segunda-feira, dezembro 08, 2014

BRINCAR PARA APRENDER, SISTEMA ENDÓCRINO, ARGEMIRO CORREA, NÓ NA GARGANTA, JAN CLÁUDIO & EDUARDO PROFFA


BRINCAR PARA APRENDER – Palestra proferida para professores, estudantes e profissionais das áreas de Psicologia, Educação e Letras, voltada para o destaque da atividade do brincar com arte, Brincarte, contribuindo para o desenvolvimento social da criança. EMENTA – A criança e o brincar, o brinquedo e o lúdico, os direitos da criança, a brincadeira na educação, bases legais da brincadeira na educação, Brincarte, Lev Vygotsky, Paulo Freire, Jean Piaget, contribuição da arte, o faz de conta, o reino da imaginação, a brincadeira com literatura, a brincadeira com música, a brincadeira com teatro, o brincarte na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, a LDB e os PCN, o desenvolvimento da criança. PALESTRA – Esta palestra foi realizada a convite da Universidade Federal de Alagoas/EdUfal, durante a V Bienal Internacional do Livro de Alagoas, em Maceió, 2011, para professores e estudantes de Letras, Pedagogia e Psicologia.Veja mais aqui, aqui e aqui.
REFERÊNCIAS
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SISTEMA ENDÓCRINOSua denominação é derivada do grego hormaein, que significa para excitar. É composto por um grupo diverso de tecidos cuja função é produzir e liberar na corrente sanguínea substâncias conhecidas como hormônios. Esses hormônios geralmente são liberados em concentrações muito baixas e transportados aos seus locais de ação, em outras partes o corpo, onde exercem efeitos reguladores sobre os processos celulares. As funções desses hormônios estão: coordenam as atividades corporais; controlam o crescimento e o desenvolvimento; mantêm a homeostasia e, além de interar-se com o sistema nervoso, levando a várias respostas para alterações nos meios internos e externos. As principais glândulas do sistema endócrino são a hipófise, a pineal, tireoide, paratireoides, timo, suprarenais, pâncreas, gônadas e glândulas do tracto gastrointestinal. HIPÓFISE –Também chamada de pituitária. Sua denominação de origem grega, Hipophysis, que significa coisa pequena que cresce entre coisas grandes. De origem latina, Pituytos, que significa lodo, fleuma, pois acreditava-se que ela absorvia excretava fluido cerebral pela nasofaringe. Possui as características de ser uma glândula pequena, situada na face inferior do Diencéfalo,  fixa ao Hipotálamo pelo infundíbulo da hipófise ou pedúnculo hipotalâmico e apoiada na Sela Túrcica ou Sela Turca do Osso Esfenóide. Ela é bastante vascularizada. É dividida em 3 Lobos: Anterior (Adeno-hipófise),Intermediário e Posterior (Neuro-hipófise). A Neuro-hipófise, também chamada de Hipófise Posterior, é totalmente ligada ao hipotálamo e é constituída pelo lobo posterior, infundíbulo e eminência mediana, origina-se do próprio sistema nervoso embrionário, provindo de uma invaginação do assoalho do Diencéfalo. Os seus hormônios são a Ocitocina ou Oxitocina, e o Hormônio Antidiurético Ou Vasopressina A Ocitocina, ou Oxitocina, participa da função de aleitamento nas fêmeas, sendo responsável pela contração das glândulas mamárias, provocando o fluxo de leite através da sucção mamilar durante a amamentação. Participa também nas contrações uterinas de expulsão do feto, durante e depois do parto, pois é importante para a recuperação do volume normal do útero. É capaz de promover contrações genitais (masculina e feminina), auxiliando na fecundação do óvulo. Essas sensações potencializam a sensação do orgasmo. No macho influencia o transporte do esperma, facilitando a contração dos ductos deferentes. Na fêmea: as contrações genitais facilitam a movimentação dos espermatozóides através da vagina e do útero. A Vasopressina é um hormônio antidiurese,ou seja, diminui a formação da urina, regulando-a e aumentando a permeabilidade dos túbulos renais à água e, consequentemente, sua reabsorção. É chamado de Vasopressina porque aumenta a pressão arterial, pressão osmótica do sangue.  