domingo, janeiro 11, 2009

A PSICOLOGIA, OS ADOLESCENTES & AS DST/AIDS






A PSICOLOGIA, OS ADOLESCENTES & AS DST/AIDS - A DST, conforme Brasil (2011) é a sigla que compreende as doenças sexualmente transmissíveis, ou seja, aquelas contraídas por meio de relações sexuais. Assinalam Souza et al (2014, p. 91) que: As DST podem causar graves complicações à saúde dos jovens quando não diagnosticadas e tratadas a tempo. Durante a gestação, algumas podem ser transmitidas ao feto, causando-lhe lesões irreversíveis, aborto espontâneo, ou mesmo levar a morte fetal ou neonatal. Além da questão psicológica, as DST não deixam de provocar um impacto social que se traduz em custos indiretos para a economia do país. Essas podem ser vírus, parasitas, bactérias que entram no organismo humano, apresentando sintomas ou não, como verrugas, feridas, coceiras, ínguas, corrimento, bolhas, entre outras formas. Há que se considerar que nem sempre apresentam sintomas. Algumas dessas DST possuem tratamento fácil e solução rápida, entretanto, outras possuem persistências que levam a duração de mais tempo. Em vista disso, há dificuldades em fazer distinção entre as reações sintomáticas. As características epidemiológicas das DST, segundo Souza et al (2014), identificam-nas como patologias passíveis de intervenção que requerem ações de prevenção que incluam a utilização de métodos contraceptivos como os preservativos, de forma adequada em todas as relações sexuais. Façanha et al (2004) assinalam fatores contribuintes para incidência das DST, entre eles a desinformação, maior liberdade na prática da atividade sexual, menor temor público por doenças, aparecimento da resistência microbiana aos quimioterápicos e antibióticos, automedicação ou medicação ministrada por pessoas não-qualificadas, multiplicidade de parceiros, entre outros. O procedimento adequado no caso de suspeita da DST é imediatamente procurar profissional da área de saúde, para atendimento, diagnóstico, orientações e tratamento. Tal fato se deve de que algumas DST não diagnosticas e tratadas com a devida presteza, evoluem para complicações agudas e graves, levando até a morte. Por essa razão, Façanha et al (2004, p 43) assinalam que: [...] o conhecimento acerca da prática sexual desempenhada por uma determinada população, os métodos preventivos utilizados, o conhecimento específico sobre os métodos de transmissão e onde tal população adquire tais informações é de extrema importância para guiar as ações governamentais em prol do controle desta grande epidemia que atinge todo o mundo. Para os autores em análise, a conscientização da população é uma das formas principais de se combater o avanço das DST/AIDS, além das estratégias de promoção do uso de preservativos, uso de seringas e agulhas descartáveis ou esterilizadas, adoção de cuidados na exposição a manejo adequado a material biológico, controle do sangue e derivados, entre outras importantes iniciativas voltadas para a educação e promoção da saúde. Dessa forma, observou-se que o tratamento das DST compreendem ações que objetivam interromper a cadeia e ciclo de transmissão da doença, tendo em vista que elas são consideradas como o fator facilitador principal para transmissão da Aids. A AIDS, segundo Duarte (2008), é definida a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida que afeta todos os grupos sociais, ou seja, crianças, jovens, adultos, heterossexuais, homossexuais. No dizer de Giacomozzi et al (2010, p, 34) , “A aids é uma doença emergente, de caráter pandêmico”, apresentando-se como um dos maiores problemas de saúde pública. Acrescentam Camargo e Bertoldo (2006, p. 21)  que “A AIDS é uma doença cuja transmissão envolve aspectos comportamentais, cognitivos, emocionais e culturais que são de ordem complexa”. A AIDS, segundo Rua e Abramovay (2001), teve três fases. A primeira fase caracterizada pela expansão da epidemia no país, focalizada nos infectados pelo HIV com a identificação de grupos de risco. A segunda caracterizada pela adoção do conceito de comportamento de risco, voltada para a exposição