Mostrando postagens com marcador Ginocracia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ginocracia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, março 27, 2020

SUSAN NEIMAN, MARIE UNDER, LAURA ATHAYDE, MARIA LÚCIA PETIT & WANDECKSON WANDERLEY


A VIDA É MUITO MELHOR COM HUMOR - UMA: CONVERSA DE MULHERES – Confinadas num dos salões do Big Shit Bôbras, Xica-Doida sapecou uma de Dorothy Parker: Só exijo três coisas de um homem: que ele seja bonito, insensível e burro. Lesse isso aonde, bestona? Numa revista que eu vi lá no consultório do doutor da mamãe. Mulher, bonito vá lá que seja, tudo bem, mas insensível e burro? Sim, isso mesmo. Apoiada! Homem inteligente serve pra quê? Só para empulhar a gente. E homem delicado, sensível? Vixe! Homem tem que ter pegada, da gente chega arriar murcha, rendida. Agora tem que ser bonitão, parrudo e másculo. Não, não dá, homem tapado, dá não. Tem que dá pra gente mandar. Comigo é assim, ele arrota macheza, mas canta de galo baixinho comigo, porque quem manda sou eu e pronto, está dito e fechado. Ah, mas é muito bom um homem de opinião, com autoridade, mandão. Oxe, mulher, só falta você dizer que gosta de apanhar! Não, apanhar não; mas se ele chegar tarado e aos empurrões para me espragatar na parede, vou adorar e muito! Ah, isso não! Não deu outra, a coisa tomou conta entre prós e contra. Volange mesmo saiu em defesa da amiga, dando uma de Jayne Mansfield: Homens são criaturas com duas pernas e oito mãos! Hem? É. Isso mesmo, uns desgraçados. Aí concordaram: São tudo uns trastes. E rebateram: Homem nenhum presta, todos calçam quarenta! Êêêêê! A gente devia instituir a ginocracia! Vivaaaaaaaa! E agora mesmo, vamos à luta! E saíram para destronar o poderio machista do recinto. Apoiadas! DUAS: CHAMANDO NA GRANDE - Do outro lado e sem saber de nada do enterro voltando, o Doro estava invocado: Esse Coisonário é um desqualificado, tá descendo a ladeira e já se fodeu, nunca mais ganha nada! Cuma? O cara não tem o menor traquejo para governar, só faz merda todo dia e o governo virou o maior bumba-da-bufa! Como é que é? Ele e os ministrecos juntos, nunca vi tanta emboança de inábeis, os caras não têm cintura, tudo enrolado, o reino da burrice! Hem? Esses são da Idade da Pedra, vivem ainda na Terraplana e tudo mais de antanho milênios atrás quando ainda se cagava em pé, só sendo! Ah, eu lá: já tinha resolvido essa crise toda em dois tempos! Como? Ora, ora. Diga, vá, como? Deixa só eu ser eleito que eu digo, ora, sou lá besta de dizer antes pra eles aplicarem, tá doido, tá? Hehehe, sou pobre, mas não sou jumento! Como dizia H. L. Mencken: Todo homem decente se envergonha do governo sob o qual vive! TRÊS PARA PARAR DE ENROLAR: VAMOS DAR UMAS GAITADAS, ENTÃO? – Seguinte: pra gente afrouxar mais um pouquinho que a coisa está séria demais nos dias de hoje, melhor a gente se divertir com as doidices das Proezas do Biritoaldo, que já foram publicadas nas revistas Ultra Portal e El Theatro. Uma zona pra maior risadagem. E, também, as maluquices da dupla Tolinho & Bestinha, pense dois caras nó-cego de armar o maior trupé. Ah, vai ser bom para dar umas gaitadas, tomara. Porque já dizia Vladimir Nabokov: Uma boa gargalhada é o melhor pesticida que existe. E vamos aprumar a conversa, gente!!! © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais abaixo e aqui.

