A arte d artista
plástico tcheco Jaroslav Zamazal
(1900-1983)

PENSAMENTO DO DIA - [...] Só nos
momentos em que exerço minha liberdade é que sou plenamente eu mesmo: ser livre
significa ser eu mesmo. [...]. Pensamento do filósofo e psiquiatra alemão Karl
Theodor Jaspers (1883-1969). Veja mais aqui.
PARA QUE SERVEM AS GAROTAS? – [...]
O que, exceto a tortura, poderia gerar
insanidade mais rápido do que este tratamento? Aqui uma classe de mulheres foi
enviada para ser curada. Gostaria que os médicos especialistas, que me
condenaram por minhas ações, que provaram suas habilidades, que peguem mulheres
perfeitamente saudáveis e sãs, que calem suas bocas e as façam sentar das seis
da manhã às 8 da noite em bancos duros, que não deixem que elas falem ou se
movam durante essas horas, sem dar-lhes nada para ler ou conhecimento sobre o
mundo lá fora, dando-lhes comida de péssima qualidade e um tratamento brutal, e
vejam quanto tempo levará para que elas se tornem loucas. Dois meses as
destruiriam mental e fisicamente.
[...]. Relato da jornalista e escritora estadunidense Elizabeth Cochram
Seaman (1864-1922), mais conhecida como Nelly
Bly, pioneira em reportagens investigativas, passando por insana para
estudos numa instituição de tratamento de doentes mentais. Ela iniciou sua
carreira ao criticar uma matéria intitulada “What Girls Are Good For”, ela
impressionou o editor, pelo qual foi contratada, assumindo o seu pseudônimo,
escrevendo sobre diversas temáticas sobre os direitos das mulheres e
denunciando suas terríveis condições laborais. Insatisfeita foi pro México e
publicou, em 1888, o livro “Six Months in Mexico”. Retornando para Nova Iorque,
passou a investigar um hospital psiquiátrico, como paciente, resultando numa experiência
terrível por dez dias. Ali conheceu mulheres que não possuíam nenhum distúrbio
psicológico, bem como outras que não recebiam tratamento adequado, todas sendo
abusadas, amarradas, agredidas e ignoradas pelos médicos, resultando, ao sair
da instituição, na publicação do livro “Dez dias em um hospício”. Por conta
disso, o governo tomou providências e decretou mudanças no hospital. Depois disso,
ela ficou conhecida por todo o país e seguiu escrevendo sobre pobreza, política
e outras questões sobre as quais as mulheres anteriormente não tinham opinião
(ou melhor, não podiam expressar suas opiniões). Seus textos e denúncias
ajudaram a mudar a sociedade e a inspirar outras mulheres a seguirem o caminho
não usual e desafiar os padrões de gênero há muitas décadas. Em 2015 foi
publicado um filme e um documentário sobre sua vida e legado. Veja mais aqui e
aqui.
DIGNIDADE & PENSAMENTO - [...]
Não é no espaço que devia buscar minha
dignidade, mas na ordenação de meu pensamento. Não terei mais, possuindo
terras; pelo espaço, o universo abarca e traga como um ponto; pelo pensamento,
eu os abarco. [...]. Extraído de Pensamentos
(Abril Cultural, 1973), do filósofo, físico e teólogo francês Blaise Pascal
(1623-1662). Veja mais aqui.
APRENDER: DISCURSO & LEITURA - [...]
Compreender, eu diria, é saber que o
sentido poderia ser outro [...] Compreender,
na perspectiva discursiva, não é, pois, a tribuir um sentido, mas conhecer os
mecanismos pelos quais se põe em jogo um determinado processo de significação.
[...] Extraídos de Discurso e leitura
(Cortez/Unicamp, 1993), da professora e pesquisadora Eni Pulcinelli Orlandi.
Veja mais aqui.
POESIA – Em poesia, trata-se antes de mais nada de fazer música (de palavras)
com a própria dor a qual diretamente nada importa. Pensamento do filósofo e
poeta do Simbolismo francês, Paul Valéry (1871-1945). Veja mais aqui e
aqui.
