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domingo, janeiro 14, 2018

ANAIS NIN, LEWIS CARROLL, EMENDABILI, BERTHE MORISOT, RITA LEE & 35 ANOS DE ARTE CIDADÃ


RÁDIO TATARITARITATÁ:
Hoje na Rádio Tataritaritatá é dia de especial com Rita Lee & Roberto de Carvalho & muito mais nos mais de 2 milhões de acessos ao blog & nos 35 Anos de Arte Cidadã. Para conferir é só ligar o som e curtir. Veja mais aqui.


O MUNDO DE ALICE – [...] Meu Deus, meu Deus! Como tudo é esquisito hoje! E ontem tudo era exatamente como de costume. Será que fui eu que mudei à noite? Deixe-me pensar: eu era a mesma quando me levantei hoje de manhã? Estou quase achando que posso me lembrar de me sentir um pouco diferente. Mas se eu não sou a mesma, a próxima pergunta é: ‘Quem é que eu sou?’. Ah, essa  é a grande charada! Trecho extraído da obra Alice no País das Maravilhas (Ática, 1989), do escritor, desenhista, fotografo e matemático Lewis Carroll (1832-1898). Veja mais aqui, aqui e aqui.

A arte do escultor ítalo-brasileiro Galileo Emendabili (1898-1974)


ALGUÉM FALOU – [...] A vida de todos os dias não me interessa. Procuro apenas os momentos elevados. Estou de acordo com os surrealistas quanto à procura do maravilhoso. Quero ser uma escritora que lembre aos outros que estes momentos existem. Quero provar que existe um espaço infinito, um sentido infinito para as coisas, uma dimensão infinita. Mas não estou naquilo que se pode chamar de estado de graça. Tenho dias de iluminação e febre. Há dias em que a música para na minha cabeça. Então remendo peúgas, limpo árvores, apanho frutos, dou brilho ao mobiliário, mas enquanto faço isto sinto que não vivo. Pensamento da escritora francesa Anaïs Nin (1903-1977). Veja mais aqui & aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Arte da pintora impressionista francesa Berthe Morisot (1841-1895). 
Veja mais aquiaquiaqui.



sexta-feira, dezembro 15, 2017

PAULO FREIRE, LEWIS CARROLL, COOMBS, SILVIO ROMERO, BRECHERET, GUIOMAR NOVAES, SEBASTIÃO TAPAJÓS, FÁBIO DE CARVALHO, ARANTES GOMES DO NASCIMENTO & EDUCAÇÃO

