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sábado, fevereiro 13, 2016

JACKIE KAY, RUBEM BRAGA, KARIN FOSSUM, VESTA & LÂMIA


AS DORES DE LÂMIA - Lâmia foi uma bela rainha da Líbia. Zeus encantou-se por ela e, com seus ardis, manteve um relacionamento amoroso. A paixão entre eles era intensa, mas não durou sem consequências. Hera, a esposa de Zeus, descobriu a infidelidade do marido e não poupou esforços para sua vingança. Movida pela raiva, a deusa lançou um castigo terrível: transformá-la em uma criatura monstruosa. Essa transformação era um modo de demonstrar o poder da deusa e a severidade de suas guerras contra as amantes de seu esposo. e decidiu puni-la severamente, com um castigo cruel: transformou-a em um monstro que nunca mais poderia dormir nem fechar os olhos. Por conta disso matou seus filhos e vivesse obcecada com a imagem dos filhos mortos. Na sua tragédia atormentada, quando bebia muito vinho, Lâmia tirava os olhos e os colocava num vaso junto dela, e então dormia, e não era de temer. De outras vezes errava noite e dia, sem dormir, e roubava crianças para comer. Lâmia é vista como simbolismo do medo primordial, uma entidade que encarna a perda, a solidão e o castigo. Essas representações tornaram-se comuns também em pinturas, esculturas e mesmo na literatura popular. Veja mais aqui, aquiaqui.

 


DITOS & DESDITOS

Não temos medo de morrer. Temos medo de sermos esquecidos. Sabemos que seremos esquecidos, e essa ideia é insuportável, não é? Com o passar do tempo, nos tornamos visitantes cada vez mais raros na mente daqueles que ficam para trás. Aqueles que arrumam a casa e dividem os pertences. Jogam fora o lixo. E esquecem. Se soubéssemos que todas as noites alguém acendesse uma vela e se sentasse para pensar em nós – pensasse em nós, mesmo que por apenas alguns segundos – então poderíamos partir deste mundo em paz. Ninguém acenderá uma vela para mim. Quem faria isso?... Pensamento da escritora norueguesa Karin Fossum.

 

O PAVÃOEu considerei a glória de um pavão, ostentando o esplendor, de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade. Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico. Extraída da obra Ai de Ti Copacabana! (Sabiá: 1969), do escritor e jornalista Rubem Braga. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.

 

QUERIDAVocê pode esquecer o som exato da voz dela \ ou como seu rosto parecia quando dormia. \ Você pode esquecer o som de seu choro silencioso \ curvado na forma de uma meia-lua, \ quando menor do que ela, ela parecia já estar indo embora \ antes mesmo de ir, quando as flores estavam nas árvores \ e o sol estava brilhando, e tudo parecia bem no mundo. \ Eu segurei sua mão e cantei uma música de quando eu era uma menina - \ Heel y'ho boys, let her go boys - \ e quando parei de cantar ela tinha escapado, \ já uma menina escorregadia novamente, saltitando, \ seu coração leve, seu rosto quase sorrindo. \ E o que eu não sabia ou não podia dizer então \ era que ela não tinha realmente ido embora. \ Os mortos não vão até você ir, entes queridos. \ Os mortos ainda estão aqui segurando nossas mãos. Poema da poeta, dramaturga e escritora escocesa Jackie Kay (Jacqueline Margaret Kay).

 


DEUSA VESTA
– A deusa romana Vesta – deusa do fogo sagrado, da pira doméstica e a cidade, é correspondente à deusa Héstia dos gregos e à deusa Agni dos hindus, e seu culto possui uma comemoração, a do Festival da Parentália, ou de Diana – deusa da caça e dos bosques, celebrada no antigo Império Romano. Ela é representada segurnado uma pantera e um cetro no reverso de uma moeda. Ela foi cortejada por Apolo (Febo) e Netuno, rejeitando todas as propostas amorosas, sendo protegida sua virgindade por Júpiter. Ela foi engolida por Saturno e resgatada por Júpiter. Devido sua castidade, as sacerdotisas do seu culto são chamadas de Vestais, aquelas que permanecem vigiando o fogo sagrado dos templos: as virgens vestais.


