Zineblog de Literatura, Teatro, Música & Pesquisas de Luiz Alberto Machado (LAM). Show, cantarau, recital, palestras, oficinas, dicas & informações. Contato & Chave Pix: luizalbertomachado@gmail.com
sexta-feira, fevereiro 22, 2019
JOAQUIM CARDOZO, MICHEL ONFRAY, SCHOPENHAUER, PANMELA CASTRO & MATA DE XARETA
quarta-feira, setembro 21, 2016
ONFRAY, VIVIANE MOSÉ & NIETZSCHE, NATALIA GUTMAN, DÉBORA MASSMANN, BIERRENBACH & SCHENDEL
CONVERSA DE BAR
& FILHO NÃO RECONHECE PAI – Anclotinato
era um dos assíduos acompanhantes dos devaneios intelectuais do doutor Zé Gulu.
Claro, com um nome desse, dizia o ilustre pensador, não há castigo pior. Na
faculdade tive colegas como Arsênico, Aschelminto, 1 2 3 de Oliveira 4, coisas
do tipo. Isso é lá graça pra ninguém. E Anclotinato às gargalhadas. Ô, meu fio,
num tinha um nomezinho melhor, não? Isso é lá graça pra ninguém? E você não diz
nada? Hômi, seu minino, sô sujeito curau das brenhas. Saí do campo pra Sumpaulo
com dezoito anos, me despedindo dos pais pra nunca mais. Naquela terra de
doido, arrumei colocação de servente no Tribunal de Justiça. Um juiz distinto
se afeiçoou de mim, passei de recadista para escriturário, depois escrevente e
já tinha destinação certa pras ciências jurídicas. Estava tudo indo muito bem
encaminhado, quando um tio meu odontólogo, me fez virar dentista da noite pro
dia. Troquei o certo pelo duvidoso. Cinco anos no batente da faculdade, tinha
futuro promissor: a clientela do tio. Cheio das gaitas me engracei por uma
japonesa. Bastou uma massagem, casei-me com ela no outro dia por causa das suas
perícias sexuais. Concorrência braba, resolvi montar consultório na minha
terra, findei na capital: endinheirado com as novidades. Fui enfeitiçado pela
secretária do consultório, resultado: a japa me expulsou de casa armada dum
rifle e acabei metido numa camisa de onze varas. A amásia montou casa e trouxe
família do interior com tudo: pai, mãe, irmãos, filharada. Não havia fábrica de
dinheiro que desse. Pra reaver o apartamento, tive que botar tudo pra correr
sob ameaça de golpe com polícia e tudo. Falido e sem um tostão furado, tive que
recomeçar de vida aqui em Alagoinhanduba, como quem puxa só desgraça e miséria.
Dentista do município, fui aos poucos reorganizando a vida e resolvi fazer
Direito na capital. Cinco anos indo e vindo, formei-me, comecei uma nova
carreira. Hoje dá pro gasto, recém-amigado com uma mulher que me compreende,
tentando manter o equilíbrio da vida. Só tenho um desgosto: um dia procurei meu
filho, o único que tive com a japonesa, ele me virou as costas, dizendo-me que
não tem pai, só mãe. É duro isso, meu único filho não quer me ver nem pintado a
ouro. Foi aí que o doutor Zé Gulu, compreendendo as lágrimas que lavavam a face
do coitado, apertou-lhe a mão com firmeza, deu-lhe um abraço e saiu: - Inté
mais. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais Doutor
Zé Gulu aqui, aqui e aqui.
PESQUISA: A
POÉTICA DA GEOGRAFIA NA TEORIA DA VIAGEM -
[...] Certamente há
muitos pretextos, ocasiões e justificativas, mas em realidade só pegamos a
estrada movidos pelo desejo de partir em nossa própria busca com o propósito,
muito hipotético, de nos reencontrarmos ou, quem sabe, de nos encontrarmos. [...] Quantos desvios, e por quantos lugares, antes de nos sabermos em
presença do que levanta o véu do ser. [...] Cada corpo busca reencontrar o elemento no qual se sente a mais à
vontade e que foi outrora, nas horas placentárias ou primeiras, o provedor de
sensações e de prazeres confusos, mas memoráveis. Existe sempre uma geografia
que corresponde a um temperamento. Resta descobri-la. [...] A viagem começa numa biblioteca. Ou numa livraria.
