segunda-feira, fevereiro 16, 2015

IMRE MADÁCH, RODE, FRANZ WEST, VERA ELLEN, TABU & WOMEN IN TROUBLE!


A TRAGÉDIA HUMANA – A peça teatral A tragédia do homem (Salamandra, UERJ, 1980), do poeta e dramaturgo húngaro Imre Madách (1823-1864), escrita em 1860 e que aborda as mais altas questões do espírito humano e que se constitui numa espécie de Bíblia magiar, tornando-se obra clássica, ultrapassando fronteiras. Ganhei o livro das mãos do poetamigo Juarez Correya, no início dos anos 1980, quando estava me preparando para trabalhar a peça teatral João Sem Terra, de Hermilo Borba Filho. Logo me impressionei com a leitura do texto: um drama de mistério medieval, que traz a representação de Lúcifer, o espírito da negação, em luta com Deus pela alma de Adão. Depois de tê-lo instigado a comer do fruto proibido, o diabo mostra-lhe num sonho os episódios mais significativos da história humana. Na cena IV da peça, num diálogo com Adão, Lúcifer diz: “- Dói, mas ela não sabe onde é a dor. Todos os homens sonham com o poder, e esse sonho – não a fraternidade – é que os leva a empunhar os estandartes da liberdade, não por convicção profunda, mas vagamente empunhando-o, sempre em busca de alguma coisa nova negando qualquer coisa já existente. E esperam sempre ver concretizados os sonhos de ventura que acalentam. O povo é um mar muito fundo: nenhum raio de sol penetra as águas dele, sempre às escuras. Só a espuma brilha na crista da onde – que podes ser tu!”. Veja mais aqui.

Imagem sem título do escultor austríaco Franz West.

Ouvindo os Violin Concerts nºs 7, 10 and 13, do compositor e violinista francês Pierre Rode (1774-1830), en si mineur Friedemann Eichhorn, Violin South West German Radio Orchestra, Kaiserlautern, Nicolas Pasquet.


A RESILIÊNCIA DA SEREIA DAS TELAS - A atriz, bailarina e dançarina da Broadway e Hollywwod, Vera Ellen (1921-1981), mais conhecida como a Sereia da Tela na época de ouro do cinema norte-americano, participou de catorze filmes e com uma queda que lhe acarretou uma fratura do quadril e o diagnóstico de artrite, manteve sua resiliência em dia, ensinando: “Você não pode esperar fazer coisas árduas com o corpo, como eu fiz, ano após ano, sem ter qualquer desgaste ou [derramar] lágrimas. Até uma máquina se acaba”. E sobre a dança ela se expressou que: “A dança traz para fora o melhor numa pessoa porque ajuda a desenvolver um corpo sadio". Veja mais aqui.

TABU MUDO – Tive a oportunidade de assistir ao filme Tabu, a Story of the South Seas (1931), produzido pelo documentarista estadunidense Robert Joseph Flaherty (1884-1951), com música de Hugo Riesenfeld, Milar Roder e W. Franke Haarling, e dirigido pelo cineasta expressionista alemão e do movimento Kammerspiel Friedrich Wilhelm Murnau (1888-1931), ganhador do Oscar de melhor cinematografia. O filme é apresentado em dois capítulos, o primeiro no Paraíso e, no segundo, O Paraíso Perdido, contando a história de dois jovens apaixonados e nativos de Bora-Bora, Matahi e Reri, esta última que, com o falecimento da virgem sagrada dos deuses passa a ser a escolhida como substituta Tabu pelo chefe Fanuma. Destaque para as imagens belíssimas e a beleza da atriz Anne Chevalier (1912-1977) que atua como a Tabu do filme. Veja mais aqui.


MULHERES & DOCES PROBLEMAS – A comédia Women in Trouble (Doces problemas, 2009), dirigido por Sebastian Gutierrez, reúne oito mulheres das mais diversas profissões: psiquiatra, comissária de bordo, atriz pornô, massagista, bartender, telemarketig, entre outras, que formam a maior confusão. O filme é delicioso: não é todo dia que beldades se reúnem assim às tuias pra nosso deleite. Destaque para a atriz norte-americana aniversariante do dia Sarah Clarke nos premiando com seus atributos na tela. Veja mais aqui.



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