
LUIZA
Rua
Espada nua
Boia no céu imensa e amarela
Tão redonda a lua
Como flutua
Vem navegando o azul do firmamento
E no silêncio lento
Um trovador, cheio de estrelas
Escuta agora a canção que eu fiz
Pra te esquecer Luiza
Eu sou apenas um pobre amador
Apaixonado
Um aprendiz do teu amor
Acorda amor
Que eu sei que embaixo desta neve mora um coração
Vem cá, Luiza
Me dá tua mão
O teu desejo é sempre o meu desejo
Vem, me exorciza
Me dá tua boca
E a rosa louca
Vem me dar um beijo
E um raio de sol
Nos teus cabelos
Como um brilhante que partindo a luz
Explode em sete cores
Revelando então os sete mil amores
Que eu guardei somente pra te dar Luiza
Boia no céu imensa e amarela
Tão redonda a lua
Como flutua
Vem navegando o azul do firmamento
E no silêncio lento
Um trovador, cheio de estrelas
Escuta agora a canção que eu fiz
Pra te esquecer Luiza
Eu sou apenas um pobre amador
Apaixonado
Um aprendiz do teu amor
Acorda amor
Que eu sei que embaixo desta neve mora um coração
Vem cá, Luiza
Me dá tua mão
O teu desejo é sempre o meu desejo
Vem, me exorciza
Me dá tua boca
E a rosa louca
Vem me dar um beijo
E um raio de sol
Nos teus cabelos
Como um brilhante que partindo a luz
Explode em sete cores
Revelando então os sete mil amores
Que eu guardei somente pra te dar Luiza
Luiza, música do
compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista Tom Jobim (1927-1994). Veja mais aqui & aqui.
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DESTAQUE: CANÇÃO AUSTRÍACA
Canta, mulher bela,
Pureza de antanho,
Neve na janela,
O sol que não arranco.
Canta, mulher virgem,
Canta na minha alma,
Esta atroz vertigem
Que te lambe a palma
De estrelas nos dedos,
De riachos e unhas.
Canta-me os segredos
Da boca que empunhas,
Purpurina. E cheia
Do bem que eu não fiz,
Ó inocência alheia:
- faze-me feliz!
Eixo divino,
Sem centro roto,
Ó brando sino
De piano solto,
Risos cantantes,
Dentes abertos,
Doces instantes
De fruta e abetos,
Ó olhos risonhos,
Sem cicatrizes:
Se em vós ponho os
Das meretrizes,
Pois (hoje) tenho-os
Ferindo as naves
De rubros lenhos
Navegando aves,
Piano solto
Nesta memória,
Meu canto roto
Caia com glória,
Que exponho a face
Para a tragédia,
Roto o disfarce
Da vã comédia.
Canção austríaca,
extraído da obra Necessidade do divino
(1967 – Antologia Poética – Imago, 1998),
do poeta
maranhense Nauro Machado (1935-2015).
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