sexta-feira, julho 13, 2012

GONÇALO TAVARES, SILVIA FEDERICI, HARRIET TUBMAN, FRINICO & FRANCISCO DAS CHAGAS BATISTA



O POETA FRÍNICO: MULTA AO POETA POR TER FEITO O POVO CHORAR – Em Atenas, na Grécia Antiga, a queda de Mileto provoca estupor e desolação. Quando, no ano seguinte, Frínico, poeta que tem o dom de comover pelo seu patético, faz representar o seu drama de atualidade, intitulado A tomada de Mileto. O povo desfaz-se em lágrimas, chorando sobre a cidade morta e sobre as desgraças que se anunciam para ele. O governo temendo um motim popular proíbe a peça e condena o poeta a pagar uma multa. A situação na cidade está tensa. Os oligarcas da oposição tiram proveito dos recentes acontecimentos da Jônia. Para abalar a autoridade do governo democrático eles agitam o espectro da catástrofe inevitável se se persistir em apoiar um punhado de rebeldes ao grande-rei. Os atenienses ainda não aprenderam a exorcizar o demônio da discórdia, a vencer o seu egoísmo mesquinho. O mesmo se passa em todas as outras cidades gregas. Dario não encontrará na sua frente senão um conjunto de solidões e não um povo unido. Dario anseia levar a sua vingança até o coração da Ática. Em 492 a.C., ele confia ao seu genro Mardônio a chefia de uma campanha contra Atenas e Erética que outrora apoiaram os revoltados da Jônia. O exército alcança o Helesponto com marchas forçadas, enquanto a sua frota costeia a Ásia Menor. Mas os deuses estão contra os persas. No momento de dobrar o monte Athos, a frota é apanhada por uma tempestade de vento norte: cerca de 300 navios se esmagam contra a montanha e quase 20 mil homens perecem, afogados, despedaçados contra os escolhos, ou de frio. As tropas não conhecem sorte melhor: são em parte massacradas pelas tribos guerreiras da Macedônia e da Trácia. O restante desta primeira expedição retoma, lastimável, o caminho da Ásia. É o fracasso. FONTE:
GASSER-COZE, Françoise. A Grécia do Partenon. Rio de Janeiro: Ferni, 1978. Confira mais aqui.

 

DITOS & DESDITOS - O que as pessoas dizem, o que as pessoas fazem e o que elas dizem que fazem; são coisas inteiramente diferentes. Lembre-se sempre que você é absolutamente único. Assim como todos os demais. Pensamento da antropóloga cultural estadunidense Margaret Mead (1901–1978). Veja mais aqui, aqui e aqui.

 

ALGUÉM FALOU: Olhei para minhas mãos para ver se eu era a mesma pessoa. Se você ouvir os cães, continue. Se você vir as tochas na floresta, continue. Se houver gritos atrás de você, continue. Nunca pare. Continue. Se você quer um pouco de liberdade, continue. Pensamento da abolicionista e ativista estadunidense Harriet Tubman (Araminta Ross – 1822-1913).

 

FILHA DA DORFomos levados diretamente para a Oban. Tiraram o César e o [Carlos Nicolau] Danielli do carro dando coronhadas, batendo. Eu vi que quem comandava a operação do alto da escada era o Ustra [coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra]. Subi dois degraus e disse: ‘Isso que vocês estão fazendo é um absurdo’. Ele disse: ‘Foda-se, sua terrorista’, e bateu no meu rosto. Eu rolei no pátio. Aí, fui agarrada e arrastada para dentro. A primeira forma de torturar foi me arrancar a roupa. Lembro-me que ainda tentava impedir que tirassem a minha calcinha, que acabou sendo rasgada. Começaram com choque elétrico e dando socos na minha cara. Com tanto choque e soco, teve uma hora que eu apaguei. Quando recobrei a consciência, estava deitada, nua, numa cama de lona com um cara em cima de mim, esfregando o meu seio. Era o Mangabeira [codinome do escrivão de polícia de nome Gaeta], um torturador de lá. A impressão que eu tinha é de que estava sendo estuprada. Aí começaram novas torturas. Me amarraram na cadeira do dragão, nua, e me deram choque no ânus, na vagina, no umbigo, no seio, na boca, no ouvido. Fiquei nessa cadeira, nua, e os caras se esfregavam em mim, se masturbavam em cima de mim. A gente sentia muita sede e, quando eles davam água, estava com sal. Eles punham sal para você sentir mais sede ainda. Depois fui para o pau de arara. Eles jogavam coca-cola no nariz. Você fi cava nua como frango no açougue, e eles espetando seu pé, suas nádegas, falando que era o soro da verdade. Mas com certeza a pior tortura foi ver meus fi lhos entrando na sala quando eu estava na cadeira do dragão. Eu estava nua, toda urinada por conta dos choques. Quando me viu, a Janaína perguntou: ‘Mãe, por que você está azul e o pai verde?’. O Edson disse: ‘Ah, mãe, aqui a gente fica azul, né?’. Eles também me diziam que iam matar as crianças. Chegaram a falar que a Janaína já estava morta dentro de um caixão. Depoimento da professora Maria Amélia de Almeida Teles – Amelinha Teles, sobre a sua prisão em 28 de dezembro de 1972, quando militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), em São Paulo. Ela é diretora da União de Mulheres de São Paulo e integra a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos. Veja mais aqui, aqui e aqui.

