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terça-feira, junho 12, 2018

DRUMMOND, SLOTERDIJK, ANNE FRANK, LÉVINAS, LOLA JOVANOVIC, JACI BORBA, CHICK COREA & ESTELA CEREGATTI


NÃO FOSSE A CHUVA, JAMAIS SABERIA O SOL – Imagem: arte da artista sérvia Lola Jovanovic - No meio quantas pedras na vida amotinada pelos devires e eu desancorado escancarando escaninho corpalma às desbordas, refém sou da hora iminente, um preito a atar uivos e versos até o ponto final, onde começa a impiedosa sucessão de réstias urdindo pêsames, porque perdi a meada inventada, quantas vezes tão inexata nas cartadas por esquadros simulados e eu sucumbindo à primeira volta. Não mais encontro o nexo, o que fazer da vida ao saber a cada dia três horas de morrer. Sei, a morte não é o fim, é como o complemento do sono, em que a gente não se está cônscio desse plano, a integrar algo bem maior que sequer possa compreender de tão aparentemente inacessível. Talvez a satisfação da etérea ubiquidade. É daí que nasce o meu sentimento visceral desmedido e quero dividir a emoção ao primeiro encontro aos que há tempos debandados da amizade, e falamos a mesma língua, não raro, me flagro como se utilizasse dialeto diverso, ninguém entende, sei lá! Como se a mesma frase, outros sentidos, e um cabo-de-guerra, inexorável condição. Sou impelido ao silêncio diante dos dentes à mostra, entre a paixão e o conflito, a punição e a recompensa, o senso de orientação enquanto conjugo ideias feitas e medidas, parece-me mais um colapso de significados. E de um para outro assunto, assim se confunde e nem se sei mesmo qual dos galhos escapuliu o sentido, escoou pra longe e é só mera conversa fiada sem nexo. Sei que ao lado do que quer que seja tem sempre outro, quando não muitos, e ter a acuidade de saber quando se é ou não na interação com essa descontínua, fragmentária e fugaz situação, decomposta na memória. Pra falar a verdade, nem lembro mais o que era mesmo dito, perdi-me no entusiasmo de não mais invisível estrangeiro do aceno, do aperto de mão, do abraço. Esqueci até mesmo pra onde ia e o que era pra fazer nessas ermas estradas emparedadas. Sei, não fosse o chão, jamais saberia água e morreria de sede no areal. Não fosse a água, nunca saberia a terra nas direções dos quatro cantos. Não fosse o ar, por certo, nem saberia o voo e a queda, em quantos sonhos eu me deixei levar para não acordar morrendo de sono. Não fosse o fogo, as cinzas não me ensinariam a luz das labaredas e a existência seria fria como grão abandonado em qualquer superfície inóspita. Devo saudar a chance de sobreviver no precipício das fronteiras e dos meus próprios abismos – os escuros abismos da inexistência -, a me salvar quando muito incólume no bálsamo do amor. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.

RÁDIO TATARITARITATÁ:
Hoje na Rádio Tataritaritatá especial com a música da compositor e pianista de jazz estadunidense Chick Corea: Eletric Band Live at North Sea Jazz, The Ultimate Adventure & Live Kongsberg Jazz Festival; da compositora, cantora instrumentista e professora, integrante da banda Monofoliar, Estela Ceregatti: Ar, Monofoliar & Ar Live; & muito mais nos mais de 2 milhões de acessos ao blog & nos 35 Anos de Arte Cidadã. Para conferir é só ligar o som e curtir. Veja mais aqui.

PENSAMENTO DO DIAAcredito que só faz sentido praticar filosofia hoje reavivando a tradição sofista de poder participar de qualquer debate. Quer dizer, precisaríamos de mais formação retórica, precisaríamos reunir nos seres humanos muito mais conhecimento geral de vida, de política, de ciência, de arte. Precisamos voltar a atrair filósofos que sejam decatletas da disciplina teórica. Pensamento extraído de Fronteiras (2016), do filósofo alemão Peter Sloterdijk. Veja mais aqui.

ALTERIDADE & CONTEMPORANEIDADE – [...] É ali na alteridade que abriga infinitamente grande tempo num entretempo intransponível. O um é para o outro um ser que se desprende, sem se fazer contemporâneo do outro, sem poder colocar-se a seu lado numa síntese, expondo-se como tema, um-para-o-outro como um guardião-de-seu-irmão, como um responsável-pelo-outro. [...] a partir do seu rosto – que não está encerrado na forma do aparecer-nu, despojado de sua forma, desnudado de sua presença que o marcaria ainda como seu próprio retrato; pele enrugada, vestígio de si mesmo. [...] Descarga do ser que se desprende [...] Desfalecimento do ser que tomba em humanidade, fato este que não foi julgado digno de consideração pelos Filósofos [...]. Trecho extraído da obra Humanismo do outro homem (Vozes, 1993), do filósofo francês Emmanuel Lévinas (1906-1995). Veja mais aqui.

