sexta-feira, junho 26, 2009

FUÁ TATARITARITATÁ!!!!



PERDI A NOÇÃO DE SER FELIZ

Música de Félix Porfírio & Luiz Alberto Machado

Faz tempo que o nosso amor mudou, ai amor
perdi a noção de ser feliz
não queria perder sua paixão
só queria ganhar seu coração
meu desejo sempre quis

mas o fogo queimou e apagou, ai amor
o que foi só desejo não é mais
nossa vida não tem mais valor
seu beijo não tem mais sabor
prefiro viver na solidão

Solidão é morrer de amor é desespero
é riacho que água por ele esqueceu de passar
é perder, arrancar essa coisa do peito
não tem jeito, meu bem, vou matar essa paixão.

FUÁ TATARITARITATÁ – Gente, o maior trupé. Juntou-se a trupe toda do Big Shit Bôbras, capitaneada pelo Padre Bidião e pelo incansável candidato a presidente Doro, e fizeram a maior estripulia.
No meio da emboança deu-se um sucedido que sacudiu tudo num catabi ineivado de escândalo.
Descobriram que a jumenta Quartuda estava prenha do Mamão. Nãaaaaooooooo!?
Apois, foi.
O cara já tava amasiado com a jega há anos. Só enrolando e nada de assumir o casório.
Foi aí que o Padro Bidião vendo aquele vitupério, resolver celebrar o matrimônio reunindo os nubentes no meio da rua o que juntou gente até de um olho só num dos mais prestigiando eventos das catrevagens arruaceiras.
Deu pilhéria na canela. Foi muito puxa-e-encolhe.
Findou o Mamão declarando amor para a jega dele, dando inicio à quadrilha matuta mais hilária da paróquia. E foi só anavantur, anarriê, balancê, tataritaritatá.
O forró pé-de-serra comeu no centro e a coisa começou dia de Santo Antonio, durou pelo dia São João até findar no maior estrago da paróquia só no dia de São Pedro. Tudo ao som de Félix Porfírio e Santanna, o cantador.



NUNCA CHORE POR MIM

Música de Santanna, o cantador & Luiz Alberto Machado

Nunca chore por mim
Não chore não
Que um dia eu volto
Prá te buscar
A partida e o caminho
Nas minhas mãos
E os olhos da vida a me vigiar

Eu percebo o destino
Sob os meus pés
A saudade no peito
Agourando a solidão
O exílio e o aceno nas minhas mãos
Incidem na voz num lamento de adeus
De quem se entregar
Seja em qualquer lugar
Onde a sorte vier

É seguir cada qual a sina de agora
Desatino vadio da ilusão
O apito do trem apressa a hora
Marcando o compasso do meu coração

Cada rosto se expõe na dor que chora
Quando o peito é varrido pela paixão
Já é tarde estou indo eu vou embora
É que o choro arrocha o nó da canção

De quem vai se entregar
Seja em qualquer lugar
Onde a sorte vier

Perdão dos amores desfeitos na tora
Arrancados no véu da contramão
Fizeram o outono da minha história
Atraíram o abandono e a distração

Pelas ruas ganhei a pose e o disfarce
O abraço e o perigo da delação
Para a vida ofereço a outra face
E prá morte celebro a confissão

De quem vai se entregar
Seja em qualquer lugar
Onde a sorte vier

Mais
Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO
LITERATURA ERÓTICA

E mais:
AS PREVISÕES DO DORO PARA 2010

quinta-feira, junho 25, 2009

ZÉ DA LUZ



ZÉ DA LUZ - Zé da Luz, poeta, das terras nordestinas, nasceu em 29 de março de 1904 em Itabaiana, região agreste da Paraíba e faleceu no Rio de Janeiro em 12 de fevereiro de 1965. Veio ao mundo como Severino de Andrade Silva e recebeu a alcunha de Zé da Luz. Nome de guerra e poesia, nome dado pela terra aos que nascem Josés e, também, aos Severinos, que se não for Biu é seu Zé.
Sua poesia é dita nas feiras, nas porteiras, na beirada das estradas, nas ruas e manguezais. Perdeu-se do seu autor pois em livro não se encontra. Se encontra na boca do povo, de quem tomou emprestado a voz, para dividi-la em forma de rima e verso.
Seus poemas têm a cor do nordeste, o cheiro do nordeste, o sabor do nordeste. Às vezes trágico, às vezes humorado, às vezes safado. Quase sempre telúrico como a luz do sol do agreste. (os editores do Blog)
Sua poesia é ímpar. Algumas pérolas:


AS FLÔ DE PUXINANÃ
(Paródia de As "Flô de Gerematáia" de Napoleão Menezes)
Três muié ou três irmã,
três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.
A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.
A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué critão
os oiá déssa minina.
Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.
A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.
Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.
Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.
Inscuiendo a minha cruz
prá sair desse imbaraço,
desejei, morrê nos braços,
da dona dos dois cuscús!



Um dia falaram para o escritor Zé da Luz que os textos dele, tinham muitos problemas técnicos verbais, ortográficos, enfim...

Diante desse comentário ridículo ele escreveu "Ai! se sêsse1..." poesia musicada pela banda Cordel do Fogo Encantado:


Ai! Se sêsse!...


Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse de São Pedro não abrisse
a porta do céu e fosse te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nois dois ficasse
Tarvês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse e as virgi toda fugisse


Sua oesia às vezes é triste, forte, trágica e interminável...


Confissão de Cabôco


Seu duotô, sou criminoso.
Sou criminoso de morte.
Tou aqui pra mim intregá.
Voimicê fique sabendo:
– Quando a muié traz a sorte
De atraiçoá o isposo
Só presta para se matá.

Nunca pensei, seu doutô
Qui a mão nêga do distino,
Merguiasse as minhas mão
No sangue dos assarcino!

Vô li pidí um favô
Ante de vossamercê
Mim butá daqui pra fora:
– É a licença do doutô
Pr’eu li contá minha histora.

Sinhô dotô delegado,
Digo a vossa sinhuria
Qui inté onte fui casado
Cum a muié qui im vida
Se chamô ROSA MARIA.

Faz dez mês qui se gostemo,
Faz oito qui fumo noivo
Faz sete qui nós casêmo.

Nós casêmo e nós vivia
Cuma pobre, é verdade,
Mas a gente se sentia
Rico de filicidade!

Pras banda qui nós morava,
No lugá Chã da Cutia,
Morava tombém um cabra
Chamado Chico Faria.

Esse cabra, antigamente,
Tinha gostado de Rosa,
Chegaro, inté a sê noivo,
Mas num fizero a “introza”
Do casamento, prumode
Mané Uréia de bode,
Qui era padrim de Maria
Tê dismanchado essa prosa.

Entoce, o Chico Faria,
Adispois qui nós casêmo,
In cunversa, as vez dizia,
Qui ainda mi dava fim
Pra se casá cum Maria.

Dessa coisa eu sabia,
Mas nunca dei importança.