do vírus com identificação da principal transmissão pelas drogas injetáveis. A terceira e atual fase está caracterizada pela generalização da suscetibilidade dos indivíduos ao vírus, pela infecção em todos os níveis e gêneros. Tem-se, portanto, que, pelo exposto, a AIDS carece de medidas preventivas voltadas para diminuição de sua incidência, em razão do que foi observado por Camargo e Bertoldo (2006, p. 11), ao anotarem que: As medidas preventivas orientadas para a totalidade da população provaram ter pouca eficácia diante de grupos específicos, tais como o adolescente, o de mulheres casadas, dentre outros. A consideração das diferenças entre os grupos sociais é necessária para qualquer atividade bem-sucedida de prevenção. Por essa constatação, observou-se que a AIDS tem causado diversos problemas à saúde, principalmente ao constatar-se que as crianças e adolescentes são bastante vulneráveis a essa enfermidade. As DST/AIDS, segundo Souza et al (2014), são consideradas facilitadoras para a transmissão sexual dos principais vírus HIV, HBV, HCV e HPV, com presença de úlceras genitais aumenta o risco de infecção. Entre as prevenções tanto para DST como o vírus do HIV, o uso de preservativos nas relações sexuais é o mais eficaz na redução do risco dessas doenças. Além das relações sexuais, conforme Duarte (2008), também o uso de drogas é outro facilitador para contaminação das DST/AIDS. É nesse sentido que são envidados esforços que se concentram na promoção da saúde. Tal procedimento encontra-se inscrito na Carta de Ottava, segundo Duarte (2008) que a promoção da saúde compreende o processo de envolvimento, participação e capacitação da comunidade visando a melhoria da qualidade da saúde e de vida da população. As políticas públicas de saúde que envidam esforços na sua promoção visam a criação de espaços para debates acerca dos modelos culturais construídos a respeito da sexualidade, da feminilidade e da masculinidade, ao considerar a modo singular dos grupos na busca por construir estratégias adequadas e eficazes à prevenção das doenças. As políticas de combate à epidemia, segundo Rua e Abramovay (2001), são desenvolvidas em três ambitos: as políticas de saúde pelo SUS, as políticas de Estado no âmbito dos Poderes Públicos; e as políticas globais com o envolvimento da sociedade, iniciativa privada e ONGs. São essas políticas e programas preventivos às DST/AIDS, conforme Duarte (2008) e Brasil (2011) que devem ser levadas a alcançar o mais amplo público, principalmente crianças e adolescentes na fase escolar, para difusão de medidas preventivas, como também adoção de medidas de promoção da saúde. Entre os programas desenvolvidos encontra-se o Programa Brasileiro de DST/AIDS, que, segundo Rua e Abramovay (2001), é o resultado de um acordo realizado entre o Brasil e o Banco do Mundial, com o objetivo de redução da incidência de infecção pelas DST/AIDS, ampliação do acesso aos diagnósticos, acesso ao tratamento e assistência para melhoria da qualidade, e fortalecimento das instituições públicas e privadas para controle das DST/AIDS. As diretrizes e estratégias traçadas pelo programa visam a promoção, proteção, prevenção, diagnóstico e assistência, desenvolvimento institucional e gestão. O Projeto Escolas, conforme Rua e Abramovay (2001), é outra iniciativa que se encontra em desenvolvimento como estratégia, destinadas às escolas públicas estaduais envolvem ações que visam desenvolver atividades de esclarecimento acerca do uso de drogas lícitas e ilícitas, ampliação do tratamento incluindo afetividade, autoestima e prazer por meio de utilização de novas linguagens como teatro, danço, música e cultura em geral, oferecendo palestras que envolvam professores e alunos nas escolas. As ações desenvolvidas pelas políticas e programas envolvem a capacitação de professores via Educação a distância (EAD), oficinas de prevenção de DST/AIDS e drogas com o objetivo de formar agentes de prevenção com metodologia participativa e promoção à saúde para prevenção de DST/AIDS e uso indevido de drogas para professores e alunos.