DEIXE-ME SER EU MESMA – [...] Deixe-me ser eu mesma e então estarei satisfeita [...] Eles sobem todos os dias e falam com os homens sobre negócios e política, com as mulheres sobre comida e dificuldades dos tempos de guerra, e com os jovens sobre livros e jornais. Estampam no rosto as expressões mais alegres, trazem flores e presentes nos aniversários e nos feriados, e estão sempre prontos para fazer tudo o que podem. Não devemos nos esquecer disso nunca; enquanto outros demonstram heroísmo nas batalhas ou contra os alemães, nossos benfeitores provam o seu com a alegria e o afeto. [...] É como que eu vejo as coisas. Temos que seguir em frente. Não importa o quão difícil seja. Não podemos ficar parados; uma vez que você para, está fora do jogo.’ Mas, no final de tudo, somos apenas humanos. E os seres humanos precisam ter algo em que possam se agarrar. Então eu continuei: ‘Naqueles dias sombrios da guerra, nós não ficamos parados, mas sim fizemos o possível para ajudar as pessoas. Arriscando nossas próprias vidas. Nós não podíamos ter feito mais’. [...]. Trechos extraídos da obra Deixe-me ser eu mesmo (Casa Anne Frank, 2015), contando a história de vida da escritora alemã Anne Frank (1929-1945). Veja mais aqui.

O ENTERRADO VIVO – É sempre no passado aquele orgasmo, / é sempre no presente aquele duplo, / é sempre no futuro aquele pânico. / É sempre no meu peito aquela garra. / É sempre no meu tédio aquele aceno. / É sempre no meu sono aquela guerra. / É sempre no meu trato o amplo distrato. / Sempre na minha firma a antiga fúria. / Sempre no mesmo engano outro retrato. / É sempre nos meus pulos o limite. / É sempre nos meus lábios a estampilha. / É sempre no meu não aquele trauma. / Sempre no meu amor a noite rompe. / Sempre dentro de mim meu inimigo. / E sempre no meu sempre a mesma ausência. Poema do poeta, contista e cronista Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). Veja mais aqui e aqui.

AS TRAMAÇÕES: LINHA, DE JACI BORBA
Tramações: linha é a exposição da artista visual Jaci Borba, promovida pelo Centro de Artes e Comunicação - Graduação em Artes Visuais – Licenciatura & Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB, como parte do projeto de pesquisa e extensão “Tramas na formação de professoras/es para questões de gênero e sexualidades”, fomentado pelo Edital de Apoio à pesquisa em Criação Artística/Proexc/UFPE e pelo Funcultura/2018.

VI Festival de Dança de Itacaré - realizado de 10 e 11 de setembro, no Teatro Municipal de Ilhéus, e de 12 a 16 de setembro, no Centro Cultural Porto de Trás, em Itacaré & muito mais na Agenda aqui.
&
CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte da artista sérvia Lola Jovanovic.
Veja mais aqui.
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A história é outra história, Um mundo só de Peter Singer, o cinema de Abbas Kiarostami, Juliette Binoche & Rin Takanashi, a música de Milton Nascimento & Shanghai Spring Art Salon aqui.

APOIO CULTURAL: SEMAFIL
Semafil Comércio de Livros Ltda divulgando os poetas de Palmares PE, nas faculdades Estácio de Carapicuíba e Anhanguera de São Paulo. Organização do Silvinha Historiador, em São Paulo.
 

terça-feira, setembro 05, 2017

SLOTERDIJK, JOSUÉ DE CASTRO, CASCUDO, LYGIA FAGUNDES,CORNELIS BEVERLOO, EDUCAÇÃO, BIODIVERSIDADE & GLEIDISTONE ANTUNES

GRATIDÃO DE SER EM DOAR – Imagem: arte do artista plástico holandês Guillaume Cornelis van Beverloo (1922-2010). - Minhas mãos espalmadas para tudo do visinvisível, porque quando sou rua vou passos que vem e vão por todos os rumos no prazer de encontros e partidas, risos e lágrimas me fazem viver. O meu peito aberto busca a ternura na maior gratidão, porque quando sou vento em todas as direções sou a festa do oxigênio por todos os pulmões, ser feliz é o que se quer e a felicidade é o fruto que nasce no galho pra servir de alimento a quem quer que seja. Meus pés seguem em frente por onde não sei, porque quando sou água de brejo no encontro do rio todas as correntes me fazem ser mais que sou na imensidão do mar: a entrega mais que absoluta, a gratidão em se doar. Meus olhos sempre abertos pra quem vem, só se fecham para que eu seja o hermético saber de que como é em cima é embaixo, porque quando sou fogo o abraço mais terno com todos os braços do que sou pra todos em mim: a festa da comunhão. Todos os meus sentidos e coração são feitos de afeto, porque quando sou chão como guarida do seio materno a provar que a vida é o maior espetáculo pra viver além dos limites e amar além da conta. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.

