas do mar, sob o pretexto de salvar o Mundo, o que não era, de fato era trapaça, na verdade. Ah! E as pocilgas ficaram abarrotadas por muitos canastras de Saint-Hilaire e os tantos que chegavam aos milhares de Etrúria - todos amaldiçoado pela Odisseia dos amantes da feiticeira Circe, a maga, no lodo dos fragmentos de Heráclito. E agora? Do lado de fora Nut amamentava sua prole, engolia os astros matutinos e os cuspia ao crepúsculo. A vida seguia com a esperança no espinho do dilema de Schopenhauer, o inventor do fogo dos kikuyus e dos poderes divinatórios dos ekois da Nigéria do Sul. Ouviram zunzunzum: Pigs on the Wing... Voam o céu de Clazomenae? Se voam é sinal de perigo às escondidas. Estamos no ponto cego? A oracular Hen Wen de Lloyd Alexander deu o tom da tragédia: Depois da engorda, cevados serão todos abatidos, a festa comensal do sacrifício: a matança! O mata-bicho da cabeça aos pés, tudo aproveitado: o sangue para morcelas, gordura para conservas, carnes para defumação; imobilizados, sangrarão e serão chamuscados para raspá-los e preparar a desmancha: as linguiças de Nuremberg, as tortas de Melton Mowbray, a mortadela de Bolonha e Modena, na acrasia do ceticismo pirrônico pelos bacons, presuntos, salsichas, salames, torresmos, pururucas. Que situação! Columela gritou: Se deixá-los beber água, a carne estraga! E serviram a Manannan, como se fossem Saehrimmir das Valquírias, que os tornava mágicos para serem ceifados todos em um só dia e, no dia seguinte, renasciam e estavam prontos de novo para serem abatidos e consumidos, com uma maçã na boca para a celebração do Yuletide e pros banquetes de Alexandre Grande, a fortuna dos Matarazzos e findarão apenas efígies de moedas da Gália antiga ou nos cofrinhos do Euricão ou de Java, da Cosa coreana, ou do Feng Shui. A lavagem entupia os chiqueiros abominados pelos quirquizes, a maior porcaria. Ficaram para trás. Vale a pena viver? Alguém reclamou: É tudo muito horrível, todos são detestáveis, como achar qualquer coisa ótima neste estado de coisas? Piau fez um muchocho e ouviu: Você é quase uma boa risada, mas, na verdade, você é de chorar, Pink Floyd! Que Elédè de Obaluaiê nos redima! Olha a hora do Bagá! A vida passa, a Terra em transe, pálin!... Até mais ver.

 

T.S. Eliot: Somente aqueles que se arriscam a ir longe demais podem descobrir até onde se pode ir... Não cessaremos de explorar, e o objetivo final de toda a nossa exploração será chegar ao ponto de partida e conhecer o lugar pela primeira vez... Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

Cherríe Moraga: A passagem é através, não por cima, não ao lado, não em torno, mas através... Lembre-se de que você vive em uma comunidade. Você tem a responsabilidade de prestar contas à sua família, à sua comunidade e a si mesmo... A revolução começa em casa... Veja mais aqui.

William Faulkner: Nunca tenha medo de levantar a sua voz em defesa da honestidade, da verdade e da compaixão contra a injustiça, a mentira e a ganância. Se as pessoas em todo o mundo fizessem isso, o mundo mudaria... Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

 

[ESTOU EM CASA À ESPERA DE UM DEUS]

Imagem: Acervo ArtLAM.

