domingo, janeiro 18, 2009

EDUCAÇÃO AMBIENTAL






EDUCAÇÃO AMBIENTAL: CONTEXTO HISTÓRICO – A Educação Ambiental surge com os movimentos ambientalistas e da conscientização ambiental ocorridos nos finais dos anos 40 e na década de 50 e, segundo Dias (2000, p. 36), se formalizou a partir da Conferência em Educação de 1965, realizada em Keele, na Grã Bretanha, denominada “environmental education”, quando passa a ser parte essencial de todos os cidadãos. Em seguida, segundo, Grün (1996), Guimarães (2000) e Dias (2000), exatamente em 1970 que foi aprovada a primeira legislação referente à Educação Ambiental, nos Estados Unidos. E, a partir de 1971 a UNESCO realiza um Programa Internacional sobre o homem e a Biosfera, o MAB - “Man and Biosphere”, introduzindo a importância da biosfera e lançando as bases científicas que deveriam reger a utilização dos recursos naturais. Tal conduta levou em 1972, o Clube de Roma a apresentar o diagnóstico contendo os problemas globais do meio ambiente, passando, com isso, a promover a conscientização dos problemas ambientais com apresentação das soluções alternativas. No mesmo ano de 1972 ocorre entre os dias 5 e 16 de junho, a Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente, realizada em Estocolmo, na Suécia, segundo UNESCO(1999), procedendo ao surgimento mundial dos movimentos de conscientização ambiental, exigindo-se, com isso, o reconhecimento da necessidade de se desenvolver uma educação que atente para os problemas ambientais com o restabelecimento de programas neste sentido. Após a conferência as questões e problemáticas ambientais passaram a ser abordada numa ótica multidisciplinar e, até, holística. Foi, com isso, que surgiu e teve desenvolvimento a Educação Ambiental pela aquisição do papel de uma nova ciência voltada para o combate aos problemas e as suas soluções na área ambiental mundialmente. Tal desenvolvimento se deu mais efetivamente pela ação dos movimentos ambientais, passando a Educação Ambiental a se realizar como método de ensino. Com o plano de Ação Mundial – Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano, 1972 –, segundo Viola e Leis (1995), ficou clara a determinação proposta pela recomendação da Conferência para os países no sentido de se efetuarem a criação de programas e ações nacionais voltadas para implantação e implementação da EA. Quando da ocorrência da Conferência de Belgrado, na Iugoslávia em 1975, promovida pela UNESCO, que, segundo Adams (2005) se deu à formulação dos princípios e orientações que dariam corpo ao desenvolvimento de um programa verdadeiramente de Educação Ambiental. Tal movimentação levou a realização em 1977, em Tbilisi, na Rússia, da Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental, que conforme UNESCO (1999), foi quando se reconheceu mundialmente a necessidade de desenvolvimento de programas ambientais, apresentando, por isso, quarenta e uma recomendações com as diretrizes necessárias, dentre ela está que a EA é um método de formação eficaz de integracionistas, isto é, de estudiosos que tem enfoque pluridisciplinar, os quais com esta formação holística servem como integradores entre os generalistas e especialistas, formando importante elo de iteração de várias ciências em prol do desenvolvimento. Isto quer dizer que tudo começa em junho de 1972, quando a Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano – CNUAH -, mundialmente reconhecida como Conferência de Estocolmo, levou o PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e a UNESCO a criarem, em 1975, o Programa Internacional de Educação Ambiental - PIEA. E para cumprir a Recomendação 96, desta Conferência, que atribui grande importância estratégica à EA dentro dos esforços de busca da melhoria da qualidade ambiental foi realizado em 1977, em Tbilisi (URSS), a primeira Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental. Por esta ocasião foram definidas as bases assentadas nas finalidades, objetivos, princípios orientadores e estratégias para o desenvolvimento da Educação Ambiental. Por força dessa conferência passou-se a reconhecer a importância de se conhecer a interdependência dos fatores econômicos, sociais, políticos e ecológicos e a necessidade se conscientizar todos os segmentos da sociedade, para que, agindo em conjunto, possam elaborar planos de ação em busca de soluções globais para a problemática ambiental. Exemplo disso, conforme Adams (2005), a conferência trouxe por resultado em suas recomendações