sábado, outubro 01, 2011

IDA VITALE, PAUL AUSTER, FLUSSER, ZUSAK, HELLER & MICHEL MOORE


MICHAEL MOORE – CAPITALISM: A LOVE STORY


Quando assisti o filme “Capitalismo – Uma história de amor”, do cineasta Michael Moore, que foi lançado em 2010, logo vio tratar-se de um documentário versando sobre a realidade econômica dos Estados Unidos nas últimas décadas.
O autor inicia sua obra com cenas do Império Romano misturando com a realidade atual norte-americana, focando a situação de filho de trabalhador da cidade de Flint, Michigan, que foi abandonado pela General Motors.
Essa narrativa é intercalada com a situação salarial dos pilotos de carreira, os acidentes aéreos por causa da má remuneração da tripulação, a falência dos sindicatos, a relação duvidosa entre juízes e companhias privadas que resultaram na prisão de jovens inocentes, o mandonismo da Wall Street que proporcionou o colapso da economia do país no ano de 2008, bem como imagens dramáticas sobre jornadas de trabalho desumanas, sem contar suas denúncias contra George Bush e seu apoio à candidatura de Barak Obama, entre outras cenas que revelam a situação daquele povo.
Afora isso, traz ainda o presidente Jimmy Carter clamando para o controle do consumismo desenfreado e de como Ronald Reagan assumiu a presidência para atendimento dos interesses de Wall Street.
Entre cenas e denúncias, Michael Morre trata da crise educacional norte-americana como uma das responsáveis pela derrocada da economia do país, possibilitando a migração de estudantes dos mais diversos setores de formação para o setor financeiro que se mostra mais atraente e com possibilidades de altos ganhos em curto prazo.
Uma outra questão levantada e bastante relevante é a atinente às prisões privadas que são mantidas em regime de concessão pelo Poder Público. Na ótica do cineasta, esse modelo atende às exigências neoliberais vigentes no país, sob a tese de que o regime privado desenvolve uma gestão mais rentável que essa atividade sob a tutela do Estado. No entanto, ele sinaliza para a desconfiança da relação das concessionárias com o Poder Judiciário, no sentido de que elas possam realizar relações de trocas subornando juízes e enviar para as prisões inocentes.
Toda narrativa é apresentada de forma chocante a respeito da difusão de seguros de vida empresariais secretos dos empregados, majoritariamente jovens que são admitidos nos quadros de grandes corporações, tornando-se os patrões os reais beneficiários desses seguros, com o total desconhecimento dos empregados e seus familiares. Nesse sentido, o cineasta chama atenção para os produtos financeiros responsáveis pelo estado de recessão global que se abateu no país e no planeta, em virtude de sua virtualização que os tornaram imprevisíveis.
Denuncia o formato confuso dos derivativos que se tornaram os responsáveis pelo endividamento de trabalhadores e de inumeráveis famílias que tiveram de entregar seus bens hipotecados por força de ações de despejo oriundas das transações feitas nos fundos de investimentos.
Nesse ínterim, dá ênfase acerca da negociata de 700 bilhões de dólares no advento do colapso financeiro de 2008, sem regras claras e contrapartidas, que objetivavam salvar o sistema financeiro do país quando, na verdade, foram desviados para premiar executivos impedindo o fluxo de capital para todo mercado.
A denúncia da plutocracia efetuada por Michael Moore é baseada na missiva interna enviada pelo Citybank para os seus clientes, assinalando que a democracia do país havia se tornado um regime plutocrata, privilegiando as classes abastadas, possibilitando que esses pudessem mandar e desmandar em detrimento das classes endividadas que empobreceram.
Tais ataques possuem endereço certo: a perversidade dos dogmas neoliberais da Escola de Chicago que predomina hoje na política financeira do planeta. Em razão disso, o autor direciona sua ação para a reforma do capitalismo, sob a perspectiva de suprimi-lo ou substituí-lo por modelos que contemplem todas as camadas sociais.
Por isso, o autor denuncia o conluio de democratas e republicanos que se enlameiam pela corrupção, inclusive a participação no governo de Obama de aliados de Wall Street.
No ápice de todas as críticas, o cineasta apresenta alternativas de socialização para gestão da classe empobrecida por meio da criação de cooperativas que se encontram como bem sucedidas iniciativas na gestão efetuada pelos próprios trabalhadores, democratizando a riqueza do país.
Um filme imperdível para nossa reflexão. Veja mais aqui, aquiaqui, aqui e aqui.

