terça-feira, julho 14, 2015

GULLAR, STOKLOS, KADARÉ, BERGMAN, PARMÊNIDES, BADI, KLINT, FIASHI & A LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO PROGRAMA TATARITARITATÁ!!!!!!


VAMOS APRUMAR A CONVERSA? A LIBERDADE DE EXPRESSÃO – A liberdade de expressão se constitui num direito que foi resultado da construção dos direitos humanos, direitos esses que englobam os de natureza civil, social, político e, inclusive, os difusos em todas as suas gerações. Sua vigência teve surgimento a partir dos registros históricos da acumulação que determinou a supremacia de uns sobre outros – os que acumularam e passar a ter, os que não tinham do que se valer a não ser como vencidos, servis e escravos. Essa acumulação conferiu aos detentores de poder o que fazer e desmandar, coibindo com severa repressão quaisquer manifestações contrárias. Além disso, surgiu também pela necessidade de se respeitar a pluralidade humana, independente de raça, credo, posicionamento político, preferências ou orientação sexual, respeitando-se todas as manifestações legítimas de pessoas, tanto individualmente como de agrupamentos, minorias ou representações. É na máxima de Voltaire que se ampara a liberdade de expressão, aquela em que ele diz que se pode discordar de qualquer proposta ou posicionamento, entretanto se tem o dever de respeitar as ideias alheias, a compreensão da oposição entre os contrários. É o que se passou a vigorar no Direito ao se estabelecer a ampla defesa e o contraditório quando do confronto nos litígios e que passou a ser constitucionalmente prevista no Brasil, notadamente quando do processo de redemocratização ocorrido depois do período que se desenvolveu o regime militar, ocasião em que a repressão e a censura sobrepujavam todos os direitos fundamentais e garantias individuais. E tornou-se resultado do direito à informação, à comunicação, ao conhecimento, à educação e à livre associação entre os cidadãos na defesa dos seus anseios e desejos. A liberdade de expressão, afora alguns momentos agudos de restrições e censuras que ainda se detecta, tem evoluído ao longo dos últimos anos, mesmo diante da manifestação de conservadorismo e de canhestras iniciativas que não conseguem promover o diálogo, o debate e as discussões na busca por um país melhor para todos. É de fundamental importância que o diálogo e o debate imperem para que não haja supremacia impositiva deste ou daquele pensamento sobre qualquer outro, mas que possamos ter o direito de avaliação com profundidade sobre tudo aquilo que nos diga respeito. E vamos aprumar a conversa! Veja mais aqui.

Imagem: Kairos, do pintor e artista gráfico austríaco Gustav Klint (1862-1918). Veja mais aqui e aqui.

Curtindo Verde (eDGe music/Universal, 2004), da cantora, compositora, violonista e percussionista brasileira Badi Assad. Veja mais aqui e aqui.

SOBRE A NATUREZA – O filósofo e poeta grego Parmênides de Eléia (530-460aC), combateu a filosofia dos jônicos, o dualismo pitagórico e o mobilismo de Heráclito. Para ele a realidade é uma, a mudança é impossível enquanto a existência é atemporal, uniforme, necessária e imutável. Ele escreveu um poema filosófico Sobre a natureza (Loyola, 2002), em que descreve suas visões da realidade dividida em duas partes: na primeira, trata da verdade; na segunda, da opinião. Da obra destaco o trecho a seguir: Os corcéis que me transportam, tanto quanto o ânimo me impele, conduzem-me, depois de me terem dirigido pelo caminho famoso da divindade, que leva o homem sabedor por todas as cidades. Por aí me levaram, por aí mesmo me levaram os habilíssimos corcéis, puxando o carro, enquanto as jovens mostravam o caminho. O eixo silvava nos cubos como uma siringe, incandescendo (ao ser movido pelas duas rodas que vertiginosamente o impeliam de um e de outro lado), quando se apressaram as jovens filhas do sol a levar-me, abandonando a região da Noite para a luz, libertando com as mãos a cabeça dos véus que a escondiam. Aí está o portal que separa os caminhos da Noite e do Dia, encimado por um dintel e um umbral de pedra; o portal, etéreo, fechado por enormes batentes, dos quais a Justiça vingadora detém as chaves que os abrem e fecham. A ela se dirigiram as jovens, com doces palavras, persuadindo-a habilmente a erguer para elas por um instante a barra do portal. E ele abriu-se, revelando um abismo hiante, enquanto fazia girar, um atrás do outro, os estridentes gonzos de bronze, fixados com pregos e cavilhas. Por aí, através do portal, as jovens guiaram com celeridade o carro e os corcéis. E a deusa acolheu-me de bom grado, mão na mão direita tomando, e com estas palavras se me dirigiu: “Ó jovem, acompanhante de aurigas imortais, tu, que chegas até nós transportado pelos corcéis, Salve! Não foi um mau destino que te induziu a viajar por este caminho – tão fora do trilho dos homens –, mas o Direito e a Justiça. Terás, pois, de tudo aprender: o coração inabalável da verdade fidedigna e as crenças dos mortais, em que não há confiança genuína. Mas também isso aprenderás: como as aparências têm de aparentemente ser, passando todas através de tudo”. Vamos, vou dizer-te – e tu escuta e fixa o relato que ouviste – quais os únicos caminhos de investigação que há para pensar: um que é, que não é para não ser; é caminho de confiança (pois acompanha a verdade); o outro que não é, que tem de não ser, esse te indico ser caminho em tudo ignoto, pois não poderás conhecer o que não é, não é consumável, nem mostrá-lo [...]. Veja mais aqui e aqui.

