Mostrando postagens com marcador Terêncio.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Terêncio.. Mostrar todas as postagens

sábado, dezembro 26, 2015

SÁBADO PRA VIVER, NEPOMUCENO, TERÊNCIO, AMOEDO, EGITO, ARTEMÍSIA & MUITO MAIS!!!

VAMOS APRUMAR A CONVERSA? É SÁBADO PRA VIVER - É sábado. E porque hoje é sábado, como diz Vinicius de Morais no Dia da Criação, amanhã é domingo e a vida vem em ondas como o mar. E se é sábado, seja do hebraico Shabat ou das satúrnias, eu vou com o raio do Sol pra viver. Durante o dia sou todo vigília e a noite foi feita  pra sonhar! E como sou noitedia, vigília e sonhos são uma coisa só. Desculpei a tudo e todos, perdoei até o que não devia – porque o perdão é com a consciência de cada um, não comigo nem com a vítima da desfaçatez -, mesmo sabendo que tem palavras que não se retiram e escritos que não apagam. De manhã vou como um Neandertal solitário rabiscando nas paredes duma caverna insondável, com a contundente teimosia da sinceridade enjaulada no escuro e com todos os símbolos acumulados na memória. E articulo minha linguagem num solilóquio que só eu mesmo posso entender, vez que minhas narrativas jamais servirão por herança porque são palimpsestos que não resistem a qualquer simples sopro inexorável das horas, se evaporando instantaneamente logo depois de pensadas e escritas. Já me perdi das lendas e mitos que fundaram as civilizações, estou tal como um elo perdido sem saber das assembleias retóricas e dialéticas. Não uso de artificio algum para falar e escrever, e me perdi na amplitude heterogênea da imaginação e no intransponível abismo entre o pensado e o percebido no barulho da realidade, que não me deixa sequer pensar, vez que é nada mais que postiça sobre todo o automatismo coletivo que não distingue o verdadeiro ou falso. Vou com meu acervo de erros além da redoma do tempo e do espaço, devassando o véu do futuro nessa manhã entre ensolarada e chuvosa, pra diante de situações terríveis, como na queda de quem caiu em desgraça pelas risadarias desordenadas pelo ridículo, me prostrar diante da perplexidade de proclamações e brados inúteis que não me deixam o sono sossegado no meu isolamento abismal. É que o amor também erra – e feio! O que me faz de um bufão cercado de burlas e farsas por todos os lados. É tudo assustadoramente complexo se sobrepondo sobre aqueles que pensam pobres, estreito ou deficitário sobre si e todas as coisas, com os seus medos de alarmes imprecisos na combinação entre os olhares e gestões, palavras vagas ou retumbantemente temperamentais de preocupações ou arrependimentos. Vou a reboque das genuínas aleivosias e da vulgaridade maciça que não possui modos e que é dolorosa e desnecessária, além de que se saiba ou se suspeite de nada disso no esforço canhestra das suposições volatizadas na poeira de hoje pela tirania de Saturno tão despótica quanto ignorada, ostensivamente estampada nas notícias, nos acenos, nos afetos e nas relações. De manhã vou pra tarde para me embevecer da noite de um novo amanhecer domingo. E quando as lembranças doem e atormentam, é chegada a hora da virtude do esquecimento. Até lá vou no meu voo sobre o sábado que anuncia que não há fim e sim um outro dia de domingo pra viver. E aprume a conversa aqui.

PICADINHO


Imagem: Reclining Female, do artista plástico húngaro Mikos Mihalovits (1888-1940)


Curtindo a Sinfonia em Sol Menor (1893), do compositor, pianista, organista e regente Alberto Nepomuceno (1864-1920), gravada ao vivo no Teatro Municipal de São Paulo pela Orquestra Sinfônica Brasileira com regência do maestro Edoardo de Guarnieri. Veja mais aqui.

EPÍGRAFEHomo sum: humani nihil a me alienum puto, verso do poeta e dramaturgo cômico romano Publius Terentius Afer – Terêncio (185ª.C – 159ª.C), que expressa os sentimentos humanistas em voga no Renascimento e que significa Sou homem: nada de humano me é estranho. Veja mais aqui , aqui e aqui.

O HOMEM PÓS-ORGÂNICO - No livro O homem pós-orgânico (Relume-Dumará, 2002), da ensaísta e pesquisadora argentina Paula Sibilia, encontro que: O corpo humano, em sua antiga configuração biológica, estaria se tornando obsoleto. Intimidados pelas pressões de um meio ambiente amalgamado com o artificio, os corpos contemporâneos não conseguem fugir das tiranias (e das delícias) do upgrade. Um novo imperativo é internalizado, num jogo espiralado que mistura prazeres, saberes e poderes; o desejo de atingir a compatibilidade total com o tecnocosmos digitalizado. Para efetivar tal sonho é necessário recorrer à atualização tecnológica permanente: impõem-se, assim, os rituais auto-upgrade cotidiano. Veja mais aqui.