 

CALIBÃ & BRUXA – [...] Podemos imaginar o efeito que teve nas mulheres o fato de ver suas vizinhas, suas amigas e suas parentes ardendo na fogueira, enquanto percebiam que qualquer iniciativa contraceptiva de sua parte poderia ser interpretada como produto de uma perversão demoníaca. [...] Os julgamentos por bruxaria fornecem uma lista informativa das formas de sexualidade que estavam proibidas, uma vez que eram não produtivas: a homossexualidade, o sexo entre jovens e velhos, o sexo entre pessoas de classes diferentes, o coito anal, o coito por trás (acreditava-se que levava a relações estéreis), a nudez e as danças. [...]. Há também, no plano ideológico, uma estreita correspondência entre a imagem degradada da mulher, forjada pelos demonólogos, e a imagem da feminilidade construída pelos debates da época sobre a “natureza dos sexos”, que canonizavam uma mulher estereotipada, fraca do corpo e da mente e biologicamente inclinada ao mal, o que efetivamente servia para justificar o controle masculino sobre as mulheres e a nova ordem patriarcal. [...] o capitalismo criou formas de escravidão mais brutais e mais traiçoeiras, na medida em que implantou no corpo do proletariado divisões profundas que servem para intensificar e para ocultar a exploração. É em grande medida por causa dessas imposições – especialmente a divisão entre homens e mulheres – que a acumulação capitalista continua devastando a vida em todos os cantos do planeta. [...] Trechos extraídos da obra Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva (Sycorax, 2004), da filósofa e ativista feminina italiana Silvia Federici.

 

PENSAR - [...] Quem quer pensar deve aprender. Só o homem aprende a pensar. E aprende porque está no pensamento. Por sentir-se na proeza do pensamento, ele mesmo se define animal que pensa. [...] O conhecimento e a linguagem são as luzes e os sons da realidade. A variação das luzes do conhecimento e a escala de sons da linguagem mostram o pensamento aprendendo a pensar o real [...]. Trechos extraídos da obra Introdução ao pensar (Vozes, 1983), de Arcângelo R. Buzzi. Veja mais aqui.

 

BACAMARTE & BACAMARTEIROSBacamarte – substantivo masculino (do francês Braquemart). Arma de fogo, de cano curto e largo, reparada em coronha. Antg. – Nome quinhentista, primeiro de determinada peça de artilharia, depois de certo tipo de mosquete de cano curto e afunilado, que foi distribuído à cavalaria, mas pouco depois retirado do uso por ineficaz. Bacamarte de boca-de-sino – substantivo masculino. Aquele cujo cano vai alargando até a boca; remonta ao século XVI e foi proibido o seu uso por Alvará de 1669. [...] Querida pelos tocaieiros de todas as épocas – insubstituível para o tiro à queima roupa, espatifando a caixa dos peitos da vítima ou arrombando-lhe os costados – acabou com muitos senhores e muitos servos por este Brasil afora. Até dignas senhoras [...] Ultimamente o termo está vulgarizado, graças às repetidas exibições dos batalhões do Major Emidio do Ouro, nas homenagens oficiais do Sítio da Trindade promovidas pelo Movimento de Cultura Popular, da Prefeitura Municipal do Recife, a partir de 1962. [...]. Seguramente, desde os fins do século passado que grupos regulares de bacamarteiros se exibem em Caruaru, durante os festejos joaninos, devendo existir o costume há cerca de cem anos, conforme indica a tradição daquela cidade agrestina. [...]. Trechos extraídos da obra Bacamarte, pólvora e povo (Bagaço, 2004), do sociólogo Sebastião Vila Nova, no qual pode-se apreciar a Balada Bacamarteira no Alto do Bom Jesus. Veja mais aqui.