CRIATIVIDADE & INOVAÇÃO NA PRÁTICA EDUCATIVA – Imagem: Luta dos índios Kalapalo (1951), do escultor Victor Brecheret (1894-1955) - Ao longo dos últimso trinta anos, tive algumas experiências que reputo como exitosas, senão satisfatórias, na utilização dos mais diversos recursos artísticos e lúdicos na educação, embasado nas ideias Paulo Freire, Huizinga, Olga Reverbel, Vygotsky, entre muitos outros. A partir da publicação do meu segundo livro infantil Falange, Falanginha, Falangeta, pelas Edições Nascente, em 1995 – mais seis títulos publiquei subsequentemente para esta faixa de leitores -, comecei a realizar uma série de recreações que redundaram em palestras, oficinas e outras atividades pedagógicas e recreativas, destinadas a professores e alunos da Educação Infantil, Ensinos Fundamental e Médio, Educação de Jovens e Adultos (EJA), entre outros, principalmente a partir das edições do Prêmio Nascente de Arte Infanto-Juvenil, que organizei entre os anos de 1996/1999, culminado com a edição de duas antologias Brincarte, publicadas pelas Edições Nascente, com os melhores trabalhos desenvolvidos pela estudantada inscrita. A partir de então, articulando as bandeiras da Ética, Cidadania, Respeito às Difernças, Pluralidade Cultural e Meio Ambiente, tive a oportnidade de desenvolver e apresentar trabalhos acadêmicos para estudantes e professores, desde a Educação Básica até a Educação Superior, e que foram publicados em diversos veículos impressos e da internet. Entre esses trabalhos, lembro-me bem das apresentações das palestras, oficinas e recreações que desenvolvi durante o mês de agosto de 2008, na Escola Estadual Josefa Conceição da Costa, em Maceió, culminando com a publicação de livros e tornando-se objeto de estudo da disciplina Psicologia Social, ministrada pelo Professor Ms Cláudio Jorge Gomes, no Cesmac, em Maceió. Também a exitosa experiência no Colégio Imaculada Conceição, em Maceió, quando desenvolvi Oficinas de Literatura de Cordel, com os estudantes e utilizando conteúdos das mais diversas disciplinas dos Ensinos Fundamental e Médio, em 2010. Em 2012 passei a desenvolver atividades teatrais com o objetivo de investigar a sua contribuição para o desenvolvimento da formação em crianças e adolescentes da rede pública de ensino de Maceió, resultando no projeto A contribuição do teatro no desenvolvimento da linguagem da criança: uma obordagem sobre a perspectiva sócio-cultural de Vygotsky, orientado pela Professora MS Fátima Pereira, aprovado no IV Congresso Brasileiro de Psicologia: Ciência e Profissão e apresentado na Uninove, em 2014, na cidade São Paulo. Também os trabalhos desenvolvidos com estudantes das Escolas Estaduais Moreira e Silva & Pricesa Izabel, no Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas (CEPA), durante o ano de 2014, nas atividades do Grupo de Pesquisa de Neurofilosifa e Neurociência Cognitiva, do Cesmac, Maceió, resultando numa série de palestra que apresentei em diversas faculdades. Não menos importate os resultados do Projeto de Extensão Imagem, Infância e Literatura que desenvolvi em 2015, juntamente com alunos do curso de Psicologia & Jornalismo do Cesmac, sob a coordenação do Professo Claudio Joge Gomes, na comunidade do Jacaré – Recanto da Ilha, na cidade de Marechal Deodoro – AL, como também o projeto de campo na disciplina Psicologia Ambiental, sob a orientação da Professora Drª Daniela Botti, com a comunidade do Riacho Salgadinho, em Maceió. Outra experiência a partir do contato com o professor e poeta Janduhi Dantas, da Paraíba, me levando, inclusive, a escrever minhas impressões a respeito no posfácio do livro A gramática no cordel (Sal da Terra, 2005), obra essa que me chamou muito atenção: uma experiência inovadora, inusitada e para lá de original, em que o professor fazia uso da poesia de cordel para passar os conteúdos da disciplina. Da mesma forma ocorreu quando da realização da entrevista com o Professor e escritor, Arantes Gomes do Nascimento, ao me apresentar a sua experiência com o projeto Dominando a acentuação gráfica, com a criação de um jogo de dominó como instrumento pedagógico que envolveu alunos da Escola Estadual Pedro Afonso de Medeiros, em Palmares – PE, avaliando o rendimento da aprendizagem dos estudantes do Ensino Fundamental. Tive, inclusive, de experimentar o jogo com o próprio professor e, realmente, constatei ser um excelente recurso para maximização da vontade de aprender por parte do aluno. Estas e muitas outras experiências renovam a esperança de se tornar possível uma futura educação efetiva e de qualidade no Brasil. Posso sonhar porque entendo a possibilidade de tornar realidade os meus sonhos e anseios. Vamos juntos & sempre. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.

RÁDIO TATARITARITATÁ:
Hoje na Rádio Tataritaritatá especial com a pianista Guiomar Novaes (1894-1979): Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro, Les Préludes Debussy Live & Philharmonic Hall NYC; e o violonista e compositor Sebastião Tapajós: Villa-Lobos & El arte de La guitarra. Para conferir é só ligar o som e curtir.

PENSAMENTO DO DIA - [...] A educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B, mediatizados pelo mundo. Mundo que impressiona e desafia a uns e a outros, originando visões ou pontos de vista sobre ele. Visões impregnadas de anseios, de dúvidas, de esperanças ou desesperanças que implicitam temas significativos, à base dos quais se constituirá o conteúdo programático da educação [...]. Trechos extraídos da obra Pedagogia do oprimido (Paz e Terra, 1978), do educador, pedagogista e filósofo Paulo Freire (1921-1997). Veja mais aqui, aqui, aqui & aqui.

