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sábado, outubro 22, 2011

JUANA CASTRO, MORLEY, JEREMY RIFKIN, XAVIER DE MAISTRE, TEMAS TRANSVERSAIS & BIENAL DE ALAGOAS

 


A arte do artista e escultor coreano Xooang Choi. Veja mais abaixo.

 


O DESTINO DA PROFESSORA – À memória da professora e ativista Maria Lúcia Petit da Silva (1950-1972). – Era jovem e havia prestado concurso público para o magistério, em 1969, e atuava como professora primária na Vila Cachoeirinha. Participante do movimento estudantil secundarista, a professora paulista resolveu entrar para a militância política e se mudou para Goiás e, depois, para Caianos no sul do Pará. Ensinava crianças e se dedicava às atividades de plantio. Carregava o seu bornal de lona verde a tiracolo, com seus passos num chinelo com sola de pneu e alças retorcidas de náilon azul-claro. Era ela identificada pela repressão e seus pelegos, como integrante da Guerrilha do Araguaia e lutava contra a exclusão de mulheres na participação política. Na manhã daquele dia 16 de junho de 1972, ouviu-se um disparo, depois outro e rajadas de metralhadora ao ruído de um helicóptero. Morta aos vinte e dois anos, desaparecida desde 1972. Seu corpo foi encontrado enrolado num pedaço de paraquedas, a cabeça coberta por um plástico, numa cova do cemitério de Xamboiá. A ossada identificada, só foi sepultada em 16 de junho de 1996. Conta-se que ela foi fuzilada por tropas do exército, ao tentar proteger um camponês que, como Coioió, havia passado para o lado das forças militares. Um tiro de carabina desferido pelo camponês matou-a instantaneamente. Por conta das violações cometidas durante o período da ditadura militar, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, em 2010, proposto pelo Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL) e da Human Rights Watch/Américas. O relato de sua sina está registrada na obra A ditadura escancarada (Companhia das Letras, 2002), de Elio Gaspari. Veja mais das Filhas da dor aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

 


A arte do artista e escultor coreano Xooang Choi.

 

DITOS & DESDITOS - Não há virtude, rigorosamente falando, sem vitória sobre nós próprios, e nada vale o que nada nos custa. À força de se ser infeliz acaba-se por se tornar ridículo. Saber quando se deve esperar é o grande segredo do sucesso. Pensamento do escritor francês Xavier de Maistre (1763-1852), autor do livro Viagem ao redor do meu quarto.

 

ALGUÉM FALOU: Só depois de ter problemas é que percebemos quão pouca simpatia e bondade existem no mundo. Enquanto eu viver, terei esperança. Pensamento da jornalista e escritora estadunidense Nelly Bly (Elizabeth Cochram Seaman - 1864-1922). Veja mais aqui.

 

ALÉM DA CARNE - […] A população cada vez maior de gado está causando estragos nos ecossistemas da Terra, destruindo habitats em seis continentes. A pecuária é o principal fator na destruição das florestas tropicais remanescentes do mundo. [...] O gado também é uma das principais causas do aquecimento global. … O impacto ambiental, econômico e humano devastador de manter um complexo pecuário em todo o mundo é pouco discutido nos círculos de políticas públicas. [...] No entanto, a produção de gado e o consumo de carne agora estão entre as ameaças mais graves ao futuro bem-estar da Terra e de sua população humana. [...] Parece insincero para a elite intelectual do primeiro mundo insistir no assunto de muitos bebês nascendo nas nações do segundo e terceiro mundo, enquanto virtualmente ignora a superpopulação de gado e as realidades de uma cadeia alimentar que rouba os pobres de sustento para alimentar os ricos com uma dieta constante de carne alimentada com grãos. A transição da agricultura mundial de grãos para rações representa uma nova forma de mal humano, cujas consequências podem ser muito maiores e duradouras do que quaisquer exemplos anteriores de violência infligida por homens contra seus semelhantes. [...]. Trecho extraído da obra Além da carne: a ascensão e a queda da cultura do gado (Plume, 1993), do escritor estadunidense Jeremy Rifkin.

 

BIBLIOMISTÉRIO – [...] Mas a pólvora se destrói junto com sua vítima, enquanto um livro pode continuar explodindo por séculos. [...] A tinta da impressora tem lutado contra a pólvora há muitos e muitos anos. [...]. Trechos extraídos da obra The Haunted Bookshop (Avon, 1983), do escritor, jornalista e ensaísta estadunidense Christopher Morley (1890-1957), que é autor do livro Where the Blue Begins (Pomona, 1922), do qual a frase encontrada: Só existe um sucesso… ser capaz de viver a sua vida à sua maneira. E também é autor da frase: Leia, todos os dias, algo que ninguém mais está lendo. Pense, todos os dias, algo que ninguém mais está pensando. Faça, todos os dias, algo que ninguém mais seria tolo o suficiente para fazer. É ruim para a mente ser sempre parte da unanimidade.