A FILHA DE AGAMENON – O romance A filha de Agamenon (Companhia das Letras, 2006), do premiado escritor albanês Ismail Kadaré, conta a história de um jornalista que não se cansa de criticar o regime e que se vê dividido entre esperar a namorada e presenciar o desfile oficial, cujo destino se compara com a da filha de Agamenon, sacrificada pelo pai para aplacar a fúria dos deuses. Da obra destaco o trecho: De fora, da rua, chegavam a música festiva, a barulheira e o ruído abafado dos pés dos passantes. Aquele som específico que só poderia vir de uma multidão que se dirigisse aos lugares designados para o desfile. Pela décima vez, afastei um pouquinho a cortina da janela para ver a mesma cena: a lenta extensão da torrente humana. Sobre ela, tal qual no ano anterior, iam as faixas, os arranjos florais e os retratos dos membros do Birô Político. Seus rostos pareciam ainda mais petrificados sob aquele mar de cabeças e mãos. Às vezes, por causa de algum movimento das mãos de quem segurava o retrato, os rostos pintados pareciam se olhar de lado, ameaçadores. Mas mesmo quando eles ficavam lado a lado, pareciam não se conhecer. Fechei a cortina e notei que tinha na mão o convite para a festa. Era a primeira vez que recebia um convite para a tribuna do Primeiro de Maio, e eu, tal como no instante em que o entregaram, ainda não acreditava que tinham escrito ali o meu nome. Não menos perturbados tinham sido os olhos do vice-secretário do partido. Não se poderia dizer que havia neles apenas ciúme. Misturado com o ciúme, aflorava o assombro. E de certa maneira havia razão para isso. Eu não era daqueles que apareciam nos palanques e recebiam convites para tribunas de honra. E embora, como soube mais tarde, o próprio vice-secretário tivesse falado de mim quando o Comitê Regional do Partido solicitara nomes diferentes daqueles propostos ano após ano, mesmo assim ele não escondia a surpresa. É verdade que ele tinha me citado, entre outros, mas, ao que parecia, não pusera fé em que aprovariam uma lista nova. Falam isso todo ano, dissera talvez com seus botões, mas, quando chega a hora, são os de sempre que vão. "Parabéns! Parabéns!", disse-me, ao entregar o convite, e, no último instante, pareceu-me ver no seu olhar algo mais que ciúme e assombro. Estava ali bem no meio do sorriso dele, como uma cria do sorriso, e ao mesmo tempo era outra coisa. Talvez a palavra mais exata fosse "sorriso cúmplice". Concentrado, interrogativo, meio zombeteiro, mas com aquela zombaria benévola entre duas pessoas ligadas por um segredo. O sorriso cúmplice parecia me dizer: "Esse convite não veio de graça, cara, não é? Qual servicinho você fez para merecê-lo? Parabéns, espertinho!". Aquela interpelação estava tão clara que eu senti que corava. O sentimento de incômodo não me abandonou nem mesmo durante o caminho para casa, e por mais de uma vez eu me perguntei: É mesmo, por que mereci esse convite? O apartamento parecia ainda mais silencioso em contraste com o barulho da rua. Silencioso e vazio. Todos tinham ido para os pontos de concentração do desfile, e meus passos, em vez de preencher, destacavam ainda mais o silêncio e o vazio, um vazio que também era especial, como tudo mais naquele dia. Eu esperava por Suzana. Ainda assim, aquilo que me arranhava o peito não parecia nem um pouco com a ansiedade habitual de quem espera uma garota. Era um sentimento mais opressivo. E, aparentemente, inflado pela música e pelo cansativo barulho que vinham da rua. Às vezes parecia até que um daqueles retratos iria se erguer acima de quem o conduzia, tão alto que chegaria até a minha janela, olhando para dentro do apartamento com aqueles olhos pintados, imóveis: O que você está esperando? Hum, hum, deixou seu lugar na tribuna vazio por causa de uma garota, é? "Se eu não chegar até as oito e meia, não me espere mais", dissera Suzana. Toda vez que essas palavras me vinham à mente, os olhos escapavam sem querer para o sofá onde se dera nossa última conversa. Fora uma conversa triste demais. Suzana estava meio despida, e também suas palavras saíam pela metade, a custo revelando seu sentido. Estava cada vez mais difícil se encontrar comigo. A carreira do pai prosperava a cada dia. Agora a família era mais vigiada. Duas semanas antes, na reunião plenária do CC, o pai subira ainda mais. De maneira que, claro, ela teria que rever seu modo de vida, seu guarda-roupa, as companhias. Senão, ia causar prejuízos ao pai. - Ele mesmo pediu isso (eu ainda não sabia que nome dar a "isso") ou foi você que teve a ideia? Ela me olhou de viés. - Ele - respondeu, depois de uma pausa. - Mas... - Mas o quê? - Mas quando ele me explicou, concordei. - É? Senti que devia estar com os olhos injetados de sangue, como se alguém tivesse me atirado um punhado de areia. Com um jeito culpado, ela apoiou o rosto em meu ombro. Seus dedos, frios, como vidro moído, acariciaram meus cabelos, na nuca. Eu queria dizer: Mas por que só você? As filhas deles, dos outros, pelo contrário, aproveitam, têm uma vida mais livre. Carros, passeios em casas de praia. Era o que eu com certeza diria, se ela mesma não falasse. Os outros davam alguma liberdade aos filhos, mas o pai dela... Ele era mesmo espantoso. Ninguém sabia o que tinha na cabeça... Ou então não havia nada de espantoso, mas era algo obrigatório apenas para ele. Precisamente porque nos últimos tempos ele se distinguia dos outros. Assim, se na festa de Primeiro de Maio ele aparecesse do lado direito do Dirigente, tudo estaria acabado entre nós. Como eu não disse nada, ela achou que eu não tinha entendido direito. Entende?, insistia, soluçante. Era inaceitável para eles, quer dizer, para a opinião pública, que ela fizesse amor com alguém que estava noivo. Porque um dia aquilo viria à luz. Entende? Tinha de entender. Eu não sabia o que responder, enquanto meus olhos se perdiam em suas pernas nuas. [...] Veja mais aqui e aqui.

