sexta-feira, julho 03, 2015

KAFKA, AYN, LACAN, LEOPARDI, JANACEK, SOPHIA LOREN, LILIANA, BREUNINGER & CHEGA DE PRECONCEITO!!!!


VAMOS APRUMAR A CONVERSA: NO DIA NACIONAL DE COMBATE À DISCRIMINAÇÃO RACIAL: PRECONCEITO, Ó! XÔ PRA LÁ – Eita, piara! Como o negócio anda morno quase apagando, feito o mandú que a gente empurra, empurra, dá sinal de vida e estanca de novo, precisando tornar a fazer força, debreando na segunda, pra ver se no tranco a coisa pega, tá na hora da coisa se ajeitar. Ora, ora, vamos aprumar a conversa! De mesmo. A coisa não está as mil maravilhas, nem no mormaço do roxo brabo. Tá não! Está na hora de se arregalar os olhos. Ah, isso tá. Desempesta, ora! O pior é que a coisa empaca na manchete da moda e mais nada interessa fora disso. Todo mundo está discutindo a reforma disso e daquilo - cada um que puxe pronde for mais conveniente -, mais reforma disso e daquilo e nada sai do canto, tudo emperrado; desigualdade comendo no centro, ricaço berrando contra tudo, o povinho de facho apagado, violência do mesmo jeito, quer dizer, enfim, o Brasil continua o mesmo. E a gente alimentando esperança. Ainda estou esperando o dia amanhecer com novidade sob o sol. A injustiça continua a ser o principal problema do Brasil. E quando se junta a outros comportamentos desagregadores - por exemplo, o do preconceito -, aí que o negócio enfeia mesmo. Nossa, fica mais breu que noite de invernada. O tal do preconceito é uma praga! Mesmo que se insista nos direitos e garantias fundamentais de que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza; que é inviolável a liberdade de consciência e de crença, bem como a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas; e muitos outros direitos e deveres individuais e coletivos, parece que está ou todo mundo mouco, ou ninguém sabendo ou fazendo não saber de nada. Mesmo assim, a discriminação é geral de branco com preto, com mulato, com cafuzo, com mameluco, com flamenguistas e todos entre si; de rico com pobre e ao contrário; de rockeiro com sambista e destes com todo o resto e se misturando com aquilo e aqueloutro; de neonazista com judeu, nordestino, homossexual e bote lenha na homofobia; católico com protestante e de todos com budistas, xiitas, porralouquistas e saravás; de heterossexual com travestis, sadomazoques e camuflados mil; do metido a besta diplomado pelo ignorante; de abastados razoáveis com desafortunados absolutos; e por aí vai numa cambada de chatos sectários que engrossam as fileiras da cabilda dos pós-modernos. Isso sem contar com a famigerada sede de maçarico no consumo - se pode consumir, tudo bem; se não, cai fora. Na verdade, é a lei de que você só vale pelo que tem e pelo mal que possa fazer. Nossa! É um sortimento de parelhas, grupelhos de panelinha e máfias segregadoras, capazes de fincar estaca no molho robusto que está do lado de fora da fuxicada esotérica deles. Maior charanga de exclusão. Isso é maior ainda e mais sentido na pele dos da terceira idade, dos PNE´s, ex-detentos, afrodescendentes, os acometidos por qualquer enfermidade, desempregados e, ainda, as mulheres. Nossa, nunca se viu tão reinante a possibilidade excludente quando se luta aguerridamente pela inclusão. A totalidade do inventário humano condena veementemente todas as atrozes injustiças que a história registrou ao longo dos tempos. Tudo que está registrado nos anais históricos causa a maior repulsa. E a indignação chega ao ponto de interrogar: como é possível ter isso acontecido? É verdade. A história dos vencedores não é tão gloriosa assim. Subjacente a esses louros todos, ainda ruge o sangue revoltado dos perdedores. Mas a hipocrisia reina desde antanho. O preconceito é vigente e flagrante nas mais diversas circunstâncias do cotidiano. Não se respeita a diferença, lamentavelmente; é tudo na base do resolva o meu e o resto que se foda. Fico, portanto, com a lição das mãos: quantos dedos temos na mão? Quantos deles são iguais? Se faltar um dedo, faremos a tarefa, mas com dificuldade. Significa, portanto, que todos, juntos, complementam-se para a realização da missão maior da mão: dar as mãos. Vamos? Aí, eu canto Entrega: Dê-me a sua mão nessa rua. Nossos sonhos são tantos que eu já nem sei seguir por veleidades... E vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!!! Veja mais aqui.