 

DOIS POEMASDILEMA: A tentação é chamada de amor / ou chocolate. / O vício é ruim. / Sem paliativo. / Se algum médico, demônio ou alquimista /soubesse de minha doença, / seria uma coisa / toda minha vida me curar. /Bem, apenas uma droga, / com sua prisão / do esquecimento, me salva da outra. / E assim, mais uma vez, é o conflito: / ou o amor me come / ou eu morro esta noite de chocolates. DOBRAR: Sinta o peso quente. / Vire / previdente a vista, e saiba / que não há ninguém. / Dobrar. Enrole / o vestido, deixe / a brancura mínima / do tecido, seu pelúcia / e o franzido que abraça a cintura e a virilha nos joelhos / Molhar / a terra seca, / quente e doce / de agosto com o azeviche dourado, o / sutil desamparo das formigas na palidez pisoteada / do feno. / Misture / sua fragrância cintilante com o / denso vapor verde de maio, seus / murmúrios alados, a assustada / raça de grilos. / E no inverno, levante / um sopro de nuvem / quente, sugando o / frio frio das folhas do ar. /Urinar / era um pequeno rito / de doçura / no campo. Poemas da poeta e tradutora espanhola Juana Castro.

 

A EDUCAÇÃO & TRANSVERSALIDADE – TEMAS TRANSVERSAIS
- A Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabeleceu as diretrizes e bases da educação nacional, reafirmando que a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. Inspirada nos princípios da liberdade e nos ideais da solidariedade humana, a LDB definiu a educação como dever do Estado e da família e, por finalidade, desenvolver o educando de forma a prepará-lo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Neste sentido, o compromisso com a construção da cidadania requer uma prática voltada para a compreensão da realidade e dos direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal e coletiva. A educação para a cidadania requer que questões sociais sejam apresentadas para a aprendizagem e a reflexão dos alunos, buscando tratamento didático que contemple sua complexidade e sua dinâmica, dando-lhes a mesma importância das áreas convencionais. Com isso o currículo ganha em flexibilidade e abertura, uma vez que os temas podem ser priorizados e contextualizados de acordo com as diferentes realidades locais e regionais e que novos temas sempre poderão ser incluídos. Mediante isso, Moreno (1998) considerou importante a introdução no ensino das preocupações mais agudas da sociedade atual, não significando deslocar as matérias curriculares, embora a vigência e a adequação de muitos dos seus conteúdos, sem dúvida, deverão ser revisadas em alguns casos porque são de valor formativo. Os temas transversais correspondem a questões importantes, urgentes e presentes sob várias formas na vida cotidiana do cidadão brasileiro. No entanto, o desafio que se apresenta para as escolas é o abrirem-se para o debate, não implicando na criação de novas áreas ou disciplinas. Nessa perspectiva foram incorporados na educação formal os temas transversais, de conformidade com as diretrizes curriculares, enfocando questões sobre ética, pluralidade cultural, meio ambiente, saúde, orientação sexual e trabalho e consumo, assuntos esses pertinentes ao aprendizado estudantil e amplos o bastante para traduzir preocupações da sociedade brasileira de hoje. Desta forma, encontra-se que: Ao invés de se isolar ou de compartimentar o ensino e a aprendizagem, a relação entre os temas transversais e as áreas deve se dar de forma que: as diferentes áreas contemplem os objetivos e os conteúdos (fatos, conceitos e princípios; procedimentos e valores; normas e atitudes) que os temas da convivência social propõem; haja momentos em que as questões relativas aos temas sejam explicitamente trabalhadas e conteúdos de campos e origens diferentes sejam colocados na perspectivas de respondê-las (Brasil, 1998:28). Os objetivos e os conteúdos dos temas devem ser incorporados nas áreas já existentes e no trabalho educativo da escola. A finalidade última dos temas transversais se expressa através de um critério em que os alunos possam desenvolver a capacidade de posicionarem-se frente às questões que interferem na vida coletiva, superando a indiferença e interferindo de forma responsável. Por tratarem de questões sociais, a transversalidade tem natureza diferente das áreas convencionais. Sua complexidade faz com que nenhuma das áreas, isoladamente, seja suficiente para abordá-la. Ao contrário a sua problemática atravessa os diferentes campos do conhecimento: (...) os temas não constituem novas áreas, pressupondo um tratamento integrado nas diferentes áreas; a proposta de transversalidade traz a necessidade de a escola refletir e atuar conscientemente na educação de valores e atitudes em todas as áreas, garantindo que a perspectiva político-social se expresse no direcionamento do trabalho pedagógico; influencia a definição de objetivos educacionais e orienta eticamente as questões epistemológicas mais gerais das áreas, seus conteúdos e, mesmo, as orientações didáticas (Brasil, 1998:28/9) A transversalidade proposta pelas diretrizes curriculares da LDB vigente traz a vantagem de que tais temas possam ser abordados sem prejuízo de qualquer conteúdo programático. A transversalidade, bem como a transdisciplinaridade, é um princípio teórico do qual decorrem várias conseqüências práticas, tanto nas metodologias de ensino quanto na proposta curricular e pedagógica. A transversalidade aparece hoje como um princípio inovador nos sistemas de ensino de vários países. Contudo, a idéia não é tão nova. Ela remonta aos ideais pedagógicos do início do século passado, quando se falava em ensino global e do qual trataram famosos educadores, entre eles, os franceses Ovídio Decroly (1871-1932) e Celestin Freinet (1896-1966), os norte-americanos John Dewey (1852-1952) e William Kilpatrick (1871-1965) e os soviéticos Pier Blonsky (1884-1941) e Nadja Krupskaia (1869-1939). A preocupação com tais temas faz parte do que propõe a Lei de Diretrizes e Bases que deve reger de agora em diante a prática pedagógica no sentido que: As práticas sociais e políticas e as práticas culturais e de comunicação são parte integrante do exercício do cidadão, mas a vida pessoal, o cotidiano, e a convivência e as questões ligadas ao meio ambiente, corpo e saúde também.