BELA BELA & O TRENZINHO CAIPIRA – Na obra Poema Sujo (José Olympio, 1976), do poeta, crítico de arte, tradutor e ensaísta Ferreira Gullar, escrito durante o exílio do autor na Argentina no período do Regime Militar brasileiro, destaco o trecho: [...] bela bela / mais que bela / mas como era o nome dela? / Não era Helena nem Vera ; nem Nara nem Gabriela / nem Tereza nem Maria / Seu nome seu nome era... / Perdeu-se na carne fria / perdeu na confusão de tanta noite e tanto dia / perdeu-se na profusão das coisas acontecidas / constelações de alfabeto / noites escritas a giz / pastilhas de aniversário / domingos de futebol / enterros corsos comícios / roleta bilhar baralho / mudou de cara e cabelos mudou de olhos e risos mudou de casa / e de tempo: mas está comigo está / perdido comigo / teu nome / em alguma gaveta [...]. Este trecho foi musicado por Milton Nascimento e gravada no álbum Caçador de mim (Ariola, 1981). Outro trecho do poema: [...] Lá vai o trem com o menino / Lá vai a vida a rodar / Lá vai ciranda e destino / Cidade noite a girar / Lá vai o trem sem destino / Pro dia novo encontrar / Correndo vai pela terra, vai pela serra, vai pelo ar / Cantando pela serra do luar/ Correndo entre as estrelas a voar / No ar, no ar, no ar [...] Esta parte do poema foi transformada em letra para O Trenzinho Caipira – Bachianas Brasileiras nº 2 -, de Heitor Villa Lobos, gravada por Edu Lobo no álbum Limite das águas (Continental, 1976). Veja mais aqui e aqui.