Imagem: Nude Oil On Canvas, do artista plástico alemão Helmut Breuninger.

Curtindo a ópera em três atos Katia Kabanová (1921 - Chandos Records, 2007),do compositor tcheco Leoš Janáček (1854-1928), soprano Cheryl Barker & Chœur & Orchestra de l'Opéra National Gallois, direction Carlo Rizzi. Veja mais aqui.

A REVOLTA DE ATLAS – No livro A revolta de Atlas (Arqueiro, 2010), a filósofa, escritora, dramaturga e roteirista estadunidense Ayn Rand (1905-1982), dramatiza seu homem ideal, o produtor que vive por seu próprio esforço e não dá nem recebe o imerecido, que honra as conquistas e rejeita a inveja. Da obra destaco o trecho: [...] Ela o examinava, sentindo-se vagamente mal. Não havia hostilidade no rosto dele. Kellogg a olhava diretamente, respondia de modo simples e franco.– Por que então deseja sair? – É uma questão pessoal. – Está doente? Tem algum problema de saúde? – Não. – Vai deixar a cidade? – Não. – Recebeu alguma herança que lhe permita aposentar-se? – Não. – Vai trabalhar para viver? – Sim. – Mas não deseja trabalhar na Taggart Transcontinental. – Exatamente. – Deve ter acontecido alguma coisa que o levou a tomar essa decisão. O que foi? – Nada, Srta. Taggart. – Gostaria que me dissesse. Tenho uma razão pessoal para querer saber. – Aceitaria minha palavra, Srta. Taggart? – Sim. – Nenhuma pessoa, coisa ou acontecimento daqui teve nada a ver com a minha decisão. – Você não tem nenhuma queixa específica contra a Taggart Transcontinental? – Nenhuma. – Então talvez você reconsidere quando ouvir a oferta que tenho a lhe fazer. – Sinto muito, Srta. Taggart. Não posso. – Posso lhe dizer o que tenho em mente? – Se a senhorita desejar. – Acredita que decidi lhe oferecer este posto antes de você pedir para me ver? Quero que saiba disso. – Sempre acreditei na senhorita. – É o posto de superintendente da divisão de Ohio. É seu, se quiser. O rosto dele não mostrou qualquer reação, como se as palavras não tivessem qualquer sentido ou fossem dirigidas a um selvagem que jamais tivesse ouvido falar de ferrovias. – Não estou interessado, Srta. Taggart. Depois de um curto intervalo, ela insistiu: – Diga o seu preço, Kellogg. Quero que você fique. Posso cobrir a oferta de qualquer outra ferrovia. – Não vou trabalhar para nenhuma outra. – Pensei que você gostasse do seu trabalho. Aparecia nele o primeiro sinal de emoção, seus olhos se abriram um pouco mais, e ouviu-se uma ênfase contida na voz quando ele respondeu: – E gosto. – Então me diga o que devo fazer para que você fique! – gritou ela. A explosão foi tão obviamente franca e incontrolável que ele a olhou como se ela o houvesse atingido. – Talvez não seja correto eu vir aqui lhe dizer que estou me despedindo, Srta. Taggart. Eu sei que me pediu para avisar a fim de que pudesse me fazer, em tempo, uma contraproposta. Assim, se venho, dou a impressão de que há espaço para negociação. Mas não há. Vim apenas porque... não quis faltar com minha palavra com a senhorita. Um ligeiro tremor na voz dele lhe deu uma súbita revelação de quanto o interesse e o pedido de Dagny tinham significado para ele e de que a decisão não tinha sido fácil. – Kellogg, há alguma coisa que eu possa oferecer para você ficar? – Nada, Srta. Taggart. Nada neste mundo. Ele se voltou para deixar a sala. Pela primeira vez na vida ela sentiu-se perdida e derrotada. – Por quê? – perguntou ela, sem se dirigir a ninguém. Ele parou. Deu de ombros e sorriu. Era como se ele voltasse à vida, e aquele era o sorriso mais estranho que ela jamais vira: continha um contentamento interior e secreto, e desânimo, e infinita amargura. E ele disse: – Quem é John Galt? Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