 


DITOS & DESDITOS - O problema não consiste nas pessoas se esquecerem das coisas, mas em nunca se esquecerem das mesmas. Pensamento do escritor estadunidense Paul Auster. Veja mais aqui.

 

ALGUÉM FALOU: Alguns homens nascem medíocres, outros buscam a mediocridade e outros aceitam a mediocridade imposta a eles. Insanidade é contagiosa. A humanidade é resiliente: as atrocidades que nos horrorizaram semana passada serão aceitáveis amanhã. Pensamento do escritor estadunidense Joseph Heller (1923-1999).

 

O MUNDO CODIFICADO – [...] A questão já não é mais voltada para o que é real, mas sim para o que é conveniente; e então se verifica que não se pode simplesmente aplicar formas convenientes aos fenômenos […] a não ser aquelas mais convenientes que harmonizem com eles. Em suma: as formas não são descobertas nem invenções, não são ideias platônicas nem ficções; são recipientes construídos especialmente para os fenômenos (“modelos”). E a ciência teórica não é nem “verdadeira” nem “fictícia”, mas sim “formal” (projeta modelos). [...]. Trechos extraídos da obra O Mundo Codificado: por uma filosofia do design e da comunicação (Cosac Naify, 2010), do filósofo tcheco Vilém Flusser (1920-1991).

 

A MENINA QUE ROUBA LIVRO – [...] Pronto — disse, jogando uma única bala no balcão. — Misture você. Do lado de fora, eles a desembrulharam e tentaram parti-la ao meio com os dentes, mas o açúcar estava duro feito vidro. Duro demais, até para as presas animalescas de Rudy. Em vez disso, tiveram que alternar chupadelas até a bala acabar. Dez chupadelas para Rudy. Dez para Liesel. Para lá e para cá. [...]. Trecho extraído da obra A menina que roubava livros (Intrínseca, 2007), do escritor australiano Markus Frank Zusak, autor da frase: Os seres humanos me assombram.

 

EXÍLIOS - Estão aqui e ali: de passagem, / em nenhum lado. / Cada horizonte: onde uma brasa atrai. / Poderiam ir até qualquer fissura. / Não há bússola nem vozes. / Cruzam desertos que o bravo sol / ou que a geada queimam / e campos infinitos sem o limite / que os torna reais, / que os faria de solidez e pasto. / O olhar se acomoda como um cachorro, / sem mesmo o recurso de mover uma cauda. / O olhar se acomoda ou retrocede, / se pulveriza pelo ar / se ninguém o devolve. / Não regressa ao sangue nem alcança / quem deveria. / Se dissolve, tão só. Poema da poeta uruguaia Ida Vitale.

 

A arte do fotógrafo Fernando Lessa.

 


Veja mais sobre:
Das decepções com as mazelas na vida, Luís da Câmara Cascudo, Noam Chomsky, Hector Babenco, Frieze Magazine, Marília Pêra, Maria Luísa Mendonça, Xuxa Lopes, Sara Bareilles, Danielle Winits, Enki Bilal & O rabicho da Geralda aqui.

E mais:
A explosão do prazer & Zine Tataritaritatá aqui.
Desenvolvimento Psicossocial & Justiça à Poesia aqui.
A mulher e as relações de gênero aqui.
A mulher, a Lei Maria da Pena & Ginocracia aqui.
Paulo Freire & a Pedagogia do Oprimido aqui.
Satyricon de Petrônio aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Leitora Tataritaritatá.
Veja aqui, aqui, aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
 Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja  aqui e aqui.