CRISE DA EDUCAÇÃO - [...] O professor e o aluno são o centro do universo do ensino. Em um sentido bastante real, tudo o mais gira em torno deles, visando ajudá-los a se aperfeiçoarem como indivíduos e faclitar seu relacionamento construtivo. [...] Os bons professores devem desempenhar um papel muito importante fora da sala de aula, tornando-se uma significativa força de desenvolvimento social e participando dos esforços para o aperfeiçoamento das comunidades emque trabalham. O professor e a sala de aula precisam tornar-se parte integrante do processo de transformação da sociedade. Esta missão não pode ser ignorada [...] Os próprios estudantes precisam tomar parte mais ativa no processo de ensino. Eles não só podem fazer muito para manter ativa a escola, como tambpem sua atitude com relação a seu aperfeiçoamento pessoal será um fator decisivo para sua própria formação [...] preparados para manehar uma grande variedade de instrumentos de auto-aprendizagem, prontos e até mesmo ansiosos para trabalharem por conta própria e preparados para usarem a escola de formação em benefício de seu próprio desenvolvimento. [...]. Trechos da obra A crise mundial da educação (Perspectiva, 1976), do professor e educador estadunidense Philip Hall Coombs (1915-2006).

QUESTÕES DE ALICE - [...] “Eu não sei o que você quer dizer com ´glória`, diz Alice. Humphty Dumpty sorriu com desdém. “É claro que não, até que eu lhe diga. Significa: há um belo argumento decisivo para você”. “Mas ´gkória` não significa ´um belo argumento decisivo`”, objetou Alice. “Quando eu uso uma palavra”, disse Humphty Dumpty, num tom de deboche, “ela significa apenas aquilo que eu quero que ela signifique, nem mais, nem menos”. “A questão é”, disse Alice, “se você pode fazer com que as palavras signifiquem tantas coisas diferentes”. “A questão é”, disse Humphty Dumpty, “quem é o senhor – isso é tudo”. Trecho extraído da obra Alice no País das Maravilhas (Ática, 1989), do escritor, desenhista, fotografo e matemático Lewis Carroll (1832-1898). Veja mais aqui.

A MULATINHA - Estava de noite / na porta da rua, / provetando a fresca / da noite de lua, / quando vi passar / certa mulatinha, / camisa gomada, / cabelço entrançadinho. / Peguei o capote, / saí atrás dela, / no virar do beco / encontrei com ela. / Ela foi dizendo: / “Senhor, o que quer?” / Eu já não posso / estar mais em pé. / Olhei-lhe pras orelhas, / vi-lhe uns brincos finos, / na réstea da lua / estavam reluzindo. / Olhei pro pescoço, / vi um belo colar; / estava a mulatinha / boa de se amar. / Olhei-lhes pros olhos, / vi bem foi ramela; / de cada um torno / bem dava uma vela. / Olhei-lhe pra cara, / não lhe vi nariz; / n meo do rosto / tinha um chafariz. / Olhei-lhe pra boca / não vi-lhe um só dente; / parecia o diabo / em figura de gente. / Olhei-lhe pros peitos, / eram de marmota; / pareciam bem / peitos de uma porca. / Olhei-lhes pras pernas, / eram de vaqueta; / comdas de lepra, / e cheias de greta. / Olhei-lhe pros pés, / bezi-me de medo; / tnha cem bichos / em cada dedo. Recolhido da obra Cantos populares do Brasil (José Olympio, 1954), do advogado, jornalista, poeta, historiador, filósofo e escritor Silvio Romero (1851-1914), uma versão de Sergipe da mesma Modinha, que é uma chula recolhida no Folclore Pernambucano de Pereira da Costa. Veja mais aqui.

A POESIA DE FÁBIO DE CARVALHO
Vejo que é hora do mar.
As ondas são muitas, como eu.
Eu fui muitos em um só corpo.
Divido-me e compreendo essas marés.
No mar sei que busco a vastidão.
Largueza de segredos em sonho de intrepidez.
Diante da noite longe do farol
encontro a incerteza que me faz procurar.
O Pontal é o começo do desconhecido.
Abrindo meus braços eu meço o oceano.
Sou parte daquilo que contemplo e que sinto.
Por isso me encontro em águas um tanto audazes.
Apenas no olhar das marés compreendo.
Vejo em mim estas breves vindas e as idas.
O recomeço e as distâncias do mar sempre permanecem
tristes e fartas de próprias esperanças.
E este mar que recebe tantos marinheiros?
É a vida que passa como os dias em ondas.
Aproximam-se do cais tantos sonhos e desejos,
mas as ondas carregam para longe toda vaidade.
E o navio que a pouco o cais despediu?
São os homens que chegam à hora de acaso.
Para todos virá o momento navegante.
Quem nauta é o homem, quem conclui é o destino.
Poema Navegante, extraído da obra Poema limpo: eu, dentro de mim (Amazon, 2017), do poeta, historiador, professor, arte-educador, blogueiro, compositor e músico Fábio de Carvalho Maranhão. Veja mais aqui.