DÁRIOS DE VIAGEM – O livro Diários de viagem (Atalanta, 1998), do escritor tcheco Franz Kafka (1883-1924), traduzido por Marcelo Rouanet e organização, prefácio e notas de Cecília Prada, conta as viagens do autor de Friedland e Reichenberg (1911), Lugano-Paris-Erlenbach (1911), Weimar-Jungborn (1912), Viena e Riva (1913), Hellerau a Lübeck (1914) e Viena e Ujhel (1915), revelando outra faceta da sua personalidade soturna: a da ironia em acontecimentos e pensamentos sobre viagens feitas pela Europa. Da obra destaco o trecho: Reichenberg. É bastante misterioso o motivo real das pessoas andarem apressadamente ao anoitecer, numa cidade pequena. Se moram nos arrabaldes, então deveriam usar o bonde, porque as distancias são muito grandes. Se vivem, ao contrário, no próprio povoado, não há motivo para tanta pressa, pois as distancias não existem. No entanto as pessoas cruzam com passadas largas essa praça que para uma aldeia não seria muito grande, e cuja prefeitura, pelo seu simples tamanho, torna ainda menor (sua sombra pode cobri-la inteira, facilmente). Enquanto isso, olhando-se a partir da praça, torna-se difícil acreditar nas dimensões reais do edifício, pois a primeira impressão vem do contraste entre a pequenez de uma e a grandeza do outro. Um policial ignora o endereço da Caixa de Seguros Operários, outro o da Exposição do referido instituto, outro nem sequer sabe onde fica a Johannesgasse. A explicação que dão é que estão há pouco tempo no serviço. Por causa de um endereço tive que ir ao distrito, onde descansavam policiais de vários tipos, todos usando uniformes que, pela beleza, bom estado e colorido, eram surpreendentes para o local, já que nas ruas predominavam sombrias capas de inverno. As ruas estreitas só permitem o trânsito numa única direção. É por isso que o bonde percorre vias diferentes no caminho para a estação e na volta. Vem da estação passando pela Wienestrasse (onde eu estava hospedado, no hotel Eiche) e vai para lá pela Schückerstrasse. Fui três vezes ao teatro. As Ondas do Mar e do Amor. Sentei-me no camarote; um ator muito bom fazia muito barulho no papel de Kaukleros; muitas vezes vieram-me lágrima aos olhos, como no final do primeiro ato, quando os olhares de Hero e Leandro não conseguiam se separar. Hero vem pela porta do tempo e através dela se percebe algo, que só pode ser uma geladeira. No segundo ato, um bosque, como nas antigas apresentações de gala; era comovente, os cipós entrelaçados de árvore em árvore. Tudo era musgo e verde-escuro. O pano de fundo com a parede do quarto da torre volta a aparecer na noite seguinte, em Miss Dudelsack. Do terceiro ato em diante a peça desmorona, como se houvesse um sabotador por trás de tudo. Veja mais aqui, aqui e aqui.

CANTOS: A LUA E O INFINITO – O livro Cantos (1835 - Nephelibata, 2014), do poeta italiano Giacomo Leopardi (1798-1837), traduzido pelo poeta e professor universitário Renato Suttana, reúne pomas do autor, dos quais destaco o Canto XIV À Lua: Ó graciosa lua, bem me lembro / que, faz um ano já, sobre este outeiro, / cheio de angústia, eu vinha contemplar-te: / e pendias então sobre esta mata, / tal como agora, e inteira a iluminavas: / mas nebuloso e trêmulo do pranto / que em meus cílios manava o teu semblante / aos olhos me surgia, que era triste / a minha vida e ainda é, sem ter mudado, / ó tão querida lua. E entanto agrada-me / relembrar esse tempo e enumerar / os estados de minha dor. Oh, como / no tempo juvenil, quando ainda é longa / a esperança, e a memória ainda curta, / grato é lembrar as coisas que passaram, / mesmo que tristes e que as mágoas durem! Também o Canto XII O infinito: Sempre caro me foi este ermo outeiro, / e aquela sebe, que em tão grande parte / do horizonte final o olhar exclui. / Mas sentado, a mirar intermináveis / espaços além desses, sobre-humanos / silêncios e sossegos profundíssimos, / me afundo no pensar, onde por pouco / meu coração não se amedronta. E, como / ouço o vento roçar contra estas plantas, / o silêncio infinito comparando / vou a tal voz: e sobrevêm-me o eterno, / as mortas estações, mais a presente / e viva, e o seu rumor. Assim, por esta / imensidade o meu pensar se afoga: / e o naufragar me é doce neste mar. Veja mais aqui.