PSICOLOGIA SOCIAL – O livro Psicologia social: perspectivas
psicológicas e sociológicas, de José Luis Álvaro e Alicia Garrido, trata de
temas como as origens do pensamento psicossociologico na segunda metade do
século XIX, o desenvolvimento das ciências sociais, o positivismo e a tese da
unidade da ciência, a sociologia como ciência em Émile Durkheim, o estudo da
imitação de Gabriel Tarde, a psicologia das massas de Gustave Le Bom, a
consolidação da psicologia experimental, as ideias psicossociologicas de Karl
Marx, o princípio da seleção natural, a teoria evolucionista de Hernert
Spencer, o pragmatismo, a diferenciação da psicologia social no contexto da
psicologia, Wilhelm Wundt, a psicologia da Gestalt, William McDougall e a
teoria dos instintos, a teoria psicanalista, Watson e o Behaviorismo, Alpport e
o behaviorismo na psicologia social, Max Weber e a teoria da ação social, Gerog
Simmel e o estudo das ações recíprocas, Charles Horton Cooley e as bases
psicossociais das relações interpessoais e da vida social, William I. Thomas e
o estudo das atitudes sociais com objeto da psicologia social, George Herbert
Mead e o interacionismo simbólico, o positivismo lógico e Circulo de Viena.
Karl Mannheim e a sociologia do conhecimento, o neobehaviorismo, a hipótese da
frustração-agressão, Kurt Lewin e a teoria de campo, o estudo experimental dos
grupos, Frederic Bartlett e a teoria dos esquemas, Lev Vygotski e o estudo dos
processos cognitivos, o funcionalismo estrutural e a teoria sociológica de
Talcott Parsons, o método experimental, a mensuração das atitudes, a percepção
social, a consistência cognitiva e a teoria do equilíbrio de Fritz Heider, a
teoria da comparação social e da dissonância cognitiva de Leon Festinger, a
comunicação persuasiva e Carl Howland no programa de pesquisa, a teoria da
facilitação social de Robert Zajonc, a teoria do intercâmbio social de John
Thibaut e Harold Kelley, a aprendizagem social, a teoria do desamparo aprendido
de Marting E. P. Seligman, a teoria de intercambio de George Homans, sociologia
fenomenológica e a psicologia social de Alfred Schutz, a etnometodologia, o
modelo de covariação de Harold Kelley, categorização social e estereótipos,
Alberto Bandura e o behaviorismo mediacional à teoria cognitiva social,
categorização e identidade social, a identidade social e relações intergrupais,
a teoria da auto-categorização, a teoria das representações sociais, a
psicologia social de Martin-Baró, o construcionismo social de Keneth Gergen, o
enfoque etogênico de Tom Harré, a
análise do discurso e a psicologia social, o enfoque retórico de Michael
Billing, análise das conversações, o interacionismo simbólico e a concepção
estrutural de Sheldon Stryker, a teoria da estrutura de Anthony Giddens, a
sociologia figurativa de Norbert Elias, o construtivismo estruturalista de
Pierre Bordieu, a polêmica com relação à metodologia quantitativa ou
qualitativa, entre outros importantes assuntos. REFERÊNCIA: ALVARO, José Luis;
GARRIDO, Alicia. Psicologia social: perspectivas psicológicas e sociológicas.
São Paulo: McGraw-Hill, 2006.
PSICOLOGIA SOCIAL – A obra Psicologia social dos valores
humanos: desenvolvimentos teóricos, metodológicos e aplicados, organizado por
Maria Ros e Valdiney V. Gouveia, aborda temas como a perspectiva história da
psicologia social dos valores, aspectos universais na estrutura e no conteúdo
dos valores humanos, o individualismo e o coletivismo normativo, procedimentos
de escala para medição de valores, consenso e estabilidade nos valores sociais
abstratos, validade dos modelos transculturais sobre os valores, internalização
de valores sociais e estratégias educativas parentais, valores e redução do preconceito,
os significados da saúde e a saúde como um valor, os significados da identidade
nacional como valor pessoal, descrições das culturas, indicadores psicológicos
e macrossociais comparados com as posições em valores das nações, valores do
trabalho e das organizações, valores culturais e decisões de comportamento nas
organizações de trabalho, entre outros assuntos. REFERÊNCIA: ROS, María;
GOUVEIA, Valdiney. Psicologia social dos valores humanos: desenvolvimentos
teóricos, metodológicos e aplicados. São Paulo: Senac, 2006.