A retenção líquida que se dá em nível renal  leva a um aumento de volume dentro dos vasos e, consequentemente, a um aumento da pressão sobre as paredes dos mesmos. Além disso, é um hormônio que participa do controle hídrico do organismo. A Adeno-hipófise, também chamada de Hipófise Anterior, localizada anteriormente à neuro-hipófise e é constituída pelo túber cinério e pelo lobo anterior da glândula, tem origem na bolsa de Rathke, numa invaginação do ectoderma do teto da cavidade oral primitiva do embrião, que cresce em direção cranial e posteriormente, separa-se da cavidade oral, indo anexar à neuro-hipófise. Os hormônios da adeno-hipófise são: hormônio do crescimento (Gh) Ou Hormônio Somatrotófico (Sth); prolactina (Prl); hormônio melanotrófico (Msh); hormônio lipotrófico (Lh); hormônio tireoestimulante (Tsh); hormônio adrenocorticotrópico (Acth); e hormônios gonadotróficos. O hormônio do crescimento (Gh) possui secreção que se estende por toda a vida, embora o crescimento cesse com a maturidade física. Em 1985 o GH Humano foi sintetizado com o objetivo de servir para reposição terapêutica do hormônio natural. Em condições normais ocorrem picos plasmáticos de HC a cada 2 horas, sua taxa plasmática varia de 5 a 30ng/ml. Possui um papel crucial no crescimento somático após o nascimento, aumentando a síntese de proteínas nos músculos, o número das dimensões e o número de células, promovendo o aumento dos tecidos e órgãos. Os ossos ficam mais grossos, a pele mais espessada e os tecidos moles (incluindo coração, fígado, língua e todos os demais órgãos internos aumentam de tamanho). Os fatores estimulantes desses hormônios são sono, exercícios, hipogricemia, dieta rica em proteínas e estraditol (hormônio sexual feminino), inibidores de secreção do hormônio (dieta rica em carboidratos e altas taxas de glicocorticóides (hormônio da supra-renal). O nível circulante de GH na criança é alto, aumentando na puberdade, declinando durante a idade adulta e decrescendo muito com o envelhecimento. A prolactina é o hormônio da lactação, possui efeito direto sobre as mamas, promovendo a produção de leite, imediatamente após o parto e. juntamente com o Estrógeno e a Progesterona (hormônios ovarianos), está relacionada com a modulação das respostas imunes e inflamatória. O hormônio melanotrófico possui a função principal da ativação dos melanócitos, que são células produtoras de pigmento cutâneo – melanina-, prevenindo as células da pele contra o estresse exógeno resultantes das exposições ao sol. O hormônio lipotrópico está envolvido com o metabolismo das gorduras e participando do controle do peso corporal. O hormônio tireoestimulante estimula a glândula tireóide a secretar hormônios que regulam o metabolismo basal, na tiroxina (T4) e a triiodotironina (T3). Os hormônios gonadotróficos agem sobre as gônadas de ambos os sexos. São dois os hormônios gonadotróficos: FSH (hormônio folículo estimulante) e o LH (hormônio luteinizante). Há que se levar em consideração que a Adeno-hipófise das meninas não secreta hormônios até os 10 a 15 anos. A partir dessa idade começa a secretar o hormônio foliculo-estimulante (FSH), inicia a vida sexual da menina em crescimento e, mais tarde, secreta o hormônio luteinizante (LH), que auxilia no controle do ciclo menstrual. No sexo masculino os testículos permanecem praticamente inativos durante a infância. Porém, na puberdade sob a ação dos hormônios gonadotróficos (FSH e LH), eles entram em atividade. O FSH atua sobre o epitélio dos túbulos seminíferos(dentro dos testículos), dando origem a espermatogênese e o LH ativa as células de Leydig, nos túbulos seminíferos, secretando a testosterona. Essas duas partes da hipófise funcionam como órgãos endócrinos separados, com populações celulares distintas, hormônios e mecanismos de secreção distintos entre si. PINEAL – Também chamada de Epífise, foi denominada pelo médico e filósofo romano Galeno de Konarium, do latim pineal que significa “que cresce para cima”, devido a sua localização no diencéfalo. É uma formação ímpar, localizada especificamente no Epitálamo, sendo uma pequena glândula endócrina situada entre