O PAPEL DA PSICOLOGIA - A psicologia, conforme Duarte (2008), é a ciência que tem se preocupado com a compreensão acerca do funcionamento comportamental e psíquico do ser humano. No dizer de Lima, Brito e Firmino (2011), a atividade do psicólogo era voltada quase que exclusivamente para serviços especializados na área de saúde mental. Contudo, nas últimas décadas ocorreu uma ampliação na atividade decorrente da migração desses profissionais da clínica para a saúde publica. Com esse objetivo, surge a Psicologia da Saúde voltada para a saúde do homem por meio da atuação de conhecimentos agregados das áreas científicas, educacionais e profissional, com a finalidade de promover a saúde para prevenção e tratamento da doença, identificação e diagnósticos das disfunções físicas e psíquicas, e manutenção da saúde. Além do mais, procura atender por meio de parcerias interdisciplinares voltadas para a análise do ser biopsicossocial. Segundo Duarte (2008), a psicologia da saúde procura trabalhar a prevenção e a promoção da saúde por meio das mais diversas atividades destinadas à observância da transformação dos comportamentos, seus estilos de vida, constituição da família e ambiente da cultura da comunidade, para procedimento amplo da educação e qualidade de vida. Assim, para Nascimento et al (2009, p. 17) A promoção de saúde e a promoção dos direitos humanos são exemplos de ações que estão diretamente relacionadas à tentativa de colocar ações em prática que estejam relacionadas às políticas públicas nesse campo, em uma ação direta entre o fazer do(a) psicólogo(a) e a população que é usuária do trabalho desses profissionais. A psicologia da saúde, segundo Duarte (2008), está inserida na luta de combate às DST/AIDS, sua contaminação e consequências, por meio do desenvolvimento de programas e promoção da saúde emocional e mental dos adolescentes. Esse ramo da psicologia envolve a preocupação com a prevenção e elaboração de programas que sejam capazes de promover a saúde e a educação, envolvendo crianças, adolescentes, profissionais da educação, pais, famílias e comunidade, por meio da capacitação de agentes de transformação. Já a Psicologia Social que, segundo Giacomozzi et al (2010, p. 19), “[...] tem contribuído para a compreensão da relação entre o conhecimento e as práticas preventivas em saúde”, por envolver por parte dos indivíduos a adoção de comportamentos pautados na crença sobre saúde envolvendo hábitos, intenções, condutas, para adoção de um comportamento preventivo. É o que tem constatado Barbará, Sachetti e Crepaldi (2005), ao se voltar para as áreas públicas e comunitárias, a psicologia social tem contribuído, entre outras formas, para a prevenção de DST/AIDS e promoção da saúde. Por outro lado, a Psicologia Escolar, na expressão de Proença (2014, p. 21), que [...] constituiu-se historicamente enquanto uma área de aplicação da psicologia, atendo-se, principalmente às questões referentes aos problemas de aprendizagem, ao aconselhamento psicológico e vocacional, bem como à modificação de comportamentos na sala de aula e treinamento de professores. No dizer da autora, essa área psicológica consiste na observação das questões referentes aos problemas de aprendizagem, ao aconselhamento psicológico e vocacional, bem como à modificação de comportamentos na sala de aula e treinamento de professores. Além do mais, essa área da psicologia vai atuar com projetos que envolvam inclusão social, prevenção de DST/AIDS, entre outras ações e atuações interventivas. Assinala Duarte (2008) que as práticas preventivas requerem a realização de programas contínuos envolvendo as áreas de educação e saúde, elaboração por parte do profissional psicólogo de intervenções com atividades dinâmicas e lúdicas que levem à interação com crianças e adolescentes. Tais iniciativas do psicólogo, no dizer de Duarte (2008), devem fazer emergir a possibilidade de transformação da consciência a respeito do conhecimento e informações de comportamentos protetivos e afetivos. Em vista disso a psicologia contribui diretamente para a melhoria da qualidade de saúde e de vida por meio de ações que sejam capazes de diminuir a vulnerabilidade de todo o ciclo vital. Por todo exposto, passa-se a tratar acerca da ação do psicólogo intervindo entre os adolescentes na prevenção da DST/AIDS nas escolas públicas do Ensino Médio.