Veja mais:
Educação  aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
Gramática no Cordel aqui.
Vygotsky, o teatro & a criança aqui.
A arte & Escola Josefa Conceição da Costa aqui.
Livros do Nitolino aqui.
Faça seu TCC sem Traumas: livro, curso & consultas aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.

ENTREVISTA ARANTES GOMES DO NASCIMENTO
O professor, escritor e pesquisador na área de linguagem, Arantes Gomes do Nascimento, é pós-graduado em Língua Portuguesa e autor de diversos públicados. É militante em movimento sindical, no segmento da educação, servidor Público Estadual de Pernambuco e Municipal de Caruaru. Elaborou os Jogos Pedagógicos “Dominando a Acentuação Gráfica” em 2007 e “Desembaralhando Verbo” em 2008. Por conta disso ele concedeu uma entrevista falando de sua arte, seu trabalho acadêmico e artístico, trajetória e muito mais. Confira aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte do escultor Victor Brecheret (1894-1955). 
Veja mais aquiaqui.
 

terça-feira, agosto 29, 2017

LEWIS CARROLL, ROGERS, DEJOURS, CESAR LEAL, ANSIEDADE, GINÁSIO MUNICIPAL, CIDADANIA & MOBILIDADE URBANA

O BRASIL ÀS AVESSAS NA HORA DA CRISE - Quando alguém me pergunta sobre o Brasil, a primeira imagem que me aparece no quengo é aquela do indivíduo cabeça de fósforo, bicudo de endinheirado, entrando numa daquelas lojas de magazine do tipo hipermercado, pegando um velocípede embaixo do sovaco, uma vassoura e um rodo pruma faxina de limpeza das brabas nas intimidades do recinto domiciliar, uma lata de queijo do reino, uma caçamba de ovos e um botijão de vinho pra comemoração inusitada e, no caixa, mandando fazer um embrulho só pra presente prele mesmo, ora! Isso porque ele presenciou o discurso de uma daquelas raposas vetustas dos políticos profissionais que há mais de 50 anos mamam nas tetas dos municípios e da capital estadual, ao assumir uma das secretarias berrando aos microfones & alto-falantes: - Nos últimos 50 anos este estado sucumbiu às más gestões e à corrupção de políticos incompetentes. A partir de agora, todos verão, assume quem vai fazer deste estado o mais promissor da nação! Tenho dito! Aí, nessa hora, grita um gaiato da plateia: - Ô, meu, onde é que tu tava esses anos todos, hem? Tuf! Um tiro no próprio pé. Mais feliz ainda com o anúncio do Ministério da Educação de que ninguém precisa mais estudar! Nunca vi tanta gente impando de satisfação, ainda ontem eu vi um dizendo: - Eu mesmo, se soubesse quem inventou estudo, mandava matar! Afora ser este país o último dos últimos: o último a abolir a escravatura (e de quê jeito, hem?), o último a ficar independente, a se tornar República (e que ré-pública!), só não é o pior em Educação porque ainda restam o Haiti, Ruanda e Porto Príncipe, salvou-se da lanterninha. Ah, mas aqui é o país do deixa pra lá ou, se tem que tomar providência que seja pra amanhã, que hoje não dá! Está precisando? Vá ver se estou na esquina! Pois é, quem sabe, de Brasil em Brasil a gente um dia faça um que preste, um que saiba porque a gente escreve com “S”, enquanto o mundo todo só sabe com “Z”, e que mostre pra gente como é que tudo foi de verdade! Porque o de agora, ah, não, parece que se a gente deu uns dois ou três passos com um pinote pra frente, de um dia desses pra cá deu uns trocentos pra trás, isso sem falar do cai-cai, do se segura que lá vem queda, do balança quase cai, afora as prioridades mais duvidosas que ninguém sabe se é enredo pros Irmãos Metralhas ou pro Ali Babá com seus mais de quatrocentos e tantos ladrões. Entre gatunildos e ladronaldos, salva-se quem? O que é certo é que tem muita gente que ainda não entendeu a fita, só se perguntando: - O que é que tá havendo, hem? Como é mesmo? Sei que já tem gente pedindo penico, outros tantos pedindo parada pra descer. Onde vai parar, ninguém sabe. A sensação que fica é que a coisa vai desgovernada, só esperando o desmantelo! Já que vai rachado no meio, um rachão a mais só aumenta a corda de guaiamum, mais nada, rachado por um, rachado por mil. E tome bola pra frente que o campeonato é só no tapetão e, por favor, que não venha alemão passear na nossa frente que agora aqui tudo é perna-de-pau, avisei! © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.

