
Curtindo a arte musical do músico,
compositor, professor e ensaísta José
Miguel Wisnik.
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&
DESTAQUE: FANTASIAS DA SEPARATIVIDADE
[...] Em
todos os domínios da nossa existência ocidental, assistimos a infinitos jogos
de poder, resultados de uma competição desenfreada: cascas de banana, passar a
perna, olho gordo, pular carniça, jogo de cotovelo, briga de galo são entre
outras, expressões populares da competição ou de comportamentos competitivos.
[...] No plano individual se sabe que a
competição gera a úlcera duodenal e o enfarto do miocárdio, doenças dos
executivos. É verdade também que as competições esportivas aumentam a
musculatura do corpo e podem contribuir para a saúde. Mas são elas
indispensáveis para isto já que se observa pessoas fazendo cooper sem nenhum
espírito de competição? [...] No
plano emocional, observou-se que os jogos competitivos incentivam o orgulho de
vencer, o egoísmo de ser o único a se sobrepor, e que gera o ciúme e a inveja
dos vencidos. Na escola, na vida empresarial no serviço militar e entre irmãos
em famílias que cultivam comparações fraternas, isto é um fato. A única
vantagem emocional é o prazer efêmero da vitória, prazer aliás insaciável, que
vicia as pessoas em repetir competições até o fim da vida. [...] No plano mental, a competição gera idéias de
dominar, de autocracia, sem contar o fato de criatividade se colocar a serviço
das idéias de trapaças, de espionagem, de enganar e dissimular. É verdade que a
competição escolar e universitária estimula a aprendizagem. Mas será que o
preço pago compensa os sistemas educacionais competitivos? [...] No plano cultural dos valores éticos, a
competição gera uma cultura de trapaça, jogos de poder, esperteza,
desonestidade, fraude e corrupção. [...] pelo sentimento de superioridade ela reforça ainda mais esta miragem,
esta fantasia da separatividade. [...] A
fantasia da separatividade se torna um consenso; todo mundo acredita em
separatividade e separação entre disciplinas científicas. Os partidários da
competição afirmam que ela estimula o progresso cultural e científico. Mas será
ela o único estímulo existente para este fim? [...]
Trechos do texto Da competição à cooperação: uma evolução indispensável a nossa
sobrevivência e paz (Unipaz), do educador e psicólogo francês Pierre Weil (1924-2008). Veja mais
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