FOCO – O livro Foco: a atenção e seu papel fundamental para o sucesso, do psicólogo ph.D., Daniel Goleman, trata de assuntos como a habilidade sutil, a anatomia da atenção, o valor de uma mente à deriva, encontrando o equilíbrio, autoconsciência, o leme interno, vendo a nós mesmos como os outros nos veem, uma receita para o autocontrole, lendo os outros, a mulher que sabia demais, a tríade da empatia, sensibilidade social, prática inteligente, cegueira sistêmica, ameaças distantes, cérebros em games, parceiros de respiração, o líder bem focado, liderando para o futuro distante, entre outros assuntos. REFERÊNCIAS: GOLEMAN, Daniel. Foco: a atenção e seu papel fundamental para o sucesso. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. Veja mais aqui.

OS CRIMES CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA – Para tratar acerca desta temática num trabalho acadêmico, faz-se necessário tratar inicialmente acerca do Sistema Tributário Nacional, sua fundamentação conceitual, natureza jurídica e classificação dos tributos, tratar acerca do direito tributário, as normas e princípios tributários, a obrigação tributária e os crimes contra a ordem tributaria, a legislação penal tributaria, os tipos penais e os ilícitos tributários. Veja mais aqui e aqui.

PSICOLOGIA & PESQUISA – O livro Psicologia e pesquisa: perspectivas metodológicas (Sulina, 2008), organizado por Helena Scarparo, trata de temas que refletem sobre pesquisa e produção do conhecimento, autonomia e uso do termo de consentimento em pesquisa, a pesquisa quantitativa e os delineamentos possíveis na questão da amostragem, introdução à analise multivariada de dados, dimensões psicossociais da entrevista, a utilização da metodologia dos grupos focais na pesquisa, fenomenologia e método fenomenológico, pesquisa histórica como ferramenta para conhecer a construção das ideias e as práticas em psicologia, análise de conteúdo na leitura e interpretação do discurso grupal, uso de programas de computador na analise qualitativa de dados (CAQDAS) e análise qualitativa usando programa QDA Miner como exemplo aplicado na pesquisa com análise documental de textos de protesto, entre outros assuntos. Veja mais aqui.


Veja mais sobre:
Boi de fogo aqui.


E mais: 
Catarina Eufémia, Gilles Deleuze & Félix Guattari, Peter Gabriel, Mena Suvari, Janne Eyre Melo, Vicente Caruso, Sandra Fayad & o Dia Mundial do Rádio aqui.
Poetas do Brasil, Gregório de Matos Guerra, Sheryl Crow, Dalinha Catunda, Yedda Gaspar Borges, Iracema Macedo, Fidélia Cassandra, Jade da Rocha, Psicodiagnóstico, Controle & Silêncio Administrativos aqui.
Eliete Cigarini, Abuso Sexual, Condicionamento Reflexo & Operante aqui.
Poetas do Brasil, Satyricon de Petrônio, Decameron de Boccaccio, Jorge de Lima, Laura Amélia Damous, Sandra Lustosa, Arriete Vilela, Sandra Magalhães Salgado, Celia Lamounier de Araújo & Simone Moura Mendes aqui.
Anna Pavlova, a Psicanálise de Freud & Adoção aqui.
A magia do olhar de quem chega aqui.
A mulher chinesa aqui.
Tarsila do Amaral, Psicopatologia & Transtornos de Consciência, Direito, Consumidor & Internet aqui.
José Saramago, Hannah Arendt, Luís Buñuel, Sérgio Mendes, Catherine Deneuve, Frederico Barbosa, Barbara Sukova, Os Assassinos do Frevo & Gilson Braga aqui.
Skinner, Walter Smetak, Costa-Gavras, Olga Benário, Kazimir Malevich, Irene Pappás, Camila Morgado & Pegada de Carbono aqui.
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Padre Bidião & as duas violências aqui.
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Proezas do Biritoaldo: Quando o banguelo vê esmola grande fica mais assanhado que pinto no lixo aqui.
Big Shit Bôbras & o paredão: quem vai tomar no cu aqui.
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sexta-feira, março 14, 2008

CLARICE LISPECTOR, JUNG, CHUANG-TZU, LENT, GOLEMAN, ORLAN, WALTER JACKSON ONG, SERRADOR, TOLINHO & BESTINHA


 
A arte da artista francesa Orlan (Mireille Suzanne Francette Porte)