GINÁSIO MUNICIPAL DOS PALMARES
[...] Naqueles tempos, no currículo existia a música como disciplina obrigatória. O Ginásio teve mais de um professor de música. A professora Celecina, o professor José da Justa e outros. Quando comecei a ensinar, tínhamos como professor José da Justa. Além da cadeira de música ele criou um orfeão. Foi muito importante para p Ginásio o orfeão de José da Justa. Mais de uma vez exibiu-se em festas religiosas e cívicas, não somente em Palmares, como em outras cidades vizinhas. Claro que sempre alcançou nota dez. atualmente estamos procurando reviver o orfeão. Não sei se é coral ou orfeão a designação atual. Sei que contamos com o velho mestre  José da Justa, gerou da campanha da Princesa e do atinado piston que toca como gente grande. Ao alinhavarmos a vida do Ginásio temos que relatar fatos deploráveis e fatos mais ou menos jocosos. O que não podemos é omiti-los sob pena de prejudicar a verdade. [...].
Trecho do livro Contribuição à história do Ginásio Municipal dos Palmares, do Professor Brivaldo Leão de Almeida, lançado pela Prefeitura dos Palmares, em 1992. Veja mais aqui e aqui.

A AMPLITUDE DA REEDUCAÇÃOÀ medida que o cliente ganha a consciência e a autocompreensão, dá-se uma alteração nítida do caráter da relação terapêutica. O cliente fica sob menos tensão. Aborda com mais confiança os seus problemas. Tenta com menos freqüência pôr-se na dependência do psicólogo e mostra que trabalha melhor com ele. A relação torna-se mais genuinamente cooperadora e em que ambos, consultor e cliente, analisam os próximos passos a dar no sentido da maior independência do segundo. Como o cliente desenvolveu a capacidade de se acietar como é, tem uma atitude menos defensiva e é capz de apreciar de forma mais construtiva as sugestões e os conselhos, embora seja duvidoso que se ganhe muito fazendo-lhe sugestões, mesmo nesta fase do tratamento. O cliente tem, não raramente, necessidade de informação que o ajude a atingir os seus novos objetivos e o psicólogo está apto a fornecer-lhe esse conhecimento ou pode-se indicar outras fontes a que se dirigir. [...]. Trechos extraídos da obra Psicoterapia e consulta psicológica (Martins Fontes, 1987), , do psicólogo norte-americano e criador da abordagem psicoterapeuta Terapia Centrada na Pessoa, Carl Rogers (1902-1987). Veja mais aqui, aqui e aqui.

CIDADANIA & MOBILIDADE URBANAA primeira atitude a ser tomada em respeito à cidadania é analisar como ocorre a mobilidade de sua cidade ou no seu bairro. Isto permitirá que você comece a avaliar não apenas o comportamento das outras pessoas mas também o seu comportamento no trânsito. A partir deste conhecimento inicial você poderá rever o que acontece hoje e reorganizar a sua participação no trânsito, de forma a torná-la mais “cidadã”. [...] Você vai se surpreender ao constatar que é possível alterar seus hábitos com pouco de esforço e desta forma contribuir para um trânsito mais seguro e ambientalmente saudável. [...]. Trechos extraídos da obra Mobilidade urbana e cidadania (Senac, 2012) do sociologo e engenheiro civil doutor em Políticas Públicas, Eduardo Alcântara Vasconcellos. Veja mais aqui.

O PAÍS DAS MARAVILHAS DE ALICE - [...] ela imaginou como aquela sua irmãzinha pequena, em algum tempo, ia se transformar em mulher feita. E como ela guardaria, nos anos maduros, o coração simples e amoroso de sua infância. E como reuniria em volta de si outras crianças, seus filhos, e faria seus olhinhos ficarem brilhantes e curiosos, com muitas histórias estranhas, talvez mesmo o sonho que tivera com o País das Maravilhas muito tempo antes. E como ela sentiria todas as tristezas simples que eles sentissem e teria prazer com todas as suas alegrias singelas, lembrando sua própria vida de criança e os dias felizes de verão. Trecho extraído da obra Alice no País das Maravilhas (Ática, 1989), do escritor, desenhista, fotografo e matemático Lewis Carroll (1832-1898). Veja mais aqui e aqui.