 

GUIMARÃES ROSA, JUANA INÉS DA LA CRUZ, BHABHA, CERTEAU, URIEL DA COSTA, EROTISMO NA ANTIGUIDADE & DORO PRESIDENTE



DORO PRESIDENTE – NESSE VOCÊ CONFIA, TENHO CERTEZA!!! – Doro é um menino bom. Hoje é, como sempre, candidato a presidente de não sei quê. Diz ele que é do Brasil. Tem gente que diz que ele é candidato a presidente das Américas. Outros, do planeta!!! Sei não, acho que ele não é presidente nem das ventas dele. Mas como vem eleição ano que vem, ele sempre atravessa o ritmo, chega na hora errada, faz merda que só e bate nos peitos: melhor que eu, só eu mesmo! Confira tudo do melhor (segundo ele mesmo) candidato da porratoda! Vamos lá: O perfil do candidato Doro & o Curriculo do rapaz, esse é o cara... A biografia do sujeito...A campanha do desinfeliz... Mais campanha do desgraçado... Doro e a Marcela Tedeschi Temer... (Ih, num pode... mas o cara lá é suspeito, hem? Tem cara de golpista, né não? Gaia nesse cara de vampiro, vai, empurra tudo, porra!) & O escambau do cara-lisa... & Doro no Big Shit Bôbras, o BBB da verdade!Teibei,a batida do que não tem amor à vida (muito menos ao furico!)...Doro falando das bufunfas...Umdiscursozinho do famigerado...Doro fulo da vida com a Real (não seria o real?)... Doro fala de política!!! & Doro e Obama... & A sogra do melepeiro!Doro no carnaval vindouro... & Tiradas do fuleiro... & Como já dizia o Doro... & Em quem você vai votar nas próximas eleições? & A milagrosa tiro-e-queda ! E vem aí as previsões do Doro para todos os signos, política e a vida de todo mundo paraa o ano que vem. Aguarde, você não perde por esperar, hahahahaha! Veja mais Doro aqui e aqui.



DITOS & DESDITOS – Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens? É preciso sofrer depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado. O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. Deus nos dá pessoas e coisas, para aprendermos a alegria... Depois, retoma coisas e pessoas para ver se já somos capazes da alegria sozinhos... Essa... a alegria que ele quer. Infelicidade é uma questão de prefixo. Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa. O mais importante e bonito do mundo é isso: que as pessoas não estão sempre iguais, mas que elas vão sempre mudando. Felicidade se acha é em horinhas de descuido. Viver é etecetera. Pensamento do escritor, médico e diplomata João Guimarães Rosa (1908-1967). Veja mais aqui.

ALGUÉM FALOU: A desconfiança a respeito da tradição transforma-se em desconfiança quanto ao texto em si, em seu caráter de uma herança passada de geração à geração. Uma vez que a revelação não pode ir de encontro à razão, a prova de que uma passagem é irracional é suficiente para o reconhecimento da ilegitimidade da mesma. Expressão do filósofo português Uriel da Costa (Gabriel da Costa Fiuza – 1585-1640). Veja mais aqui.

O DISCURSO DA DIFERENÇA – [...] é constituído através do locus do Outro, o que sugere que o objeto de identificação é ambivalente e ainda, de maneira mais significativa, que a agência de identificação nunca é pura ou holística, mas sempre constituída e num processo de substituição, deslocamento ou projeção. [...]. Trechos extraídos da obra O local da diferença (EdUFMG, 1998), do estudioso professor e teórico crítico indiano Homi K. Bhabha.

A INVENÇÃO DO COTIDIANO – [...] ao homem ordinário. Herói comum. Personagem disseminada. Caminhante enumerável. Invocando, no limiar de meus relatos, o ausente que lhes dá princípio e necessidade, interrogo-me sobre o desejo cujo objeto impossível ele representa. A este oráculo que se confunde com o rumor da história, o que é que pedimos para nos fazer crer ou autorizar-nos a dizer quando lhe dedicamos a escrita que outrora se oferecia em homenagem aos deuses ou às musas inspiradoras? Este herói anônimo vem de muito longe. É o murmúrio das sociedades. De todo o tempo, anterior aos textos. Nem os espera. Zomba deles. Mas, nas representações escritas, vai progredindo. Pouco a pouco ocupa o centro de nossas cenas científicas [...]. Trecho extraído da obra A invenção do cotidiano (Vozes, 1994), do historiador francês Michel de Certeau (1925-1986). Veja mais aqui.