ESTATÍSTICA APLICADA A CIÊNCIAS HUMANAS – O
livro Estatística aplicada a ciências humanas, de Jack Levin, trata de assuntos
como a natureza da pesquisa, hipóteses, estágios da pesquisa, séries numéricas,
funções da estatística, organização de dados, distribuições de frequências e
cumulativas, posto percentil, representações gráficas, gráficos setoriais,
gráficos de barras, polígonos de frequência, medidas de tendência central,
moda, mediana, média aritmética, medidas de variabilidade, amplitude total,
desvio médio e padrão, a curva normal, probabilidade, métodos de amostragem,
distribuição binomial, erro amostral, intervalos de confiança, estimativa de
proporções, amostras e populações, tomada de decisões, hipótese nula e
experimental, níveis de significância, análise de variância, somas de quadrados,
testes não-paramétricos, prova exata de Fisher, prova de Mann-Whitney, dupla
analise de variância por postos de Friedman, análise da variada por postos de
Kruskai-Wallis, subsequências, experimento binomial, correlaão, aplicação de
procedimentos estatísticos a problemas de pesquisa, entre outros assuntos. REFERÊNCIA:
LEVIN, Jack. Estatística aplicada a ciências humanas. São Paulo: Harbra, 1987.
ESTATÍSTICA NÃO-PARAMÉTRICA PARA CIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO – O
livro Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento, de Sidney
Siegel e N. John Castellan Jr., aborda uso de testes estatísticos em pesquisa,
hipótese nula, escolha do teste estatístico, nível de significância e tamanho
da amostra, distribuição amostral, região de rejeição, decisão, exemplo
ilustrativo, referências, modelo estatístico, eficiência, mensurações, testes
estatísticos paramétricos e não-paramétricos, teste binomial, teste
qui-quadrado de aderência, teste de Kolmogorov-Smirnov de uma amostra, teste
para inferência de simetrias de distribuições, teste das series de uma amostra
para aleatoriedade, o teste ponto-mudança, discussão, teste de mudança de
McNemar, teste do sinal, teste de postos com sinal de Wilcoxon, o teste de
permitação para replicações emparelhadas, amostras independentes, amostras
relacionadas, amostras independentes, medidas de associação e testes de
significância, os coeficientes de Cramér, Spearman, Kendall, variáveis
ordenadas e a estatística gama G, associação assimétrica, estatística lambda e
para variáveis ordenadas, entre outros assuntos. REFERÊNCIA; SIEGEL, Sideny;
CASTELLAN JR, N. John. Estatística não-paramétrica para ciências do
comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2006.
INTRODULÃO À ESTATÍSTICA – O livro Introdução à estatística: enfoque
informático com o pacote estatístico SPSS, de Rafael Bisquerra, Jorge Castellá
Sarriera e Francesc Martínez, trata de assuntos como a pesquisa científica e a
análise de dados, a informática, estatística descritiva univariada, teoria da
decisão estatística, provas de homoscedasticidade, prova T de student de
contraste entre duas médias, prova de qui-quadrado, análise da variância,
correlação e regressão, contrastes e correlação não-peramétrica, mediação e
avaliação em educação, análise de pesquisas de resposta múltipla, entre outras
abordagens. REFERÊNCIA: BISQUERRA, R.; SARRIERRA, J. C.; MARTÍNES, F.
Introdução à estatística: enfoque informático com o pacote estatístico SPSS.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
A arte d artista plástico tcheco Jaroslav
Zamazal (1900-1983)
Veja
mais sobre:
O caso
de Tomé & Vitalina, Hannah
Arendt, Stanislaw Ponte Preta, Edward Estlin Cummings, Paul Simon e Art
Garfunkel, Irene Ravache, Marcus Vinicius Cesar, Cecília Kerche & Benedito
Calixto de Jesus aqui.
E mais:
Fecamepa:
quando o furacão dá no suspiro do
bandido, de uma coisa fique certa: a gente não vale nada aqui.
Tolinho
& Bestinha: Quando
Bestinha emputecido prestou depoimento arrepiado aqui.
Onde não
tem mata-burro a gente manda ver no trupé & Maíra Dvorek aqui.
Neuroeducação
aqui.
Segure a
onda & tataritaritatá aqui.
CRÔNICA
DE AMOR POR ELA
Leitora
parabenizando o Tataritaritatá .
CANTARAU: VAMOS
APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.