 

JERUSALEM – [...] Ela percebeu, claramente, que ali, junto à igreja, estavam em competição duas dores grandes: a dor que a ia matar, a dor má, assim ela a designou, e, do outro lado, a dor boa, a dor do apetite, dor da vontade de comer, dor que significava estar viva, a dor da existência, diria ela, como se o estômago fosse, naquele momento, ainda em plena noite, a evidente manifestação da humanidade, mas também das suas relações ambíguas com os mistérios de que nada se sabe. Estava viva, e essa circunstância doía mais, naquele momento, de um modo objetivo e material, do que a dor de que ia morrer, agora secundária. [...] Podes cumprir as regras com exatidão mas, num determinado momento, eles apresentam um pequeno documento-lei, e então percebes: vais ser morto. O que fazem é aleatório, mas nunca ilegal. Primeiro mostram a lei, o documento que determina a ação. Ninguém resiste. As pessoas aceitam a lei. Se não, seria pior. [...] Quando o correio chegava, os homens interrompiam os seus percursos mais ou menos descontrolados, e rapidamente tentavam chegar aos envelopes, provocando depois os que nada haviam recebido, numa crueldade que lá dentro era aceite como normal. [...] Uma carta era o instrumento ideal para interromper a ordem e a limpeza geral do Georg Rosenberg; como um aceno de mão do exterior cada carta tornava-se num recuo do louco em direção à sua vida passada; mesmo que na carta se falasse do futuro o que estava em jogo era um processo de memória: lembra-te que já estiveste cá fora; ou talvez melhor: não te esqueças. Era este o sentido de qualquer carta: não te esqueças! [...]. Trechos extraídos da obra Jerusalém (Companhia das letras, 2006), do premiadíssimo escritor luandense Gonçalo M. Tavares (Gonçalo Manuel de Albuquerque Tavares), autor de frases lapidares como: Nunca estou a escrever uma coisa para sair logo a seguir. A distância permite o corte. Se no momento imediato olhasse para ali, seria difícil conseguir separar-me das coisas. O facto de olhar um ano ou dois depois permite-me olhar como um leitor. Não consigo conceber um escritor que não leia, leia, leia muito.

 

OS DECRETOS DE LAMPEÃO (COMO ELLE FOI CERCADO EM "TENORIO"E A MORTE DE SEU IRMÃO LEVINO FERREIRA) - Está preso Antonio Silvino / Porém ficou Lampeão / Governando pelas armas / O nordestino sertão; / E agora elle publicou, / Dois Decretos que baixou / Da sua legislação. / Diz o primeiro decreto / No seu artigo primeiro: / — Todo e qualquer sertanejo, / Negociante ou fazendeiro, / Agricultor ou matuto, / Tem que pagar o tributo / Que se deve ao cangaceiro. / No paragrapho primeiro / Desse artigo elle restringe / A lei somente aos ricos / Dizendo? a lei não atinge / Ao pobre aventureiro / Pois quem não possue dinheiro / Diz que não tem e não finge./ O decreto numero dois / Fixa em trinta cangaceiros / O Grupo de Lampeão / Diz nos artigos primeiros: / Preciso de trinta cabras, / Trinta figuras macabras ; / Trinta lobos carniceiros .../ Só quero cabras que tenham / Menos de vinte e seis annos; / Que conheçam palmo a palmo / Os sertões pernambucanos / Que possuam pernas boas / Conheçam bem Alagôas / E os sertões parahybanos. / Saibam manejar o rifle / Sejam bons escopeteiros. / Defendam os opprimidos, / Tirem só dos fazendeiros; / Persigam os traidores / Não perdoem os oppressores / Sejam peritos guerreiros./ Quando o Jornal do Recife / O Decreto publicou, / O Grupo de Lampeão / Em um mez se completou; / E no estado pernambucano; / Seu decreto soberano / Todo mundo respeitou. / Lampeão requisitou / Brim kaki para fardar / A todos os cangaceiros, / E depois de os municiar / Seguio seu féro destino / De ladrão e assassino / Continuando a matar / Os sargentos José Guedes / E Cicero de Oliveira / Da força parahybana. / Policia forte e guerreira / Perseguiram Lampeão / E tiveram occasião / De cercar-lhe a cabroeira. / Foi na fazenda "Tenório" / No estado pernambucano / Na noite do dia quatro / De Julho do corrente anno. / Deu-se esse ataque renhido,/ E ali o grande bandido / Perdeu Levino seu mano. / Commandavam os dois sargentos / Somente vinte e tres praças / Vinte e tres parahybanos / Que não temem as desgraças / Lampeão, forte e valente / Resistiu heroicamente / Commandando seus comparsas./ Quando o sargento Zé Guedes / Viu o tenente Oliveira / Morto no Serrote Preto, / Fez uma cruz de madeira / Ajoelhou-se e jurou: / Dizendo a quem te matou / Eu darei morte certeira. / Oliveira fora morto / Pelo bandido Levino / Que em "Tenório" se achava / Ao lado de Virgulino, / Apesar da noite escura/ Zé Guedes cumpriu a jura / Matando aquelle assassino. / Esse combate sangrento / Mais de dez horas durou / Quando o dia amanhecia / A "Tenório" então chegou / Uma força pernambucana / Que a força parahybana / Muito ali auxiliou. / E devido a confusão / Que entre as forças se deu / Lampeão fugiu deixando / Morto um companheiro seu / E Levino foi conduzido / Numa rêde tão ferido / Que no outro dia morreu / Lampeão feriu na lucta / O valoroso sargento / Cicero de Oliveira / Que devido ao ferimento,/ Dias depois falleceu, / Como seu irmão morreu / Sem fugir do acampamento. / Lampeão depois da lucta / Foi p'ra sua fortaleza / Descansar a cabroeira / E arctectar nova empreza / Agora amarrou o guiba / E no Estado da Parahyba / Veio fazer uma surpresa. / Na fazenda Santa Ignez / Do termo de Conceição / Residia um sertanejo / Inspector de quarteirão, / Que fôra gratificado / Por que já tinha atado / Dois cabras de Lampeão. / Lampeão cercou-lhe a casa.../ O Inspector resistiu!... / Porém nos primeiros tiros / Assassinado caiu / Lampeão matou-lhe o gado/ Incendiou-lhe o cercado / E sua casa destruiu. / Levou bastante dinheiro / Do termo de Conceição / E com sua cabroeira / Atravessando o sertão, / Foi pra Cariry Novo / Onde elle é amigo do povo / E não teme perseguição... Poema do poeta popular Francisco das Chagas Batista (1882-1930). Veja mais aqui e aqui.