os dois hemisférios cerebrais, ocupando o centro do cérebro, recebendo inervação simpática e central. Nela são encontradas dois tipos de células: os Pinealócitos e as Células Gliais. Nos antigos livros sagrados hindus, os Vedas, a pineal é considerada como o mais importante dos chacras. Esses chacras são centros receptores e transmissores de energia vital, situados ao longo do eixo do corpo. Na visão hindu, a pineal é um órgão possuidor de dois chacras: o chacra do terceiro olho (no centro da testa, acima da linha dos olhos) e o chacra coronário considerado “a sede da suprema força espiritual” (no centro superior do crânio). O filósofo francês René Descartes fez menção a pineal como sendo a sede da alma, uma vez que, para ele, nela era formado o spiritus animalis, que circularia pelos ventrículos encefálicos, fluindo por todos os poros e nervos (que eram considerados ocos, na época), alcançando assim todas as estruturas fora do Sistema Nervoso Central (SNC). A Neurociência não descarta a possibilidade da existência de alguma região no cérebro que possa funcionar como ligação entre o espírito, a mente e o corpo. O psiquiatra brasileiro Sergio Felipe de Oliveira defende em pesquisas que a glândula pineal seria o órgão sensor que capta as informações por ondas eletromagnéticas devido as propriedades dos cristais de apatita, que as converteriam em estímulos neuroquímicos de forma análoga à antena do aparelho celular para sinais eletrônicos. Hoje a pineal é reconhecida como sendo um transdutor de informação luminosa, com importante ação sobre o eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, funcionando como um centro modulador dos ritmos circadianos e sazonais de muitos processos químicos, metabólicos e comportamentais. Nos mamíferos, a pineal é considerada uma estrutura endócrina capaz de influenciar as funções sexuais, podendo também influenciar outras glândulas endócrinas como: a adrenal, a tireoide e as paratireoides. Contudo, há dúvidas de qual é a principal via em que esses hormônios são liberados – o sangue ou o líquor. Nos seres humanos, uma das funções da pineal está relacionada com o disparo puberal. A maturidade precoce central (CPP) resulta da ativação prematura do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal e secreção antecipada de gonadotrofinas, decorrentes de cistos na pineal, tumores intracranial, infecções, trauma craniano, hidrocefalia entre outros. É também um complexo sistema neuroendócrino responsável não só pelo controle da função gonadal, mas também pela interação entre a luz e o disparo de diversos sinais de controle fisiológicos, que envolve a produção de um número de substâncias das quais a melatonina que é a mais investigada. A melatonina é um hormônio com importante função cronobiológica, pois influencia o ritmo sazonal e circadiano, além de intervir no ciclo vigília-sono e na função reprodutiva, pois tem efeito supressor sobre a descarga pulsátil do fator hipotalâmico liberador de gonadotrofinas. Além disso, segue um ritmo circadiano, sendo liberada exclusivamente durante a noite e seu nível cai progressivamente durante o dia e tem ação neuroprotetora contra ação oxidante de radicais livres, por ativação de enzimas oxidantes. A TIREÓIDE - É uma glândula presente em todos os vertebrados. Apresenta dois lobos laterais, unidos por uma estrutura denominada de istmo (estrutura de espessura variável). Localizada  anteriormente ao pescoço, no nível da vértebras C5 e T1, anterior a traqueia e inferior a laringe e é recoberta pelos músculos do pescoço. É um órgão muito vascularizado, rico em capilares sanguíneos e linfáticos. Seu suprimento de sangue é feito pelas artérias: tireóideas superiores (carótidas externas) e inferiores (artérias subclávias).A unidade funcional da tireóide é o ácino ou folículo tireoidiano. Os seus hormônios são: Tiroxina (T4) e Triiodotiroxina (T3). A tireóide sintetiza, armazena e secreta os hormônios T4 e T3. O T4 denominado de pró-hormônio circula no plasma em uma concentração muito maior do que o T3 que é o hormônio ativo, representa