RÁDIO TATARITARITATÁ: 24 HORAS NO AR!!!
Hoje na Rádio Tataritaritatá: Canto de Amor e Paz, Sinfonia nº 5 e Concerto para Pianoforte e Orquestra nº 1, do compositor e maestro Cláudio Santoro; As quatro estações de Vivaldi & Trio Villa-Lobos da violinista sérvia Marija Mihajlovic; Convoque o seu Buda ao Vivo em Paris & Ainda há tempo do rapper e cantor Criolo; e Carta de amor, Nada é pra sempre & Tímida da cantora, atriz e compositora Eleonora Falcone. Para conferir é só ligar o som e curtir.

CRÍTICA DA RAZÃO CÍNICA[...] ser inteligente e ainda assim atuar em seu trabalho, isto é a consciência infeliz em sua forma modernizada, afligida com o esclarecimento. Tal consciência não pode tornar-se muda e confiar de novo; a inocência não pode ser restabelecida. Ela persiste em sua crença na atração gravitacional das relações à qual está presa por seu instinto de auto-preservação. Dentro por um centavo, dentro por um cruzeiro. Com dois mil reais líqüidos por mês, o contra-esclarecimento silenciosamente começa; ele se financia pelo fato que todos que tem algo a perder entram em um acordo privado com sua consciência infeliz ou a escamoteia com ‘engajamentos’ [...] O mal estar na cultura adotou uma nova qualidade: agora se manifesta como um cinismo universal e difuso. Diante dele, a crítica tradicional da ideologia fica sem saber o que fazer e não vê onde haveria um lugar para a consciência cinicamente lúcida o caminho para o esclarecimento. O esgotamento da crítica da ideologia tem nela sua base real. Essa crítica seguiu sendo mais ingênua que a consciência que queria desmascarar. Em sua bem intencionada racionalidade não participou das mudanças da consciência moderna para um realismo multifacetário e astuto. A série de formas da falsa consciência que teve lugar até agora – mentira, erro, ideologia – está incompleta. A mentalidade atual obriga acrescentar uma quarta estrutura: o fenômeno cínico. Falar de cinismo significar tentar penetrar no antigo edifício da crítica da ideologia através de um novo acesso [...]. Trecho extraído da obra Crítica da razão cínica (Relógio D’Água, 2011), do filósofo alemão Peter Sloterdijk, refletindo sobre a modernidade e o cinismo moderno como remédio e como excesso/ultrapassagem, sugerindo a redescoberta dos valores/virtudes do cinismo antigo que praticava a filosofia de Sinope - o riso, a inventiva, o contraditório. Veja mais aqui e aqui.

SOLIDARIEDADE HUMANA NO DOCUMENTÁRIO NORDESTE - [...] Como eu era filho único e não tinha com quem brincar, fugia com freqüência, apesar de todas as recomendações, para conversar com o leproso. Era de quem eu informava das novidades do mundo. Às vezes das novidades da minha imaginação. Com pena que ele não pudesse ir de dia até à cidade eu exagerava quase sempre as descrições para compensar a ausência do fato real. Lembro-me bem que cheguei mesmo a inventar mentiras completas para não deixar de lhe contar coisas interessantes. Em troca, ele me contava das suas aventuras noturnas com os peixes, vagalumes e os mosquitos [...]. Mundo estreito, pobre, limitado, era esse de Cosme e de Chico, mas de uma grande lição de solidariedade humana. Quase de felicidade heróica dentro do maior dos infortúnios. Trechos de Solidariedade humana, extraído da obra Documentário Nordeste (Brasiliense, 1957), do médico, professor catedrático, pensador, ativista político e embaixador do Brasil na ONU, Josué de Castro (1908-1973), reunindo a passagem viva do nordeste, estudos sociais e biológicos do autor. No Prefácio da obra, Olívio Montenegro assim se expressa: A frase de Carlyle “O homem só aprende o que já sabe”, que parece um paradoxo, encontra-se um pouco com outra de Emerson, quando este diz que “a educação da criança começa cem anos antes dela nascer”. Que é bem verdade: as influências, as circunstanci9as, os valores, não apenas de ordem social, mas de ordem biológica que vão ser mais decisivas para o destino da criança, não nascem com ela, mas bem antes dela. [...] Josué de Castro não se revela na invenção dessas admiráveis histórias com nítida e forte simplicidade, apenas um escritor de autentica imaginação revela-0se um homem de autêntica sensibilidade. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui,