que a educação ambiental é o resultado de uma orientação e articulação de diversas disciplinas e experiências educativas que facilitam a percepção integrada do meio ambiente, tornando possível uma ação mais racional e capaz de responder às necessidades sociais. Em virtude disse, esta recomendação extraída da Conferência de Tbilisi considera que a EA é um processo transformador e conscientizador que vai interferir, de forma direta, nos hábitos e atitudes dos cidadãos. Noutra recomendação extraída da Conferência de Tbilisi, conforme Adams (2005), a educação ambiental passa a ser vista como suscitando uma vinculação mais estreita entre os processos educativos e a realidade, estruturando suas atividades em torno dos problemas concretos que se impõem à comunidade; enfocando a análise de tais problemas, através de uma perspectiva interdisciplinar e globalizadora, que permita uma compreensão adequada dos problemas ambientais. Merece menção, segundo Gadotti (2000), o fato de que na Declaração Mundial sobre Educação para Todos: Satisfação das Necessidades Básicas de Aprendizagem, aprovada na Conferência Mundial sobre Educação para Todos, realizada em Jomtien, Tailândia, de 5 a 9 de março de 1990, foram reiterados, entre seus objetivos, que: a satisfação das necessidades básicas de aprendizagem confere aos membros de uma sociedade a possibilidade e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de respeitar e desenvolver a sua herança cultural, lingüística e espiritual, de promover a educação de outros, de defender a causa da justiça social, de proteger o meio ambiente. Tais movimentações, segundo UNESCO (1999), culminam com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento – UNCED, mais conhecida como Rio-92 que editou a Agenda 21 reforçando as recomendações de Tbilisi, com propostas que evidenciem a promoção do ensino, o treinamento e a consciênciatização, bem como a reorganização do ensino com a incorporação da EA no ensino regular. É conveniente mencionar, com base em Grün (1996), Magalhães (1994) e Hutchison (2000), que na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento - CNUMAD, celebrada no Rio de Janeiro em junho de 1992, foram lançados os desafios principais que balizaram as políticas governamentais dos países contratantes para o século XXI, também no Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, em caráter não oficial, celebrado por diversas Organizações Não Governamentais - ONG's -, na Conferência Rio 92, as mesmas reconheceram a educação como um processo dinâmico em permanente construção e que, por isso, deve, portanto, fomentar a reflexão, o debate e a sua própria modificação. Ainda reconheceu que a EA para uma sustentabilidade eqüitativa é um processo de aprendizagem permanente baseado no respeito a todas as formas de vida. Em 2002, ocorre em Joanesburgo, África do Sul, a Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável – World Summit on Sustainable Development - WSSD, visando adoção de medidas concretas e identificação de metas quantificáveis para pôr em ação de forma eficaz a Agenda 21. Neste evento, segundo Almeida (2002), levaram à avaliação dos avanços obtidos e ampliou-se o escopo para as chamadas Metas do Milênio que visavam, além de garantir a sustentabilidade ambiental: erradicar a fome e pobreza extremas; alcançar uma mínima educação primária com iguais oportunidades para homens e mulheres; reduzir a mortalidade infantil com especial enfoque ao combate à AIDS e malária; melhorar as condições de vida dos que moram em favelas e de outras populações mais necessitadas; ampliar o acesso à água potável; desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento que incluísse sistemas internacionais de comércio e financiamento não discriminatórios e atendesse às necessidades especiais dos países em desenvolvimento, aliviando suas dívidas externas, provendo trabalho aos jovens e acesso a remédios e novas tecnologias. Ainda em conformidade com Almeida (2002), a WSSD reuniu 60 mil participantes, sendo 12 mil de delegações incluindo chefes de Estado, líderes de ONGs, empresas e outros grupos principais. Além dos encontros intergovernamentais, eventos coordenados pelas Nações Unidas buscaram a troca de experiências e maiores oportunidades para diálogo entre os participantes oficiais dos encontros oficiais. Vários encontros preparatórios ocorreram para realização da WSSD a exemplo de Prepcom I de 2001 em Nova York, Prepcom II, III e IV, de 2002, organizados