O CONTO DOS DOIS IRMÃOS – Na literatura do Egito antigo chegou até o presente reunida em textos que contemplam inscrições religiosas, mortuárias, profanas, cenas da vida corrente e diversas outras como em narrações de batalhas, as sagrações, os jubileus dos faraós, os contos e máximas, as histórias morais, as decisões judiciárias, os poemas de amor, entre outros. Entre os poemas de amor, foi recolhido por Visconde de Rougé (Otto Pierre, 1978), numa tradução feita a partir do papiro de Orniney, o célebre O conto dos dois irmãos: Multiplicaram-se os dias e os dois irmãos estavam no campo. O primogênito enviou seu irmão caçula dizendo: vai à cidade e traze-nos grãos. O jovem encontrou a mulher de seu irmão a trançar os cabelos. Disse-lhe: - Levanta-te! Dá-me sementes para que eu possa voltar aos campos, pois meu irmão me espera. Não demores. Ela lhe responde: - Vai, abre o celeiro e toma o que desejas, meus cabelos cairiam no caminho. O jovem foi ao estábulo e apanhou o vaso grande, pois queria levar muitos grãos; encheu-o de cevada e de trigo, saindo depois, com sua carga. A mulher lhe diz: - Tens umas cinco medidas de grãos nos ombros. O jovem concorda e ela continua: - Como és forte! Notei tua coragem. E desejou conhece-lo como homem. levantou-se, provocou-o e disse: - Vem! Depois do prazer dormiremos uma hora. Quero-te: também pus minha roupa mais bonita. O jovem torna-se furioso como uma pantera escutando esse discurso e ela começa a ter medo. Disse0lhe: - Sempre te considerei como minha mãe, e teu marido, como meu pai, pois sendo o irmão mais velho, me educou [...] Quando a noite chegou, o mais velho voltou para casa e o caçula seguiu os bois. Carregado de todas as boas produções dos campos, conduzia os animais diante de si para dormirem no estábulo. Sua cunhada estava inquieta, com o que ele poderia ter dito ao irmão. Tomou a aparência de uma mulher que foi violentada, querendo dizer a seu marido: - Foi o teu irmão mais moço que me fez isto. À noite o marido volta como costumava fazer todos os dias. Chegando, encontra a mulher estendida, como se estivesse morta pela violência. Não veio, como de costume, lavar-lhe as mãos e a casa ficou às escuras.... ela permanecia deitada e despojada de suas vestes. E seu marido lhe diz: - Sou eu quem te fala. – Não me fales mais – lhe diz ela. – Teu irmão, quando veio apanhar os grãos me encontrou só e me disse: “Deitemo-nos uma hora juntos. Ele me falava, mas eu não escutava. Não sou tua mãe, e teu irmão mais velo não é como teu pai? Eu lhe falava assim. Então ele teve medo e me violentou para que não te dissesse nada. Também, se o deixas viver eu me matarei. Pois escuta, quando ele voltar esta noite e eu contar esta perversa história, fará com que ela pareça limpa. [...]. Veja mais aqui.

TRES POEMAS DE CATULO – No livro ABC da Literatura (Cultrix, 1977), do poeta, músico e crítico literário estadunidense Ezra Pound (1885-1972), encontro três poemas do sofisticado e controverso poeta romano Caio Valério Cátulo ou Catulo, os quais destaco: I – Vivamos, minha Lésbia, e amemos, / e as graves vozes velhas / - todas - / valham para nós menos que um vintém. / Os sóis podem morrer e renascer: / quando se apaga nosso fogo breve / dormimos uma noite infinita. / Dá-me pois mil beijos, e mais cem, / e mil, e cem, e mil, e mil e cem. / Quando somarmos muitas vezes mil / misturaremos tudo até perder a conta: / que a inveja ponha o olho de agouro / no assombro de uma tal soma de beijos. II – Tão caro a mim quanto à moça / de pernas ágeis (dizem) / a maçã de ouro / graças à qual desatou a cintura / longamente ligada. III – Salve, moça de nariz não mínimo, / de pé não lindo, / de olhos não negros, / de dedos não longos, / de boca não breve, / de linguagem não muito distinta, / amiga do debochado Formiano. / A ti, beleza de província, / comparam minha Lésbia? / O século sem graça e sem raça. Veja mais aqui e aqui.
 
