RESSONÂNCIAS ÁVIDAS ALÉM DO AMOR – (Imagem: arte da poeta, artista visual e blogueira Luciah
Lopez) - Longe, longe, tão longe quão distante dos
sentidos vãos nas mãos que anseiam luzidia efígie quase inatingível mais que
aprazível presente invisível dentro do coração. Uma vez e nada fora mais
incrível porque era a primeira vez de tudo jamais previsto por todo ontem de
décadas nas sombras dos cantos, nos insones telhados e no aperto dos momentos. Cada
vez é nela um novo dia desvelando segredos, desejos, revelação do irrevelável,
inevitável consumação. Igual a sempre irresistível, surpreendente, mais que o
rito aferente, mais que eferente dos prazeres. Ave, linda nua núbil rutilante,
mais precisa que a chegada da espera, mais concisa que satisfação necessária. Há
mais que qualquer coisa transbordante além da paixão desenfreada, corpos em
chamas, beijos enlouquecidos. Lua da minha noite, Sol do meu dia, mais que viva
presença na transcendência dos encontros, mais que efetiva na imanência da
comunhão. Outra não seria senão ela entre todas as ondas a verdadeira onda do
meu naufrágio ressurreto na erupção vulcânica dos meus quereres. Promiscuidade
mútua: eu nela, ela em mim, o molde exato da firmeza além de todos os limites. Exacerbada
e nua, ela se me insinua instigante pérola pra que eu tenha o tesouro certo de
todas as sensações. Zás, zazezizozus de todas alfômegas entregas, Freyaravi,
até que nunca mais seja um adeus, a mistura eterna do que é de meu sempre no
conluio a se perder no que é de seu. © Luiz Alberto Machado. Direitos
reservados. Veja mais aqui, aqui e aqui. TATARITARITATÁ: VAMOS APRUMAR A CONVERSA - Literatura, Teatro, Música & Pesquisas de Luiz Alberto Machado (LAM). Show, cantarau, recital, palestras, oficinas, dicas & informações. Contato & Chave Pix: luizalbertomachado@gmail.com
sexta-feira, agosto 05, 2016
PIERRE LÉVY, STUART HALL, BINELLI, GISELLE BOETERS, SAVARD, LUCIAH, ELOIR & BAILUNE
RESSONÂNCIAS ÁVIDAS ALÉM DO AMOR – (Imagem: arte da poeta, artista visual e blogueira Luciah
Lopez) - Longe, longe, tão longe quão distante dos
sentidos vãos nas mãos que anseiam luzidia efígie quase inatingível mais que
aprazível presente invisível dentro do coração. Uma vez e nada fora mais
incrível porque era a primeira vez de tudo jamais previsto por todo ontem de
décadas nas sombras dos cantos, nos insones telhados e no aperto dos momentos. Cada
vez é nela um novo dia desvelando segredos, desejos, revelação do irrevelável,
inevitável consumação. Igual a sempre irresistível, surpreendente, mais que o
rito aferente, mais que eferente dos prazeres. Ave, linda nua núbil rutilante,
mais precisa que a chegada da espera, mais concisa que satisfação necessária. Há
mais que qualquer coisa transbordante além da paixão desenfreada, corpos em
chamas, beijos enlouquecidos. Lua da minha noite, Sol do meu dia, mais que viva
presença na transcendência dos encontros, mais que efetiva na imanência da
comunhão. Outra não seria senão ela entre todas as ondas a verdadeira onda do
meu naufrágio ressurreto na erupção vulcânica dos meus quereres. Promiscuidade
mútua: eu nela, ela em mim, o molde exato da firmeza além de todos os limites. Exacerbada
e nua, ela se me insinua instigante pérola pra que eu tenha o tesouro certo de
todas as sensações. Zás, zazezizozus de todas alfômegas entregas, Freyaravi,
até que nunca mais seja um adeus, a mistura eterna do que é de meu sempre no
conluio a se perder no que é de seu. © Luiz Alberto Machado. Direitos
reservados. Veja mais aqui, aqui e aqui. quinta-feira, março 07, 2013
RENATE DORRESTEIN, JUAN PABLO DUARTE, NERVAL, FURTADO, SANTAELLA, ANGELA DAVIS, MUMFORD, ONAT KUTLAR & BESSIE COLEMAN
HORA DOUTROS
PAPOS – UMA: CORAGEM
DE MULHER – Uma das histórias mais surpreendentemente comovente é a da aviadora
civil estadunidense Bessie Coleman (1892-1926).