DITOS & DESDITOS: [...] O fato de o mundo não conter nem justiça, nem significado, ameaça nossa capacidade tanto de agir no mundo quanto de entendê-lo. A exigência de que o mundo seja inteligível é uma exigência da razão prática e teórica, o fundamento do pensamento que se espera que a filosofia forneça. [...]. Trecho extraído da obra O mal no pensamento moderno: uma história alternativa da filosofia (Difel, 2003), da filósofa estadunidense Susan Neiman, que com suas reflexões e publicações, expressa que: A maior tarefa da filosofia é ampliar nosso senso de possibilidade. Deveríamos ficar claros que nem impulsos religiosos nem morais genuínos serão expressos em termos que unam os dois essencialmente. Se você considera a religião necessária para a ética, reduziu-nos ao nível ético de crianças de quatro anos. Qualquer ética que precise de religião é má ética, e qualquer religião que tente fazer isso é má religião.

SÍMBOLO DA RESISTÊNCIA: A única luta que se perde é a que se abandona. Pensamento da professora e militante guerrilheira desaparecida Maria Lúcia Petit (1950-1972), que participou da luta armada contra a ditadura militar vigente entre 1964-1985, integrando a Guerrilha do Araguaia. Foi representante da luta contra a exclusão de mulheres na participação política. Foi assassinada e enterrada em sigilo pelos militares no cemitério de Xambioá, envolta num tecido de pára-quedas e com a cabeça coberta por um plástico. Seus restos mortais foram localizados em 1991 e identificados em 1996, sendo sepultados em Bauru-SP. Sua morte foi reconhecida por força da Lei 9140/95 que, nos anexos, constam 136 nomes. Ela e seus dois irmãos, Jaime e Lúcio, são considerados até hoje como desaparecidos.

A POESIA DE MARIE UNDER
Os pacotes de centeio estão empilhados.
Todo mundo está saindo.
O teto da carruagem está levantado.
O viajante por trás
assim como o motorista na frente
ele é pensativo, silencioso.
Ninguém fica na praia,
não é uma alma.
É melhor assim.
Somente as pedras e a água,
as únicas impressões são feitas pelos meus sapatos.
A gaivota chama.
É duro. Eu sei porque.
O vento rasga a água.
E a abelha tira da última flor,
que faz uma rede,
o mel final.
Então eu vou embora
ao longo da costa branca
até que de repente eu vejo
aos meus exploradores solitários
no oceano infinito. Eu congelo como uma pedra.
E paro, como se estivesse cara a cara com Deus.
MARIE UNDER: SOZINHO COM O MAR - Poema da poeta estoniana Marie Under (1883-1980), que, casada e com filhos, apaixonou-se pelo artista estoniano Ants Laikmaa que a convenceu de traduzir seus poemas em alemão para o estoniano. Depois separou-se do marido e casou-se com Artur Adson que compilou os primeiros volumes de sua poesia publicada. Com a invasão da Estônia pela URSS, ela refugiou-se na Suécia, onde passou a morar até sua morte. Veja mais aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
[...] sempre, sempre, sempre amei desenhar. Isso provavelmente veio do fato de que, desde pequena, eu amava quadrinhos. Aprendi a ler com a turma da Mônica – sim, essa é uma história bem comum entre quadrinistas brasileiros! – e adorava copiar os desenhos e criar minhas próprias histórias. Acontece que nunca vi isso como uma carreira possível; portanto, quando chegou a hora de decidir o que fazer depois da escola, fiquei dividida entre o Design Gráfico e a Advocacia. A pressão familiar venceu e acabei indo cursar Direito, o que me levou a parar de desenhar por alguns anos, apesar de jamais ter abandonado a leitura de quadrinhos. [...].
LAURA ATHAYDE - A arte da ilustradora, quadrinista, designer e advogada Laura Athayde, que começou sua carreira participando de publicações coletivas como Zine XXX e Desnamorados, fazendo ilustrações de capas de livros para editoras e seu principal trabalho é a série de HQs curtas Aconteceu Comigo - Histórias Reais de Mulheres, que apresenta relatos reais de situações discriminatórias enfrentadas diariamente por mulheres a partir de histórias recebidas por ela e por meio de um formulário anônimo. Ela lançou em 2018, a premiada HQ independente Histórias tristes e piadas ruins. Veja mais aquiaqui