uma pequena fração. Porém há existência de  receptores membranares específicos em ambos os hormônios, logo ambos são fisiologicamente ativos. A produção desses hormônios inicia-se com a estimulação das células folículares dos hormônios hipofisários (TSH). Os distúrbios das funções tireoidianas provocam Hipotireoidismo, Hipertireoidismo e Loucura Mixedematosa (Psiquismo). O hipotireoidismo médio induz sintomas típicos de um quadro depressivo, encontra-se: lentidão na fala, diminuição do rendimento intelectual, fadiga e diminuição do apetite e apatia. Já no caso do hipotireoidismo grave pode ser observado: estado de melancolia intensa e estupor que em idosos podem sugerir demência senil. Em uma forma mais grave é encontrado um quadro que é chamado de loucura mixedematosa- que inclui sintomas psicóticos, tais como: delírios, alucinações e confusão mental. No hipertireoidismo moderado observa-se aumento das funções psíquicas com sintomas típicos de ansiedade e queixas de insônia e fadiga. Já no hipertireoidismo grave podem ocorrer quadros de sintomas psicóticos. Em pessoas idosas, além da ansiedade, o quadro inclui instabilidade do humor e apatia. Como a glândula tireóide tem uma importante ação sobre as funções nervosas ela também tem uma estreita influência no comportamento humano. Algumas patologias primárias da tireóide como, por exemplo, as tireoidites produzem uma rica sintomatologia afetiva. Alterações na tireóide junto com alterações comportamentais e surgimento de transtorno psiquiátrico são muito comuns. PARATIRÓIDES –São em condições normais quatro massas distintas e diminutas, situadas atrás dos lobos tireoidianos. A disposição das glândulas varia de pessoa para pessoa, podendo ocorrer localizações ectópicas: dentro do no tórax, no mediastino, junto ao timo. O PTH é o hormônio produzido pelas paratireoides e tem por função regular a concentração do cálcio iônico nos líquidos extracelulares. Isto é o PTH influencia a concentração sanguínea de fosfato, aumentando a excreção renal deste íon pela diminuição da sua absorção nos túbulos renais. O hiperparatireoidismo é a hipersecreção de PTH, resultando em um desenvolvimento exagerado dos osteoclastos, causando uma reabsorção óssea exagerada, que torna os ossos enfraquecidos, sujeitos a fraturas e pode ser causada por formação tumoral das glândulas paratireoides. Outra causa da hipersecreção de PTH é o aumento da concentração do íon cálcio nos líquidos corporais. Porém efeitos maléficos de íon cálcio são raros, caso ocorra pode haver a precipitação do fosfato de cálcio em tecidos corporais que não o ósseo, como: pulmões, músculos e coração, podendo causar a morte em poucos dias. Hipoparatireoidismo é a diminuição do nível de cálcio no sangue, em função da insuficiência de PTH. A diminuição da concentração do íon cálcio pode chegar a valores muito baixos, causando a tetania severa que pode ser fatal. É mais comum em crianças abaixo dos 16 anos e adultos acima de 40 anos. Sintomas: fraquezas, câimbras musculares, sensações anormais como: formigamento e dormência nas mãos, ansiedade e nervosismo excessivo, perda de memória, dores de cabeça e incontrolável  movimento muscular do pulso e pés, espasmos dos músculos faciais e malformação dos dentes e unhas. TIMO – O timo é uma glândula situada no tórax, atrás do osso esterno e faz parte do sistema imunológico. É onde a maturação de um tipo de célula de defesa, o linfócito T, essencial para a resposta imunológica do organismo. Situado na porção superior do mediastino anterior, limita-se, superiormente com a traqueia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum; lateralmente com os pulmões e inferior e posteriormente com o coração. O timo, plenamente desenvolvido, é de formato piramidal, encapsulado e formado por dois lobos fundidos. Deriva embriologicamente do terceiro e, inconstantemente, do quarto pares de bolsas faríngeas, juntamente com o par inferior de glândulas paratireóides. Não é de se surpreender que ocasionalmente uma ou duas paratireóides estejam incluídas dentro da cápsula tímica, aberração