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segunda-feira, setembro 05, 2016

DOLTO, QUIM MONZÓ, GUSTAV HOLST, HUIZINGA, MUNTHE, ELENA ESINA & TOM ZINE


ANDARILHO DAS MANHÃS E LUARES - (Imagem: Hiker In The Dawn, do pintor norueguês Ludwig Munthe (1841-1896) –Andarilho sou coração na mão, peito aberto, quisera tudo nem tão efêmero, mãos dadas com o irmão que nunca tive. Andejo sou por amanheceres de vida desbotada, céu quase nenhum e rostos famélicos na multidão pelas calçadas de surpresas no rol dos havidos, por entardeceres nas esquinas do que não se sabe, abraços perdidos dos que nunca chegam, por anoiteceres solitários de estradas estranhas, rodagens de nunca, asfaltos esburacados, caminhos tortuosos do que é desencontro na possível esperança de que tudo pode acontecer. Andarilho vou, voo do que não tem ninho, nem onde pousar, o pai derrotado, a mãe enterrada e as amizades distantes em sombrias lembranças. caminhante sou com o feito desfeito, inútil perseverança na barreira da indiferença: o êxito que só vale o fundo do poço ou pelo absorto trajeto dos que vêm e que vão, desvendando o que se traduz ignoto no meio da escuridão. Andejo sou entre farpas e gumes, como quem foi embora e não mais voltou, a seguir pela lâmina afiada de um tempo suspenso na lonjura do espaço. Caminheiro vou nas horas ausentes, luz de dentro Sol afora e tudo nada mais é que o prazer de viver. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais das aqui

Curtindo o álbum com a suíte de sete movimentos The Planets (Deutsche Grammophon 1993), do compositor, arranjador e professor inglês Gustav Holst (1874-1934), com a Berlin Phillarmonic Orchestra, sob a regência do maestro austríaco Herbert Von Karajan (1908-1989).

PESQUISA: O BRINCAR COMO ACONTECIMENTO
[...] a sociedade exprime sua interpretação da vida e do mundo por intermédio do jogo e a cultura surge sob a forma de jogo [...] em suas fases mais primitivas a cultura possui um caráter lúdico, que ela se processa segundo as formas e no ambiente do jogo [...] uma atividade livre, consciente, tomada como não séria e exterior à vida habitual, mas ao mesmo tempo capaz de absorver o jogador de maneira intensa e total. É uma atividade desligada do todo e qualquer interesse material, com a qual não se pode obter qualquer lucro, praticada dentro de limites espaciais e temporais próprios, segundo uma certa ordem e certas regras. [...]
Trecho extraído da obra Homo ludens (Perspectiva, 2000), do professor e historiador neerlandês Johan Huizinga (1872-1945). Veja mais aqui, aqui e aqui.

LEITURA 
[...] Não é que busque ideais inalcançáveis. Não é tão imbecil para crer que encontrará alguém sem defeitos. Se de verdade ama alguém, os defeitos são colocados numa gaveta e não são lembrados constantemente. Tentou amá-la. Tal como tentou amar Tessa, Neusa e Marta. Daria a vida para se apaixonar por qualquer uma delas. [...].
Trecho do romance O porquê de todas as coisas (Globo, 2004), do escritor, tradutor, músico, roteirista e jornalista catalão Quim Monzó.

PENSAMENTO DO DIA: 
[...] em cada idade, desde o nascimento à morte, não há pensamento, sentimento ou ato do individuo que não comporte em si a busca hedonista, isto é, a pulsão libidinal. Não existe vida sã sem vida sexual sã e, inversamente, não há vida sexual sã num individuo doente ou neurótico. [...].
O papel da sexualidade no desenvolvimento da pessoa, trecho extraído da obra Psicanálise e pediatria: as grandes noções da psicanálise (Guanabara, 1988), da médica e pediatra francesa Françoise Dolto (1908-1988). Veja mais aqui e aqui.

IMAGEM DO DIA; 
O meu poema Vida verde viva (Canto Verde) abaixo da foto do Povoado de Desemboque, na capa do calendário 2009 dos produtos Queijos Scala – Scalon & Cerchi Ltda, de Sacramento – Minas Gerais.

Veja mais sobre Amazônia, Josué de Castro & o Brasil, Manuel Ugarte, John Cage, Pierre Sonrel, Stanley Donem, Jacques-Louis David, Raquel Welsh, Karita Mattila, Fenelon Barreto & Literatura Infantil aqui.