Misteriosamente, ela tem lugar ali, na claridade de razões antes escondidas no
corpo. No começo do nomadismo, encontramos assim o sedentarismo das prateleiras
e das salas de leitura, ou mesmo do domicílio onde se acumulam os livros, os
atlas, os romances, os poemas, todas aquelas obras que, de perto ou de longe,
contribuem para a formulação, a realização, a concretização de uma escolha do
destino. [...] Toda documentação alimenta a iconografia
mental de cada um. A riqueza de uma viagem requer, a montante, a densidade de
uma preparação – assim como as experiências espirituais convidam a alma à
abertura, ao acolhimento de uma verdade capaz de infundir. A leitura age como
rito iniciático, revela uma mística pagã. [...] Na viagem, descobre-se apenas aquilo de que se é portador. O vazio do
viajante gera a vacuidade da viagem; sua riqueza produz a excelência dela.
[...] Nem a sós, nem com vários: circular
com o amigo permite evitar a angústia multiplicada do trajeto solitário, da
barreira das línguas estrangeiras, dos incômodos burocráticos nas fronteiras
com funcionários e policiais de todo o mundo. O estrangeiro que circula livremente
num país inquieta as autoridades, sobretudo onde não reina a democracia, isto
é, na maioria dos lugares do planeta. A amizade serve de tônico necessário para
a conjuração do estado de fragilidade consubstancial ao afastamento do
domicílio, longe das referências habitualmente tranqüilizadoras do animal em
nós. No exercício da amizade, o outro é o estranho menos estranho possível.
[...] No detalhe da viagem, a amizade
permite a descoberta de si e do outro.
[...] um poema bem-sucedido, uma
foto expressiva, uma página que fica supõem a coincidência absoluta entre a
experiência vivida, realizada, e a recordação reativada, sempre disponível não
obstante o passar do tempo. De uma viagem só deveriam restar uns três ou quatro
sinais, cinco ou sei, não mais que isso. Na verdade, não mais que os pontos
cardeais necessários à orientação. [...] Nós mesmos, eis a grande questão da viagem. Nós mesmos e nada mais. Ou
pouco mais. Certamente há muitos pretextos, ocasiões e justificativas, mas em
realidade só pegamos a estrada movidos pelo desejo de partir em nossa própria
busca com o propósito, muito hipotético, de nos reencontrarmos ou, quem sabe,
de nos encontrarmos. A volta ao planeta nem sempre é suficiente para obter esse
encontro. Tampouco uma existência inteira, às vezes. Quantos desvios, e por
quantos lugares, antes de nos sabermos em presença do que levanta um pouco o
véu do ser. [...]. Trecho extraído da obra Teoria
da viagem: poética da geografia (L&PM, 2009), do filósofo
francês Michel Onfray, realizando um elogio à arte de viajar como
expediente para filosofar, uma vez que, para ele, só é possível a partir de uma
experiência autobiográfica resgatando os significados de sair em busca do
desconhecido. Com essa obra ele remonta à história de Caim (agricultor,
sedentário) e Abel (pastor, nômade), estabelecendo dois polos entre os quais
todos oscilam: nomadismo versus sedentarismo, e amor ao movimento versus paixão
pelo imobilismo, pelo enraizamento.