IDEOLOGIA & EDUCAÇÃO - [...] A imposição do arbitrário cultural e a violência simbólica que se exercem sobre os agentes da prática pedagógica dissimulam-se detrás do mito de um agente ensinante “neutro” e de um agente ensinado que deverá “desenvolver-se a partir de suas próprias personalidades”. Em consequencia, a internalização e a aceitação das representações ideológicas ligadas à tendência reformista terão mais possibilidades de reprodução e de dominância que aquelas vinculadas ao tradicionalismo pedagógico. Não obstante, não existir nenhuma mudança estrutural na concepção das relações pedagógicas com relação à tendência tradicionalista, a ideologia da reforma esconde – de uma maneira mais engenhosa – a existência de relações de dominação na prática pedagógica concreta, tanto na base quanto das outras instancias com as quais se estrutura. [...]. Trecho extraído da obra Ideologia e educação: reflexões teóricas e propostas metodológicas (Cortez/Autores Associados, 1986), da pesquisadora Encarnación Sobriño. Veja mais aqui.

NÓS E A BIODIVERSIDADE - [...] A maioria das pessoas, entretanto, não se vê como participantes desse processo de interferência na natureza [...] O consumidor não lucra com a uniformização, mas as corporações sim, pois ampliam seus mercados. Todos nós, porem, ficamos ameaçados pela eliminação da diversidade. Cuidar da diversidade cultural, que sustenta a diversidade biológica, assim, como cuidar diretamente da diversidade biológica é cuidar da manutenção da vida na Terra. [...]. Trecho da obra Evolução e a biodiversidade: o que nós temos com isso (Scipione, 2009), de M. Elisa Marcondes Helene e Beatriz Marcondes. Veja mais aqui e aqui.

DAS ÁGUAS E TEMPESTADES - [...] estando sobre água, seja do mar ou dos rios, indo contra os seus inimigos, se forem surpreendidos por uma tempestade ou furacão, como tantas vezes ocorre, crêem que a origem é a alma de seus parentes e amigos, por que não sabem, e para apaziguar a tormenta, sacodem qualquer coisa n’água, à maneira de presente, julgando por este meio pacificar as tempestades. Trecho de Origem da tempestade, do frei André Thévet (1502-1590), extraído da obra Antologia do folclore brasileiro (Global, 2003), do historiador, antropólogo, advogado e jornalista Luís da Câmara Cascudo (1898-1986). Veja mais aqui e aqui.

CONFISSÕES DE LEONTINA - [...] Amaldiçoada hora essa. Amaldiçoada hora que enveredei por aquela rua e parei naquela vitrina. O vestido estava numa boneca e tinha o meu corpo. E pensei que decerto ia servir para mim e que era o vestido mais lindo do mundo. Foi quando ouvi uma voz perguntando bem baixinho se eu não queria aquele vestido. No vdro que parecia um espelho, estava a cara do velho. [...] Quando ele fez a pergunta pela segunda vez então não agüentei e respondia que se ele quisesse me dar eu aceitaria sim com muito gosto [...] O vestido me assentou feito uma luva e a vendedora então me aconselhou que fosse com ele no corpo porque estava uma beleza. Fiquei zonza. [...]. Trecho do conto Confissão de Leontina, extraído da obra A estrutura da bolha de sabão (Rocco, 1999), da escritora premiada e membro da Academia Brasileira de Letras do Brasil e de Lisboa, Lygia Fagundes Telles. Veja mais aqui.

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A arte de Eleonora Falcone aqui.
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PREXELÂNDIOS DE UMA VIDA
Num barco de folhas cósmicas
voamos para o além de dentro.
Em prexelândios de uma vida
recordamos o futuro
de um passado presentino.
Adolescentemente, ansiamos
sonhamos amores vidarinos
híbridos, gósticos e íntimos
aos poucos, nos atracamos.
Geramos outros ânimuns
envelhecemos rugorosos
depois, morremando (di)vagar
nos despedimos de nós
de tudo e de todos
para então,
remorrermos
eternamente.
Poema do poetamigo e professor Gleidistone Antunes da Silva. Veja mais dele aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
A arte do artista plástico holandês Guillaume Cornelis van Beverloo (1922-2010).
Veja mais aqui.

SÓNIA SULTUANE, MARCO NICOLINI, RUBY BRIDGES, JOÃO FALCÃO & MUITO MAIS!!!

    Imagem: Acervo ArtLAM .   Revestrés escatológico pra bufos e ranas... - Para quem não sabia, fingiu ou olvidou, muita coisa passou p...