E mais: Doris Lessing, Jean-Claude Brisseau, Octave Tassaert, Virginie Legeay, Maria Martins, Doro & Jade da Rocha aqui.

DESTAQUE
O meu poema Espera publicado no fanzine Tom Zine Poesias & Afins - Frei Gaspar – MG, #17 Ano II,  editado pelo escritor e editor de fanzine Tom Zine, que também edita o blog Tom Zine.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Once upon a time at Ladies Bay there was a Woman, by Elena Esina.
Veja aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
Veja  aqui e aqui.



sábado, agosto 20, 2016

HOBSBAWM, LIPOVETSKY, GAL COSTA, MARTHA MEDEIROS, NGUYEN TUAN, LIPKING & GISELE LEMOS

ANDEJO DA NOITE E DO DIA - Imagem: The walking man (2011), by Shanna Bruschi – Caminheiro voo, andarilho errante. Não tenho onde cair morto, nem onde encostar a cabeça. Não me foi dado o privilégio de ter nas mãos uma das assinaturas do deus de tudo e todas as coisas nas escrituras pros donos da Terra. Quando cheguei já ocupavam tudo, não me sobrou nem areia nas unhas, andejo suspenso no ar: não tenho como pagar pedágio – pago assim mesmo, quer queira ou não, e pago tudo, até à revelia pela vida, pelo oxigênio, pela água, por ter nascido, por estar vivo – é tudo deles e eu sem, só tenho o que é de mim mesmo e que eu não sei, nem tenho nada, remorsos, dissabores. E se tenho vestes nem eram minhas e foram compradas nas feiras e que também são deles, os meus fazem festa comendo vidro de luzes no luxo dos magazines. Só me resta a carne cansada, os ossos doídos, o coração solitário e o olhar para ver o que enxergo no meio do turbilhão dos dias e das noites. Não posso parar, senão serei crucificado pelos credos dos muitos missionários que fazem a curadoria das cidades doentes e se dizem íntimos e portadores de um deus que não é o meu, nem de ninguém, só deles e que me xingam paranóicos sectários de fazer pichação incrédula por onde passo, mesmo quando Deus está comigo e não querem ver, sequer me fitar com suas exaltadas pregações aviltando tudo e todos. Não fujo de nada, pela justiça dos homens fui estornado, marginal condenado ao desterro; pela Justiça de Deus, pagar meus pecados, viandante pelas rodagens de barro batido por longas distâncias, estrangeiro de sempre. Fui tirado do seio da mãe pra aprender a viver conforme as razões de todos. Fui tirado da escola pro trabalho, o meu dever; a escola é pros que podem, os donos de cursinhos também são donos das universidades públicas, como posso me instruir se sou levado a viver atrepado nas árvores e a viajar na brisa quando meu corpo foi condicionado ao ventilador ou aparelho de refrigeração. E se como da fruta colhida no pé, meu corpo foi educado a saborear temperos, sais e açúcares, cozidos, assados, requentados, tudo envenenado e viro enfermo gemendo estrada afora. E se vou caminhante pensamentos suspensos na paisagem do lugar, é que meu corpo acomodado reclama o conforto de automóveis, aeronaves ou mecanismos de pressas, que nem posso ter a não ser tirando fino pra me desviar o caminho e cambaleio engolindo a poeira do asfalto. A tudo vejo e não me vêem: a vida passa, insone voo, a seguir sem adeus. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.

O AMOR 
Talvez, quem sabe, um dia
Por uma alameda do zoológico ela também chegará
Ela que também amava os animais entrará sorridente
Assim como está na foto sobre a mesa
Ela é tão bonita. Ela é tão bonita que na certa eles a ressuscitarão
O século trinta vencerá o coração destroçado já pelas mesquinharias
Agora vamos alcançar tudo o que não podemos amar na vida
Com o estrelar das noites inumeráveis
Ressuscita-me ainda que mais não seja
Porque sou poeta e ansiava o futuro
Ressuscita-me lutando contra as misérias do cotidiano
Ressuscita-me por isso
Ressuscita-me quero acabar de viver o que me cabe
Minha vida para que não mais existam amores servis
Ressuscita-me para que ninguém mais tenha de sacrificar-se
Por uma casa, um buraco
Ressuscita-me para que a partir de hoje
A partir de hoje a família se transforme
E o pai seja pelo menos o Universo
E a mãe seja no mínimo a Terra, a Terra, a Terra
(O amor, de Caetano Veloso sobre poema de V. Mayakovsky), no álbum Gal Costa Acústico MTV (BMG, 2001). Veja mais aqui.