PENSAMENTO DO
DIA: DISCURSO & ARGUMENTAÇÃO - [...] O discurso constitui assim um lugar de formulação e
de projeção de visões de mundo: é o espaço em que as relações entre palavras e
entre frases constroem, a cada enunciação, um modo diferente de apreender a
realidade, de representá-la e de verbalizá-la. A cada enunciação, portanto, um
novo esquema de significações e de representações, um novo microuniverso
conceitual é expresso. Nessa perspectiva, o autor compreende que toda a
argumentação, ao expor um ponto de vista, uma opinião ou uma tese, expressa uma
visão de mundo pessoal, um modo subjetivo de perceber a realidade e de
enunciá-la. Nesse sentido, o discurso e a argumentação constituem o lugar em
que cada sujeito constrói, representa e expressa o seu modo de perceber e de
categorizar a realidade. Discurso e argumentação apresentam-se como atores do
mundo. Através deles, as diferentes visões de mundo são construídas e
representadas discursivamente de forma distinta a cada enunciação. [...] é no espaço da controvérsia
que a argumentação se consolida à medida que se estabelece a interação entre os
interlocutores, ou seja, à medida que se considera o outro como um sujeito
capaz de reagir e de interagir discursivamente pelo exercício da negociação e
do entendimento através do debate. Trecho do
artigo Argumentação: em busca de um
conceito, da professora e pós-doutora em Semântica, Débora Massmann, destacando os discursos jurídico, político e
midiático, entre outros, extraído da obra Línguas
e instrumentos lingüísticos (RG/Unicamp, 2009). quarta-feira, fevereiro 17, 2016
SYLVIA PLATH, ONFRAY, OGDEN NASH, GREEN, PROUDHON, FISHER & LITERÓTICA
O MILAGRE DELA, KAREN, KARA ZOR-L...
– Absorto com as minhas escrevinhações, nem percebia o que se passava ao meu
redor. Levantei-me, estirei os braços, estiqueis as pernas e, só ao passar para
um café pequeno, esbarrei em alguém, desculpei-me pelo inadvertido e ouvi uma
voz melodiosa me dizer: Nada, tudo bem. E voltei desajeitado para a mesa e o
trabalho. Dali a pouco ouvi a mesma voz: Posso? Levantei as vistas e, só então,
pude aquilatar aquela monumental emanação solícita. Claro! Sentou-se. Prazer,
Karen Starr. Retribuí atarantado a gentileza, apresentando-me. Apertamos as
mãos. Você é escritor? Tento. E conversamos preliminarmente amenidades por um
longo tempo, seu olhar me fisgava hipnotizado entre sins e nãos, curiosidades,
trocas. O ambiente seguia, entrava e saía gente, outras mesas ocupavam-se, ou
desocupavam, conforme o tempo passava. Qual a sua história? Ainda concatenando.
E demonstrou curiosidade pelos detalhes, ao que levei muito tempo para poder
organizar as ideias, puxar assunto, esticar conversa e, depois de muita reviravolta,
finalmente disse-lhe tratar-se mesmo de exercício diário. Mesmo? Sim, tentativas.
Está sempre escrevendo? Sim, tentando. Tenho um local que seria ideal pra isso,
quer ver? Adoraria. Então, vamos. Levantou-se e esperou que arrumasse as
coisas, coloquei tudo dentro do bisaco e segui-a. Nossa, uma surpresa atrás da
outra. Era bela, como se saísse da capa de revistas e, pelo jeito, poderosíssima,
diante das minhas fraquezas. Estava abestalhado com aquela beleza magistral, olhos
altivos, boca sublime, voz encantadora, coisa de quem pra lá de ágil,
super-humana, o colante branco ocupando minhas vistas com sua fascinante proeminência
escultural, suas formas generosas, o exuberante decote nos faustos seios, suas abundantes
coxas descobertas, o cinto vermelho no realce das ancas formosas, a magia do
seu encanto. Não havia como ser de outro jeito. Já na calçada vi-a estender um
braço e trazer um táxi, aboletamo-nos no banco de trás e ouvi dizer um destino por
mim ignorando. Enquanto singrávamos o trânsito comentávamos a loucura do
tráfego, as últimas notícias e, incisivamente, mencionou a curiosidade por desvendar
os motes das minhas escritas. Fiz uma explanação longa e cheia de idas e vindas,
no meio das quais me perdia diante do seu olhar afetuoso e atento. Finalmente
chegamos em um lugar, no qual mandou para o motorista parar e descemos. Graças,
já não tinha lá mais muito o que enrolar. Diante dum portão enorme entre muros
altos e amplos, ela passou a chave, abriu-me e passamos para o interior de um
sítio arborizado, uma casa suntuosa no meio de muitas calçadas transitáveis. Uma
matilha alvoroçada festejou a sua chegada e ela, cuidadosamente, me levou entre
os cães festivos até os degraus do recinto, determinando a cainçalha ali
parasse obediente: Quietos! Cruzamos a porta de uma sala enorme, cheia de artes
e artefatos antigos, nos aguardava. Abriu as janelas e me dispôs uma longa mesa:
Este o meu lugar de repouso. Fiquei maravilhado. Venha. E subimos uma escada encimentada
e nos deparamos com uma dependência verdadeiramente equipada, um estúdio de criação:
muitos livros pelas estantes, escrivaninha, pranchas, lupas, maquinário
sofisticado, espaço e tudo para escrever diante do ar livre com a sombra dos
arvoredos. O que achou? Nossa, nada mais aprazível! Serve pra você? Lisonjeado.