(...) na vida pessoal, há um contexto importante o suficiente para merecer a consideração específica, que é o do meio ambiente, o corpo e a saúde. (Brasil, 1998:142) Yus (1998:54), contudo, salienta que: Por causa de seu alto componente de conteúdos atitudinais (valores, atitudes, normas) a problemática da educação desde a transversalidade está indubitavelmente ligada ao plano técnico para todo o conjunto de contribuições da psicologia social e da ética.(...) Em primeiro lugar, é preciso que a escola proponha tratar a educação desde matérias transversais, com a participação e o compromisso de toda a comunidade educativa, incluídos os alunos moralmente mais autônomos, como uma primeira medida para co-responsabilizar esses no estabelecimento de normas e climas apropriados para o trabalho. A inclusão dos temas transversais na grade curricular, segundo Yus (1998:49) contribui para uma nova cultura no ensino: Uma cultura que esteja baseada na cooperação e no intercâmbio entre os diferentes agentes educativos; na gestão compartilhada e democrática da vida escolar e na assunção coletiva dos fins educativos; numa atmosfera moral em que os temas transversais constituam os lugares obrigatórios de encontro dos diferentes saberes acadêmicos tradicionais a serviço de alguns fins educativos que vão além  da cultura científica e se dirija, como fim último, à criação de indivíduos autônomos e críticos, e a sociedades mais justas e solidárias. Na efetiva operacionalização dos temas transversais em sala de aula, não se pode olvidar que o aluno seja um simples receptador de informações, na verdade o aluno é uma inteligência que precisa ser burilada, um potencial a ser explorado. Mas para que este trabalho possa vir a ser realizado com relativo sucesso, é preciso que o professor conquiste a confiança e o respeito profissional do seu aluno e isto só será possível se o professor enquanto educador, demonstrar uma atitude de firmeza e maturidade na sua prática pedagógica. Isto leva a educação a ser o recurso utilizado para um planejamento adequado numa ótica sociológica, culturalmente plural,  juridicamente embasada, eticamente capaz de fomentar ações que estimulem o exercício da cidadania. Ou seja, uma ação voltada para obtenção de conteúdos ministrados ao lado dos temas transversais, ou mesmo perpassados uns aos outros, possibilitando uma visão progressista quanto a prospecção de instrumentos eficientes que sustentem o manejo de transformar a nossa realidade, contribuindo para que não só o discente, mas todo o brasileiro, emancipe ações que possam reformular o ambiente em que vive de forma sustentável. Neste sentido, Busquest & Leal (1998:65) dão relevância extrema ao assunto, observando três objetivos básicos a seguir: 1 - Formar personalidades autônomas, capazes de construir seu próprio estilo de vida e conseguir equilíbrio que lhes proporcione bem-estar, tanto no terreno físico como no psíquico e social; 2 - Oferecer os meios para que a população infantil e jovem se conscientize de seus próprios estados físicos e psíquicos, dos seus hábitos e atitudes diante das diversas situações da vida cotidiana, e construa um conhecimento tanto dos processos que sucedem em seu organismo quanto do funcionamento de suas relações pessoas e sociais; e 3 - Proporcionar os meios para que a população infantil e jovem chegue a conhecer e usar diferentes formas de intervenção nesses processos orgânicos, a desenvolver hábitos, atitudes e relações, a fim de conseguir mudá-la em prol do seu bem-estar. Isto envolve uma educação sobre a tomada de decisões e o conhecimento das conseqüências positivas ou negativas delas derivadas. Por outro lado nas várias áreas do currículo escolar existem, implícita ou explicitamente, ensinamentos a respeito da transversalidade, isto é, todas educam em relação às questões sociais através de suas concepções e dos valores que veiculam. Tal proposta pode acarretar algumas discussões do ponto de vista conceitual, como por exemplo, a da sua relação com a concepção de interdisciplinaridade, bastante difundida no campo da pedagogia. Essa discussão é pertinente e cabe analisar como estão sendo consideradas nas Diretrizes Curriculares Nacionais as diferenças entre os dois conceitos, bem como suas implicações mútuas, se bem que ambas se fundamentam na crítica de uma concepção de conhecimento que toma a realidade como um conjunto de dados estáveis, sujeitos a um ato de conhecer isento e distanciado. As duas apontam a complexidade do real e a necessidade de se considerar a teia de relações entre os seus diferentes e contraditórios aspectos. Mas diferem uma da outra, uma vez que a interdisciplinaridade refere-se a uma abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento, enquanto que, a transversalidade diz respeito principalmente à dimensão da didática. Entre uma e outra, dicotomias são visíveis (Brasil, 1998). Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
REFERÊNCIAS
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YUS, Rafael. Temas transversais. Porto Alegre: Atmed, 1998.


V BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE ALAGOAS: 22 OUT 2011: LANÇAMENTOS- Neste sábado, dia 22, ocorreram os lançamentos dos livros no estande da Secult/Biblioteca Estadual, dos escritores Cida Lima, Claudia Gordon, Geraldinho Gonçalves e Luiz Alberto Machado.


Os autores da noite Cida Lima, Claudia Gordon, Geraldinho Gonçalves e Luiz Alberto Machado.


Luiz Alberto Machado com Maria Luisa Russo, Diretora da Biblioteca Estadual.


Luiz Alberto Machado e Marcia Sarmento, da Turma da Carochinha.


O cordel Tataritaritatá.



NESTE DOMINGO: NITOLINO & LOBISOMEM ZONZO – Está previsto para o próximo dia 23 de outubro, domingo, a partir das 15hs, tarde de autógrafos dos livros infantis “Nitolino no Reino Encantado de Todas as Coisas” e “O lobisomem zonzo” de Luiz Alberto Machado.

OFICINA BRINCAR PARA APRENDER – No dia 24, a partir das 10hs, na sala Lêdo Ivo, realizarei a oficina Brincar para aprender.

ESTANDE DA SECULT/BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO – Estarei todos os dias no estande da Secult/Biblioteca Pública do Estado, com exposição de todos os meus livros infantis, DVD e folheto de cordel, além da distribuição gratuita do zine Tataritaritatá. Espero você por lá.
Veja detalhes na minha home page www.luizalbertomachado.com.br

SERVIÇO:
Tarde de autógrafos dos livros infantis Nitolinono Reino Encantado de Todas as Coisas / O lobisomem zonzo, de Luiz Alberto Machado.
Dia 23, domingo, a partir das 15 hs no estande da Secretaria de Estado da Cultura/Biblioteca Pública do Estado, na V Bienal Internacional do Livro de Alagoas. Coordenação Maria Luiza Russo.




Veja mais sobre:
O natal de Popó, Joseph Conrad, Maria Clara Machado, Nino Rota, Virginia Woolf & a psicanálise, Lars von Trier, Catherine Deneuve, Björk, Étienne-Maurice Falconet, Viviane Mosé & William Etty aqui.

E mais:
A espera de Bia & Elas fazem poesia e sexo aqui.
Tributos, Direito Tributário & LAM na Educativa FM aqui.
Conteúdo, Didática, Educação & LAM na TV Gazeta de Alagoas aqui.
Vermelho da Amora & LAM na Rádio Difusora de Alagoas aqui.
Receitas & despesas públicas & LAM na Rádio Jovem Pan aqui.
Formação docente & Ensino Médio aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Leitora Tataritaritatá
Veja aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
 Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja  aqui e aqui.




quarta-feira, abril 09, 2008

VALÉRY, JASPERS, NELLY BLY, PASCAL, JAROSLAV ZAMAZAL, ORLANDI, PSICOLOGIA SOCIAL, ESTATÍSTICA, TOLINHO & BESTINHA

 
A arte d artista plástico tcheco Jaroslav Zamazal (1900-1983)