A LOUCURA DO TRABALHO - [...] a organização do trabalho exerce, sobre o homem, uma ação específica, cujo impacto é o aparelho psíquico. Em certas condições, emerge um sofrimento que pode ser atribuído ao choque entre uma história individual, portadora de projetos, de esperanças e de desejos, e uma organização do trabalho que os ignora. Esse sofrimento, de natureza mental, começa quando o homem, no trabalho, já não pode fazer nenhuma modificação na sua tarefa no sentido de torná-la mais conforme às suas necessidades fisiológicas e a seus desejos psicológicos – isso é, quando a relação homem-trabalho é bloqueada. [...] O trabalho repetitivo cria a insatisfação, cujas consequências não se limitam a um desgosto particular. Ela é de certa forma uma porta de entrada para a doença, e uma encruzilhada que se abre para as descompensações mentais ou doenças somáticas, em virtude de regras que foram, em grande parte, elucidadas. [...] Considerando o lugar dedicado ao trabalho na existência, a questão é saber que tipo de homens a sociedade fabrica através da organização do trabalho. Entretanto, o problema não é, absolutamente, criar novos homens, mas encontrar soluções que permitiriam pôr fim à desestruturação de um certo número deles pelo trabalho. Trechos extraídos da obra A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho (Cortez/Oloré, 1987), do psiquiatra e psicanalista francês especialista em medicina do trabalho, Christophe Dejours. Veja mais aqui.

ANSIEDADE & OS DIAS DE HOJE - [...] Todas as ansiedades que atribulam a vida do ser humano, em geral, são aquelas que podem ser atribuídas ao fracasso da pessoa em estar certa de algum, valor que perdurará, a despeito do que mais possa acontecer. As incertezas, medos, preocupações, superstições e outros problemas, existentes na vida das pessoas, devem-se principalmente ao fato de que a pessoa está sob a impressão de que aquilo que tem valor para ela pode lhe ser arrebatado. Em tais circunstâncias, ela sente-se frustrada e tem a sensação de que nada lhe pode dar apoio em momento de necessidade para se adaptar a um ambiente novo ou modificado. O que o indivíduo precisa é de um senso de valores que não esteja relacionado com as ansiedades que atribulam cada dia. Esses valores terão de ser valores que não pertençam ao mundo material. São valores do espírito, aqueles que vêm da própria força vital que, afinal, é a essência do homem. [...] Parece-me que as ansiedades do dia-a-dia nos acompanharão por toda vida. Não nos livramos delas; aprendemos a viver com elas e delas. Somente a paciência e a perseverança ocasionarão esse fim almejado. [...] Esse deveria ser o objetivo da vida, ir mais longe do que jamais acreditamos ser possível. Precisamos não só nos dirigir para o crescimento como também temos de fixar metas e ideais que estão muito além de nosso alcance no mento, mas rumo aos quais nos podemos dirigir, lembrando que a paciência e a perseverança são as chaves. Essas metas ajudarão a aliviar as ansiedades que nos atribulam a vida. Trechos extraídos da obra Ansiedade: um obstáculo entre o homem e a felicidade (Renes, 1978), do escritor e pesquisador místico estadunidense Cecil A. Poole (1907-1989). Veja mais aqui.

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CANÇÃO AO AMANHECER
Entre as chuvas e o Sol
Este canto tão puro,
Esta língua de fogo,
Estes vulcões ocultos,
Este veludo claro,
Estas palavras secas,
Esta colina aérea,
Este sol cor de seda,
Esta luz nas varandas,
Esta fala dos deuses,
Esta fome de canto,
Fome de canto ou sede?
Cabelos de cristal,
Alamedas de estrelas,
Brancas barbas de sal,
Alvas asas lhes selam,
Olhos fluviais nos lagos
Da face, fitam o mar,
O tempo sem correnteza
Está sempre a passar.
Poema extraído da obra O arranha-céu e outros poemas (Tempo Brasileiro, 1994), do poeta, jornalista, professor e crítico literário Cesar Leal (1924-2013).

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
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HILDA HILST, HANNAH CRITCHLOW, DANIELLE STEEL & ONILDO ALMEIDA

  Imagem: Acervo ArtLAM .   Fábula hodierna ... - Dois irmãos uterinos, duas irmãs órfãs consanguíneas. Assim: Prometeu brechava fascín...