Tinha toda cunfiança
Na muié qui eu tanto amava,
Ou mais mió, adorava...
Cum toda a minha sustança!

Dispois disso, o meu custume
Era vivê trabaiando
Sem da muié tê ciume.

A muié pru sua vez
Nunca me deu cabimento
Deu pensá qui ela fizesse
Um dia um farcejamento.

Mas, seu doutô, tome tento
No resto da minha histora,
Qui o ruim chegô agora:

Se não me farta a mimora,
Já faz assim uns três mêis,
Qui o cabra, Chico Faria,
Todo prosa, todo ancho,
Quage sempre, mais das vêz,
Avistava o meu rancho.

Puralí, discunfiado
Como quem qué e não qué,
Eu fui vendo qui o marvado
Tentava a minha muié.

Ou tentação ou engano,
Eu fui vendo a coisa feia!
Pru derradêro eu já tava
C’a mosca detrás da uréia.

Os tempo foi se passando
E o meu arriceiamento
Cada vez ia omentano.

Seu dotô, vá iscutano:

Onte, já de tardezinha
O meu cumpade, Quinca Arruda,
Mi chamô pra nós dança
Num samba – lá na Varginha,
Na casa do mestre Duda.

Mestre Duda é um cabôco,
Um tocado de premêra.
É o imboladô de côco
Mió daquela rebêra.

Entonce Rosa Maria,
Sempre gostou de samba,
Mas, porém, de tardezinha
Me disse discunfiada,
Qui pru samba ela não ia,
Qui tava munto infadada,
Percisava se deita...

Eu fiquei discunfiado
Cum a preposta da muié!

Dispois qui tomei café,
Cuage puro sem mistura,
Cum a faca na cintura
Fui pru samba, fui sambá.

Cheguei no samba, dotô.
Repare agora, o sinhô,
Quem era qui tava lá?

O cabra Chico Faria.
Qui quano foi me avistando,
Foi logo mi preguntando:
– Cadê siá dona Maria,
Num veio não, pra dançá?

– Não sinhô. Ficô im casa.
Pru cabôco arrispondí.

Senti, entonce uma brasa
Queimano meu coração,
Nunca mais pude tirá
As palavra desse cabra
Da minha maginação.

Perdí o gosto da festa
E dançá num pude não.

O cabra, pru sua vez
Num dançava, seu doutô.
De vez im quando me oiva
Cum um oiá de traidô.

Meia noite, mais ou meno,
Se dispidino do povo
Disse: – Adeus, qui eu já vô.

Quando ele se arritirô,
Eu tombem me arritirei
Atraiz dele, sim sinhô.
Ele na frente, eu atrais.
Se o cabra andava ligêro,
Eu andava munto mais!

Noite iscura qui nem breu!

Nem eu avistava o cabra,
Nem o cabra via eu!

Sempre andando, sempre andando.
Ele na frente, eu atrais.

Já nem se iscutava mais
A voz do fole tocando
Na casa do mestre Duda!

A noite tava mais preta
Qui a cunciênça de Judá!

Sempre andando, sempre andando.
Eu fui vendo, seu doutô,
Qui o marvado ia tumando
Direção da minha casa!

Minha casa!... Sim sinhô!

Já pertinho, no terrero
Eu mim iscundí pru detraiz
De um pé de trapiazêro.

Abaixadim, iscundido,
Prendi a suspiração,
Abri os óio, os ouvido,
Pra mió vê e ouvi
Qua era a sua intenção.

Seu doutô, repare bem:

O cabra oiando pra traiz,
Do mermo jeito, qui faiz
Um ladrão pra vê arguém,
Num tendo visto ninguém,
Na minha porta bateu!

De lá de dentro uma voiz
Bem baixim arrispondeu...

Ele entonce, cá de fora:

– Quem ta bateno sou eu!

De repente abriu-se a porta!

Aí seu doutô, nessa hora
A isperança tava morta,
Tava morto o meu amô...

No iscuro uma voiz falô:

– Taqui, seu Chico, essa carta,
Qui a tempo tinha iscrivido
Pra mandá pra voismicê.
Pru favô num leia agora,
Vá simbora, vá simbora,
Qui quando chegá im casa
Tem munto tempo pra lê.

Quando minhas oiça ouviu,
As palavra qui Maria
Dizia pru disgraçado,
Eu fiquei amalucado,
Fiquei quage cuma loco,
Ou mio, cumo um cabôco
Quando ta chêi de isprito!

Dum sarto, cumo um cabrito,
Eu tava nos pés do cabra
E sem querer dei um grito:

– Miserave! E arrastei
Minha faca da cintura.

Naquela hora dotô,
Eu vi o Chico Faria,
Na bêra da sipurtura!

Mas o cabra têve sorte.

Sempre nessas circunstança
Os home foge da morte.

Correu o cabra, dotô
Tão vexado, qui dêxou
A carta caí no chão!

Dei de garra do papé,
O portadô da traição!

Machuquei nas minha mão,
A honra, douto, a honra
Daquela farsa muié!

Dispois oiando pra carta
Tive pena, pode crer,
De num tê prindido a lê.
Nas letra alí iscrivida
O qui dizia Maria
Pru marvado traidô.

Tive pena, sim sinhô.
Mas, qui haverá de fazê
Se eu nunca prindí a lê?

Maria mi atraiçuô!

Essa muié qui um dia,
Juêiada nos pé do artá
Jurou im nome de Deus
Qui inquanto tivesse vida,
Haverá de mim honrá
E mim amá cum todo amo.

Cum perdão do seu doutô.

Quando eu vi a miserave
Na iscurideza da noite
Dos meu oio se iscondê
Sem dêxá nem sombra inté
Entrei pra dentro de casa
Pra mi vingá da muié.

Douto, qui hora minguada!
Maria tava ajuêiada,
Chorando, cum as mão posta
Cumo quem faz oração.
Oiando pra eu pedia,
Pelo cali, pela osta,
Pru Jesus crucificado,
Pelo amo qui eu li amava
Qui num fizesse isso não.

Eu tava, doutô, eu tava
Cego de raiva e paixão.

Sem dizê uma palavra,
Agarrei nas suas mão,
Levantei ela pra riba
E interrei inté o cabo,
O ferro da parnaíba
Pru riba do coração!

Sarvei a honra, doutô,
Sarvei a honra, apois não!

Dispois qui vi a Maria
Caí sem vida no chão,
Vim fala cum vosmicê,
Vim cunfessá o meu crime
E mim intregá as prisão.

Se o sinhô num acredita
Se eu sô criminoso ou não,
Tá aqui a faca assarcina
E o sangue nas minhas mão.

Cumo prova da traição,
Tá aqui a carta, doutô.

Li peço um grande favô:

Ante de vossa-sinhuria
Mi mandá lá para prisão
Me lêia aqui essa carta
Pr’eu sabê cumo Maria
Perparava essa trição!

A CARTA

“Seu Chico:

Chã da Cutia.