essa que pode importunar o cirurgião que opera as paratireóides. Externamente, o timo é revestido por uma cápsula de tecido conjuntivo, de onde partem septos que dividem o órgão em numerosos lóbulos. Cada lóbulo apresenta uma capa, o córtex, que é mais escura e uma polpa interior, a medula, que é mais clara. Tanto a zona cortical quanto a medular apresentam células de estrutura epitelial misturadas com um grande número de linfócitos T, possuidores dos marcadores OKT-6 de timócitos e, ocasionalmente, células B e macrófagos. Já na medula, a densidade é menor, fato explicado que células produtoras de anticorpos nascem na porção medular, migrando depois para a região cortical, onde podem evoluir para macrófagos. Em locais dispersos no interior da medula, as células epiteliais estão agregadas em camadas concêntricas de células ceratinizadas, criando o corpúsculo de Hassal. Dois aspectos histológicos especiais devem ser enfatizados. Folículos linfóides bem desenvolvidos de células B com centros germinativos são extremamente raros no timo normal. Quando numerosos e proeminentes, devem ser interpretados como patológicos, associados a muitos distúrbios extratímicos. As lesões morfológicas do timo estão associadas com inúmeras afecções que podem ser imunológicas, hematológicas ou neoplásicas. Felizmente, as lesões tímicas são de tipo limitado. Em termos fisiológicos, o timo elabora uma substância, a timosina, que mantém e promove a maturação de linfócitos e órgãos linfóides com o baço e linfonodos. Reconhece-se ainda, a existência de uma ou outra substância, a timina, que exerce função na placa mioneural (junção de nervos com músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo responsáveis por doenças musculares. SUPRARENAIS – São também chamadas de ad-renais ou adrenais. Sua remoção completa do córtex da supra-renal é fatal. As duas supra-renais estão situadas no retroperitônio, sobre os pólos superiores dos rins e são muito irrigadas, o sangue chega pelo córtex, penetra em uma rede de sinusóides e é drenado para as veias medulares. Suas células principais são chamadas  de células cromafínicas, devido a estas terem afinidade com corantes de cromo e secretarem as catecolaminas: epinefrina (ou adrenalina) e norapinefrina (ou  noradrenalina). Em resposta aos estímulos simpáticos, além de desempenharem papel importante nas funções do sistema simpático. É composta de duas partes distintas: o córtex e a medula. O córtex forma o centro da glândula, representa 10 a 20% desta e se origina do ectoderma, das células neuroectodérmicas da crista neural que migram e invadem o córtex da glândula por volta da sétima semana gestacional e se deslocam para o centro da glândula em formação, durante o período da gestação mediatamente após o nascimento. Os hormônios do córtex são o cortisol e aldosterona. O cortisol é um hormônio indispensável a vida, sua produção é aumentada significativamente em situações de estresse e tem a capacidade de aumentar a taxa de glicose sanguínea, além de ter importante ação sobre o sistema cardiovascular, nervoso, glândulas endócrinas e sobre as respostas inflamatória e imunológica. É o principal hormônio glicocorticóidiano (GC), tornando-se um hormônio de extrema importância durante o jejum prolongado, sem ele, nessa situação, não seria mobilizada a reserva lipídica e proteica necessária. Também tem papel fundamental no processo da vigília. Nos indivíduos que dormem pouco ou sofrem de insônia, os níveis se mantêm elevados durante o dia. O mesmo ocorre com aqueles que têm o sono leve. As diversas fases que compõem o sono de uma noite estão relacionadas com variações na secreção de cortisol. O aldosterona é o mais importante hormônio da classe dos mineralocorticóides (MC) e age em nível renal, promove o aumento da concentração de Na+(sódio) plasmático e a perda de K+(potássio) na urina. Quando secretados em níveis elevados produzem hipertensão arterial, podendo causar aumento da pressão arterial por vasoconstricção. As anormalidades do córtex são a hipossecreção. A hipossecreção pode também