PESQUISA 
[...] não há como negar que o impacto das atividades humanas sobre a natureza, sobretudo as urbanas e industriais, mas também, como se acabou compreendendo, as agrícolas, aumentou acentuadamente a partir de meados do século. Isso se deveu em grande parte ao enorme aumento no uso de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás natural etc.), cujo possível esgotamento vinha preocupando os que pensavam no futuro desde meados do século xix. [...] Os seres humanos só eram essenciais para tal economia num aspecto: como compradores de bens e serviços. Aí estava o seu problema central. [...].
Trecho da obra A era dos extremos: o breve século XX (1914-1991 - Companhia das Letras, 2001), do historiador Eric Hobsbawm, contando em linguagem simples e envolvente, a história da "era das ilusões perdidas". Veja mais aqui.

LEITURA 
O amor já foi uno, concreto e definido. Mas o século mudou e com ele as variantes do amor, que se multiplicaram. Hoje há diversas formatações para vivenciá-lo, são inúmeros os seus significados e ilimitadas as suas maneiras de encantar e transformar. O amor romântico – “eu e você para sempre” – é apenas uma de suas modalidades. O que é o amor, afinal? Impossível resumir num só conceito. Amor é gratidão por alguém ter nos tornado especial. Amor é a realização de um ideal criado ainda na infância. Amor é a possibilidade de repetir o mais importante feito de nossos pais – aquele sem o qual não teríamos nascido. Amor é projetar no outro aquilo que nos falta. Amor é erotismo. Amor é uma experiência sensorial. Amor é carência. Amor é o gatilho para formar uma família. Amor é aquele troço sem razão que bagunça a nossa vida. Que melhora a nossa vida. Que piora a nossa vida. Que justifica a nossa vida. Amor é uma forma de escapar da vulgaridade. Amor é uma mentira que amamos contar. Amor é um álibi para crimes e casamentos. Amor é a vingança contra a objetividade. Amor é divisão de fardo. Amor é um antídoto contra a solidão. Amor é uma invenção do cinema e da literatura. Amor é paz. Amor é a busca de um tormento que torne a vida mais emocionante. Amor é a vitória do cansaço, já que paixões sequenciais exaurem. Amor é o nome que se dá para uma emoção que nos domina e do qual não queremos ser libertados. Amamos pais, irmãos, amigos. Amamos os namorados que tivemos e os que ainda teremos, amamos nosso marido até o dia em que ele não volta para casa, amamos nossos ídolos até que eles nos decepcionem, amamos nossos filhos mesmo que nos decepcionem, amamos nosso cão e nosso gato quase acima de Deus, amamos Deus acima de tudo pois cremos que ele não nos faltará, amamos a nós mesmos apesar de saber que nem tudo é amável em nós. Amor não é uma desculpa esfarrapada. Ela é muito bem costurada. Amor pode brotar de um olhar, de um beijo, de um desejo. Amor é encasquetar. Se alguém lhe faz perguntas a respeito, você, na falta de argumento melhor, responde que é amor, que sempre foi amor, e ninguém espicha a conversa porque contra o amor não há réplica. Como pode alguém ter amado uma pessoa ontem e hoje amar outra, como pode ter amado uma mulher e hoje um homem, como pode amar duas mulheres ao mesmo tempo, como pode já ter vivido com vários, como pode sentir amor por um salafrário, como pode sentir-se inteiro repartindo-se em dois, como pode ser poli, multi, bissexual, bígamo, hetero, homo, fiel, infiel, amoral? Como, diante deste sentimento, ter alguma certeza?  O amor paira acima das classificações. Tem mil jeitos, mil formas, mil dobras. É a nossa maior proeza.
O amor e tudo que ele é, da escritora poeta gaúcha Martha Medeiros. Veja mais aqui.