O TEATRO ESSENCIAL – O Teatro Essencial da atriz e escritora Denise Stoklos compreende mais de quarenta anos de carreira na ampliação dos debates sobre a escrita feminina sobre a qual tem se debruçados pesquisadores a respeito do enfoque da vocalidade, da corporalidade, representação, espaço e tempo, criação estética, relator ator e público, e identidade artística sob a perspectiva vanguarda e contexto histórico e social da autora. Tais são as considerações dela própria a respeito: Onde apenas o vivo, a energia vital, a força de sobrevivência do humano se estabelecem como base do teatro. Uma ideia surgida da própria organicidade da sobrevivência sul americana onde a Sociedade-mãe e o Estado-pai abandonam o recém-nascido e só lhe prometem carência física, mental espiritual. A ideia de um teatro que carrega a resistência desse povo para a cena. Aquilo que o ator tem como instrumento: seu corpo, voz e pensamento seria tudo. Do corpo o espaço, o gesto, o movimento. Da voz a palavra, a sonoridade, o canto. Do pensamento a crítica, a dramaturgia, a organização dos elementos. Espetáculo feito na estrutura de monólogos, música e gestual. Peça de Teatro cuja leitura pode ser feita ao nível da imagem e ao nível do verbo, ambos muitas vezes complementando-se ou até contradizendo-se. A meta é uma comunicação mais ampla com estímulos a uma nova organização perceptiva. A plataforma da representação está nos signos resultantes de ritmo/espaço e som calcados na agilidade da decodificação. Não há mais nada no palco do que não seja ambientação cênica exteriorizada da presença humana (nada decorativo). E dessa presença todos os momentos teatrais são articulados. Diversos gêneros, modalidades e tempos, são rotas para um percurso plástico em direção ao contexto apresentado: um poema sobre nossa natureza. A perspectiva é a realização técnica rigorosa e humorista. Ensaio teatral em que se pretende elevar ainda que sísifamente a pedra de confiança na autossuficiência genuína do ser humano. A certeza serena e obstinada de que apenas o ato amoroso da valorização humana pode proporcionar ao criador de sua própria transformação, a chance. O lúcido encontro do real com o imaginário. Não só a lógica, não só o distanciamento, não só a de facetação. Mas uma chama revolucionária, ardente não apenas em câmera teatral onde o espetáculo ocorre, mas incendiária em todos os seus vazamentos. Que atice fogo nas outonais folhas mortas dos diários estéticos artificiais. Que queime o campo infértil, ocioso dos parâmetros. Que o "Teatro Essencial" possa fazer brotar, insurreto o fruto. Veja mais aqui e aqui.

DAS SCHLANGENEI – O filme Das Schlangenei (O ovo da serpente, 1977), do dramaturgo e cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007), conta a história de habitantes nativos na década de 1920, na cidade de Berlim, oprimidos pela hiperinflação e temendo a crise política, registrando suicídio na comunidade artística pela decadência, notadamente na constatação do irmão do suicida de encontrar a viúva dançando num bordel para se sustentar. Ambos vão dividir situações deprimentes e perseguições policiais, dificuldades e uma série de desencontros. O destaque do filme é para a atriz, escritora e diretora de cinema norueguesa nascida no Japão, Liv Ullmann. Veja mais aqui e aqui.

IMAGEM DO DIA
Imagem: escultura Veiled female nude, do escultor italiano Emilio Fiaschi (1958-1941).

PROGRAMA TATARITARITATÁ – O programa Tataritaritatá que vai ao ar todas terças, a partir das 21 (horário de Brasilia), é comandado pela poeta e radialista Meimei Corrêa na Rádio Cidade, em Minas Gerais. Na programação: Duofel, John Coltrane, Robertinho do Recife, Trio Bossa Nova Jazz Pop, MP4, Yanni, Banda de Pau e Corda, Sonia Mello, Cambada Mineira, Danny Calixto, Paulinho Natureza & Sandra Regina Alves Moura, Kel Monalisa, Roberto Toledo, Elisete Retter, Mazinho, Carlinho Motta, Franco do Valle, Katya Chamma, Ricardo Machado, Lílian Pimentel, Ricardo Bonadie, Julia Crystal & Mônica Brandão, Ozi dos Palmares, Ju Mota, Beto Saroldi, Raphael Veronese, Jarbas Barros, RSM & Instrumental Core, Altemar Dutra, Conjunto Primavera, Quarteto Gileade, Trio Irakitan & muito mais. Veja mais aqui.