TOLINHO & BESTINHA: QUANDO TOLINHO BATEU PINO COM O CAPETA GRANULADO - Cacetadas muitas vieram, doidice pura. O Tolinho não arredava o pé de suas aprontações. Volta e meia, era cada trombada de deixar o mundo inteiro de cabelo em pé. O cabra era mesmo fuçador. Certo dia, uma festança das boas na redondeza, o infeliz-das-costas-ocas danou-se de espaçoso, adentrando nas intimidades do festeiro. Espia só. Era uma comemoração do abastado Sizenácio, o coronel mais rico de todo lugar que se tivesse notícia. Essa festa possuía dois espaços: o terreiro de fora do cercado para a mundiça; o salão da casa-grande, só para os achegados. Pros banguelas, um xarope-de-bêbo, Maria-teimosa, de deixar tudo assanhado arrotando empáfia. Pros da laia, só uísque escocês. Ôxe, Tolinho, maior-cu-de-cana já tungado, avançou-se e já se dava ao direito de se enturmar com os casacudos. Nossa, que desplante! Ele nem se tocando lá no meio, todo adiantado, entrando espalhado na curva, queimando a zebra, afogando-se na brita com a cara toda arranhada. Maior risadagem, se esfregando com abraços com desconhecidos chaleiras do coronel, apertando de mão em mão e contando as anedotas de seu conhecimento. Todo truviscado, ainda conseguiu enxergar o maior cheirado da trupe. - Ige, esse povo gosta de pitar tabaco mermo!
E quando um deixou em cima da mesa, Tolinho nem se fez de rogado e meteu-se a provar da tabaqueira. Mas olhe só: a cabeça do folgado deu um nó, mas um nó bem dado do tino ficar rodando que só, perdendo a noção de tudo. Vôte! Aí é que foi elas. Parecia mais que ele estava se enfiando num buraco negro nalgum universo paralelo, amocegando num rabo dum cometa qualquer. Daqui prá pouco, começou a se agitar de se ter a idéia de que ele se metera numa casa de maribondo, debatendo-se todo. Se já possuía a bitola estreita, provocava agora o maior abacaxi da paranóia! - Segura o homi!! - O cabra tá desembestado!!! - Êpa! Pega! - É melhor tangê ele pro açude. - Tá doido, s´esse cabra morre afogado???? - Milhó qui tá azoando aqui!! Ôxe, Tolinho mergulhou num mutismo do olho num bater de jeito nenhum. Ficou no cepo e só repetindo estranhamente: - Yu fôck! Se fôda! Quando se mexeu, foi para arrear as calças e depositar um tolote proeminente no assoalho da sala de estar. Nossa, fedia que só a porra! Incensou o ambiente! O grosso calibre do coroné avantajado que fazia volume como se fosse uma obra de arte abstrata plantada no centro da sala, arrancou-lhe uma dúzia de pregas do papeiro, do anel ficar dolorido de tão dilatado. E olhe que nem fez careta prá botar prá fora aquilo tudo. Disso, soube-se depois que se submeteu a uma cirurgia de hemorróidas, tendo de ser costurado minuciosamente, do bocá se parecer um cravinho de rosa de tão arrebitado. Bote mangação. Depois ficou se contorcendo, inventando de botar o dedão no pé no buraco da venta, parecia mais que era de borracha de tanto se envergar. Quando se espremeu todo, daqui pouco, caiu pesadamente de ficar estirado no chão, das bolas do olho ficar rodando. Arrastaram o endemoninhado pro chuveirão, deram-no um banho truculento, penduraram de cabeça prá baixo, espicharam, bateram bei bei bei com força, e nada de dar sinal de vida. Três dias depois bunsuntava ele com uma tremedeira intermitente, o juízo apitando mais que sino de igreja blén blén blén, o coração acelerado num bumbo bum bum bum batendo mais que girândola de fogo de artifícios, uma fome de derrubar um elefante, um desconcertado de num acertar nem a porta de casa, avalie. Mas gostou do que passou. Viciou-se dum jeito de num poder ver pó-de-giz, farinha, açúcar granulado, efervescentes, pó que fosse, estava o