TOLINHO & BESTINHA - IX - Quando o mundo fica pequeno pros andejos de cabeça inchada - O clima ficou pesado. Bum! Tempo fechado de se ver o pega-prá-capar! Segura a onda! E o que é pior: comigo no meio. Mas rapaz, logo eu que sempre me esquivei de bronca, findar agora em palpos de aranha? Eita. Isso é uma camisa de trezentas mil varas com dez nós cegos no meio! Verdade. Os caras num tem o menor senso de ridículo. São capazes dos mais enlouquecidos disparates, não se dando para prever o mínimo das conseqüências, são tudo pau de dar em doido! Mexeu, vespeiro macho dá na maior urucubaca, de só se ver o enterro voltando truculentamente. O pior rebuliço dos revoltados! Destá. O ar tão sinistro pairava com aquele bafo capaz de reunir todas as desgraças juntas, a ponto de uma tragédia braba sem precedentes na história, suspender o ritmo natural da vida ínfima dos coadjuvantes envolvidos nessa presepada. Uma bombástica situação daquelas de deixar meio mundo de gente de queixo caído. Óóóóóó. Dava até para prever o sinal de extrema-unção, carpideiras, blém-blém, missa-de-sétimo-dia, maior atmosfera funérea. Não seria tão tosca se não fosse evidentemente da maior bizarrice. Parecia mais que uma bomba de num sei quantos megatons estava prestes a explodir reduzindo tudo a migalhas. Ou nem isso sobrando. Deu prá sentir, num é? Graças a intervenção salvadora do Boca-de-frô, conseguiu-se reconduzir os propósitos iniciais dessa empreitada, não antes meio mundo de recomendações condicionadas para tal. Hum! Para maior munganga desembestada, um rol de condições, chega superar todos os dogmas, todas as bulas, todas as regras, toda a codificação, teve que ser acertada, remoída, reiterada, para que tudo pudesse prosseguir a bom termo. Bote beligerância nos acertos cuspindo desavenças, ameaças, alardes, um verdadeiro cu-de-boi! Eita! Pode? Graças, entre mortos e feridos parece que escaparam todos, pelo menos. O pior não é nada, tratando-se de coisas tão fúteis que não vale o que priquito voa, desarrazoado desse é pinto. É cada chute no pau da barraca de só se ver os estilhaços voando feito canivete. Danou-se! Disso, ficou acertado, para contrariedade dos muitos aficcionados das lorotas cabeludas desmedidas que estouram a maior dimensão da lógica e para não esticá-la mais que o convincente no raio do verossímil, que Tolinho e Bestinha, por fim, arribaram putos da vida, fecharam-se em copas, criando uma redoma incomunicável entre os dois e o resto do mundo, ameaçando até peticionar judicialmente, exigindo danos morais num litígio com o maior boi de fogo contra quem investisse insinuações para as bandas deles. É mole? E isso dá cabimento para as maiores maloqueragens. Melhor deixar o dito pelo não dito, passar uma borracha em tudo e reconsiderar novas circunstâncias para o melhor andamento de nossa narrativa. Principalmente pelo fato de jamais haver acordo na peitica dos ofendidos que reclamaram exaustivamente indenização pecuniária de vulto, daquelas correspondentes a dez vezes mais o montante da dívida externa brasileira. Um exagêro, claro, mas cada qual tem o direito de atrevimento e de petulância próximas da estupidez. Notadamente para quem não tem limites nem trafega na dimensão do razoável. O que não seria nenhuma coisa do outro mundo, vez que a gente já sabe, pelo que já foi visto, que limites não existem e, se existissem, estariam usurpando até os confins dos paradoxos, excedendo contradições, sobrepujando a sensatez e a coerência. Isto quer dizer que devemos contar tudo no mundo do escandaloso, quanto mais extravagância, melhor. Aproveitando-se disso e vingando-se propositalmente ao mesmo tempo da dupla insana, Lombreta-boca-de-frô, que não é nenhuma flor que se cheire e tem um rabo enorme para deixar queimar na fogueira das maledicências, assumiu, por sua própria conta e risco, a epopéia das toupeiras. Assim, de agora em diante, tudo correrá conforme suas informações. Tratando-se de uma arapuca braba, entenda-se que não há o que temer, eles que são brancos que se entendam. Eu, apenas, empresto minha pena na tentativa de organizar as presepadas que aqui serão narradas, nada mais. E, para começo de conversa, introdutoriamente Lombreta fez questão veemente de deixar claro sua exacerbada formação religiosa, deixando escapar suas inclinações nazistas, sua predileção em imitar o Enéias e a desabusada mania de botar tudo no eixo do certo. - Vamo aprumá a cunversa! -, disse, pondo todos os pontos nos iis. E, com a sua providente explanação, colocou tudo em pratos limpos para que não se pairem a menor dúvida sobre os fatos que aqui serão amiudamente relatados. - Hum, hum -, pigarreou