Ótimo. Quer beber algo? Cerveja, se possível. Temos uísque, vinho, cerveja, o
que quiser. Cerveja. Era tudo encantamento, deslumbrado. E sentamos à mesa da
sala e ela começou a me entrevistar informalmente. Conversa vai e vem,
confissões, depoimentos, risos, comoções. A hora avançava e mais que acordados
pabulávamos madrugada adentro. Eis que o sono nos pegou, mas insistíamos em
manter o papo, ela levantou-se e não voltou mais. Cochilei e a procurei pelos
cômodos, não havia mais ninguém ali, os quartos e, num deles, lá estava
estonteantemente debruçada sobre uma cama larga, sono profundo. Havia espaço e
um travesseiro ao lado. Tirei os sapatos e, vestido como estava, deitei-me
encolhido. Despertei com suas mãos escorrendo pela minha pele, aos alisados:
estava nu sob o lençol. Senti seu ofuscante beijo em meus lábios, faces e
queixo; seu corpo deslizava nu sobre o meu. Beijou-me os ombros, o tórax, um
mimo com o nariz no meu umbigo, ósculos amáveis no meu ventre e meu sexo
enrijecido esfregando-se ao seu pescoço, face e seus lábios envolveram
meigamente a glande, a felação vigorosamente afável, levando-me aos píncaros da
glória. Vencia-me e me apossei de seus sedosos cabelos, agarrando-a às
carícias, virou-se de costas, domada, seu corpo no meu, levei-a pro lado e
espragatou-se estirada provocante e montei-a, suas pernas abriram-me o caminho
de suas nádegas eminentes, escancarando-se de 4, égua no cio e o trotado a
explorar suas costas trazidas ao meu peito, minhas mãos tomando-lhe os
auspiciosos seios pelas cavalgadas oníricas, suspiros, gemidos, galgando sua
deidade tributária de todas as minhas posses, transpondo todos os limites de
sua compleição, na plenitude de tê-la extasiante além do que sou e nela
milênios de prazer. Veja mais abaixo & aqui.
DITOS
& DESDITOS
A vida começa no final
da sua zona de conforto... Você só é jovem uma vez, mas pode permanecer imaturo
indefinidamente... Algumas dores são físicas e outras são mentais, mas a que é
ambas é a dor de dente... Para manter seu casamento transbordando de amor,
sempre que estiver errado, admita; sempre que estiver certo, cale-se... Pensamento
do poeta estaduniodense Ogden
Nash (1902-1971). Veja
mais aqui & aqui.
ALGUÉM
FALOU:
Durante 20 anos, as pessoas me viram como aquela
adolescente de 16 anos, louca e rebelde, que não tinha controle sobre o que
diziam a seu respeito. Agora, pelo menos podem dizer que ela está com uma ótima
aparência e paga seus impostos...
Pensamento da jornalista, escritora e atriz estadunidense
Amy Fisher (Amy Elizabeth Fisher), também conhecida como Elizabeth
Bellers, a Lolita de Long Island, autora do livro If I Knew Then... (2004)
e lançou o filme Amy Fisher: Totally Nude & Exposed (2009). Veja
mais aqui.