A PSICOLOGIA E O ADOLESCENTE - A adolescência, conforme recolhido de Façanha et al (2004, p. 18): [...] é a etapa da vida marcada por complexo processo de desenvolvimento biológico, psíquico e social. É principalmente nesta fase que as influências contextuais, externas à família, tomam maior magnitude, pois vão implicar na tomada de decisões, de condutas e contribuir para a definição de estilos de vida. Para Duarte (2008), Belo (2004), Camargo e Bertoldo (2006) e Monteiro et al (2009), a adolescência tem recebido tratamento tradicional por assim ser considerada com um dos períodos mais críticos do desenvolvimento humano, responsáveis por diversas modificações abruptas e de natureza biopsicossocial. Entendem Duarte (2008), Wiese e Saldanha (2011) e Paiva, Silva e Matera (2014), que o período compreendido pela adolescência é aquele em que se dão uma diversidade de acontecimentos oriundos das transformações tanto físicas quanto bioquímicas, além da ocorrência ajustamento ao meio social perturbando emocionalmente o jovem, tornando-o questionador e mais promíscuo, em contrapartida menos idealista, buscando sua independência e se confrontando com padrões e valores de conduta. Entende-se, portanto, que a adolescência é abordada sob os mais diversos aspectos, sendo tratada como uma etapa na vida do indivíduo que se encontra apoiada nas internalizações das relações objeto-parentais, destinada a descoberta e estabelecimento da identidade e verificações da realidade oferecida pelo meio social. Trata-se da formação de grupos jovens que são vulneráveis por passarem pelos mais diversos e instáveis desequilíbrios e por estarem voltados para o sentimento individual de autoconceito e autoestima, sua imagem corporal, competência, valores e descobertas, tornando-se uma fase de perturbação e altamente perturbadora em todas as sociedades do mundo. Nesse período da vida, conforme Façanha et al (2004, p. 19), “[...] o jovem se arrisca, oscilando entre as situações de risco calculado, decorrentes de ação pensada, e as de risco insensato, nas quais, expondo-se gratuitamente, pode comprometer sua vida de forma irreversível”. Acrescentam Camargo e Bertoldo (2006, p. 11) que: Comportamentos típicos dessa idade, como explorar o novo e experimentar riscos [...] tornam os adolescentes uma população vulnerável ao HIV e, também, ideal para o investimento em educação.  Durante a adolescência ocorrem a aquisição e a consolidação de hábitos que, muitas vezes, perdurarão pela vida do indivíduo, como o hábito de fumar, ingerir álcool ou, especificamente, engajar-se em relações sexuais desprotegidas. As práticas relativas à sexualidade são apreendidas com os outros componentes dos grupos sociais de pertença, os quais modulam também sua própria expressão. É em vista disso que há necessidade de convocar a responsabilidade pela promoção da saúde e da orientação sexual, visando uma educação sexual que contemple o seu foco aos adolescentes, principalmente com relação ás questões de DST/AIDS, uma vez que o grau de informações, representações e atitudes dos adolescentes são frágeis, tornando ineficazes os processos de ordem educacional e da amplitude de informações relativas às prevenções dessa epidemia. Observam Marques et al (2006, p. 7) que nessa fase, os adolescentes: [...] se deparam no início da prática sexual, associados com a pouca percepção de risco e limitada informação que têm sobre sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis (DST), coloca-os na condição de presa fácil das mais diferentes situações de risco como, o uso de drogas, gravidez precoce e indesejada, violência, DST/AIDS, evasão escolar e outros. Tal fato traz a constatação de Façanha et al (2004, p. 18) de que: Os adolescentes e adultos jovens constituem um grupo de risco crescente para as doenças sexualmente transmissíveis (DST), incluindo a infecção pelo HIV. A maior vulnerabilidade dos jovens decorre de falhas ou inconsistências no uso de preservativos em paralelo às elevadas taxas de atividade sexual com diferentes parceiros. Assinalam mais Souza et al (2014, p. 22) que nessa fase da adolescência ocorrem com todos os “[...] jovens dos diferentes continentes e se não forem acompanhados os resultados podem afetar as suas vidas, principalmente sua saúde sexual e reprodutiva, o que pode contribuir para uma gravidez não planejada bem como aquisição de DST e a AIDS”. Essa é a perspectiva de Brêtas et al (2009) ao mencionarem que os jovens nessa fase vivenciam um momento caracterizado pela “[...] vulnerabilidade às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e ao Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), e isso ocorre devido à liberação sexual, a facilidade dos contatos íntimos, aos estímulos vindos dos meios de comunicação, que propiciam os contatos sexuais precoces”. Em vista disso, torna-se de fundamental importância uma dedicada e insistente ação no sentido de buscar novas formas e abordagens para um maior esclarecimento desse nicho, levando a noção de risco e de perigo de contaminação a que estão sujeitos todos os adolescentes.

REFERÊNCIAS
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