TEATRO RENASCENTISTANa obra Teatro Vivo (Civita, 1976), organizada por Sábato Magaldi, encontro que: O Brasil também conheceu esse drama teatral didático e religioso na época da colonização, através dos autos do jesuíta e poeta espanhol José de Anchieta (1534-1597). Instrumento de catequização o teatro jesuíta apoiava-se nas lendas dos mártires e dos santos, incluindo histórias do Velho Testamento e da mitologia clássica, mostrando em cenas horripilantes as consequências da heresia e da maldade. Veja mais aqui e aqui.

HISTÓRIA DO OLHAR – O drama Histórias do olhar (2002), dirigido pela cineasta Isa Albuquerque, tem como pano de fundo a cidade do Rio de Janeiro, na qual se sucedem encontros entre amigas em uma livraria. Os sentimentos de quatro mulheres, em fases diferentes da vida, em quatro episódios divididos entre os temas da inveja, do rancor, do medo e do amor. O destaque é duplo, pois vão para as atrizes Joana Medeiros e Fernanda Maiorano. Imperdível. Veja mais aqui.

COISAS DO CHICO: A CENA - O cara entra no bar e vê de cara Chico Buarque e começa a esculhambar: - Filho da puta, odeio suas música, você canta ruim e ainda por cima apoia a porra da Dilma. Sabe de uma cara: odeio você! E o Chico, geminianamente respondeu: - Você não gosta de mim, mas sua filha gosta! Ponto final. Veja mais aqui e aqui.

IMAGEM DO DIA
A arte do pintor, desenhista, decorador e professor Rodolfo Amoedo (1857-1941). Veja mais aqui.

DEDICATÓRIA
A edição de hoje é dedicada à artesã alagoana Artemísia Barroso. Veja aqui.

AS PREVISÕES DO DORO PARA 2016
Confira os signos e simpatias aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA

Veja mais aqui.
 

domingo, setembro 23, 2007

MALLARMÉ, ÉRICO VERÍSSIMO, TERÊNCIO, COHEN, LEPOMME & MUITO MAIS!



LIBAMBO NA MAXAMBETA - Depois das tentativas com Fenelon Barreto, fiquei fuçando as comédias de Lelé Correia, não deu. As de Miguel Jasseli, muito menos. Tive às mãos as peças de Hermilo, mas teria que passar por inventariante e tudo. Deixei para lá. Até que no final do ano de 1979, eu estava curtindo o som “Zabumbê-bum-á”, do Hermeto Pascoal, quando tive a ideia de escrever o meu primeiro texto teatral. O som me inspirou. Também já tinha feito uma série de melodramas em que eu atuava, cantava e recitava junto com o som feito por Ozi, Gulu, Célio, Zé Ripe, Fernandinho e outros amigos, apresentados no Colégio Diocesano e outras localidades. Foi entre o Natal e o Ano Novo que eu escrevi o texto com o título “Em busca de um lugar ao sol sob a especulação imobiliária”. Era um título inventado porque na verdade eu abordava mesmo a necessidade de acabar com o bipartidarismo reinante e abrir a porteira para um pluripartidarismo. Era um tempo brabo ainda, período da ditadura militar. Anos depois mudei o título da peça para O Prêmio, ficava melhor. E reescrevi tudo. Mas voltando ao assunto, virada do ano, em janeiro consegui reunir Mano Germano – ator sobrinho do legendário Claudionor Germano -, DuRego e mais um bocado de gente que queria fazer teatro sem a mínima experiência. Os ensaios eram lá em casa e outros no Colégio Diocesano. Dividia a direção com Mano. Aprontamos tudo, aluguei a quadra do colégio, banquei o cenário e outras despesas de divulgação. Como fazia anos que a cidade não via teatro, era bom eu fazer algo antes para salivar a plateia. E fiz, chamei Juarez Correya que gentilmente mais uma vez fez a apresentação de um show e da peça, com participação dos meus amigos convidados Zé Ripe, Célio, Gulu, Fernandinho e Mazinho para se apresentarem num show musical. Depois da cantoria, veio a peça. Uma zona. Confesso que tinha a esperança de ganhar algum dinheiro para fazer uma carreira de produtor artístico, ou coisa parecida. O mundo foi abaixo. Nada, findei liso, leso e louco, comprando fiado e, ainda, pedindo o troco. Graças aos amigos que não cobraram nada de cachê, a coisa aconteceu. Mas foi mais uma tomada na tarraqueta para eu me emendar, não teve jeito. Como sempre, recomeçar. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Imagem: a arte de Steve Hanks

Curtindo o álbum Deliveri moi / Just a charade (1985), da cantora e atriz belga Linda Lepomme. Veja mais aqui.