Estou em casa à espera de um deus \ à espera junto a uma janela aberta \ o meu próprio pequeno deus \ que deve estar chegando em casa agora mesmo \ os cômodos estão arejados \ uma refeição simples, feita de quase nada, solta fumaça sobre a mesa \ à nossa espera \ (é fim de mês e minha carteira \ também foi efetivamente arejada) \ mas sei que \ o vazio é muitas vezes uma bênção \ e o pouco é tudo \ e lá vem o meu deus pequenino \ com tudo esvoaçando ao seu redor \ em alegre despreocupação \ abas do casaco, cadarços do tênis, cachecol, mochila \ aberta e escancarada \ ele arrasta um graveto pelas estacas da cerca \ e elas cantam \ e só um deus pequenino \ sabe fazer tal música \ ele entra \ e vejam só: traz uma casquinha de sorvete \ enfeitada com agulhas tenras de pinheiro \ diz que é porque sabe: \ é bom quando algo não é apenas doce \ mas também um pouco azedo e amargo \ e então ele me conta \ sobre esquilos, gaios e tico-ticos \ e sobre como brinca de um jogo secreto \ que eu também brincava \ lá quando eu era uma deusa pequenina: \ se você vir um pica-pau \ será um bom dia \ contamos um ao outro exatamente as mesmas  histórias \ repetidas vezes \ e nunca nos cansamos delas \ "mamãe, conta de novo \ como foi segurar o dom-fafe \ quando ele bateu na janela da cozinha, aquela vez, \ e ficou caído no chão, inconsciente" \ Eu o observo e penso: \ meu deus cresceu \ jogou as meias num canto \ e, sozinho, tenta tirar com determinação \ lascas do dedão do pé usando uma pinça \ mas esse deus ainda não gosta de lavar os pés \ vejo isso à noite, quando ele dorme \ as solas arranhadas despontando debaixo do cobertor \ mas isso não me impede \ de me curvar e beijá-las \ meu deus encolhe os dedos dos pés por um instante quando faço isso \ e depois continua dormindo profundamente \ enquanto eu permaneço na beleza desse movimento divino \ por um longo \ longo \ longo tempo.

Poema da poeta, cantora, instrumentista e crítica literária estoniana Veronika Kivisilla, autora de obras como Kallis kalender (2011), Cantus Firmus (2015), Kuni armastus peale tuleb (2018) e Salutatio (2019).

 

FLORES DA SOMBRA - [...] De que são feitas as nossas vidas? De um mosaico de ternura, desejos, arrependimentos, momentos fugazes e os vestígios que este mundo deixa nas nossas emoções, na nossa intimidade, nos nossos sonhos. [...] A seus pés, um abismo colossal se abria, delimitado por prédios destruídos. As poucas paredes que ainda restavam estavam cobertas de pedaços de papel de parede, portas rangentes davam para o vazio e degraus levavam diretamente para lugar nenhum. Aquele imenso campo de ruínas a abalou profundamente. Da vizinhança pacífica que ela conhecia tão bem, dos amplos bulevares ladeados por tílias e castanheiros, restavam apenas entulho no fundo de um enorme fosso. Ao longe, os restos da Torre da Tortura pareciam se contorcer em agonia sob o céu chuvoso. [...] Toda a vida sentira esse desconforto, a sensação de não pertencer a uma pátria, de não poder reivindicar uma origem. Ela era dual. Tinha duas línguas maternas, dois mundos, dois países. [...] Pessoas de todas as idades, origens e nacionalidades postaram vídeos de seus suicídios. Era um desfile frenético, um reality show horripilante, incompreensível. A literatura não tinha mais lugar nesse bombardeio de transmissões ao vivo; a imagem reinava suprema, obscena e sempre insatisfatória. Quando escritores tentaram abordar os ataques, seus livros permaneceram praticamente inéditos. As pessoas podiam assistir a palestras ou apresentações, mas comprá-los era outra história. Ler não oferecia mais conforto. Ler não curava mais. [...] Ler livros levava tempo. E escrevê-los também. E agora ninguém parece ter tempo nem para ler nem para escrever. [...] A maioria das pessoas não lia mais. Ela já havia percebido isso há algum tempo. Estavam grudadas em seus celulares, em seus tablets. As livrarias estavam fechando uma após a outra. [...] As pessoas tiram fotos bonitas de livros e as postam nas redes sociais com as hashtags certas, mas ninguém os lê. Ou muito poucos leem. Os livros se tornaram objetos decorativos. [...]. Trechos da obra Les Fleurs de l'ombre (Pocket, 20021), da escritora francesa Tatiana de Rosnay, também autora de livros como Elle s'appelait Sarah (2007). Veja mais aqui.