Não bastando ter sido a primeira mulher afroamericana a tornar-se piloto, foi a
primeira também a conseguir licença como piloto internacional. Tudo começa
quando, aos 23 anos, isto em 1916, havia mudado para morar em Chicago,
Illinois, exercendo a função de manicure em uma barbearia, ouviu histórias
sobre pilotos e seus perigosos voos durante a Primeira Grande Guerra. Daí ela
juntou dinheiro para uma escola de aviação, tendo sido negada. Manteve-se com
um emprego como garçonete em um restaurante, quando foi encorajada por um
editor de jornal a se matricular com ajuda de um banqueiro. Aí ela começou
estudar francês e rumou para o país com o fito de obter licença. Lá aprendeu a
voar em um biplano, chegando a licenciar-se pela Federação Aeronáutica
Internacional. Dois depois retorna ao país onde obteve sucesso: Eu sabia que
não tínhamos aviadores, nem homens nem mulheres, e sabia que os negros
precisavam ser representados ao longo desta linha tão importante, então pensei
que era meu dever arriscar minha vida para aprender aviação. Enfim, conseguiu comprar seu primeiro
avião e com dez minutos de voo, planejando saltar de paraquedas, quando a
aeronave entrou em mergulho e parafuso, arremessando-a a uns 600 metros de
alturas, morrendo instantaneamente ao atingir o solo, aos 34 anos de idade. Esta
mulher de ascendência africana e indígena dizia: O ar é o único lugar livre de preconceitos. Eu decidi que os negros não deveriam ter que experimentar as
dificuldades que eu tinha enfrentado, então eu decidi abrir uma escola voadora
e ensinar outras mulheres negras a voar. DUAS: SONHAR VALE A PENA – A história
dela me levou a relembrar dumas palavras que havia anotado do Gérard de Nerval: O sonho é uma segunda vida... Minha
imaginação me deu prazer infinito. Ao recuperar o que os homens chamam de razão, devo
lamentar a perda dessas alegrias?... (Veja mais dele aqui e aqui). TRÊS: PENSAR MENOS,
SONHAR MAIS! – De tudo isso, um pequeno poema pousa em minha memória, do poeta
turco Onat Kutlar (1936-1995): Agora ficamos em
silêncio na margem de um pensamento \Para não esquecer porque estamos na terra fácil do esquecimento \ Peixes mortos passam na mesa de um mar enrugado \ E meus amigos com lanternas eu continuo pensando \ Quanto já morremos para viver?... Na minha cabeça o verso ecoa: Fico pensando no quanto morremos para viver...
O que sei é que aprendemos muito na vida, principalmente com as quedas (nossas
e dos outros): aprendizagem é vida. E vamos aprumar a conversa!
DITOS & DESDITOS - Temos que falar sobre
libertar mentes tanto quanto sobre libertar a sociedade... A política não se
situa no polo oposto ao de nossa vida. Desejemos ou não, ela permeia nossa
existência, insinuando-se nos espaços mais íntimos... Numa sociedade racista,
não basta não ser racista. É necessário ser antirracista...
Pensamento da escritora, filósofa e ativista estadunidense Angela Davis. Veja mais aqui e aqui.
ALGUÉM FALOU: Uma certa quantidade de
oposição é uma grande ajuda para um homem. Os papagaios se levantam contra, não
com o vento... Toda transformação da humanidade descansou em profundas agitadas
e intuições, cuja expressão racionalizada assume a forma de uma nova imagem do
cosmos e da natureza do ser humano... Pensamento do historiador, professor,
escritor e crítico literário estadunidense Lewis Mumford (1895-1990).
Veja mais aqui.
FORASTEIROS - [...] no final, todos podem entender apenas a si mesmos. Você é o único a quem nunca precisa explicar o que quer
dizer. Todo o resto é mal-entendido [...] A realidade só existe se você se importa com ela. Você não deve dar à realidade a chance de existir. [...] Todo mundo sabe que você só pode ser feliz
quando não deseja nada, certo? [...]. Trechos
extraídos da obra Buitenstaanders (B. Bakker, 1983), da escritora e jornalista neerlandesa Renate Dorrestein (1954-2018).