sujeitinho na maior cheradeira, querendo viajar de novo por lugares nunca dantes viajado. Foi mesmo. Sugestionou-se de um jeito de qualquer farelo levá-lo às alucinações mais prazerosas. Cheirou, ficava ligadão. Se lúcido já era doido, imagine endoidado desse jeito. Pode? - Êpa, peraí, peraí, peraí - reclamou Tolinho de repente no meio da narrativa. - Peraí, peraí, peraí!!!! Ei, assim tomém é demais tomém. Peraí, ô seu escrevinhador-de-meia-tijela, sô só bota prá rachar em cima de mim, né? Tô ficando ingicado. Tô ficando de saco cheio dessas suas trampolinagens prá cima d´eu. Num güento mai. Ói, espie só: tô me revoltando e num quero mais participar dessa mixaria de estóra, não. Ei, psiu, m´iscute com atenção! Num adianta fazer muxôxo, ou eu mermo conto minha istóra, ou vou-me-s´imbora dessa loa. Viu? - Calma, calma, Tolinho - respondi-lhe -, não estou fazendo nada mais que narrar o que se passou em sua vida pregressa... - Vida o quê? É a mãe! Ei, peraí, em premero lugá, meu nome não é Tolinho, é Beliato Marcolidito Cerejeira Silva Filho, exijo arrespeito, acima de tudo, e quero ser tratado assim. Em sigundo lugar, ocê só mostra os ponto ruim, chega disso, cadê c´ocê mostra qui sô trabaiador, qui sô crente em Deus, qui nunca tirei vantage das freira, qui sô racôio mas tenho uma tesão do caraio, oro todo dia pros santos e prás santas, vô à missa de quano em veizi e peço perdão dos meu pecado, sô decente e quano escorrego na folgança, s´arrepeno e de juêio peço clemença do maiorá... - Calma, calma, Beliato Marcolidito Cerejeira Silva Filho, tá bom assim? - Arrispeito é bom, eu gosto e ejijo! - Certo, seu Beliato Marcolidito, e como é que o senhor quer que eu narre a sua história. - Apois bem, a partir de agora, seu escritorzinho-de-meia-pataca, eu, a parti di agora, assumo a direção dessa jeringonça mais sem pé nem cabeça. Vumo lá. Minha graça todo já sabi, inté meus apelido todo mundo já adecorou. Sô fio de seu Beliato-mão-de-onça, o cabra mais arretado qui já se teve notiça, e de dona Conça-tranca-rua, eita mulé macha da gota! Essa me deu muito desacerto de quage arrancar meus coro. Sou macho e quem é alesado é o Bestinha e o Boca-de-frô. Eu, não, sou sabido e muito sabido. Bote astuça. Essas istóra de mulé feia é invenção loroteira desse mintiroso. Eu mermo já namorei mulé bonita, das muita, muitona, daquelas de enchê a vista e parecê capa de rivista. Quem me enche o saco, sou chato e bote chato nisso. E digo: quano deus dé bom tempo e vergonha nos homi, eu endireito o pau da venta. Arrespeito tudo: pirôbo, quenga, trambiqueiro, calunga, presepeiro, xumbregador, peiteiro, manguaçado, tudo, meno tarado e comedô de criancinha. Ejijo arispeito, ora, qué qui minha mulé, meus fio e meus parentes e aderentes vão dizer cuma pinóia dessa? Tudo é lorota dum apaideguado dum escritô fajuto feito esse, sabiam? Traço tudo no peito e na lata do ingrisiado. É certo qui cometo umas bobagem, mas tenho responsa e ejijo arespeito! Gosto de mulé, isso sim, gosto e gosto mermo, além da conta. Esse negóço de eu me achegar a veado é invenção. Tudo boataria, tudo caboetage sem pé nem cabeça. Mulé mermo nunca ditou prá minha banda, tudo levado no relho e no arreio. Embaçou comigo, puxo o cabresto e mostro quem é qui manda! Gosto de manha e cafuné, sô doido por isso. Casei-me cuma besta-fera agorenta qui só vive aporrinhando meu juizo, maisi sô eu qui manda no currá, tá claro e evidente. Quem num me agüenta que se fôda! Eu sou eu e pronto, quem quisé qui venha encrespar comigo, hum, vai vê só no qui vai dá! Só vai dá ele! Ih! Peraí qui vorto já! Fui! © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.  