EPÍGRAFECada qual é livre para dizer o que quer, mas sob a condição de ser compreendido por aquela a quem se dirija. A linguagem é comunicação e nada é comunicado se o discurso não é compreendido. Toda mensagem deve ser inteligível, frase extraída do livro Estrutura da linguagem poética (Cultrix, 1978), de Jean Cohen. Veja mais aqui e aqui.

ALIENAÇÃO – Foi o filósofo alemão Hegel um dos primeiros filósofos a se referir a um tipo de alma alienada, o que seria uma consciência separada da realidade. Marx se interessou pelo termo, mas já fazendo a oposição entre homem e cultura, entre homem e trabalho. Por extensão, o termo acabou sendo usado para situar uma obra literária desvinculada da realidade social. As obras, ditas participantes, seriam aquelas que estariam mais interessadas na critica de um sistema econômico, do que mesmo no fazer arte. Passava-se da noção metafisica do termo para a noção social. James Joyce foi considerado um escritor alienado e o seu romance Ulisses “um vazio e oco experimentalismo técnico-formal”. Esta oposição dos críticos marxistas, no entanto, está ultrapassada, pois o próprio realismo social sofreu aberturas: Lukács, Goldmann. O fato é que a obra não reflete a realidade, mas cria a sua própria, nem tem participação ativa no processo social, mas o engloba e o situa em sua dimensão de nova realidade. No que diz respeito à alienação, a pergunta mais objetiva seria esta: de que dose do real precisa a arte? Para Albert Camus a arte não deve se submeter ao real nem fugir dele. Seria uma aproximação que não a fizesse desaparecer entre as nuvens nem se arrastar com solas de chumbo. Alguns escritores brasileiros já foram tachados de alienados: Machado de Assis por supostamente não ter se interessado pelo problema social do negro; Gruimarão Rosa por ter criado apenas um sertão metafísico; Clarice Lispector por se refugiar na consciência de seus personagens. O fato é que a criação literária tem a sua autonomia, já reconhecida mesmo sob a perspectiva da sociologia do romance. Para Lucian Goldmann, por exemplo, fatores sociais e os puramente estéticos fazem parte da estrutura do romance, e o conhecimento dos primeiros leva à identificação doso segundos. Fonte: Vocabulário técnico de literatura (Ouro, 1979), de Assis Brasil. Veja mais aqui.

MÚSICA AO LONGE – O premiado romance Música ao Longe (Companhia das Letras, 2004), do escritor Érico Veríssimo (1905-1975), retrata a decadência econômica e moral de uma rica e tradicional família sob o ponto de vista de uma jovem professora que é apaixonada pelo primeiro, dá os primeiros passos em direção à vida adulta e à maturidade. Da obra destaco o trecho: [...] Um vulto cresce na escuridão. Clarissa se encolhe. É Vasco [...] Dá dois passos e abre de leve um postigo. A luz salta para dentro. E o quarto de Vasco se revela aos olhos dela. – Não disse? Não há mistério. A cama de ferro, a colcha branca, o travesseiro com fronha de morim. O lavatório esmaltado, a bacia e o jarro. Uma mesa de pau, uma cadeira de pau, o tinteiro niquelado, papeis, uma caneta. Quadros nas paredes. [...]. Veja mais aqui e aqui.

LE CYGNE – Entre os poemas do poeta e crítico literário francês Stéphane Mallarmé (1842-1898), destaco Le Cygne, traduzido por Augusto de Campos: Ó virgem, o vivaz e o viridente agora / vai-nos dilacerar de um golpe de asa leve / duro lado de olvido a solver sob a neve / O transparente azul que nenhum voo aflora / lembrando que é ele mesmo esse cisne de outrora / magnifico mas que sem esperança bebe / por não ter celebrado a região que o recebe / Quando o estéril inverno acende a fria flora / todo o colo estremece sob a alva agonia / pelo espaço infligida ao pássaro que o adia / mas não o horror do solo onde as plumas tem peso / fantasma que no azul designa o puro brilho / ele se imobiliza à cinza do desprezo / de que se veste o Cisne em seu sinistro exílio. Veja mais aqui, aqui e aqui.