ser chamada de insuficiência supra-renal e é de dois tipos: primária e secundária. A primária: resultante de anomalia no córtex da supra-renal;- síndrome de Addison (DA) que é uma doença caracterizada pela falência completa do córtex da glândula. A secundária: envolve anormalidades na secreção ou na ação do ACTH. A hipersecreção pode ser primária (hiperadrenalismo primário) e secundária (hiperadrenalismo secundário) e seus sintomas dependerão de quais hormônios estão sendo produzidos em excesso. A hipercorticoideronismo gera um conjunto de sinais e sintomas denominados de síndrome de Cushing, decorrente e da hipertrofia generalizada do córtex da suprarenal, com aumento da secreção do cortisol. Os sintomas envolvem anomalias no metabolismo glicídico e proteico, atrofia muscular; atraso no desenvolvimento infantil, predisposição a infecções; dificuldade de cicatrização; distúrbios psiquiátricos, entre outros. A Síndrome de Cushing é comumente acompanhada por perturbações psiquiátricas e psicológicas, sendo a depressão o distúrbio mais comum. A mania, a ansiedade generalizada e a deficiência orgânica cognitiva. As influências positivas e negativas dos Glicocorticóides (CG) sobre o SNC podem evoluir para complicações, com manifestações de distúrbios mentais. A Insuficiência dos Corticosteróides pode acarretar: hiponatremia (perturbação dos sais de sangue), hipercalemia (grande quantidade de potássio no sangue), poliúria (aumento do volume urinário), desidratação, hipoglecemia (baixo nível de açúcar no sangue), acidose metabólica (excesso de acidez no sangue), hipersecreção de ACTH e MSH (melanotrófico) com estimulação dos melanocitos e escurecimento da pele. Vários estudos apontam que a disfunção do Eixo HipotálamoHipófise-Adrenal (HHA) e da resposta neural do cortisol como fontes precipitantes ou complicadores  de diversas doenças como: Transtorno Bipolar, Transtorno Depressivo Maior, Depressão, Psicose Pós-parto, Perda de Memória (senilidade, mal Alzheimer), Síndrome do Pânico. Os hormônios da medula são adrenalina e noradrenalina. A adrenalina, também chamada de epinefrina, é um hormônio que prepara o organismo para grandes esforços físicos, estimula o coração, eleva a pressão arterial, relaxa certos músculos e contrai outros. É lançada na corrente sanguínea em condições do meio ambiente que ameacem a integridade física ou psicológica da pessoa. Também constitui um elemento termogênico que atua na regulação da temperatura corporal em ambientes frios e influencia a secreção e a ação de muitos hormônios. A noradrenalina também é chamada de norepinefrina e circula no sangue como um hormônio. Tem ação menos acentuada sobre a atividade cardíaca do que a adrenalina, inibe a síntese de insulina e glucagon (são dois hormônios pancreáticos) e aumentam a secreção de aldosterona e a retenção de Na+(sódio). PÂNCREAS - O pâncreas é uma glândula localizada no abdômen, atrás do estômago e entre o duodeno e o baço, que integra os sistemas digestivo e endócrino. Anatomicamente, é dividido em três regiões: cabeça, corpo e cauda. Possui duas funções distintas: a função endócrina, responsável pela produção de insulina (hormônio que controla o nível de glicemia no sangue) e a função exócrina, responsável pela produção de enzimas envolvidas na digestão e absorção dos alimentos. O pâncreas é dividido em três regiões: cabeça, corpo e cauda. A cabeça se encaixa no quadro duodenal e sua cauda é afilada. A porção endócrina possui hormônios que participam na regulação de atividades metabólicas e a porção externa secreta enzimas digestivas. Produz enzimas e hormônios. De acordo com suas funções é dividido em porção endócrina e porção exócrina e sua porção endócrina é composta por grupos de células chamadas ilhotas pancreáticas, que possuem três grupos de células, α, que produzem glucagon, β que produzem insulina e as Δ, que produzem somatostatina. Os hormônios produzidos pelas ilhotas pancreáticas são lançados diretamente na corrente sanguínea. A sua porção exócrina participa na digestão secretando enzimas digestivas, através de