 

RUÍNA: A POLÍTICA DA CATÁSTROFE - [...] Até o momento, cerca de 99,9% de todas as espécies que já habitaram a Terra foram extintas. [...] A realidade, como veremos, é que a história é um processo complexo demais para ser modelado, mesmo pelas formas informais defendidas por Turchin e Dalio. Além disso, quanto mais sistemática for a modelagem de fenômenos históricos — notadamente pandemias, mas também mudanças climáticas ou degradação ambiental — mais fácil se torna passar de uma previsão aproximada para uma previsão precisamente errada. [...] O advento da internet ampliou enormemente o potencial de disseminação de informações falsas e enganosas, a ponto de podermos falar de duas pragas gêmeas em 2020: uma causada por um vírus biológico, a outra por concepções errôneas e falsidades ainda mais contagiosas. Esse problema poderia ter sido menos grave em 2020 se reformas significativas nas leis e regulamentações que regem as grandes empresas de tecnologia tivessem sido implementadas. Apesar das amplas evidências, após 2016, de que o status quo era insustentável, quase nada foi feito. [...] Reconheça que você está em crise, seja você um indivíduo ou uma nação. Aceite sua responsabilidade pessoal/nacional de fazer algo a respeito da situação. Construa uma cerca [não necessariamente física] para delimitar os problemas individuais/nacionais que precisam ser resolvidos. Envolva-se nos aspectos materiais e emocionais. [...]. Trechos extraídos da obra Doom: The Politics of Catastrophe (Penguin, 2021), do historiador escocês Niall Ferguson (Niall Campbell Ferguson). Veja mais aqui.

 

MARIA LAURA LOPES

[...] A vida não é só ciência, o que vale mais é a realização como ser humano. E isso, felizmente, eu consegui. [...] Eu errava muito nas contas, ficava até com dor de cabeça [...] as meninas falavam francês desde o primário e tinham aulas de latim. E eu, coitadinha? Onde é que eu podia me salientar? [...] Vocês pensam que a Matemática é aquela coisa imutável? Não é não! A história da matemática é muito cheia de conquistas e diferenças, há uma evolução muito grande [...] E hoje, o que temos? Computador que levamos no bolso. Mas e o ensino? Será que evoluiu na mesma escala? [...] Mas se por um lado houve esse movimento a favor da pesquisa, por outro lado houve uma desvalorização muito grande do ensino de graduação e, em particular, das licenciaturas [...] Porque se o professor não é competente, não adianta. E não há varinha de condão: é um processo longo e dinâmico. [...] A alma do aluno não é um vaso que se deve encher, mas uma lareira que se deve acender [...] Aceitem os desafios, porque só a partir deles é que vocês poderão realmente ser grandes pessoas [...].