AS FÚRIAS E ALICE NO ESPELHO – A atriz Liliana Castro tem realizado a sua trajetória artística no teatro e na televisão, tendo começado ainda jovem na gravação de comerciais na Itália e na Venezuela, iniciando sua carreira no teatro com a sua formação em Interpretação, no Rio de Janeiro. A sua estreia teatral foi no espetáculo As Fúrias (1998), na companhia Os Fodidos Privilegiados. Foi nessa mesma época que passou a atuar na televisão, passando tanto pela TVA, Globo, Cultura e Record. Em 1999 foi a vez de participar do espetáculo Alice através do espelho, seguindo-se Sob o sol em meu leito após a água (2001), Casca de Noz (2003), Tudo é permitido (2005), Não existem níveis seguros para consumo destas substancias (2006), Toda nudez será castigada (2006), Por uma vida um pouco menos ordinária (2007) e, por fim, Alice através do espelho (2012), quando ela resolveu morar nos Estados Unidos para estudar teatro e dança. Aqui nossos parabéns para a jovem atriz. E veja mais aqui.

TEMPI NOSTRI – A comédia Tempi Nostri (Nossos Tempos, 1954), do cineasta italiano Alessandro Blasetti (1900-1987) e co-direção de Paul Paviot, é uma compilação em cinco partes de The Baby, contando a história de um casal que decidem abandonar o filho recém-nascido à própria sorte. A película tem vários segmentos como Don Corradino, Gli innamorati, La macchina fotografica, Scena all'aperto, Il baccio, Il pupo, Mara, entre outros. São, no total, nove episódios, incluindo uma prostituta que se apaixona por um professor; um casal com muitas crianças são tentados a abandonar o recém-nascido; dois extras idosos recordam a sua namorada de infância; uma velha salva a vida de um sacerdote depois de ter confessado sua intenção de suicídio; um motorista mulherengo incorrigível chega ao ponto da mulher querer amarrá-lo, entre outras. O destaque do filme vai para a atriz italiana Sophia Loren que contava à época vinte anos de idade, já tendo participado de mais de três dezenas de filmes. Veja mais aqui, aqui e aqui.

IMAGEM DO DIA
 CASO AIMÉE – É o caso que envolve Maguerite Anzieu (1892-1981), que tornou-se Aimée do caso de psicose paranóica narrado por Jacques Lacan em sua tese de medicina 1932, revelado por Elizabeth Roudinesco e reconstituída a sua biografia com testemunhos de membros da família. Ao se casar, durante a gravidez ela começou a ter depressão e mania de perseguição. Começou a desenvolver uma vida dupla com o nascimento do primeiro filho: escrevia em um diário suas atividades e desenvolvia uma existência imaginária feita de ilusões. Escreveu dois romances sem propósitos de publicações, convencendo-se de que era vítima de perseguição por Huguette Duflos, uma famosa atriz da cena parisiense da década de 1930. Em abril 1931 tentou matá-la com uma faca, mas a atriz se esquivou, e Marguerite foi internada no Hospital Sainte-Anne, confiada a Jacques Lacan, que viu nela um caso de erotomania e paranóia de autopunição. Segundo Elisabeth Roudinesco e Michel Plon (Dicionário de Psicanálise – Zahar,1998), ela acusava Lacan de havê-la tratado como um caso e não como um ser humano, mas censurava-o sobretudo por nunca lhe ter devolvido os manuscritos que ela lhe confiara no passado, quando de sua internação no Hospital Sainte-Anne. Veja mais aqui, aqui e aqui.

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