LITERATURA ERÓTICA NA ANTIGUIDADE - BIBLIOTECA EROTOLÓGICA: RELATOS E REGISTROS NO TEMPO - O erotismo e a literatura erótica se confunde no tempo, sendo, pois, mencionado e praticado desde a mais remota antiguidade. NA ANTIGUIDADE – Cultivado desde as mais remotas eras, é registrado há quinze séculos a.C., no poema religioso indiano Rig Veda que “E o homem deseja a mulher / Tão naturalmente / Quanto a rã sedenta deseja a chuva”. O Rig Veda é o Livro dos Hinos, o primeiro Veda, que foi escrito durante o período védico em Punjabe, por volta de 1700-1100 a.C. Cerca de 1750 a.C, na vigência de Hamurabi, eram permitidas as prostitutas sagradas que serviam nos templos, conforme registrado pelo historiador grego Heródoto: “Cada mulher nativa do país deve ir ao templo uma vez na vida e lá entregar-se a um homem estranho”. Os hebreus seguiam o Torá que não admitia o coitus interruptus, exigindo práticas alternativas das mulheres que não pudessem ou não quisessem engravidar, saltando para que o sêmen fosse expelido. Onan, um dos filhos de Judá e neto de Jacó, que desafiou o Torá na prática do coitus interruptus, perdeu a vida no ato. Além do mais, o onanismo era reprimido, sendo, então Onan acusado de originar o horrível pecado da masturbação. Este relato é mencionado na Gênesis, no Velho Testamento. Também encontra-se registrado no bíblico Cântico dos Cânticos, nos livros poéticos do Antigo Testamento: “(...) - Ah! Beija-me com os beijos de tua boca! Porque os teus amores são mais deliciosos que o vinho, e suave é a fragrância de teus perfumes; o teu nome é como um perfume derramado: por isto amam-te as jovens”. É atribuído a Salomão, filho do Rei Davi, que foi escrito por volta de 400 a.C., inserido no Velho Testamento e constituído de uma coletânea de hinos nupciais. Veja mais aqui e aqui.