Digo a vossa senhoria
Que só lhe escrevo essa carta
Pru senhor ficar sabendo
Que eu não sou a mulher
Que o senhor tá entendendo.

Se o senhor continuar
Com os seus disbiques atrevidos
O jeito que tem é contar
Tudo, tudo a meu marido.

O senhor fique sabendo
Que com seu discaramento,
Não faz nunca eu quebrar
O sagrado juramento
Que eu jurei nos pés do altar,
No dia do casamento.

Se o senhor é inxirido,
Encontrou u’a mulher forte,
O nome do meu marido
Eu honro até minha morte!

Sou de vossa senhoria,

Sua criada.

MARIA.”

– Doutô! Doutô mi arresponda
O qui é qui eu tô ouvindo?
Vosmicê leu a carta,
Ou num leu, ta mi inludindo?

– Doutô! Meu Deus! Seu doutô,
Maria tava inucente?
Me arresponda pru favo!

Inocente! Sim, senhor!

Matei Maria inucente!

Pru que, seu doutô, pru que?

Matei Maria somente
Pruque num aprendi a lê!

Infiliz de quem num leu
Uma carta de ABC.

Magine agora o doutô,
Quanto é grande o meu sofrê!

Sou duas veiz criminoso,
Qui castigo, seu doutô!

Qui mizera! Qui horrô!
Qui crime num sabê lê!


Pesquisa: Gonzaga Andrade. Fontes pesquisadas: O Porteiro do Portal, Interpoética, Revista Agulha, Escafandro.Org e Gernando Dannemann. Ccolaboração da Ana Cristina Cavalcanti Tinôco.


Mais
Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO
LITERATURA ERÓTICA

E mais:
AS PREVISÕES DO DORO PARA 2010

terça-feira, junho 23, 2009

OLHA A BAGAÇA AÍ, GENTE!!!



Gente, isso é um desplante!! Os políticos deste pais são a raça mais ronceira e contraproducente que se possa imaginar!!! Não bastam os nós-cegos dos que já estão mamando nas tetas da patriamada, com a desconfiança no topo das paradas, desprestígio na lata de lixo, ainda por cima, querem aprovar a PEC – Proposta de Emenda Constitucional aprovada semana passada no Senado em dois turnos na mesma sessão ordinária, onde apenas 6 foram contrários e 56 votaram a favor. Pode um negócio desse?

Agora a bendita PEC está se arrumando para ir para a Câmara dos Deputados, para todo mundo fazer a maior festa. Sabe por quê? Serão mais de 7 mil vereadores a mais para engrossar a seboseira toda do país, sabia? E a gente vai ficar calado, é? Vamos botar a boca no trombone, gente! Vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!!!!

Mais
Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO
LITERATURA ERÓTICA

E mais:
AS PREVISÕES DO DORO PARA 2010

quinta-feira, junho 18, 2009

ISTO É BRASILSILSILSILSILSILSILSILSILSIL!!!!!!!!!!!!!!



VIXE, POLITICA É? – Certa vez o compositor e cantor mineiro Beto Guedes me disse:

- Para mim, política é um prato cheio de merda!

Oxente, num é que eu concordo com ele, assino embaixo!! Política partidária no Brasil é um tolote fedorento que não tem quem agüente! Vá entender!!!!



QUANDO OS BRUCUTUS SE BEIJAM E LAMBEM CUS – Hehehehehehehehe!!! É meu, na política é tudo dares e tomares. Agora FHC tem que beijar as mãos e outras partes pudendas do Roberto Jefferson. Quem não se lembra dele com 400 quilos na época da redemocratização, quando ele passou a perna em Brizola e todo PTB com a Ivete Vargas, hem?



AS SANDICES DO SENADO: TÃO TORRANDO O RABO DO SARNEY!!! – Eita, porra! Eu acho é bão demaisi da conta! Agora que a mundiça vai feder no Congresso Nacional. Enquanto eles brigam entre si, a gente fica sabendo das maruagens todas. Agora, tem uma coisa: abram o olho que tem mais de 7 mil picaretas para engrossarem os cargos no Legislativo brasileiro. Vamos arrochar reclamo que a gente num guenta mais!!!!

UM RECADO: olha só, quando você der fé que atearam fogo no barraco, pode crer que tão fodendo tudo. Se avie, meu!

COMEMORAÇÃO - O Boi também brinca o São João. O Ponto de Cultura do Boi da Macuca está em ritmo de festa na comemoração dos seus 20 anos. Na próxima sexta-feira (19) e sábado (20), a comunidade de Poço Comprido, Município de Correntes (PE), realiza o São João do Boi da Macuca. Com a proposta para o desenvolvimento de ações de cultura popular, potencializando de maneira instrumentalizada o brinquedo do Boi, por provocações críticas e intervenções no meio em que viver. Na programação está a apresentação de Sambada de Viola, Toada de Gado com aboiadores além do Quarteto Olinda e bandas de pífano. Mais informações: (87) 9102 2069 / 9609 2593 / 3762-6486 ou acesse : http://boidamacuca.org.br/quem_somos.php/.

PSIUSIS: Gentamiga, eu morri mas tô vivo, visse? Tô na onda!! Vamos nessa & tataritaritatá!!!

Mais
Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO
LITERATURA ERÓTICA

E mais:
AS PREVISÕES DO DORO PARA 2010

segunda-feira, junho 15, 2009

MUSA TATARITARITATÁ: VELTA



Imagem: Pintura de Ricardo Bartes

UM POEMA PARA VELTA

Luiz Alberto Machado

O amor emancipa, afinal é cego. É por ele que exulta e esvai o mundo.

Doce vinho,embevece, embriaga.

Não há explicação. Nada no amor se explica.

Pois é, exemplo disso, inexplicavelmente surge Velta: loira, gostosa, exorbitantemente sensual tal Kátia Flávia de um Fausto dali. Imensa, exageradamente deliciosa, como uma sexy musa daquelas de virar a cabeça, atravessar as horas, usurpar diâmetro do pescoço: biquíni, longilínea, trepidante.

Velta feito diva: sempre além do horizonte, inatingível.

Velta feito atriz: sucesso retumbante, star de ruminar da própria luz e escuridão.

Velta feito mulher a renunciar da sua bionergia e se transformar Kátia de tanga ousada e pronta para o amor.

Velta que é Kátia na sua motocicleta vermelha pela Avenida Paulista ou mesmo nos meus mais oníricos enleios pela Rota do Sol, por Tambaú, Boa Viagem, Jatiúca, Atalaia Velha, ah onde toda cidade é só a palma da sua mão que desdenhasse a heroína e que pudesse flagrar as suas vulnerabilidades e rendesse - desnudada fatal Vera Fisher -, como quem quedasse pronta para chorar e sorrir de nossas próprias desilusões de nada.

Velta como a louraça gostosa e exibicionista vestida de verde, como garota de borracha, pronta para ser a intrépida usurpadora que se entregava deliciada por saber que sou o seu Gilberto Gomes e seu pai não sabe que você é a endeusada heroína da minha glória deserdada.

