Curtindo
a arte musical da cantora estadunidense Joan
La Barbara.

DITOS & DESDITOS – As palavras têm
sua propria firmeza. A palavra na página não pode revelar (pode esconder) a
flacidez da mente que a concebeu. Todos os pensamentos são evoluções – ganham mais
clareza, definição, autoridade ao serem impressos – ou seja, descolados da pessoa
que os pensa. A escrita é uma pequena porta. Algumas fantasias, feito grandes
peças de mobiliário, não passarão por ela. Pensamento da escritora e
crítica estadunidense Susan Sontag
(1933-2004). Veja mais aqui e aqui.
ALGUÉM FALOU: A castidade é a
mais anormal das perversões sexuais. Adoro católicos. Se não insistissem tanto
em misturar-se aos cristãos, já teria me convertido a eles. Pensamento do
escritor inglês Aldous Huxley
(1894-1963). Veja mais aqui.
ARTE & COMUNICAÇÃO: LIBERDADE DE
EXPRESSÃO – A obra Arte e comunicação
(AGIR/MEC, 1972), do jornalista, escritor, teatrólogo, professor, historiador e
crítico de arte Celso Kelly (1906-1979), trata sobre arte e sociedade, o
fato estético, a arte e o tempo, a criação artística, fundamentos estéticos da
comunicação, artes plásticas e mensagens visuais, o espetáculo e a comunicação
direta, uma nova linguagem, imagem e som, as novas linguagens e o espetáculo
indireto, comunicação e literatura, linguagens poéticas, jornalismo e a
publicidade na conjuntura da comunicação. Na obra ele expressa: [...] A liberdade de expressão que se reivindica nas
comunicações em geral tem seu fundamento na necessidade de assegurar
autenticidade às comunicações, de inspirar a mais sagrada confiança do público,
de atingir originalidade na criação (inclusive no anúncio) e de garantir à sua
clientela os benefícios da circulação e da audiência. Só bem utilizada, a
liberdade de expressão proporciona aos veículos a penetração de público a q eue
eles aspiram e a força de opinião que eles pretendem. Veja mais aqui.
JUVENTUDE: UMA NARRATIVA – [...] O mundo nada mais era que
uma imensidão de enormes ondas espumantes nos perseguindo, sob um céu baixo o
bastante para tocarmos as mãos, e negro como um teto fumegante. [...] Havia uma completude, algo sólido como um
princípio e dominante como um instinto – uma revelação de algo secreto -,
aquele algo escondido, aquela dádiva boa ou má que faz a diferença racial, que
molda o destino das nações. [...] as
faíscas voavam para cima como o homem gera seu próprio sofrimento [...] Juventude! Tudo pela juventude! A tola,
encantadora, bela juventude! [...] o
primeiro suspiro do Oriente em meu rosto. Jamais esquecerei isto. Era impalpável
e escravizador, como um feitiço, uma promessa sussurrada de prazer misterioso.
[...] O oriente misterioso estava diante
de mim, perfumado como uma flor, silencioso como a morte, escuro como um
túmulo. [...] o Oriente falou comigo, mas foi numa voz ocidental. Uma torrente de palavras jorrava no silêncio
enigmático e fatal; palavras estrangeiras, zangadas, misturadas com palavras e
mesmo frases inteiras em bom inglês, menos estranhas, mas por isso mesmo mais
surpreendentes. A voz xingava e amaldiçoava violentamente; ela cifrava a paz
solene da baía com uma saraivada de ofensas [...]. Trecjos extraídos da
obra Juventude: uma narrativa (Paz e Terra, 2003), do escritor
britânico Joseph Conrad (1857-1924). Veja mais aqui.
LES ÉROTIQUES DU REGARD
Imagens da obra Les
érotique du regard (Balland, 1968), do fotógrafo Marc Attali.
TODO DIA É DIA DA MULHER
Leitora Tataritaritatá!