estruturas chamas ácinos. As enzimas são secretadas para o duodeno. Quando o pâncreas apresenta algum problema e há deficiência na produção de insulina, por exemplo, a glicose que deveria ser aproveitada pelo organismo é eliminada pelos rins, ocasionando diabetes. Alguns tipos de problemas no pâncreas incluem: diabetes em que as células do pâncreas não produzem insulina no caso da diabetes tipo 1 ou produzem insulina em quantidade insuficiente ou normal mas o organismo não a consegue utilizar no caso da diabetes tipo 2; câncer no pâncreas em que ocorre o crescimento de células pancreáticas malignas; pâncreas anular que é uma malformação congênita em que uma fina banda de tecido pancreático cobre uma porção do duodeno causando obstrução que pode ser resolvida com cirurgia; pâncreas divisum que é uma anomalia congênita em que os ductos pancreáticos não são formados durante a gestação e que pode ser resolvida com cirurgia; pâncreas ectópico que é caracterizado pela presença de tecido pancreático em outros órgãos que pode ser tratado com remédios ou cirurgia; pancreatite que é uma inflamação do pâncreas que geralmente é causada por cálculos da vesícula que se movem para junto do ducto pancreático provocando uma obstrução; e cistos no pâncreas que são uma espécie de bolsa com líquido ou ar que são removidos através de cirurgia. As pessoas que consomem álcool em excesso e possuem cálculos na via biliar tem maior predisposição para desenvolver uma doença do pâncreas. Os sintomas de problemas no pâncreas são: dor abdominal que é um dos sintomas mais comuns, podendo iniciar de forma súbita e tornar-se progressivamente mais forte e contínua. Normalmente acontece no centro do abdômen, onde o pâncreas está localizado espalhando-se para a parte superior e inferior; aumento da dor quando o indivíduo se deita de costas; diarreia com eliminação de gordura nas fezes; náuseas e vômitos após alimentação, geralmente associados à dor. Estes sintomas ajudam o endocrinologista a identificar e diagnosticar algum problema no pâncreas. GÔNADAS – As gônadas são glândulas do sistema endócrino, responsáveis pela produção de hormônios sexuais: testículos(masculino) e ovários(feminino). Os órgãos genitais masculinos têm a missão de produzir as células reprodutoras masculinas, os espermatozóides, assim como o líquido seminal que lhes serve como veículo e lhes proporciona os nutrientes que necessitarão durante o seu percurso pelo aparelho genital feminino. Os testículos geram os espermatozóides, enquanto que as vesículas seminais e a próstata elaboram o líquido seminal. Outros componentes de extrema importância são os epidídimos, os canais deferentes e os canais ejaculadores, que constituem as vias que transportam os espermatozóides e o líquido seminal em direção ao exterior para finalmente lançar o esperma na uretra no momento da ejaculação. O testículo é composto por até 900 túbulos seminíferos enovelados, cada um tendo em média mais de 0,5m de comprimento, nos quais são formados os espermatozóides. O espermatozoide maduro é formado por uma cabeça, um corpo intermédio e uma cauda. Os espermatozóides podem chegar a viver três dias no interior do aparelho genital feminino. Os testículos começam a fabricar os espermatozóides e este processo continua ao longo da vida. Os espermatozóides são lançados no epidídimo, outro tubo enovelado de cerca de 6 m de comprimento. A hipófíse é a glândula que controla e regula o funcionamento dos testículos. Os testículos secretam vários hormônios sexuais masculinos que são coletivamente chamados de androgênios, compreendendo a testosterona, diidrotestosterona e androstenodiona. Todavia, a testosterona é muito mais abundante que os demais hormônios, a ponto de poder ser considerada o hormônio testicular fundamental. A testosterona faz com que os testículos cresçam. Ela deve estar presente, também, junto com o folículo estimulante, antes que a espermatogênese se complete. Após poucas semanas de vida do feto no útero materno, inicia-se a secreção de testosterona. Essa testosterona auxilia o feto a desenvolver