Como a que me salvou a adolescência no meio das práticas mais íntimas por punhetas altissonantes em que era abduzida pelo meu desejo enlouquecido por todos os crayons de sua balzaqueana dinamite bad girl, com seu corpo opulento marcado pelo meu mais essencial apetite onde tudo transluzia no jeito de ardilosas nuances que me enfeitiçava a cabeça e me deixava maior que o domingo de uma semana qualquer.

Como a que me fez uivar atormentado em noites de lua cheia a delirar como lobisomem pela sua glamourizada voluptuosidade que sassarica na minha débil ousadia de priapo pronto para desposá-la no primeiro dia de nossa manhã ensolarada com todos os prazeres que temos direito e nos fazem valer o tamanho da vida adiada, da felicidade preterida, da remissão de todos os nossos anseios não realizados.

Como a oportunidade de desnudá-la ofegante sabendo meu corpo no seu como se eu fosse o homem de preto na oitava arte de nossas estripulias a venerar suas formas e a provar do seu sangue e sabor.

E nos encontramos, Velta,nos encontramos desde ontem que nem sabíamos no sonho da chegada e a manhã foi pouca, a tarde ínfima e a noite inexistiu porque toda vida se fez presente naquele pequeno momento em que beijei seus lábios, acariciei seus seios, alisei seu corpo, abocanhei seu ventre, sorvi sua carne, abusei de sua nudez, entranhei sua alma e pude viver muito mais que a minha própria vida naquele instante.

E nos encontramos, Velta,nos encontramos de verdade e a vida perto do que vivemos é muito pouca, porque o que vivemos é maior que o presente e carrega a eternidade da lembrança na mais absoluta imensidão do meu universo.




Velta é uma detetive que reside em Belo Horizonte. Ela tem mais de dois metros de altura, cabelos longuíssimos e domina, como ninguém, as artes marciais. E tem mais: ela solta descargas elétricas por todo o corpo. Ela nasceu em 1973, com poderes especiais: Dispara raios bio-energéticos sob forma luminosa, coerente, elétrica ou explosiva, por qualquer parte do corpo. Tem regeneração celular acelerada e alta imunidade às doenças. Pele resistente ao calor.


Pintura de Elton Brunetti

Velta é, na verdade, Kátia Maria Farias Lins. Ela tem 18 anos. Base de Operações: Belo Horizonte, MG. Cabelos: Louros. Olhos: Azuis. Pele: Branca. Altura: 2,20 m Profissão: Detetive Particular



Origem: Usada como cobaia da experiência de um inescrupuloso extra-terrestre de quem salvou a vida, Kátia é modificada geneticamente por uma máquina mental, que a permite, quando quiser, se transformar numa loura gigante que dispara raios pelo corpo.



Velta é a musa das histórias em quadrinhos brasileiras. Amada por seus admiradores e odiada por seus inimigos, vem combatendo o mal desde a década de 1970, quando foi criada pelo quadrinhista paraibano Emir Ribeiro.



Ao longo dos últimos 34 anos, Velta mudou bastante. Deixou de ser uma simples super-heroína decalcada dos modelos estrangeiros para assumir personalidade própria. Publicada primeiro em jornais, depois em revistas e fanzines e, finalmente, em álbuns luxuosos e até em livros, Velta construiu um grande público leitor, ansioso por mais histórias dessa inusitada detetive paraibana.



Mais
MUSA TATARITARITATÁ e ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO
LITERATURA ERÓTICA

E mais:
AS PREVISÕES DO DORO PARA 2010

sexta-feira, junho 12, 2009

CORDEL: CANTARAU DE AMOR POR ELA




SIDRIÃO E MARISTELA OU A GOIABA DA DISCÓRDIA

José Honório


Sidrião e Maristela
Um casal recém casado
No fulgor da juventude
Cada qual mais empolgado
Procuravam o diferente
O ousado, o inusitado.

Dentro de casa não tinha
Mais lugar onde o casal
Já não tivesse explorado
Como cenário ideal
Para suas cenas tórridas
Cada qual mais radical.

Eis o motivo porque
Suas mentes criativas
Do lado externo das casas
Descobriram alternativas
De dar vazão aos desejos
De formas mais atrevidas.

Por isso quando um barulho
Lá no quintal foi ouvido
Por ser noite, Maristela
Foi junto com seu marido
Verificar o que diabo
Ali tinha acontecido.

Nada de errado viram
E por isso relaxaram
E sob um pé de goiaba
A lua cheia avistaram
E nesta contemplação
A mesma coisa pensaram.

Subiram na goiabeira
Sem qualquer dificuldade
Porque quando se é jovem
Tudo sempre é novidade
E o espírito de aventura
Promove a facilidade.

Procuraram entre os galhos
A posição ideal
E depois de acomodado
O criativo casal
Começou a brincadeira
No chamego trivial.

Goiabeira, todos sabem
Não tem copa tão frondosa
Se alguém passasse perto
Naquela hora ditosa
Haveria de flagrá-los
Nessa cena indecorosa.

Mas o breu que a noite trás
Camuflou a brincadeira
Ninguém ali percebeu
Essa dupla presepeira
Trepando de forma ambígua
Nos galhos da goiabeira.

No momento mais febril
No furor da emoção
Agitaram-se os galhos
Parecendo um furacão
Caíram tantas goiabas
Que chega cobriu o chão.

Primeiro foram as maduras
Depois caíram as inchadas
E até goiabas verdes
Também foram derrubadas
Dando idéia do alvoroço
Das cenas ali passadas.

Ao cair batiam neles
Pensa que se importaram?
Quanto mais frutos caíam
Mas eles se alvoroçaram
Até quando foi a hora
Que eles se acalmaram.

Tem coisa que acontece
E não tem explicação
Não é que uma goiaba
Ao cair não foi ao chão
Caiu no cofre dos peitos
Mas ela não deu fé não!

Desceu do pé de goiaba
O casal bem satisfeito
E no livro de aventuras
Escreveu mais este feito
Foi aí que Maristela
Viu a goiaba no peito.

Ela pegou a goiaba
E disse: - eu vou guardar
Como lembrança de hoje
E queira se controlar
Não toque nesta goiaba
Se não quiser apanhar.

E assim foram pra casa
Pro descanso merecido
Ela deitou-se primeiro
Não esperou o marido
Foi dormir bem satisfeita
Com o que tinham vivido.

Ele ficou por ali
Qual menino atrás de trela
Com pouco mais ... quem acorda?
Sua mulher, Maristela
Com o danado querendo
Comer a goiaba dela.

Maristela deu uma popa
Que o chão estremeceu
- Não vou dar minha goiaba
e você me prometeu
que a deixaria em paz
será que já se esqueceu?

Se eu lhe der minha goiaba
Sei que vai ser uma dor
Ela é muito especial
Tem importante valor
Por isso pode tirar
Cavalo da chuva, amor.