Veja mais sobre:
Não era pra ser, nem foi, Entre a vida e a morte de Nathalie Sarraute, a música de Galina Ustvolskaya, Aquarium World de Takashi Amano, o ativismo de Emmeline Parnkhurst, Zakarella de Carlos Alberto Santos, a pintura de Paul-Émile Chabas & as gravuras de ean-Frédéric Maximilien de Waldeck aqui.

E mais:
Trova & Trovadorismo aqui.
A literatura de João Ubaldo Ribeiro aqui & aqui.
Quase meio dia, A estrutura das revoluções científicas de Thomas Kuhn, Não morra antes de morrer de Yevgeny Yevtushenko, Os amores amarelos de Tristan Corbière, A consciência da mulher de Leilah Assumpção, a música de Debussy & Sandrine Piau, o cinema de Eric Rohmer & Françoise Fabian, a pintura de Hyacinthe Rigaud & Vittorio Polidori, a fotografia de Dian Hanson & Eric Kroll aqui.
A poesia de Yevgeny Yevtushenko, a Psicanálise de Freud, o teatro de Leilah Assumpção, a pintura de Hyacinthe Rigaud, a música de Rachmaninoff & Segueira Costa, Ailson Campos & muito mais aqui.
Zé Ripe entre amigos & pé de serra aqui.
Dia Branco & outras dicas Tataritaritatá aqui.
O trabalho do antropólogo de Roberto Cardoso de Oliveira, Monções de Sérgio Buarque de Holanda, a poesia de música de Carlos Gomes, O poeta dramático de Karl Georg Büchner, o cinema de Alfred E. Green & Carmen Miranda, a arte de William Orpen, a pintura de Ivan Gregorewitch Olinsky & Charles-Antoine Coypel aqui.
Sorria, Canto geral de Pablo Neruda, A desobediência civil de Henry Thoreau, O feijão & o sonho de Orígenes Lessa, A revolução na América do Sul de Marcelo Soares música de Sebastião Tapajós, a pintura de Amedeo Modigliani, Monteiro Lobato & Brincarte do Nitolino aqui.
A crise na América Latina de Emir Sader, No colo do pai de Hanif Kureishi, Viagem nas primeiras horas de Wole Soyinka, Técnica teatral de Erwin Piscator, a música de Stelvio Massi & Joan Collins, a gravura de Václav Hollar, a pintura de Carl Kricheldorf & Isaac Lazarus Israels aqui.
O direito à informação e qual informação, A formação social da mente de Lev Vygotsky, O retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde, a poesia de Manuel Bandeira, a pintura de Vincent van Gogh & a música de Gonzaguinha aqui.
As funduras profundas do coração de uma mulher, A arte de amar de Erich Fromm, A poesia de Paul Verlaine, Cem poemas de amor de Ledo Ivo, a música de Debussy & Isao Tomita, Lula Queiroga, a pintura de Cornelia Schleime & Fabius Lorenzi aqui.
Mãe é mãe & deus proteja a minha, a sua, a nossa & o da mãe-joana & e das mães (do guarda, do juiz de futebol e dos políticos) que são coitadas, Inteligência emocional de John Gottman, a literatura de Máximo Gorki, a poesia de Jorge Tufic, a música de Caetano Veloso, a pintura de Lena Gal & Gustav Klimt, Travesuras de mãe de Denise Fraga & a arte de Luciah Lopez aqui.
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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Imagem: Sem título, da artista plástica russa Vera Donskaya-Khilko.
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ARIANO, LYA LUFT, WALLON, AS VEIAS DE GALEANO, FECAMEPA, JOÃO DE CASTRO, RIVAIL, POLÍTICAS EM DEBATE & MANOCA LEÃO

A VIDA NA JANELA – Imagem: conversando com alunos do Ginásio Municipal dos Palmares - Ainda ontem flores reluziam no jardim ornando muros...