PERNAMBUCO ART&CULTURAS
A ARTE DE WANDECKSON WANDERLEY
A arte do pintor Wandeckson Wanderley.
A literatura do escritor Pelópidas Soares (1922-2007) aqui, aqui e aqui.
A música da Orquestra Armorial aqui
Pontes imaginárias sob o céu do manguetown: influências do Mangue Beach sobre as políticas públicas no entorno do Rio Capibaribe – uma análise do circuito da Poesia e do Carnaval Multicultural, do geógrafo doutorando pela UFRJ, David Tavares Barbosa aqui.
A arte de Flaira Ferro aqui e aqui.
A poesia de Vanessa Ferreira aqui. 
A arte de Wilmison Calado, o Wil de Igarapeba aqui & aqui.
Cantochão aqui.
Canhotinho & Costa Porto aqui & aqui.
&
OFICINAS ABI – 2º SEMESTRE 2020
Veja detalhes das oficinas da ABI aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
 

quinta-feira, julho 14, 2016

BRECHT, ADRIANA HÖLSZKY, LUIZ BERTO, DINO PRETI, ANTONIO FRILLI, DIMITRA MILAN, ROWLANDSON & VERA DONSKAYA-KHILKO


O PASSADO ESCREVEU O PRESENTE; O FUTURO, AGORA! (Imagem: arte da pintora Dimitra Milan) – Diudinho, desde menino, pau mandado do coronel Fredão. Ouvia do pai, desde sempre: Deus no céu, o coronel na Terra. Dele a lei e a existência. Afilhado pelo batismo da consideração, vivia ali na sombra dele pra toda serventia: recados, favores, assistência. Mal completara dezessete anos, Dedira, uma matuta cheia dos trejeitos, fez do cabra um alvoroçado de paixão. Namoro firme, já com cara de noivado, meteu a mão e tudo na cumbuca, dela perder os três vinténs. Emprenhou e ela botou as unhas de fora: - Quero uma jaca daquela! Não pode. Mas eu quero. E peiticou tanto dele amolecer no cumprimento da lei. Já dizia o ditado: mulher pode com tudo que tem fôlego. Lá foi Diudinho buscar uma no meio de tantas. Mal comera dos bagos, o coronel deu por falta: - Cadê a jaca daqui? Quem foi? Fui eu, padrinho, pra alimentar meu filhinho que está pra nascer. Sebruino! Inhô! Leva esse disgramento pra igrejinha prele aprender a não mexer mais em coisa minha. E foi a primeira pisa, cada lapada de deixar o cabra marcado. Havia mesmo ali uma capela pro padre rezar a missa dominical. Durante a semana era o local de pisas e suplícios, caprichos do coronel. Dias depois, ela: - Quero carne de bezerro! Num pode. Quero. Trocentas cabeças, maior lengalenga, não há de dar falta. De tardezinha, de ovo virado, o coronel cagava raio: - Cadê o bezerro? Quem foi? Fui eu, padrinho, pra alimentar meu filhinho que está pra nascer! Sebruíno! Inhô! Esse é ladrão! Leva pra igreja, dá-lhe a lição de sempre e mata esse desgraçado. O coronel mesmo foi dando as primeiras lamboradas, quase teve um troço de raiva e mandou os jagunço acunharem no rapaz que já cuspia sangue. Acaba de matar que esse não dá jeito e joga nas moitas do lado da rodagem! Pegaram-no quase morto e sacudiram atrás das capoeiras. Na hora do tiro de misericórdia, preferiram ir embora. Deram-no por morto. Horas depois, o milagre: um casal de idosos recolhia o moribundo, meses de recuperação. Ganhou cuidados, educação, tomou jeito de gente. Nunca mais Dedira, filho embuchado, nada. Fora aconselhado a não pisar por aquelas bandas, estava morto e enterrado. Apagou o passado e seguiu em frente, coração sangrando. Anos se passaram e ele chegou a funcionário de banco, até gerente. Um dia, pra seu espanto, o coronel deu as caras à beira da falência. Ele adentrou sua sala peticionando um empréstimo rural pra se livrar da bancarrota. E ele, solícito, virou-se pra ele: - Padrinho, e a fazenda Estrela Dalva como vai? As cabeças de gado, a plantação farta, os cavalos de raça, as toneladas de cana, tudo por água abaixo, em petição de miséria. Padrinho, quanto o senhor precisa? O passado escreveu o presente; o futuro, agora. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.