pela Comissão das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável - CSD10 -, que guia e dá suporte ao processo de negociações entre Estados-membros e grupos majoritários. A respeito desses eventos, Adams (2005, p. 16) afirma que: Eventos internacionais importantes, destacados pela Coordenação Geral de Educação Ambiental COEA (MEC PRONEA, 2004), como a Conferência de Estocolmo, em 1972, o Congresso de Belgrado, em 1975, a Conferência de Tbilisi, em 1977, a Conferência sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, mais conhecida por Rio-92 (ou Eco-92), e que resultou na criação da Agenda 21 e no importante Tratado de EA para Sociedades Sustentáveis (Anexo II), e a Conferência Internacional de Thessaloniki, em 1997, entre outros, revelam uma preocupação mundial em relação à EA. Determinações importantes que resultaram dessas conferências servem de referencial para o desenvolvimento e efetivação da prática educacional ambientalista, nos ambientes institucionais (escolas, empresas, ONG s, igrejas). Desta forma, segundo a autora mencionada, a EA passa a ser entendida como uma das mais desafiadoras e abrangentes temáticas inseridas nas atuais sistemáticas educacionais, assumindo uma importância relevante nas discussões e debates dos problemas ambientais que se detectam em níveis locais e globais, exigindo, portanto, dos cidadãos de toda humanidade a adoção de uma postura inédita voltada para a relação do ser humano com o meio ambiente, modificando assim, a sua intervenção no meio e seu modo de viver, ser, ver e relacionar-se com o planeta num posicionamento responsável e sustentável.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: VISÃO GLOBAL DO MUNDO - A adoção de uma visão global da questão ambiental como um todo, surgiu com os movimentos pacifistas que adotaram posicionamento conservacionista contra as atitudes beligerantes e aguerridas do pós-guerra. No entanto, é a partir das observações de Branco (1998), Souza (2000) e Pereira (1997), é que se entende que desde que o homem apareceu na face da terra que ele atua, interage, explore e subsiste das suas ações, intervenções e interações com o meio ambiente, possuindo, assim, um ambiente natural, cultural, químico, físico e biológico, interferindo e alterando todo ao seu redor na busca de proteção, existência e conforto. Isto quer dizer que, em conformidade com as idéias expressas por May e Mota (1994), que o relacionamento da humanidade com a natureza se inicia desde a mais remota época com a sua interferência nos ecossistemas, tendo hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais, provocando a poluição, a contaminação dos cursos de água, a devastação da flora, destruição da fauna e a redução da potencialidade do meio, além de muitas outras formas de agressão ambientais. As ações iniciais de visão global, segundo Mota (2008), se deram a partir de atitudes preservacionistas cultivando o símbolo energizante da montanha, vales e florestas, com forte sentimento panteísta no ponto de vista filosófico e estetizante sob o ponto vista da relação homem-natureza, tendo por intenção última a preservação da natureza como ela é, intocada pelo homem. Depois destes, segundo Mota (2008), surgiram os ideais ambientalistas que se demonstra como um movimento onde a ecologia lança mão para seus estudos valendo-se do trabalho de correções daquilo que já foi degradado, nos casos físicos, e prejudicado, nos casos de animais e plantas, com a preocupação corretiva, a tese do equilíbrio dos ecossistemas e apoiando-se decisivamente nos estudos dos cientistas físicos e naturais. Mais adiante surgiram os conservacionismo que, segundo Mota (2008), trazem no bojo de sua defesa à questão da sustentabilidade do sistema produtivo, em virtude do homem não ser a medida de todas as coisas, mas  uma espécie que luta com as outras por sua sobrevivência, sendo necessário, devido ao tremendo multiplicador de seu poder de interferência sobre a vida no planeta, examinar alternativas e correções de rumo, de modo a conter o caráter destruidor deste poder e salvar o seu lado benéfico. Este movimento trabalha o desenvolvimento ambientalmente sustentável, aquele que não está coadunado com a natureza intocável, nem com o desenvolvimento desejável do capitalismo, tratando a natureza como bem maior da humanidade. Tendo em vista que, segundo Pereira (1997), o ambiente é visto como um conjunto de fatores naturais e não naturais, os problemas ambientais do homem