Boca-de-frô, afinando a goela. - Bem, falá de Tolinho e Bestinha, mi dá o maió dos prazê. Incrusivel, essa roda tá muito istreita, tem qui botá mais gente queimando nesse fogaréu. Por exemplo, mermo, o Bráulio. Num sei pruqui caiga-d´água esse molambo de gente num tá na roda! Tem qui intrar, é uma das minha ejigência. À guisa de esclarecimento, todavia, o Bráulio-cabeça-de-pica, o rei-da-cocada-preta, é o seu maior desafeto e olhe que ainda são parentes. Deles, uma inimizade criada na base de muita lenha prá queimar e ingicada de instante a instante por causa do adiantamento do dissimulado. Tudo porque deu sopa, pimba! Marcou bobeira, num dá um prego num peido de véia mas tira vantagem de tudo. O Zé-ruela, para o Boca-frô, é feito um soco na boca do estômago: o desregrado namorava e papava as irmãs dos dali e tomava as namoradas dos outros. Logo o Boca-de-frô que ficava no meio do maior pastoril: cinco do cordão encarnado, seis do cordão azul, tudo daquelas lindezas cobiçadas por qualquer marmanjo de sã consciência, isso batia nos nervos do sorteado dele ficar horas e mais horas xingando o atrevimento do sujeito. Sai fora! O Bráulio era um verdadeiro bicho-papão, o verdadeiro calango fudedor, playboy, cabelo nos ombros, todo malabanhado, desbocado, cheio de nó pelas costas, desassombrado e mais desavergonhado de não temer nenhuma reprimenda de quem quer que fosse. Desse espaço, o cabra timbunga dentro com a maior cara lisa. Ôxe, o maior penetra e arregueiro das coisas impossíveis. O mais constrangedor de tudo era quando o Bráulio se referia ao Lombroso como sendo o mais metido a besta da trupe, exaltando-se a sua mania culta de douto das ciências ocultas e letras de culturas inúteis, possuidor de apetrechos maiores que telescópio Hubble e com o fosquete com mais de 600 KV de potência, capaz de fazer a NASA pedir penico para obter suas informações exclusivistas. E mais: conciliando o trancendental ao imanente e mangando da mania hipocondríaca dele, de tudo virar uma doença braba a partir do mais leve toque de uma mosquinha de nada pousando na pele de quem quer que seja. O bafafá entre os dois num tinha trégua. Para redimir, Lombroso contava com o Tolinho que sustentava a ira dele. Ou melhor, Tolinho gozava da amizade de ambos. Sem preferência. Na hora agá: o Bráulio que era espirituoso, espaçoso, carregava na boléia toda trupe para as piores situações. No final, só mangação. - Tome! Num disse? Vá comê sal cum ele, vá? Só dá nisso, maió rebuceteio! Narra, então, que no início a amizade entre ele, Bráulio e Tolinho era referendada no primado. Isto é, por serem parentes se entendiam. Mas Boca-de-frô logo percebeu as maleitas do Bráulio e partiu para as intrigas e fuxicos para tirá-lo da roda. Assevera, assim, que nunca fizeram nada de mais, agindo como qualquer criança em fase de crescimento. É claro, diz ele solenemente, que não se pode negar as brechadas nas portas dos banheiros femininos, o levantamento de saias para ver as bundas-ricas, a puxada nas presilhas dos sutiãs, as pedradas nos quengos alheios, as quebradas de vidraça da vizinhança, as arterices que redundavam em pisas exageradas, mas que quando um levava uma surra, os outros dois saíam do aperto depois de umas lamboradas gerais. Era assim: onde o cacete come num, come em todos. O seu testemunho alega que não houve nada das sandices contadas sobre Tolinho com as freiras, mentira. Tudo mentira. É verdade só, que numa doidice, ele próprio decepou um colhão. Isso sim. Mas o resto é tudo invencionice. Aquelas coisas todas atribuídas ao Tolinho, na verdade, era cometida pelo Bráulio, este que tudo que dizem de Tolinho era ele quem pintava e bordava. Tolinho que levava a culpa, coitado. O Bráulio que era o sacana e para se defender dizia que foi o Tolinho quem havia praticado isso ou aquilo. Ele próprio, o Boca-de-frô, fora vítima de num sei quantas aperturas e reprimendas por causa das dedurações do Bráulio. Por isso que se afastaram do enredeiro quando conheceram Bestinha, outro vítima de inverdades. Se bem que, ressalta Boca-de-frô, de Bestinha ele não pode botar a mão no fogo, no máximo no gelo, porque é mentiroso demais e sai inventando coisas descabidas para banda de todo mundo. Na vera, só defendia mesmo o espinhaço de Tolinho, a quem tratava por irmão de sangue. Depois de haver cochichado as considerações iniciais, Lombreta mandou passar a régua nas preliminares e pigarreou, novamente, afinando o verbo, prometendo abrir o jogo de Bestinha e Bráulio, dando por iniciada a maior enredagem que se tenha notícias sobre essas duas almas penadas. Vamos nessa. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.  