Trechos do depoimento (Notícias do Academia Brasileira de Ciências – ABC, ‘2011), concedido pela matemática e professora Maria Laura Lopes (Maria Laura Moura Mouzinho Leite Lopes ou Maria Laura Mouzinho Leite Lopes – 1917-2013), a primeira doutora em matemática do Brasil, especializada em Educação Matemática. Ela combateu a ditadura e articulou a criação de instituições de pesquisa, fazendo parte da articulação e fundação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Em 1969 foi aposentada compulsoriamente pela ditadura militar, o que a forçou ao exílio. No exterior, ela passou por universidades nos Estados Unidos e na França, onde redirecionou seu foco de pesquisa de matemática pura para a educação matemática. Retornando ao Brasil, dedicou-se à formação de professores e fundou o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática (GEPEM), além do inovador Projeto Fundão na UFRJ, revolucionando o ensino básico de matemática através da união entre a universidade e a escola pública no estado do Rio de Janeiro. Vários estudos dão conta da relevância da professora, a exemplo do Ditadura, repressão e resistência: o caso de Maria Laura Mouzinho Leite Lopes: 1919-2013, (Revista de Ciências Humanas, 2024) e Ditadura militar e educação: a trajetória de Maria Laura Lopes (Nexo Acadêmico, 2025), ambo de Lucas Barroso Rego. Também Um elo perfeito: Maria Laura Mouzinho Leite Lopes e a educação matemática Vida y obra (Revista Científica, Bogotá, 2015), de Pedro Carlos Pereira; e A organização do arquivo pessoal de Maria Laura Mouzinho Leite Lopes: desafios e perspectivas (OFFICINA: Revista da Associação de Arquivistas de São Paulo, 2022), de Lorena dos Santos Silva. Veja mais aqui.



O QUE É CAOSMOSE? – (Imagem: Pulsações do efêmero, da série Caosmose & o poema nasce do visinvisível, acervo ArtLAM). – Trata-se de um conceito que foi popularizado a publicação da obra Caosmose: Um Novo Paradigma Estético (Ed. 34, 1992), do filósofo e psicanalista francês Félix Guattari, obra esta que se tornou um marco fundamental para se repensar os processos de produção de subjetividade, em um mundo cada vez mais marcado por fluxos de informação, mutações tecnológicas e rearranjos políticos. Trata-se de um chamado para o engajamento com o caos criativo do mundo, utilizando-se dessa energia para criar novas formas de vida, novas subjetividades e novas maneiras de nos relacionar com o planeta. Veja detalhes aqui.


 

A ARTE DE SILVIO TENDLER – Trajetória do premiado e aclamado cineasta, documentarista, historiador e professor Silvio Tendler (1950-2025), que ficou conhecido como "o cineasta dos vencidos" ou "o cineasta dos sonhos interrompidos", relacionando os seus longas, médias e curta-metragens, que tanto registraram a vida do Brasil e do povo brasileiro, relativos a personagens e personalidades de relevo dos períodos históricos entre as décadas de 1950 e 2010. Confira aqui.




WYNA & GABRIELE SAPIO – Entrevista com o escritor, advogado e professor italiano radicado no Brasil, Gabriele Sapio, autor do livro de ficção científica, Wyna, daqui a três estrelas (Dialética, 2023), no qual explora as fronteiras entre o conhecimento científico e a espiritualidade, com uma escrita que privilegia a sensibilidade e a profundidade dos sentimentos humanos frente ao desconhecido. Na entrevista ele fala sobre o processo de criação e a motivação que levou à publicação da obra. Confira aqui.



TERRA DA AMIZADE – Este é o 5º episódio das Aventuras do Nitolino no Valuna. Desta feita, a meninada, guiada por Pai Lula, vão conhecer a Terra da Amizade e, ao mesmo tempo, o lugar da abelha zangada, em que a vaca amarela pulou a janela pra ir pro rastapé da quadrilha na praça, comendo queijo com leite. Mas que lugar é este? Confira aqui.



POEMAGENS & OUTRAS VERSAGENS – Reunião CoLAM (colagens), sob a temática de Poemagens & outras versagens, com o tema musical autoral Quando te vi. Veja aqui.

 

ISTO É PERNAMBUCO

A arte do pintor, escultor, entalhador, compositor e músico Pedro ÍndioVeja mais aqui.

 

GENTAMIGA EXPOSIÇÃO & LANÇAMENTO

Veja detalhes aqui.




 


TATIANA DE ROSNAY, VERONIKA KIVISILLA, NIALL FERGUSON & MARIA LAURA LOPES

  Imagem: Fluxo dos devires , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM .   Fábula porcina na cabeça!... -...