Por que não come outra coisa
Eu faço com todo gosto
Ele gritou: - Eu não quero!
Com sangue corando o rosto
Eu quero é sua goiaba
Não me dê esse desgosto.

Maristela, que besteira
Me dá logo essa goiaba
Vai terminar dando o bicho
Aí teu prazer de acaba
Ela disse um NÃO tão alto
Que quase a casa desaba.

Ela foi firme e não deu
Sua goiaba ao marido
Ele achou uma desfeita
Um capricho sem sentido
E desse dia em diante
Foi ficando aborrecido.

Com o tempo a tal goiaba
É claro que se estragou
Sidrião tomou abuso
A mulher abandonou
por causa duma goiaba
O casal se separou.

Esse aqui é um exemplo
Cabal de que arrogância
Desrespeito ao semelhante
O orgulho e a ignorância
Roubam paz, causam conflitos
Viva, então, a tolerância!

JOSÉ HONÓRIO – O poeta e bancário pernambucano, José Honório, é formado em Turismo pela Faculdade Integrada do Recife-FIR. Em 1984 publicou seu primeiro cordel: Recife-Carnaval, Frevo e Passo. A partir deste, já publicou cerca de cinqüenta folhetos jogados na praça, além de realizar palestras, oficinas e recitais. Já realizou palestras nas cidades como Genebra, Lousane, Zurich, Basel e Locarno, na Suiça, em 2005 e criou a União dos Cordelistas de Pernambuco-Unicordel. Confira o sitio de José Honório.

Mais
Cantarau de amor por ela – O sarau dos namorados e ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO
LITERATURA ERÓTICA

E mais:
AS PREVISÕES DO DORO PARA 2010

segunda-feira, junho 08, 2009

QUADRILHA JUNINA



QUADRILHA JUNINA

Francisco Diniz


Salve, salve minha gente
Em cordel quero mostrar
A história de uma tradição
Que devemos preservar,
É a quadrilha matuta,
Um festejo popular.

Dançada no mês de junho
No Brasil e especialmente
Nos estados do Nordeste
Onde permanentemente
O povo se esforça para
Viver sempre alegremente.

A quadrilha é um misto
De teatro, música e dança
Onde aquilo que é cantado
A platéia embalança
E agrada do mais velho
À mais nova criança.

Baião, xote, xaxado,
Nosso forró pé-de-serra
São tocados por sanfona,
Só quem sabe é quem não erra,
O triângulo, a zabumba
Fazem o som da nossa terra.

Uns dizem que foi na França,
Outros que na Inglaterra
Onde a quadrilha surgiu,
Mas aqui em nossa terra
Fora bem assimilada
Pelo homem do pé da serra,

Do sítio, vila, cidade
E a mulherada adorou,
Foi uma festividade
Que no Brasil se espalhou
E por resistir ao tempo
É sinal que tem valor.

Em 1808,
Fugindo de Portugal,
Navegando em caravela,
Chegou a Corte Real
Portuguesa ao Brasil,
O motivo, nada banal:

Napoleão Bonaparte
Ameaçou invadir
Portugal e quem tentasse
O comércio insistir
Com o povo da Inglaterra,
Era ordem a se cumprir.

Dom João, rei de Portugal
Manteve com a Inglaterra
O comércio, mas depois
Viu que ia dá em guerra,
Temendo Napoleão,
Aportou em nossa terra.

Com ele, além da corte,
Veio desenvolvimento,
A divulgação da arte,
Um certo investimento
Em cultura, educação
E festa a todo o momento,

Como as danças em palácios,
Lá da Europa trazidas,
Nos salões iam pessoas,
Só ricas e bem vestidas
Em seus trajes luxuosos,
Retratos de boas vidas.

Com o tempo o povo simples
Estas danças conheceu,
Mas não gostou do que viu
E por isso resolveu
Fazer uma adaptação,
Veja o que se sucedeu:

A música lenta e suave
Foi logo modificada,
Entrou um ritmo mais forte,
Mais alegre e foi usada
Uma orquestra diferente
Da que era apresentada.

O piano deu lugar
À sanfona e também
À zabumba e ao triângulo,
Trio que sabemos que vem
Do nosso e bom forró,
Som bonito que entretém.

Foi o povo do interior,
O primeiro a dançar
A quadrilha desse jeito
E logo passou a usar
As roupas que eram então
Típicas do seu lugar.

Assim veio o chapéu de palha,
Vestido ou saia de chita,
A calça bem remendada,
Florada, mas bem bonita,
A camisa de xadrez,
Gravata e laço de fita.

A sandália currulepe,
Alpercata ou botina,
O lenço branco de seda,
Um toque de gente fina,
E também o xale de renda
No pescoço da menina.

Outros tantos adereços
Enfeitam o povo a dançar
A quadrilha, que em pares
Passa a se apresentar
Festejando um casamento
E a colheita do lugar.

Celebra-se um casório
Que o noivo nunca quer,
Não importa se ele é feio,
Se ela uma bela mulher,
O noivo sem compromisso
No meio do arrasta-pé.

Geralmente o pai da noiva
É o coronel do salão,
É quem comanda a quadrilha
Festejando São João,
São Pedro e Santo Antônio,
O colher milho e feijão.

Monta-se o arraial
Repleto de bandeirinhas,
De balão, fita e palhas,
De coqueiro, corda e linha,
Com palha de bananeira,
Soltam-se traque e chuvinha...

Soltam-se bombas e fogos,
Mas com o devido cuidado.
A fogueira já acesa
Aquece os namorados.
Faz-se adivinhação,
Come-se milho assado.

Do matuto lá da roça
Mantém-se o linguajar:
Coroné, malino, sô,
Muié, paioça, trepá,
Traquino, besta, cagado,
Vixe Maria, lascar!

Enquanto a quadrilha ensaia
Sua apresentação
São preparadas comidas
Especiais à ocasião:
Pamonha, bolo, canjica,
Mungunzá, milho, baião.

Bebe-se pinga ou quentão,
É bom não exagerar,
Uma é suficiente,
Não é pra se embriagar
E em frente a fogueira
É fácil se encontrar...

Inda hoje as pessoas
Que uma tradição mantêm
Ao escolherem padrinhos
E as madrinhas também,
Pedem bençãos, cantam, rezam,
Pulam o fogo, dizem amém.

É este o clima que envolve
Nossa quadrilha junina
Que no meio do pavilhão,
O coronel bem ensina
Os passos para a criança,
Pro adulto, jovem e à menina.

O idoso também dança,
Só quem não quer, fica fora,
Anavantur, Anarriê,
Balancê a toda hora
E no caminho da roça,
Meia volta e "vamo" embora!

E as duplas vão dançando,
As damas, os cavalheiros,
A noiva, o noivo, o padre,
A cigana, o seu parceiro,
Soldado, trabalhador
E a mulher do roceiro.