DOIS POEMAS - UNIDADE
DAS RAÇAS - Nós, brancos, pardos, pardos, \ cruzados, \ marchando serenos, \ unidos
e ousados, \ salvemos o país \ dos vis tiranos, \ e mostremos ao mundo \ que
somos irmãos. A CARTEIRA FORA DA LEI - Que triste, longo e cansado; que caminho
angustiante, indica a entidade divina ao infeliz exílio. Atravessando o mundo
perdido para merecer, sua pena, em profunda escuridão o horizonte afundado. \ Que
tristeza vê-lo passar tão tranquilo e sereno, e saber que ali em seu seio está
a morada da dor. \ A terra deixará uma testemunha querida da nossa infância,
sem ver um amigo para se despedir. \ Bem, quando na tempestade você vê a
esperança lutando, o navio da amizade se despedaça em movimento. \ E caminhar,
vagar, sem encontrar o triste fim que o destino lhe reserva aqui no mundo.\ E
lembrar e lamentar por não olhar para o seu lado, algum objeto adorado a quem; se
lembra? dizer.\ Chegar em terra estrangeira sem ideia ilusória, sem futuro e
sem glória, sem luto nem bandeira. Poema do filósofo e poema dominicano Juan
Pablo Duarte y Díez (1813-1876).


FONTE:
LEMOS, André. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2008.
NARRATIVAS MIDIATICAS CONTEMPORÂNEAS – O livro “Narrativas midiáticas contemporâneas”, reunindo a XIV Compós e organizado por André Lemos, Christa Berger e Mariavalva Barbosa, traz na parte I, questões atinentes a Conceitos, quando aborda o silencio nos entremeios da cultura e da linguagem, por Eduardo Peñuela Cañizal, a palavra aperfeiçoada, o discurso do Partido dos Trabalhadores nas eleições de 2002, por Luis Felipe Miguel, dos gêneros textuais, dos discursos e das canções: uma proposta de analise da música popular massiva a partir da noção de gênero midiático, por Jeder Silveira Janotti Junior, o design da narrativa como simulação imersiva, por Renata Correia Lima Ferreira Gomes, o dispositivo como estratégia narativa, por Cezar Migliorin e a enunciação jornalista entre dispositivos e disposições, por Antonio Fausto Neto. Na segunda parte, traz Lugares, abordando a Pobrza e risco: a imagem da favela no noticiário de crime, por Paulo Vaz, Mariava Cavalcanti, Carolina Sá-Carvalho e Luciana Julião de Oliveira. A fila inivisivel de Porto Alegre, de Paulo Masella, ideais de amor e felicidade em Mulheres apaixonadas: o que dizem sobre os ideais de amor e felicidade dos telespectadores?,por Maria Carmem Jacob de Souza, o jornalismo e a enunciação: perspectivas para um narrador-jornalista, por Fernando Resende, Globo Media Center: televisão e internet em processo de convergência midiatica, por Ana Silva Lopes Davi Médola e Hiperbole digital: a cibermidia como cidade rizomática, por Denize Correa Araujo. Veja mais aqui.FONTE:
LEMOS, André; BERGER, Christa; BARBOSA, Marialva. Narrativas midiáticas contemporâneas. Porto Alegre: Sulina, 2006;

FONTE:
SANTAELLA, Lucia. Linquagens liquidas na era da mobilidade. São Paulo: Paulus, 2007.
LÉVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: 34, 1996.
NÉLIDA PIÑON, OCTAVIO PAZ, AMIA SRINIVASAN, CONCEIÇÃO LIMA & NANÁ VASCONCELOS
Imagem: Acervo ArtLAM . Interregno das personas... - Havia o que já foi sem que desse nunca pelo que virá: só crescia de noite para ...
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A arte de do pintor, desenhista, gravador e escultor austríaco Rudolf Hausner (1914-1995) LITERÓTICA: DE TODO JEITO É BOM - ...
