PENSAMENTO DO DIA - [...] Só nos momentos em que exerço minha liberdade é que sou plenamente eu mesmo: ser livre significa ser eu mesmo. [...]. Pensamento do filósofo e psiquiatra alemão Karl Theodor Jaspers (1883-1969). Veja mais aqui.

PARA QUE SERVEM AS GAROTAS? – [...] O que, exceto a tortura, poderia gerar insanidade mais rápido do que este tratamento? Aqui uma classe de mulheres foi enviada para ser curada. Gostaria que os médicos especialistas, que me condenaram por minhas ações, que provaram suas habilidades, que peguem mulheres perfeitamente saudáveis e sãs, que calem suas bocas e as façam sentar das seis da manhã às 8 da noite em bancos duros, que não deixem que elas falem ou se movam durante essas horas, sem dar-lhes nada para ler ou conhecimento sobre o mundo lá fora, dando-lhes comida de péssima qualidade e um tratamento brutal, e vejam quanto tempo levará para que elas se tornem loucas. Dois meses as destruiriam mental e fisicamente. [...]. Relato da jornalista e escritora estadunidense Elizabeth Cochram Seaman (1864-1922), mais conhecida como Nelly Bly, pioneira em reportagens investigativas, passando por insana para estudos numa instituição de tratamento de doentes mentais. Ela iniciou sua carreira ao criticar uma matéria intitulada “What Girls Are Good For”, ela impressionou o editor, pelo qual foi contratada, assumindo o seu pseudônimo, escrevendo sobre diversas temáticas sobre os direitos das mulheres e denunciando suas terríveis condições laborais. Insatisfeita foi pro México e publicou, em 1888, o livro “Six Months in Mexico”. Retornando para Nova Iorque, passou a investigar um hospital psiquiátrico, como paciente, resultando numa experiência terrível por dez dias. Ali conheceu mulheres que não possuíam nenhum distúrbio psicológico, bem como outras que não recebiam tratamento adequado, todas sendo abusadas, amarradas, agredidas e ignoradas pelos médicos, resultando, ao sair da instituição, na publicação do livro “Dez dias em um hospício”. Por conta disso, o governo tomou providências e decretou mudanças no hospital. Depois disso, ela ficou conhecida por todo o país e seguiu escrevendo sobre pobreza, política e outras questões sobre as quais as mulheres anteriormente não tinham opinião (ou melhor, não podiam expressar suas opiniões). Seus textos e denúncias ajudaram a mudar a sociedade e a inspirar outras mulheres a seguirem o caminho não usual e desafiar os padrões de gênero há muitas décadas. Em 2015 foi publicado um filme e um documentário sobre sua vida e legado. Veja mais aqui e aqui.

DIGNIDADE & PENSAMENTO - [...] Não é no espaço que devia buscar minha dignidade, mas na ordenação de meu pensamento. Não terei mais, possuindo terras; pelo espaço, o universo abarca e traga como um ponto; pelo pensamento, eu os abarco. [...]. Extraído de Pensamentos (Abril Cultural, 1973), do filósofo, físico e teólogo francês Blaise Pascal (1623-1662). Veja mais aqui.

APRENDER: DISCURSO & LEITURA - [...] Compreender, eu diria, é saber que o sentido poderia ser outro [...] Compreender, na perspectiva discursiva, não é, pois, a tribuir um sentido, mas conhecer os mecanismos pelos quais se põe em jogo um determinado processo de significação. [...] Extraídos de Discurso e leitura (Cortez/Unicamp, 1993), da professora e pesquisadora Eni Pulcinelli Orlandi. Veja mais aqui.

POESIAEm poesia, trata-se antes de mais nada de fazer música (de palavras) com a própria dor a qual diretamente nada importa. Pensamento do filósofo e poeta do Simbolismo francês, Paul Valéry (1871-1945). Veja mais aqui e aqui.

PSICOLOGIA SOCIAL – O livro Psicologia social: perspectivas psicológicas e sociológicas, de José Luis Álvaro e Alicia Garrido, trata de temas como as origens do pensamento psicossociologico na segunda metade do século XIX, o desenvolvimento das ciências sociais, o positivismo e a tese da unidade da ciência, a sociologia como ciência em Émile Durkheim, o estudo da imitação de Gabriel Tarde, a psicologia das massas de Gustave Le Bom, a consolidação da psicologia experimental, as ideias psicossociologicas de Karl Marx, o princípio da seleção natural, a teoria evolucionista de Hernert Spencer, o pragmatismo, a diferenciação da psicologia social no contexto da psicologia, Wilhelm Wundt, a psicologia da Gestalt, William McDougall e a teoria dos instintos, a teoria psicanalista, Watson e o Behaviorismo, Alpport e o behaviorismo na psicologia social, Max Weber e a teoria da ação social, Gerog Simmel e o estudo das ações recíprocas, Charles Horton Cooley e as bases psicossociais das relações interpessoais e da vida social, William I. Thomas e o estudo das atitudes sociais com objeto da psicologia social, George Herbert Mead e o interacionismo simbólico, o positivismo lógico e Circulo de Viena. Karl Mannheim e a sociologia do conhecimento, o neobehaviorismo, a hipótese da frustração-agressão, Kurt Lewin e a teoria de campo, o estudo experimental dos grupos, Frederic Bartlett e a teoria dos esquemas, Lev Vygotski e o estudo dos processos cognitivos, o funcionalismo estrutural e a teoria sociológica de Talcott Parsons, o método experimental, a mensuração das atitudes, a percepção social, a consistência cognitiva e a teoria do equilíbrio de Fritz Heider, a teoria da comparação social e da dissonância cognitiva de Leon Festinger, a comunicação persuasiva e Carl Howland no programa de pesquisa, a teoria da facilitação social de Robert Zajonc, a teoria do intercâmbio social de John Thibaut e Harold Kelley, a aprendizagem social, a teoria do desamparo aprendido de Marting E. P. Seligman, a teoria de intercambio de George Homans, sociologia fenomenológica e a psicologia social de Alfred Schutz, a etnometodologia, o modelo de covariação de Harold Kelley, categorização social e estereótipos, Alberto Bandura e o behaviorismo mediacional à teoria cognitiva social, categorização e identidade social, a identidade social e relações intergrupais, a teoria da auto-categorização, a teoria das representações sociais, a psicologia social de Martin-Baró, o construcionismo social de Keneth Gergen, o enfoque etogênico de Tom  Harré, a análise do discurso e a psicologia social, o enfoque retórico de Michael Billing, análise das conversações, o interacionismo simbólico e a concepção estrutural de Sheldon Stryker, a teoria da estrutura de Anthony Giddens, a sociologia figurativa de Norbert Elias, o construtivismo estruturalista de Pierre Bordieu, a polêmica com relação à metodologia quantitativa ou qualitativa, entre outros importantes assuntos. REFERÊNCIA: ALVARO, José Luis; GARRIDO, Alicia. Psicologia social: perspectivas psicológicas e sociológicas. São Paulo: McGraw-Hill, 2006.