O PODER DE EXISTIR: UM MANIFESTO HEDONISTA - [...]
O que um filósofo pode apresentar
como prova de si mesmo? A sua vida. Se alguém escreve um livro, mas este não
vem acompanhado de uma vida filosófica, não merece o nosso tempo. A sabedoria
mede-se nos detalhes: encontra-se naquilo que se diz e no que não se diz, no
que se faz e no que não se faz, no que se pensa e no que não se pensa. [...] Neste universo de poderosas
redes liberais, construamos utopias concretas, ilhas concebidas como bastiões
de Thelema, firmes e reproduzíveis em todos os lugares, em todas as ocasiões e
circunstâncias. Jardins epicuristas nômades, construídos a partir de dentro de
nós mesmos. [...]. Trechos extraídos da obra La puissance d'exister: Manifeste hedoniste (Le Grand livre du mois, 2006), do filósofo
francês Michel Onfray, fundador da Universidade Popular de Caen, com seu
pensamento caracterizado pela razão, hedonismo e ateísmo militante. Veja mais
aqui & aqui.
A
CULPA É DAS ESTRELAS - [...]
Às vezes, você lê um livro e ele
te preenche com um estranho fervor evangelizador, e você se convence de que o
mundo despedaçado jamais será reconstruído a menos que todos os seres humanos
vivos leiam o livro. [...] Você
não escolhe se vai se machucar neste mundo... mas você tem alguma influência
sobre quem te machuca. Eu gosto das minhas escolhas. [...] Algumas
infinitudes são maiores que outras. [...] As marcas que os humanos
deixam são, com muita frequência, cicatrizes. [...] O mundo não é uma
fábrica de realizar desejos. [...]. Trechos extraídos da obra The Fault in
Our Stars (Penguin, 2012),
do escritor e vlogger estadunidense John Green (John Michael Green), autor
de livros como Paper Towns (2008), An Abundance of Katherines
(2006) e Looking for Alaska (2005). Veja mais aqui.
SYLVIA PLATH – Entre os poemas do livro Ariel (1965),
da poeta
estadunidense Sylvia Plath (1932-1963), destaco o poema homônimo,
traduzido por Ana Cândida Perez e Ana Cristina César:
Estancamento no escuro / E então o fluir
azul e insubstancial / De montanha e distância. / Leoa do Senhor como nos
unimos / Eixo de calcanhares e joelhos!... O sulco / Afunda e passa, irmão / Do
arco tenso /Do pescoço que não consigo dobrar. / Sementes / De olhos negros lançam escuros / Anzóis... / Negro, doce sangue na boca, / Sombra, / Um outro voo / Me arrasta
pelo ar... / Coxas, pêlos; / Escamas e calcanhares. / Branca / Godiva, descasco
/ Mãos mortas, asperezas mortas. / E então / Ondulo como trigo, um brilho de
mares. / O grito da criança / Escorre pela parede. / E eu / Sou a flecha, / O
orvalho que voa, / Suicida, unido com o impulso /Dentro do olho / Vermelho,
caldeirão da manhã. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.RAQUEL VARELA, OMAIMA AL-KHAMIS, OLIVE SENIOR & SANDRA RIBEIRO
Imagem: Contornos da ubiquidade , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM . Ressaca aluada de panacei...
-
Imagem: Arrostar aporias , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM . Fábula dos embeiçados desavindos... ...
-
Imagem: Contornos da ubiquidade , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM . Ressaca aluada de panacei...
-
DORO, A TEIBEI & ORÁCULO... – Doro aperreou-se: a situação não estava nada auspiciosa; de promissor mesmo, só a vontade de tom...
-
TATARITARITATÁ: PROJETO CORDEL NA ESCOLA - Trata-se de um projeto que envolve palestras e oficinas sobre Literatura de Cordel para estu...
-
Art by Eliza Okaj . Veja mais abaixo. FECAMEPA: DANDO UNS PULOS QUE NINGUÉM É QUADRADO - “ Não há aqui quem instrua, mas há to...


