Tem criança, cangaceiro,
Tem príncipe e tem princesa,
Juiz, rainha do milho,
Sinhá-moça, camponesa,
Marinheiro e o coronel
Falando a la francesa.

Forma-se uma grande roda,
O povo todo a gritar,
Olha a chuva, olha a cobra,
Vamos nos cumprimentar,
Fazer túnel e serrote
E o bom baião dançar.

Olha-se o balão subindo
E as estrelas do céu,
Agradecemos a Deus
Por não vivermos ao léu
E vez em quando se ouve
Um poeta de cordel.

Meu sonho é que a quadrilha
Nunca venha a se acabar,
Que haja festival, concursos,
Que todos possam dançar,
Mas com a preocupação
Pra não mais adulterar...

Os passos, as vestimentas,
A música que é tocada,
Pois tradição que se preza
Não gosta de ser mudada
E eu acho muito feia
Tradição estilizada.

FRANCISCO DINIZ – O cordelista Francisco Diniz teve este cordel premiado com o primeiro lugar no concurso “Novos autores paraibanos”, , em outubro de 2006, promovido pela Universidade Federal da Paraiba.

Veja mais Cordel no Guia de Poesia

Mais
Cantarau de amor por ela – O sarau dos namorados e ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
WEBRÁDIO TATARITARITATÁ
CORDEL TATARITARITATÁ
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO

E mais:
AS PREVISÕES DO DORO PARA 2010

sexta-feira, junho 05, 2009

CIDADANIA E MEIO AMBIENTE NO PROTEJO MACEIÓ





CIDADANIA & MEIO AMBIENTE NO PROTEJO – Na última quinta-feira, dia 04 de junho,estive no Projeto PROTEJO-Maceió, uma iniciativa da Fundação Darcy Ribeiro, Ministério da Justiça e Pronasci. Na ocasião proferi a palestra “Cidadania e meio ambiente” para os adolescentes e jovens do projeto, culminando com a apresentação de painéis e participação dos assistidos pelo projeto. Veja detalhes clicando aqui.

Por isso eu continuo cantando CRENÇA.


CRENÇA

Letra & música de Luiz Alberto Machado

É preciso respeitar melhor a vida
no amor que traz a paz que é tão bem vida.
Amar para se ter além do passional
e o coração valer o ser humano universal.

É preciso respeitar as diferenças
e não se equiparar ao que é hostil nas desavenças.
Lutar contra a mantença desigual
que forja o algoz na força do poder irracional.

Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.

É preciso ter no olhar a flor da vida,
trazer a luz do sol nas mãos amanhecidas.
E perceber o amor no menor gesto natural
para valer o sonho mais presente mais real.

Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.

E afinal poder sorrir
como quem vai feliz viver,
a manter a crença e o seu proceder na paz.
Semear a vida no ideal de colher
o que virá depois
pra ser alegria imensa para um, mais dois, mais!

Viver a vida pelo que foi e será, é e será!

© Luiz Alberto Machado. Direitos reservados.

Cantando a Folia Caeté!!!!


FOLIA CAETÉ

Letra & música de Luiz Alberto Machado

Sou brasileiro, meu bem
De janeiro a janeiro
De ralar o ano inteiro
Pra ver se a vida um dia vai mudar
Para um melhor fevereiro
Festa de carnaval
Pular, esbaldar festeiro
Pra ver se a minha vida vai mudar

Eu vou driblando as broncas
Pra gororoba chegar
Eu dou nó cego até no ar
Pra fazer meu direito valer
Feito gente adulta de ser
Respeite o cidadão que é de lei
Seja um, qualquer um, toda vez
Tenho a dizer
Moradia é lugar que se tem
A saúde é gozar muito bem
E saber que não deve minguar
E exercer
O respeito por todo alguém
Que é de todos não é de ninguém
O direito sagrado: viver

Cidadania vingar
Cantada bem pra valer
Viver feliz é o que se quer
Mesmo quem venha a nascer
Cidadania é viver
Na folia caeté.

©Luiz Alberto Machado. Direitos reservados.

E recitando VIDA VIVA VERDE (CANTO VERDE)!!!!!
VIDA VERDE VIVA (CANTO VERDE)


VIDA VIVA VERDE (CANTO VERDE)

Luiz Alberto Machado

Convém lembrar da vida para os olhos de todas as manhãs.
Convém lembrar da terra dos pés de todas as cores, coisas, raças e crenças.Convém lembrar de todos os ventos,do rio de todos os peixes, todas as canoas, brejos, lagos e lagoas.De todos os mares, oceanos e marés.De todas as várzeas, todos os campos,todos os quintais de todas as frutas e infâncias,de todas as selvas dos bichos de todas as feras e mansasmde todas as matas, de todas as flores e folhas,de todas as aves, repteis e batráquios.De tudo que brilha pra gente um outro sentido de vida.

Convém lembrar, acima de tudo, o direito de viver e deixar viver.

© Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. In: Primeira Reunião. Recife: Bagaço, 1992.

Veja como foi tudo lá no Projeto Protejo Maceió, clicando aqui.



Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
WEBRÁDIO TATARITARITATÁ
CORDEL TATARITARITATÁ
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO

E mais:
AS PREVISÕES DO DORO PARA 2010
E
o SARAU DOS NAMORADOS blog CRÔNICA DE AMOIR POR ELA.

quinta-feira, junho 04, 2009

PREVISÕES DO DORO PARA 2010





INTRODUÇÕES PRELIMINARES – Como penetrações introdutórias, o Doro deu fé que o ano de 2009 já está praticamente perdido. E num é que é mesmo? Então, já que a coisa está passada de tempos, então vamos logos aprumar a conversa para 2010.

OS CATABIS DAS PREVISÕES - Primeiro que tudo, Doro mexendo seus pausinhos chama atenção para a matemática: 2 + 0 = 0. 1 + 0= 0. Então, 2010 = 0. Ora, porra, é nada, né? Isso quer dizer que, segundo seus conhecimentos aprofundados das ocultidões mais valetudinárias, o numero zero tem dois sentidos. Nem queira saber. Mas, vamos lá: zero significa começo, estaca zero. E também significa crise, tragédia. Se houvesse uma data certa para o mundo acabar não seria 2000 como todo mundo especulou, seria 2010, isso sim, diz ele, porque noves fora: nada. Então, minha amiga, tome tino e bote fé: a coisa vai ser arroxada de despregar todas as juntas e lasqueiras. Trupé ineivado mesmo, viu? Além do mais, deve-se levar em consideração o embucetamento astrológico que ocorrerá neste ano: Plutão vai entrar em Áries, Gêmeos vai sacolejar Leão, Escorpião vai picar Aquário, Câncer vai comer Peixes e por aí vai na maior promiscuidade sideral porque, também, vai ser uma corrida de Mercúrio atrás de Saturno, Netuno querendo pegar Marte, Urânio se pegando com Netuno e a Terra nessa pindaíba toda sem saber para que lado pender nem se perder. E mais: isso porque não vai ter santo, arcanjo, protetor, orixá ou encosto que não pique a mula nessa hora de perdição total. Arriba tudo! Ou então, tudo se perde numa suruba da porra de infernal e astrológica!!! No fim das contas, maior seboseira de meleguento nos quintos da galáxia toda. Se segure que o negócio é sério. Tanto é que os adivinhos, sabidos, ciganos, carteadores, porramantes das artes todas, aventureiros, hariolos, avatares, eremitas, prestidigitadores e enrolões em geral, vão ficar tudo doido de pedra e num vão acertar tolote nenhuma nos alvos das previsões. As Mãe Dinah da vida, os padres Quevedos, pais-de-santo, babalorixás, pastores, padres, políticos e metafísicos afins, vão tudo se engalfinhar numa hagiomaquia sem fim de resultar tudo destronado. Tomara. Vai ser uma doideira da peste. Inda mais porque os cometedores de asneiras vão comer merda e rasgar dinheiro. Pode crer. Melhor, pelo menos cairá a última máscara dos mentirosos seculares. Tomara mesmo.