não podem ser tratados com neutralidade, carecendo, assim, para solução dos problemas de natureza histórica de uma transformação das atuais relações da sociedade com a natureza. A partir disso, a visão global da Educação Ambiental, segundo o que se apreende de Branco (1998), May e Mota (1994), Souza (2000), Grün (1996), Guimarães (2000), Dias (2000) e Pereira (1997), parte para o contexto da necessidade de mudança comportalmental do ser humano com relação à natureza, na promoção de um modelo de desenvolvimento consciente e responsável por meio de um processo que seja capaz de assegurar a gestão responsável dos recursos do planeta de forma a preservar os interesses das gerações futuras e, ao mesmo tempo atender as necessidades das gerações atuais. Quer dizer, uma postura para o desenvolvimento sustentável visando a compatibilização de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos. Assim sendo, em conformidade com Martins (2002) e Viola e Leis (1995), a visão global de educação ambiental consiste na adoção de um programa efetivo que promova simultaneamente, o desenvolvimento de conhecimento, de atitudes e de habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental, utilizando-se como laboratório, o metabolismo urbano e seus recursos naturais e físicos, iniciando pela escola, expandindo-se pela circunvizinhança e sucessivamente até a cidade, a região, o país, o continente e o planeta. Assim, conceitualmente a EA, segundo Oliveira (2000, p. 23), a partir do reconhecimento da sua importância a partir dos movimentos ambientais e das recomendações de diversas conferências internacionais realizadas desde 1972 até hoje, é: (...) um processo voltado para a apreciação da questão ambiental sob sua perspectiva histórica, antropológica, econômica, social, cultural e ecológica, enfim, como educação política, na medida em que são decisões políticas todas as que, em qualquer nível, dão lugar às ações que afetam o meio ambiente. Isto quer dizer que a EA, para o autor em referência, é à parte da educação que trata das relações do homem com o seu meio natural, suas interferências no mesmo, as causas que levam o homem a realizar tal tarefa e suas conseqüências. Para Gadotti (2000, p. 131): Educação Ambiental é um processo que parte de informações ao desenvolvimento do senso crítico e raciocínio lógico, inserindo o homem no seu real papel de integrante e dependente do meio ambiente, visando uma modificação de valores tanto no que se refere às questões ambientais como sociais, culturais, econômicas, políticas e éticas, o que levaria à melhoria da qualidade de vida que está diretamente ligada ao tipo de convivência que mantemos com a natureza e que implica atitudes, valores e ações. Trata-se de uma opção de vida por uma relação saudável e equilibrada com o contexto. A Educação Ambiental deve estimular a solidariedade, a igualdade e o respeito aos direitos humanos, valendo-se de estratégias democráticas e interação entre as culturas. Também Branco (1998, p. 51) entende EA como sendo: (...) todo processo cultural que objetive a formação de indivíduos capacitados a coexistir em equilíbrio com o meio. Processos não formais, informais e formais já estão conscientizando muitas pessoas e intervindo positivamente, se não solucionando, despertando para o problema da degradação crescente do meio ambiente, buscando novos elementos para uma alfabetização. Para Adams (2005, p. 17), para contextualizar o conceito de EA, entende-se que: (...) se trata de uma prática educacional sintonizada com a vida em sociedade, que deve ser inserida sob diversos enfoques: social, econômico, político, cultural, artístico, etc., não podendo ser considerada como uma prática estanque, uma vez que abrange diversas áreas, confirmando sua interdisciplinaridade. Já para Dias (2000), a EA é “(...) um processo por meio do qual as pessoas apreendam como funciona o ambiente, como dependemos dele, como o afetamos e como promovemos a sua sustentabilidade". Vê-se, com isso, que a educação ambiental, em conformidade com os autores mencionados, deve se constituir de um formato de educação que seja abrangente, e por meio de um processo participativo pedagogicamente, que atinja todos os cidadãos e de forma permanente procure incutir a conscientização numa postura crítica baseada na capacidade de captar as origens, causas, conseqüências e alternativas possíveis diante dos problemas ambientais.

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