Imagem: a arte do desenhista inglês Thomas Rowlandson (1756-1827). Veja mais aqui.

Curtindo os álbuns Vokalmusik & Kammerkonzert (Aulos), da compositora e pianista romena Adriana Hölszky.

PESQUISA:
[...] Numa época em que a ciência consegue, de tal forma, modificar a Natureza, que o mundo já nos parece quase habitável, o homem não pode continuar a ser apresentado ao homem como uma vítima, como objeto passivo de um ambiente desconhecido, imutável. As leis do movimento são, do ponto de vista de uma bola, quase inconcebíveis. E é precisamente porque a natureza da sociedade humana – em contraposição com a Natureza em geral – tem permanecido, até hoje, obscura, que nos encontramos, como nos asseguram os cientistas, perplexos perante a possibilidade de um aniquilamento total do nosso planeta, que ainda mal conseguimos tornar habitável. Não ficarão, decerto, surpreendidos ao ouvirem afirmar que a questão da viabilidade de uma reprodução do mundo é de ordem social. [...] E talvez concordem comigo em que o mundo de hoje precisa de uma transformação. [...] creio que o mundo de hoje pode ser reproduzido, mesmo no teatro, mas somente se for concebido como um mundo suscetível de modificação.
Trecho extraído do livro Estudos sobre teatro (Nova Fronteira, 1978), do dramaturgo, encenador e poeta alemão Bertolt Brecht (1898-1956). Veja mais aqui.

LEITURA
Naqueles tempos em que esta história teve início, os domingos de feira eram bem mais buliços que os de hoje em dia. Como que se tocados por uma animação maior que a habitual, uma felicidade acima da corriqueira. A explicação disto bem pode estar – com certeza, deve-se dizer – nas tramas e enredos que vão tecer esta narrativa. [...]
Trecho extraído da obra Nunca houve guerrilha em Palmares (Mercado Aberto, 1987), do escritor Luiz Berto. Veja mais aqui e aqui.

PENSAMENTO DO DIA:
[...] Nas grandes civilizações, a língua é o suporte da dinamica social, que compreende não só as relações diárias entre os membros da comunidade, como também uma atividade intelectual, que vai desde o fluxo informativo dos meios de comunicação de massa até a vida cultural, científica ou literária.
Trecho da obra Sociolinguística: os níveis da fala (Nacional, 1974), do professor e linguista Dino Preti, estudando os aspectos das relações entre a língua oral e escrita, mostrando que as duas modalidades guardam aproximações ao analisar os fatores sociocultarais que agem sobre a língua oral, a influencia da norma e dos problemas de transcrição da fala, as soluções adotadas pelos principais prosadores da literatura, na representação escrita das variações linguísticas de suas personagens, nas diferentes épocas da prosa brasileira.

IMAGEM DO DIA: 
Nude in a Hammock, do escultor florentino Antonio Frilli (??-1902).

Veja mais sobre Liberdade de Expressão, Ismail Kadaré, Ferreira Gullar, Denise Stoklos, Ingmar Bergman, Gustav Klint, Badi Assad, Parmênides de Eléia, Liv Ullmann, Emilio Fiaschi & Vera Donskaya-Khilko aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Ginocracia: o reino das mulheres, a arte da artista plástica russa Vera Donskaya-Khilko. Veja mais aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja aqui e aqui.