Em segundo lugar, o armagedom está perto: será ano de eleição no Brasil, de copa do mundo na África do Sul, de censo demográfico brasileiro, do Flamengo perigar de cair na segunda divisão, dos enroladores se encasacarem e abrirem o riso e o bolso pro povão votar, brasileiro desinfeliz vai empurrar com a barriga o que aparecer, a crise vai afundar os Estados Unidos que arrastarão o planeta para o fundo do poço, os tributos continuarão matando assalariados e pobres, a carestia vai comer no centro, o desemprego vai aumentar, a lasqueira empiorar e o que não é nenhuma novidade a vida passará entre chuvas e arrochados quenturões o ano todo até neguinho não agüentar e se empirulitar ou se envultar ou se foder mesmo batendo a biela e a cacholeta pra terra dos pés juntos. Pronto, é por aí. Quer mais? Oxente!

Aprumando a conversa: primeiro que tudo, Doro chama logo atenção para um acontecimento cosmogônico de alta significação: o eclipse lunar do dia 15 janeiro. Como ele vai ter a maior duração da fase lunar do século XXI, este um vaticínio do Doro avalizado por todos os cientistas, astrólogos, ufologistas, babovos e caboetas, isso obriga a qualquer sujeito são a tomar o pau da venta como uma bússola: errou o caminho, lascou. Se aprume, arrume os mijados e pé na bunda: corra atrás do que é seu e já foi roubado faz tempo.

Em fevereiro, só se salva o carnaval: folia, frevo, danação e dionisíacas sacolejadas. O resto? Ah, se ainda tiver alguma tranqueira que sirva e que a crise não tenha levado, reze nu de cu pra leste esperando que o tempo dê um jeito e um cometa possa salvar você de não morrer na seca ou no estiado. Se assunte e tome!

Em março, é possível que você passe em branco ou batida mesmo. Quer dizer, isso se num desenterrarem coisas de antanho ou uma dívida daquelas que você nem esperava que um dia pudesse ser acusada de inadimplente. Pois é, andar na linha o trem pega e dar um buruçu da porra porque aquilo mata sapo e espalha merda, viu?

Em abril, Brasilia completa 50 anos. Vixe!! Pode morrer do coração por isso! Imagine: em ano de eleição Brasilia ficar cinquentona? Ah, não. Mãaaeeeeeêê eu quero meu dinheiro!!!!! O que os metidos a salvadores da pátria vão fazer de festa com o que é da gente, não tá no gibi. É bom pra você saber quem é o salafrário que você elegeu e não faça a cagada de re-eleger esse desgraçado de novo, viu? Bote fé no FECAMEPA, viu? Se esclareça, tá?

Em maio, sabe arribar? Então, dê seus pulos que você não é quadrada, tá. S´apronte que em junho, vem a XIX Copa do Mundo de Futebol, na Africa do Sul. Aí é que remoeta: todo mundo zarolho e hipnotizado pro Brasil ser hexacampeão do mundo. E será! Cruizinhas e dedos cruzados, tá? E vai ser mesmo: é só não ter salto alto pros jogadores nem uma ruma de ôia para os caras fazerem o maior corpo mole. No resto, se num pintar maloqueragem a gente leva essa sem o menor pingo de dúvida.

Em agosto, cumaé? Aprendeu a sair da saia justa? Então, desenguiça a inheta e sebo nas canelas. Isso porque em setembro, será um momento especial para as corinthianas. Pois, o clube paulista comemorará seu primeiro centenário de sofrimento e o meio mundo de maluco da Gaviões da Fiel vão dar pilôra e a louca por ai. Então, minha distinta amiga, se tiver na lona e sozinha, fale comigo que tô de mutuca, viu? Deixe rolar. .

Em outubro, aí fudeu Maria-preá. É a hora de falar sério! Ou vai levar nas coxas como sempre? O buraco é mais embaixo. Então, quando chegar a hora das eleições gerais para presidente, governador, senador, deputados federal e estadual, não trasteje, nem vacile, nem solte os tolotinhos aos pouquinhos. Encare na grande e mande esses fdp tudo pqp mesmo!!!!

Aí já chegou novembro. E se você não fez o coprólito de sempre, a gente não terá segundo turno nem lenga-lenga disso. Vamos avaliar a merdaria toda para aprumar o restinho do ano pro novo que já tá pelegando pra começar.

Exatamente, já chegou dezembro e você nem notou, né? Pois é, depois dos 15 o tempo voa, minha filha. Inté parece que foi ontem, num foi? Pois é, mas o Doro chama logo atenção para o eclipse lunar total de 21 de dezembro. É hora de arrumar os apetrechos todos para a novena da prévia para você se preparar com limpeza espiritual para fazer a Simpatia da Virada e ainda embecar em cima doutras milagrosas simpatias que o Doro oferece procê de mão beijada. Aproveite e feliz 2011!!!!

Agora as previsões dos signos:


ARIES
TOURO
GEMEOS
CÂNCER
LEÃO
VIRGEM
LIBRA
ESCORPIÃO
SAGITÁRIO
CAPRICÓRNIO
AQUÁRIO
PEIXES

E mais de grátis:
A SIMPATIA DA VIRADA DO ANO
OUTRA SIMPATIA: A MILAGROSA TIRO E QUEDA!!!
CONFRATERNIZAÇÃO TATARITARITATÁ 2010
CRONICAS NATALINAS
REVELLON TATARITARITÁ 2010



Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
WEBRÁDIO TATARITARITATÁ
CORDEL TATARITARITATÁ
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS
EVENTOS COM PARTICIPAÇÕES DE LUIZ ALBERTO MACHADO
A partir de segunda, 08/06, o Sarau dos Namorados no blog Crônica de amor por ela.