PENSAMENTO DO DIANa transformação e crescimento de todas as coisas, cada broto e cada atributo têm sua forma própria. Nisso temos a maturação e corrupção graduais, o constante fluir da transformação e da mudança. Pensamento do filósofo chinês do sec. IV ac, Chuang-Tzu.

ORALIDADE & LITERATURA - [...] Ao separar o conhecedor do que é conhecido [...] a escrita torna possível a introspecção cada vez mais articulada, abrindo a psique como nunca antes não só para o mundo objetivo externo, diferente dela, como também para o eu interior que contrasta com o mundo objetivo [...] Trecho Orality and literacy: the technologizing of the Word (Methuen, 1982), do filósofo, historiador e religioso estadunidense Walter Jackson Ong (1912-2003).

UM SOPRO DE VIDA– [...] Eu tenho que ser minha amiga, senão não agüento a solidão. Quando estou sozinha procuro não pensar porque tenho medo de repente pensar uma coisa nova demais para mim mesma. [...]. Trecho extraído da obra Um sopro de vida: pulsações (Nova Fronteira, 1978), da escritora e jornalista Clarice Lispector (1920-1977). Veja mais aqui.

SETE PÉS - Amigo José Gonçalves / amanhã cedinho, vá / a Coatis, onde reside / compadre João Pirauá; / diga a ele dessa vez, / que amanhã das seis a seis, / Deus querendo, eu chego lá! Sete pés do poeta cantador e repentista pernambucano Serrador - Manoel Leopoldino de Mendonça, nascido em meados do séc. XIX, em Bom Conselho (PE), onde faleceu em 1915. Veja mais aqui.

A NATUREZA DA PSIQUE – O livro A natureza da psique, de Carl Gustav Jung, aborda temas como a função transcendente, considerações sobre a teoria dos complexos, o significado da constituição e da herança para a psicologia, determinantes psicológicas do comportamento humano, instinto e inconsciente, a estrutura da alma, considerações sobre a natureza do psíquico, aspectos gerais da psicologia do sonho, da essência dos sonhos, o fundamento psicológico da crença nos espíritos, o espírito e vida, problema fundamental da psicologia moderna, psicologia analítica e cosmovisão, o real e o suprarreal, etapas da vida humana, a alma e a morte, entre outros assuntos. Fonte: JUNG, Carl. A natureza da psique. Petrópolis: Vozes, 2000. Veja mais aqui.

CEM BILHÕES DE NEURÔNIOS – O livro Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de Neurociência, de Robert Lent, aborda temas como neurociência celular, conceitos de neurociência, sistema nervoso, desenvolvimento embrionário, neurônios e gliócitos, os chips neurais, processamento de informação e transmissão de mensagens através de sinapses, bases biológicas da neuroplasticidade, percepção, neurociência sensorial, os sentidos do corpo, estrutura e função do sistema somestésico, os sentidos químicos, neuroanatomia, neurociência dos movimentos, estrutura e função dos sistemas supramedulares de comando e controle da motricidade, neurociência dos estados corporais, motivação, hipotálamo, homeostasia e o controle dos comportamentos motivados, consciência regulada, os níveis de consciência e os seus mecanismos de controle, 0 ciclo vigília-sono e outros ritmos biológicos, neurociência das funções mentais, as bases neurais da percepção e da atenção, as bases neurais da memória e da aprendizagem, linguagem e os Hemisférios Especialistas, neurobiologia da linguagem e das funções lateralizadas, mentes emocionais, mentes racionais, as bases neurais da emoção e da razão, entre outros tantos e importantes assuntos. Fonte: LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de Neurociência. São Paulo: Atheneu, 2001. Veja mais aqui.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – O livro Inteligência emocional: a teoria revolucionária que define o que é ser inteligente, de Daniel Goleman, aborda temas como o cérebro emocional, emoções, anatomia, a natureza da inteligência emocional, as origens da empatia, a arte de viver em sociedade, inteligência emocional aplicada, casamento, administração do coração, a emoção na clinica médica, o ambiente familiar, trauma e reaprendizado emocional, temperamento, analfabetismo emocional, característica da mente emocional, os circuitos neurais do medo, aprendizado social e emocional, a ciência do eu, ingredientes ativos dos programas de prevenção entre outros importantes temas. Fonte: GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional: a teoria revolucionária que define o que é ser inteligente. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. Veja mais aqui.


A arte da artista francesa Orlan (Mireille Suzanne Francette Porte)





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Tolinho & Bestinha: Quando a lei do semideus é cachaça, tapa e gaia aqui.

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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
 Leitora parabenizando o Tataritaritatá (Arte: Ísis Nefelibata).
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
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MARY OLIVER, ROSI BRAIDOTTI, VERONICA GORRIE & CHACRINHA

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