PENSAMENTO DO DIA:
Uma nova modernidade nasceu: ela coincide com a "civilização do desejo" que foi construída ao longo da segunda metade do século XX. Essa revolução é inseparável das novas orientações do capitalismo posto no caminho da estimulação perpétua da demanda, da mercantilização e da multiplicação indefinida das necessidades: o capitalismo de consumo tomou o lugar das economias de produção. [...] Daí a condição profundamente paradoxal do hiperconsumidor. De um lado, este se afirma como um "consumator", informado e "livre", que vê seu leque de escolhas ampliar-se, que consulta portais e comparadores de custo, aproveita as pechinchas do low-cost, age procurando otimizar a relação qualidade/preço. Do outro, os modos de vida, os prazeres e os gostos mostram-se cada vez mais sob a dependência do sistema mercantil. Quanto mais o hiperconsumidor detém um poder que lhe era desconhecido até então, mais o mercado estende sua força tentacular; quanto mais o comprador está em situação de auto-administração, mais existe extrodeterminação ligada à ordem comercial. O hiperconsumidor não está mais apenas ávido de bem-estar material, ele aparece como um solicitante exponencial de conforto psíquico, de harmonia interior e de desabrochamento subjetivo, demonstrados pelo florescimento das técnicas derivadas do desenvolvimento pessoal bem como pelo sucesso das sabedorias orientais, das novas espiritualidades, dos guias da felicidade e da sabedoria. O materialismo da primeira sociedade de consumo passou de moda: assistimos à expansão do mercado da alma e de sua transformação, do equilíbrio e da auto-estima, enquanto proliferam as farmácias da felicidade. Numa época em que o sofrimento é desprovido de todo sentido, em que os grandes referenciais tradicionais e históricos estão esgotados, a questão da felicidade interior "volta à tona", tornando-se um segmento comercial, um objeto de marketing que o hiperconsumidor quer poder ter em mãos, sem esforço, imediatamente e por todos os meios. A crença moderna segundo a qual a abundância é a condição necessária e suficiente da felicidade do homem deixou de ser evidente: resta saber se a reabilitação da sabedoria não recompõe por sua vez uma ilusão de outro gênero. Reinvestindo na dimensão do "ser" ou da espiritualidade, o neoconsumidor está mais bem inserido no caminho da felicidade que seus predecessores? A civilização consumista distingue-se pelo lugar central ocupado pelas aspirações de bem-estar e pela busca de uma vida melhor para si mesmo e os seus. [...] O descarte dos artigos já não é provocado pela mediocridade da fabricação, mas pela economia da velocidade, por produtos novos, mais eficientes ou que respondam a outras necessidades. [...].
Trecho extraído da obra A felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade de hiperconsumo (Companhia das Letras, 2007), do filósofo, professor e teórico da Hipermodernidade Gilles Lipovetsky, investigando a a felicidade, o bem-estar, a produção de sentidos, idéias e necessidades em torno da contemporaneidade do hiperconsumo, da hiperindividualização e do hiperdesejo. Veja mais aqui.

IMAGEM DO DIA
 A arte do escultor vietnamita Nguyen Tuan.

Veja mais sobre o projeto de extensão Infância, Imagem e Literatura, Direito & Psicanálise, Décio Pignatari, Cora Coralina, Agostino Carracci, Led Zeppelin, Antunes Filho, Gênero & Sexualidade, Vera Fisher & Mariana Nogueira aqui.

DESTAQUE
A arte da psicóloga, professora de música e diretora do grupo Conto&Cena, Gisele Sant'Ana Lemos, editora dos blogs Biologia do Amor e Diana Balis, e coordenadora da Revista Poesia Legal. Veja mais aqui, aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Nude, do artista plástico estadunidense Jeremy Lipking.
Veja mais aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra
Recital Musical Tataritaritatá - Fanpage.
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terça-feira, junho 28, 2016