quarta-feira, junho 03, 2009

A MISTERIOSA VIDA DE LAMPIÃO & TATARITARITATÁ



A MISTERIOSA VIDA DE LAMPIÃO - Será lançado neste mês de junho na Livraria Siciliano, no Mossoró West Shoping, Mossoró – RN, o livero “A Misteriosa Vida de Lampião" que é uma biografia do mais famoso dos cangaceiros. Cicinato Ferreira Neto acompanha a trajetória de Virgulino Ferreira ano a ano, do final do século XIX, em Serra Talhada-PE, até o ano de 1938, ano do trágico conflito de Angico, na fronteira Sergipe-Alagoas. Trabalho de fôlego, realizado após intensa pesquisa em arquivos pernambucanos e cearenses, "A Misteriosa Vida de Lampião" compõe-se de 18 capítulos, 626 notas explicativas, 25 fotografias, anexos, bibliografia contendo o que há de mais expressivo sobre o tema cangaço. Os capítulos referentes aos anos de 1926, 1927 e 1938 são os mais longos e expressivos do livro, com rigorosa pesquisa sobre cada lance importante da vida do bandoleiro pernambucano. A fascinante vida de Lampião é trazido ao público neste livro que não busca sensacionalismos, nem recorre a invencionismos. O leitor tem à disposição uma obra realizada com responsabilidade e determinação de mostrar um Lampião muitas vezes desconhecido do grande público.

CAVALO MARINHO - Na busca por desenvolver estudos na área da cultura popular, pesquisadores lançam o 1º Colóquio sobre Encenação e Cultura - Tradição e Contemporaneidade na cena do Cavalo Marinho. O evento acontece até o dia 05 (sexta-feira), das 9h às 17h, no Museu do Homem do Nordeste. O Colóquio propõe uma ampla e profunda reflexão sobre as noções de Encenação e sua estreita relação com as manifestações espetaculares de cunho tradicional, visando discutir os trânsitos que envolvem artistas, pesquisadores e brincantes. Dentre os objetivos, destacam-se a criação de um fórum permanente de discussão sobre temáticas relacionadas à interface Encenação e Cultura. A iniciativa é uma parceria entre a Universidade Federal da Bahia (UFBA), Escola de Teatro (Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Museu do Homem do Nordeste (Fundaj). O Museu fica na Rua Av. Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte. Outras informações: (81) 3073-6363 - Fax: 3073-6203 ou http://www.fundaj.gov.br/.



Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
WEBRÁDIO TATARITARITATÁ
CORDEL TATARITARITATÁ
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS

terça-feira, junho 02, 2009

CORDEL TATARITARITATÁ



TATARITARITATÁ

Luiz Alberto Machado

Quando abri a porteira deste mundo
que eu nasci da vontade dos meus pais
eu trelei de menino até rapaz
um bruguelo reinava vagabundo.
Pelejei nos pinotes mais profundos
pulei cerca e cruzeta até demais
muita bronha na inheta e coisa e tais
se espremendo na volta da compressa
vamos logo aprumar essa conversa
apois é tataritaritatá.

Veja mais dessa martelada adquirindo o folheto de cordel Tataritaritatá!!!

Veja só:
O cordel = 2 reais

Veja uma promoção:
O livro Turma do Brincarte (intantil) = 3 reais
O livro Frevo Brincarte (infantil) = 3 reais
O cd LAM & amigos (músicas, frevos, baladas) = 5 reais
O cd Turma do Brincarte (infantil) = 5 reais
O cordel Tataritaritatá = 2 reais
Promoção Brincarte Kit Linvros/cd (todos livros, cordel e cds) = 10 reais + despesas postais.

Para adquirir é só enviar um mail para lualma@terra.com.br ou pelo fone 82.8845.4611.

Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!



Veja mais:
WEBRÁDIO TATARITARITATÁ
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
ARTIGOS DE PESQUISA

ARTUR PASSOS: TRAVESSURAS DE GAROTO



AS TRAVESSURAS DE GAROTO DE ARTUR PASSOS – DO HUMOR À POESIA MATUTA

Conheci Artur Passos assim de sopetão!

Foi mesmo.Isso quando eu estava concedendo entrevista ao meu amigo jornalista João Marcos Oliveira, no programa Alagoas Frente & Verso, pela rádio Difusora de Maceió.

Oxente, estava eu abafando minhas loas Tataritaritatá, falando do Festival de Cagadas Melando o Pais – FECAMEPA e outras troncheirices das elucubrações endoidadas e, também, cheio dos amostramentos promovidos pela jornalista Arlene Miranda, dividia eu prosa com o escritor alagoano Djalma de Melo Carvalho, que falava do seu futuro lançamento e da Academia Maceioense de Letras.

Apois tá.

Eis que eu tinha terminado de tocar um xotezinho meu, o Cantador, quando entra alvoroçado um sujeito que logo aboletou-se ao lado do locutor e ficou cochichando. Quando terminei a dedilhada do xote, eis que o João Marcos anunciou a presença do alagoano de Viçosa, Artur Passos. Ao se apossar do microfone, o ineivado foi logo saudando o meu xoteado e já sacudindo uns versos daquela “Metáfora” do Gilberto Gil, deu uns sopapos na audiência da emissora.

Hum, destá.

Assim foi, arrepare só. Ele sacudiu de lá uma recitada boa dele, O trem da minha vida, que fiquei logo todo cheio de pernas, porque ele anunciou ser dedicado naquela ocasião para o meu andejo xote “Cantador”. Fiquei mais pabo que as convencionais empáfias. Mas, tá. O cabra emendou outras falações de causos muito bem manipulados em linguagem e jeito, cabra bom. Foi aí que no final da converseirada toda, na saída da emissora, ele me presenteou o cd “Travessuras de garoto – do humor à poesia matuta” de Artur Passos. Agradeci e prometi apreciar e comentar.

Gentamiga, depois de ouvir de cabo a rabo o cd, posso assegurar uma coisa: eita, cabra arretado. Adorei as travessuras de menino dele e dos amigos, o Sitio Novo Jardim, o Matuto na Oktoberfest – eu já tive lá e sei o que é um curau em Blumenau, hem? -, Viçosa de Alagoas é terra de poesia, Minhas Súplicas, O natal do doente fantasma, Tributo ao Kara Véia, Para Fátima, Fazenda Cajueiro, 60 anos de Selma, Saudade de Ademar, Grande Vaquejada de Viçosa e tudo mais.

Fique certo duma coisa: quem tiver a possibilidade de pegar esse cd na mão, garanto: vai gostar mesmo!!! Contato do Artur Passos: 82.9978.1940 – 9311-9507 e arturpoeta@hotmail.com



Ouça a Rádio Tataritaritatá!!!!

Veja mais:
WEBRÁDIO TATARITARITATÁ
CORDEL TATARITARITATÁ
CRIANÇA: RECREÇAÕES BRINCARTE
INFANTIL: NITOLINO & O MEIO AMBIENTE
PALESTRA: CIDADANIA & MEIO AMBIENTE
PROMOÇÃO BRINCARTE KIT LIVROS/CD
ARTIGOS & PESQUISA
CURSO: FAÇA SEU TCC SEM TRAUMAS