TATARITARITATÁ: VAMOS APRUMAR A CONVERSA - Literatura, Teatro, Música & Pesquisas de Luiz Alberto Machado (LAM). Show, cantarau, recital, palestras, oficinas, dicas & informações. Contato & Chave Pix: luizalbertomachado@gmail.com
terça-feira, fevereiro 16, 2016
AS PERNAS DA REPÓRTER GRACINAURA
sábado, maio 12, 2012
CARLO ROVELLI, HELENA PARENTE CUNHA, CHATTERTON, BENJAMIN, FECAMEPA & FILHOS DE CAIM
DITOS & DESDITOS - Avançar
com o machado agudo da razão. Sem olhar nem para a direita nem para a esquerda,
para não sucumbir ao horror que acena das profundezas da floresta virgem; a
razão deve tornar transitáveis todos os terrenos, limpando-os dos arbustos da
demência e do mito. Pensamento do filósofo alemão Walter
Benjamin (1892-1940). Veja mais aqui.
ALGUÉM FALOU: [...] Conheci
muitos atores amadores que se julgavam profissionais. Que eu saiba, Charles
Laughton foi o único ator profissional a se ter na conta de amador.
Declarava-se orgulhoso por ser um amador no sentido etimologico da palavra:
aquele que ama. O que faz as coisas por amor. E concuia essa profissão de fé
nos seguintes termos: - Um profissional, é uma prostituta. [...]. Extraído
da obra Hollywood, Années folles
(Preeses de la Cité, 1975), de Garson Kanin (24 de
novembro de 1912 - 13 de março de 1999) foi um escritor e diretor americano de
peças e filmes.
POLÍTICA & ESPETÁCULO - [...] De início,
a mediocridade atrai e transmite seguranã. Depois cansa, dá náuseas. O
eleitor-espectador se volta então para outro esperáculo, mais gratificante,
mais divertido [...] Quando tudo se
está degradando e pervertendo, quando tudo se avilya e se corrope, a virtude
decisiva está por vezes em dizer não. É o que o público começa a fazer. Ouçam o
rumor profundo, o rumor subterrâneo que vai crescendo para arrebatá-lo. Ouçam a
indignação que bem oprimindo esses espectadores involuntários. Trapaceados,
enganados, logrados. Ouçam o despertar e o estremecimento daqueles que o Estado
espetáculo tem iludido. Ouçam o seu grito. Ele cabe numa palavra: chega!
[...]. Trechos extraídos da obra O Estado espetáculo: ensaio sobre e contra o
Star System em política (Difel, 1978), do professor e político francês Roger-Gérard
Schwartzenberg.
SOBRE ESPAÇO E TEMPO – [...] O tempo
é a expressão da nossa ignorância do microestado completo [...].
Extraída do ensaio Esqueça o tempo
(2008) do físico e cosmologista italiano Carlo Rovelli, logo é
alimentada com uma outra: A paisagem é
mágica, a viagem está longe de acabar, do seu livro Quantum gravity ( Cambridge University, 2007) e aprofundada na obra The Order of Time ( Allen Lane; 2018),
na qual recolhi os seguintes trechos: [...] As
crianças crescem e descobrem que o mundo não é o que parecia entre as quatro
paredes de suas casas. A humanidade como um todo faz o mesmo. [...] A diferença entre passado e futuro ... causa
e efeito ... memória e esperança ... arrependimento e intenção ... nas leis
elementares que descrevem os mecanismos do mundo, não existe essa diferença.
[...] O mundo é feito de eventos, não de
coisas. Do autor a frase mais curiosa é a que o tornou bastante famoso
entre os estudantes do planeta: Não
confie em seus professores.
AS DOZE CORES DO VERMELHO – [...] Existir é juntar pedaços que
permanecem e coexistem em dimensão una e mútipla. Extraído da obra As
doze cores do vermelho (Espaço e Tempo/UFRJ, 1988), da escritora Helena Parente Cunha.
UMA NOVA CANÇÃO - Ah, não
me culpe, Catcott, se da maneira certa / Minhas noções e ações vão longe. / Como
minhas idéias podem fazer outra coisa senão se desviar, / Privadas de seu
regente Estrela do Norte? / Não me culpe, Broderip, se montado no alto,
tagarelo / e estrago o ar opaco; / Como posso imaginar tua fofura suave, / Quando
a discórdia é a voz da minha bela? / Se Turner perdoasse minha fanfarronice e
rimas, / Se Hardind fosse infantil e frio, / Se nunca um olhar de cobiça fosse
obtido da Srta. Grimes, / Se Flavia fosse desgraçada e velha; / Escolhi sem
gostar, e saí sem dor, / Nem dei boas-vindas à carranca com um suspiro; / Desprezei,
como um macaco, balançar minha corrente, / E pintar esses novos encantos com
uma mentira. / Uma vez que Cotton era bonito; Eu flam'd e eu queimei, / eu
morri para obter a rainha brilhante; / Mas quando vi minha epístola devolvida, /
Por Jesus, ela alterou a cena. / Ela é terrivelmente feia, minha vaidade
gritou, / Você mente, diz minha Consciência, você mente; / Resolvendo seguir os
ditames do Orgulho, / eu a veria como uma bruxa aos meus olhos. / Mas ela
deveria recuperar seu brilho novamente, / E brilhar em seus encantos naturais, /
'Tis apenas aceitar as obras de minha pena, / E me permitir usar meus próprios
braços. Poema do poeta britânico Thomas Chatterton (1752-1770).
FECAMEPA – Nesse Brasilzão véio, arrevirado e de porteira escancadara pro Fecamepa e pro Big Shit Bôbras, a gente só tem uma certeza: de cagada em cagada, quem sabe, um dia a coisa num der certo por aqui, hem?! Veja mais Fecamepa! E mais aqui.
DIDI-HUBERMAN, LINDA DEANE, ADALYN GRACE & MARINÊS
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