QUATRO POEMASMINHA DAMA: Minha senhora, devo implorar / perdão por ficar parado, / se o que eu quis dizer como tributo / correu ao contrário da sua vontade. / Por favor, não me censure / se o curso que eu mantive / na ânsia do meu amor / deixou meu silêncio inexplicável. / Eu te amo com tanta paixão, / nem grosseria nem negligência / pode explicar por que amarrei minha língua, / ainda deixou meu coração desmarcado. / O assunto para mim era simples: / o amor por você era tão forte, / Eu pude ver você na minha alma / e falo com você o dia inteiro. / Com essa ideia em mente, / Eu vivia em deleite absoluto, / fingindo meu subterfúgio / encontrou favor à sua vista. / Dessa maneira estranha e engenhosa, / Eu permiti que a esperança fosse minha / que eu ainda possa ver como humano / o que eu realmente concebi como divino. / Oh, quão bravo eu fiquei / no meu feliz amor por você, / pois mesmo fingindo, seu favor / fez toda a minha loucura parecer verdadeira! / Quão imprudentemente meu amor ardente, / que seu sol glorioso inflamava, / procurou se alimentar do seu brilho, / embora o risco de seu incêndio fosse claro! / Perdoe-me se, assim encorajado, / Eu me atrevi com esse fogo sagrado: / não há santuário seguro / quando as transgressões do pensamento conspiram. / Assim, eu continuei me entregando / essas minhas esperanças imprudentes, / desfrutando dentro de mim / uma felicidade sublime. / Mas agora, por sua oferta solene, / suspendo este silêncio, / para sua convocação desbloqueia em mim / um respeito que nenhum tempo pode terminar. / E, apesar de amar sua beleza / é um crime além do reparo, / pelo contrário, o crime seja castigado / do que meu fervor deixa de ousar. / Com esta confissão em mãos, / Eu rezo, seja menos severo comigo. / Não condene à angústia / alguém que gostava de felicidade tão livre. / Se você me culpa por desrespeito, / lembre-se, você me deu licença; / assim, se a obediência estava errada, / seu comando deve ser meu alívio. / Que meu amor esteja sempre condenado / se culpado em sua intenção, / por amar você é um crime / dos quais nunca vou me arrepender. / Isso eu descrio em meus sentimentos. / e mais que não posso explicar; / mas você, pelo que eu não disse, / pode inferir quais palavras não conterão. MY LADY – Eu te amo com tanta paixão, / nem grosseria nem negligência / pode explicar por que amarrei minha língua, / ainda deixou meu coração desmarcado. / O assunto para mim era simples; / o amor por você era tão forte, / Eu pude ver você na minha alma / e falo com você o dia inteiro. / Quão imprudentemente meu amor ardente, / que seu sol glorioso inflamava, / procurou se alimentar do seu brilho, / embora o risco de seu incêndio fosse claro! / Que meu amor esteja sempre condenado / se culpado em sua intenção, / por amar você é um crime / dos quais nunca vou me arrepender. II - como o ar é atraído para o que é oco, / e fogo para alimentar a matéria, / como pedregulhos caem na terra, / e intenções ao seu objetivo; / de fato, como toda coisa natural / todos unidos pelo desejo / para suportar e, assim, amarrado / em laços de amor mais próximo - /- Mas com que fim eu continuo? / Só assim, minha Phyllis, eu te amo; / e com seu valor considerável, / isso é apenas um carinho. / Ser mulher, estar em outro lugar: / estes não podem atrapalhar meu amor por você, / para quem sabe melhor que nossas almas / não conhece geografia nem sexo. III - Mas, Phyllis, por que continuar? / Somente para você, eu amo você. / Considerando seus méritos, / O que mais há pra dizer? / Que você é uma mulher distante / não é obstáculo ao meu amor: / para a alma, como você bem sabe, / distância e sexo não contam.… / Você pode imaginar que meu amor te procurou? / Por que preciso enfatizar que sou verdadeiro, / quando todos os seus recursos / prova minha escravização? Poemas extraídos das Obras completas da poeta barroca, dramaturga e filósofa sóror Juana Inés da la Cruz (1651-1695), tradução Amanda Powell.




Veja mais sobre:
Infância, imagem e literatura, Hermilo Borba Filho, Ixchel, Diego Rivera, Jean Sibelius, Epicuro de Samos, Horácio, Anne-Sophie Mutter, Irene Ravache, Ziraldo & Maria Luísa Mendonça aqui.

E mais:
Dia Branco aqui.
A mulher da Renascença ao Marxismo aqui.
A mulher, o Movimento Sufragista, o Feminismo & Vida de Artista aqui.
A trajetória da mulher por seus direitos no sec. XX aqui.
Precisando de secretária, uma homenagem aqui.
A mulher no Brasil Colônia aqui.
A mulher no Brasil Império aqui.
Josiele Castro, a musa Tataritaritatá aqui.
A mulher na República e na campanha sufragista do Brasil aqui.
Fecamepa: corrupção x cláusula da reserva do possível aqui.
Feminismo no Brasil, Vera Indignada & Nitolino aqui.
O pisoteio noturno & Anátema aqui.
Combate à violência contra a mulher aqui.
Paroxismo do desejo aqui.
A arte de Mariana Mascheroni aqui.
A mulher Lutas & Conquistas & Festa Brincarte do Nitolino aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
 Leitoras comemorando a festa do Tataritaritatá!
Arte by Ísis Nefelibata.
Veja aqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
 Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja  aqui e aqui.


 

HILDA HILST, HANNAH CRITCHLOW, DANIELLE STEEL & ONILDO ALMEIDA

  Imagem: Acervo ArtLAM .   Fábula hodierna ... - Dois irmãos uterinos, duas irmãs órfãs consanguíneas. Assim: Prometeu brechava fascín...