JORGE LUIS BORGES, AYAKO YONETANI, METZINGER, ANTHONY GADD, PSICOLOGIA & NEUROEDUCAÇÃO


EDUCAÇÃO, PROFESSOR-ALUNO, GESTÃO ESCOLAR & NEUROEDUCAÇÃO – Desde 2014, o Grupo de Pesquisa de Neurofilosofia e Neurociência Cognitiva, desenvolveu uma série de atividades coordenadas pelos professores Álvaro Queiroz e Janne Eyre Araujo de Melo Sarmento, contando com a participação do psicólogo Weverky Farias e dos graduandos em Psicologia do Centro Universitário Cesmac, Maurício Gomes e Danrley Tenório, entre outros alunos. Nesses dois anos de existência, esse grupo realizou leituras, estudos e pesquisas que redundaram em debates e produção acadêmica, participando, inclusive, de diversos eventos. Durante o primeiro semestre de 2016, o grupo tem se debruçado na realização do projeto de pesquisa sobre a temática da Relação Escola, Professor e Aluno na Educação Pública de Maceió, envolvendo alunos e professores do Ensino Médio e gestores de duas escolas do Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas (CEPA), entre elas, a Escola Estadual Moreira e Silva, por meio da gestora Ely Quintela Lisboa Carvalho, e a Escola Estadual Pricesa Izabel, com as gestoras Sônia Suely Araújo Ferreira e Valquíria Balbino da Silva, resultado de contribuição da professora Fátima Bastos. Nessas escolas procurou-se conhecer a realidade proposta na temática, observando-se de que forma se dá a relação entre professores e alunos do nível de ensino em estudo, por meio de um estudo de caso que envolveu a aplicação de instrumentos como questionário e observação. Cumprida esta etapa da pesquisa, o grupo agora está voltado para o levantamento e análise dos dados recolhidos para confecção de um relatório de pesquisa que será apresentado no segundo semestre deste ano. Enquanto isso, reuniões administrativas e de estudo estão sendo desenvolvidas no sentido de viabilizar a realização de cursos, promoção de debates e pesquisas, participação de congressos, simpósios e seminários, entre outros eventos acadêmicos, com o objetivo de difundir as contribuições da Neuroeducação às atividades educacionais em Alagoas. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais a respeito aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

 Imagem: Deux Nus (1910-11), do pintor francês Jean Metzinger (1883-1956).

Curtindo o álbum Ayako Yonetani and The Slovak State Philarmonic (2004), da violinista e violista japonesa Ayako Yonetani.

PESQUISA
Ciência psicológica: mente, cérebro e comportamento (Artmed, 2005), do neurocientista Michael Gazzaniga e o psicólogo social e da personalidade, Todd Heatherton. Veja mais aqui.

LEITURA 
[...] Este livro de sonhos que os leitores tornarão a sonhar abarca os sonhos da noite — os que eu assino, por exemplo — sonhos do dia, que são um exercício voluntário da nossa mente, e outros de raízes perdidas: digamos, o Sonho (anglo-saxão) da Cruz. [...]
Livro dos sonhos (Difel, 1984), do escritor, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino Jorge Luis Borges (1899-1986). Veja mais aqui e aqui.

PENSAMENTO DO DIA:
[...] O trabalho do educador pode ser mais significativo e eficiente quando ele conhece o funcionamento cerebral. Conhecer a organização e as funções do cérebro, as relações entre cognição, emoção, motivação e desempenho, as dificuldades de aprendizagem e as intervenções a elas relacionadas contribui para o cotidiano do educador na escola, junto ao aprendiz e à sua família. [...].
Trecho do livro Neurociência e educação: como o cérebro aprende (Artmed, 2011), de Ramon M. Consenza e Leonor B. Guerra. Veja mais aqui e aqui.

IMAGEM DO DIA 
Aconteceu no último dia 20 de junho, no Centro Universitário Cesmac, reunião administrativa do Grupo de Pesquisa Neurofilosofia & Neurociência Cognitiva, que contou com a presença da professora Alyshia Karla Gomes da Silva Santos, ocasião em que foram apresentados os primeiros resultados do projeto de pesquisa A relação escola, professor e aluno na educação pública de Alagoas. Veja mais aqui e aqui.

Veja mais sobre Paixão Legendária, Brincarte do Nitolino, Luigi Pirandello, Mel Brooks, Jean-Jacques Rousseau, Felipe Radicetti, Aldemar Paiva, Marly de Oliveira, Anita Mercier, Guilhermina Suggia, Nena Borges, Santanna O Cantador & Maria Luisa Persson aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Imagem: Figurative - Art Maya, do artista plástico sul-africano Anthony Gadd.
Veja mais aqui, aquiaqui e aqui.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Fotodinâmica 11, do fotógrafo, diretor de teatro e cineasta do Futurismo italiano Anton Giulio Bragaglia (1890-1960).
Recital Musical Tataritaritatá.
Veja aqui.


SÓNIA SULTUANE, MARCO NICOLINI, RUBY BRIDGES, JOÃO FALCÃO & MUITO MAIS!!!

    Imagem: Acervo ArtLAM .   Revestrés escatológico pra bufos e ranas... - Para quem não sabia, fingiu ou olvidou, muita coisa passou p...