domingo, junho 12, 2016

NERUDA, EDITH PIAF, FROMM, SALOMÃO, ASENCIO, JULIA WATKIN, MICHELLE WILLIAMS, CORNELIS LE MAIR & FEMEN


O AMOR DOS NAMORADOS - (Imagem: Lovers, do artista plástico estadunidense Henry Asencio) – O primeiro presente: um beijo nos seus lábios ávidos de sempre a nos premiar com o sabor das paixões avassaladoras que arrebentam o tempo e todas as lonjuras inatingíveis, todos os níveis inacessíveis, todas as funduras mais profundas e todas as coisas impossíveis, a nos fazer raízes e sermos frutos na nossa criação e recriação de todos os dias e meses e anos e décadas e séculos e milênios, amém. E nos fizemos bocas sedentas repletas de entregas para nos sentirmos laureados com o segundo presente em nos tornarmos unos tantas vezes no abraço de mãos, braços e corpos envolvidos pela aura da mais densa devoção do amor e todos os seus matizes e onirismos e embalos e encalços e danças e fragrâncias e evoluções até sermos um no outro a parte que faltava na mais farta das conjunções de seres para o acasalamento da maravilha que é amar e ser amado por todos os poros, veias, interstícios, sinapses e abstrações na pletora dos antípodas. E nos saboreamos com o terceiro presente na horagá além do temporal que não se registra, do especial que não se mede nem se contém, de todas as coisas feitas de limites que sopram ubíquas e se transformam e transmudam e se trançam e transversalizam e se rompem soltos em todas as direções e desaguam além das cachoeiras, das corredeiras, pelos cursos de todas as direções para ser inundação além de todos os tsunamis juntos pelo chão, Terra, planetas, galáxias, imensidões. E usufruímos da felicidade que sobrepuja as dimensões concebíveis e transcendemos a imanência para sermos além da dimensão de nós dois até o infinito e em nossa plena realização, nos doamos um ao outro, carne, alma, sexo, para sermos eternos na nossa mais profunda comunhão de amor. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aquiaqui e aqui.

 Imagem: Lovers, da artista plástica Julia Watkins.

 Curtindo Hymne à l’amour (LIME, 1950), de Marguerite Monnot e da inesquecível cantora francêsa Edith Piaf (1915-1963). Veja mais aqui e aqui.

PESQUISA
O livro A arte de amar (The Art of Loving - Martins Fontes, 2000), do filósofo, sociólogo e psicanalista alemão Erich Fromm (1900-1980), é dividido em quatro capítulos nos quais o autor aborda sobre a temática nos mais diversos ângulos para apresentá-lo como uma arte que precisa ser aprendida: “Analisar a natureza do amor é descobrir sua geral ausência hoje em dia e criticar as condições sociais responsáveis por essa ausência. Veja mais aqui, aqui e aqui.

LEITURA 
Cem sonetos de amor (L&PM, 2013), do poeta chileno e Prêmio Nobel de Literatura de 1971, Pablo Neruda (1904-1973). Veja mais aqui, aqui e aqui.

PENSAMENTO DO DIA:
Ah! Beija-me com os beijos de tua boca! Porque os teus amores são mais deliciosos que o vinho, e suave é a fragrância de teus perfumes; o teu nome é como um perfume derramado: por isso amam-te as jovens. Arrasta-me após ti; corramos! [...] Exultaremos de alegria e de júbilo em ti. Tuas caricias nos inebriarão mais que o vinho. Quanta razão há de te amar!
Trecho da Introdução dos Cânticos dos Cânticos – Os mais belos dos Cânticos de Salomão – Bíblia Sagrada. Veja mais aqui e aqui.

IMAGEM DO DIA 
Blue Valentine (Namorados para sempre, 2010), escrito e dirigido por Derek Cianfrance e estrelado pela atriz Michelle Williams.

Veja mais sobre Por você no Dia dos Namorados da Crônica de amor por ela, Luce Fabbri, Ledo Ivo, Geraldo Azevedo, Luiz Berto, Anne Frank, Solveig Nordlund, Wellington Virgolino & Carmem Verônica aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Nu, do artista plástico Cornelis le Mair.
Veja mais aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
GINOCRACIA: foto das ativistas do Grupo Femen detidas durante protesto contra o primeiro ministro tunisiano, Ali Larayedh, diante da chancelaria em Berlim.
Recital Musical Tataritaritatá.
Veja aqui.


JAMAICA KINCAID, LULJETA LLESHANAKU, PHILIPPE VAN PARIJS & SURUBIM FELICIANO DA PAIXÃO

    Imagem: Acervo ArtLAM . Ao som dos álbuns Mana (2026), Bouquet (2024) & Bouquet II (2025), da pianista e compositora francesa Chlo...