PRÓLOGO DE ANDRIA – No prólogo da peça Andria, de Menandro, o poeta e dramaturgo cômico romano Publius Terentius Afer – Terêncio (185ª.C – 159ª.C), trata a respeito da contaminação: Quando a principio o poeta se dedicou a escrever, julgou que só poderia que se preocupar com uma coisa: como fazer aceitar ao publico as obras que compunha. Todavia agora dá-se conta de que a realidade é bem diferente, pois perde o tempo a compor prólogos não para referir o argumento das suas comédias, mas antes para responder às invectivas de um velho poeta mal intencionado [...] Menandro compôs a Adriana e a Perintia. Quem conheça bem uma delas, conhece ambas: não se destinguem muito no argumento, ainda que difiram na língua e no estilo. Os pormenores que lhe interessavam, confessa o autor, tê-los transferido da Perintia para a Adriana e tê-los utilizado como um bem em seu proveito. E aqui está o que censuram esses indivíduos, defendendo precisamente que não se devem contaminar as obras. Não é verdade que ao presumirem de entendidos mostram não entender nada? Efetivamente, ao acusarem-no a ele estão a acusar Névio, Plauto, Ênio, que o nosso autor tem por mestres e cuja liberdade deseja imitar de preferencia à obscura exatidão desses censores. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

THE QUIET AMERICAN – O filme The Quiet American (O americano tranquilo, 2002), dirigido por Phillip Noyce, é baseado no romance homônimo de Grahan Greene, traz a historia ocorrida em 1952, da culpa moral de um senhor em organizar ações terroristas que visam o governo colonial francês e do Vietnam, envolvendo um triangulo amoroso entre um jornalista britânico, um jovem idealista e uma mulher vietnamita. O destaque do filme é a atriz vietnamita Do Thi Hai Yen. Veja mais aqui.
 

VEJA MAIS:

Matizes, Villa-Lobos, Jean de La Fontaine, Luís Vaz de Camões, Eurípedes, Gustave Courbet, As trelas do Doro, Celine Imbert, Clítia, Paulo Cesar Sandler, Luís da Câmara Cascudo, Woody Allen & Hans Hassenteufel aqui

Carybé, Rogério Duprat, Thomas More, Alfred Adler, Charles Dickens, Hector Babenco, Sônia Braga & Tchello D´Barros aqui.
 
Fonte, Leonardo Boff, Alcântara Machado, John Milton, Artur Azevedo, Lucrecia Martel, Jane Birkin, Mary Minifie, Ná Ozzetti, Adriana Alves & Luciah Lopez aqui.

PS: FECAMEPA DA CPMF - Olá, gentamiga, mas num é que o caldo tá engrossando!?! A CPMF realmente dá no que falar. E tem de tudo: a favor, contra, mais ou menos, nem aí e mandando o autor arrumar mais o que fazer ou tomar no quiba! Já foram recebidas sobre "Quando o troço da CPMF entra no oba-oba do ora veja!" as seguintes manifestações do:Governo Federal/Secretaria de Comunicação, Felipe Cerquize, poeta, escritor e compositor Clevane Pessoa, escritora e psicóloga Angelita - Advocacia GuardiniAroldo Chagas, poeta Francisco Sobreira, escritor e cinéfilo Gerson Grunblatt, músico e compositorJoão Batista Lins de Oliveira, advogado e poeta Roberto Bendia e Jornal dos AmigosRisomar Fasanaro, escritora JPessano - UFF Amenaide Lima, professora Abilio Terra Júnior, poetaDaslan Melo Lima, jornalista Isaac Soares, médico, professor universitário e fotógrafo Luiz Vaz, jornalista Paulo Reis, poeta Sinedei de Moura Pereira, professor universitário E mais: Roserlei Martins Alves, Regina Petreche, Suzette Duarte, Amenaide Lima, Maria Brasileira, Celso Correia de Freitas, Antonio Guerreiro de Faria, Climério de Oliveira Santos, Ana Luiza Martins Paschoaleto, Dacio Camerino, Dilberto Lima Rosa, Fábio Faé França, João carlos, Leny Bello, Lilian Schmeil, Lilly Paes Barreto, Manuel Alvarez, Simone Maldonado, Tania Meneses, Victor Jeronimo e Maria Ivanuza Pantaleão Adriano.Veja todas as manifestações no Fórum do Guia de Poesia. E mais aqui.


IMAGEM DO DIA
Todo dia é dia da atriz e cantora britânica Lesley-Anne Down.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Leitora Tataritaritatá!!!
Veja aqui e aqui.

TATIANA DE ROSNAY, VERONIKA KIVISILLA, NIALL FERGUSON & MARIA LAURA LOPES

  Imagem: Fluxo dos devires , da série Caosmose & O poema nasce do visinvisível - Acervo ArtLAM .   Fábula porcina na cabeça!... -...