 


DIREITO AMBIENTAL – O livro Direito ambiental (Atlas, 2014), de Paulo de Bessa Antunes, trata sobre a teoria geral do direito ambiental, a ordem constitucional do meio ambiente, competências constitucionais em matéria ambiental, poder de polícia ambiental, infrações administrativas, responsabilidades ambientais, estudo de impaco ambiental, proteção jurídica da diversidade biológica, biossegurança, acesso á diversidade biológica no Brasil, política nacional da biodiversidade, as florestas e sua proteção legal, política nacional de resíduos sólidos, saneamento básico, agrotóxicos, regime jurídico dos recursos hídricos, mineração, proteção judicial e administrativa do meio ambiente, política energética e meio ambiente, energia nuclear, terras indígenas, entre outros assuntos. Veja mais aqui.

EDUCAÇÃO SEXUAL – Tratar sobre a educação e a sua importância na escola com a abordagem do professor acerca de tal temática, com alunos dos mais diversos níveis educacionais, sobre do Ensino Fundamental e o abuso sexual, requer que se trate sobre sexualidade e sexo, conceitos e definições, como abordar a sexualidade na escola em busca de uma educação sexual, orientação sexual, a LDB e os PCN’s com a observância do papel e perfil docente na orientação sexual, o debate acerca do abuso sexual, a violência contra crianças e adolescentes, o aparato legislativo de combate à violência sexual, os direitos da criança e do adolescente, o professor e a sua prática diante das questões atinentes à sexualidade e à violência sexual. Veja mais aqui.

PSICOSE, PERVERSÃO, NEUROSE – O livro Psicose, perversão, neurose: a leitura de Jacques Lacan (Companhia de Freud, 2003), do psicanalista francês Philippe Julien, é dividido em quatro partes: a primeira, psicose abordando uma paranoia comum, uma relação muito pouco paranoica, psicose e modernidade, a via freudiana, do Nome-do-Pai ao Pai-do-Nome e a publicidade do nome próprio; a segunda parte compreende a perversão, na qual trata sobre a escandalosa descoberta, diante ou atrás do véu, dois casos de inverlçai e um desmentido do real. Na terceira parte vem a neurose obsessiva com a verdade e recuo de Freud. Na quarta e última parte trata da subversão histérica, a ruptura freudiana, a distinção entre histeria e neurose e a histeria na psicanálise. Veja mais aqui.


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