PSICOLOGIA SOCIAL – A obra Psicologia social dos valores humanos: desenvolvimentos teóricos, metodológicos e aplicados, organizado por Maria Ros e Valdiney V. Gouveia, aborda temas como a perspectiva história da psicologia social dos valores, aspectos universais na estrutura e no conteúdo dos valores humanos, o individualismo e o coletivismo normativo, procedimentos de escala para medição de valores, consenso e estabilidade nos valores sociais abstratos, validade dos modelos transculturais sobre os valores, internalização de valores sociais e estratégias educativas parentais, valores e redução do preconceito, os significados da saúde e a saúde como um valor, os significados da identidade nacional como valor pessoal, descrições das culturas, indicadores psicológicos e macrossociais comparados com as posições em valores das nações, valores do trabalho e das organizações, valores culturais e decisões de comportamento nas organizações de trabalho, entre outros assuntos. REFERÊNCIA: ROS, María; GOUVEIA, Valdiney. Psicologia social dos valores humanos: desenvolvimentos teóricos, metodológicos e aplicados. São Paulo: Senac, 2006.

ESTATÍSTICA APLICADA A CIÊNCIAS HUMANAS – O livro Estatística aplicada a ciências humanas, de Jack Levin, trata de assuntos como a natureza da pesquisa, hipóteses, estágios da pesquisa, séries numéricas, funções da estatística, organização de dados, distribuições de frequências e cumulativas, posto percentil, representações gráficas, gráficos setoriais, gráficos de barras, polígonos de frequência, medidas de tendência central, moda, mediana, média aritmética, medidas de variabilidade, amplitude total, desvio médio e padrão, a curva normal, probabilidade, métodos de amostragem, distribuição binomial, erro amostral, intervalos de confiança, estimativa de proporções, amostras e populações, tomada de decisões, hipótese nula e experimental, níveis de significância, análise de variância, somas de quadrados, testes não-paramétricos, prova exata de Fisher, prova de Mann-Whitney, dupla analise de variância por postos de Friedman, análise da variada por postos de Kruskai-Wallis, subsequências, experimento binomial, correlaão, aplicação de procedimentos estatísticos a problemas de pesquisa, entre outros assuntos. REFERÊNCIA: LEVIN, Jack. Estatística aplicada a ciências humanas. São Paulo: Harbra, 1987.

ESTATÍSTICA NÃO-PARAMÉTRICA PARA CIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO – O livro Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento, de Sidney Siegel e N. John Castellan Jr., aborda uso de testes estatísticos em pesquisa, hipótese nula, escolha do teste estatístico, nível de significância e tamanho da amostra, distribuição amostral, região de rejeição, decisão, exemplo ilustrativo, referências, modelo estatístico, eficiência, mensurações, testes estatísticos paramétricos e não-paramétricos, teste binomial, teste qui-quadrado de aderência, teste de Kolmogorov-Smirnov de uma amostra, teste para inferência de simetrias de distribuições, teste das series de uma amostra para aleatoriedade, o teste ponto-mudança, discussão, teste de mudança de McNemar, teste do sinal, teste de postos com sinal de Wilcoxon, o teste de permitação para replicações emparelhadas, amostras independentes, amostras relacionadas, amostras independentes, medidas de associação e testes de significância, os coeficientes de Cramér, Spearman, Kendall, variáveis ordenadas e a estatística gama G, associação assimétrica, estatística lambda e para variáveis ordenadas, entre outros assuntos. REFERÊNCIA; SIEGEL, Sideny; CASTELLAN JR, N. John. Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2006.

INTRODULÃO À ESTATÍSTICA – O livro Introdução à estatística: enfoque informático com o pacote estatístico SPSS, de Rafael Bisquerra, Jorge Castellá Sarriera e Francesc Martínez, trata de assuntos como a pesquisa científica e a análise de dados, a informática, estatística descritiva univariada, teoria da decisão estatística, provas de homoscedasticidade, prova T de student de contraste entre duas médias, prova de qui-quadrado, análise da variância, correlação e regressão, contrastes e correlação não-peramétrica, mediação e avaliação em educação, análise de pesquisas de resposta múltipla, entre outras abordagens. REFERÊNCIA: BISQUERRA, R.; SARRIERRA, J. C.; MARTÍNES, F. Introdução à estatística: enfoque informático com o pacote estatístico SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2004.


A arte d artista plástico tcheco Jaroslav Zamazal (1900-1983)




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