órgãos sexuais masculinos e características secundárias masculinas. Isto é, acelera a formação do pênis, da bolsa escrotal, da próstata, das vesículas seminais, dos ductos deferentes e dos outros órgãos sexuais masculinos. Além disso, a testosterona faz com que os testículos desçam da cavidade abdominal para a bolsa escrotal. Se a produção de testosterona pelo feto é insuficiente, os testículos não conseguem descer e permanecem na cavidade abdominal. A secreção da testosterona pelos testículos fetais é estimulada por um hormônio chamado gonadotrofina coriônica, formado na placenta durante a gravidez. Imediatamente após o nascimento da criança, a perda de conexão com a placenta remove esse feito estimulador, de modo que os testículos deixam de secretar testosterona. Em consequência, as características sexuais interrompem seu desenvolvimento desde o nascimento até à puberdade. Na puberdade, o reaparecimento da secreção de testosterona induz os órgãos sexuais masculinos a retomar o crescimento. Os testículos, a bolsa escrotal e o pênis crescem, então, aproximadamente 10 vezes. Além dos efeitos sobre os órgãos genitais, a testosterona exerce outros efeitos gerais por todo o organismo para dar ao homem adulto suas características distintivas. Faz com que os pelos cresçam na face, ao longo da linha média do abdome, no púbis e no tórax. Origina, porém, a calvície nos homens que tenham predisposição hereditária para ela. Estimula o crescimento da laringe, de maneira que o homem, após a puberdade, fica com a voz mais grave. Estimula, ainda, um aumento na deposição de proteínas nos músculos, pele, ossos e em outras partes do corpo, de maneira que o adolescente do sexo masculino se torna geralmente maior e mais musculoso do que a mulher. Algumas vezes, a testosterona também promove uma secreção anormal das glândulas sebáceas da pele, fazendo com que se desenvolva a acne pós-puberdade na face. Na ausência de testosterona, as características sexuais secundárias não se desenvolvem e o indivíduo mantém um aspecto sexualmente infantil. Os hormônios sexuais masculinos: Hipófise FSH e LH testículos estimulam a produção de testosterona pelas células de Leydig (intersticiais) e controlam a produção de espermatozóides. Testículos Testosterona diversos estimula o aparecimento dos caracteres sexuais secundários. Sistema Reprodutor induz o amadurecimento dos órgãos genitais, promove o impulso sexual e controla a produção de espermatozoides. Após a puberdade, os hormônios gonadotrópicos são produzidos pela glândula hipófise masculina pelo resto da vida. A maioria dos homens, entretanto, começa a exibir um declínio lento das funções sexuais ao final da década dos 40 ou dos 50 anos. Um estudo mostrou que a média da idade para o término das relações intersexuais era aos 68 anos, apesar da grande variação. Este declínio da função sexual está relacionado com o declínio da secreção de testosterona. A diminuição da função sexual masculina é chamada de climatério masculino. A próstata permanece relativamente pequena durante a infância e começa a crescer na puberdade, sob o estímulo da testosterona. A glândula atinge tamanho quase estacionário por volta dos 20 anos, e não se altera até a idade aproximada dos 50 anos. Nesta época, em alguns homens, começa a involuir, justamente com a produção diminuída de testosterona pelos testículos. Um fibroadenoma benigno prostático freqüentemente se desenvolve na próstata de muitos homens mais velhos, podendo causar obstrução urinária. Esta hipertrofia não é causada pela testosterona. O câncer da glândula prostática é uma causa comum de morte, resultando em cerca de 2 a 3% de todas as mortes masculinas. A orquite granulomatosa não tuberculosa é uma causa rara de aumento unilateral do testículo entre os homens de meia idade. Com freqüência, este aumento de tamanho do testículo desenvolve-se alguns meses após traumatismo. Histologicamente, esta orquite é caracterizada por granulomas, que são encontrados tanto nos túbulos seminíferos como no tecido conjuntivo intertubular. O testículo e o epidídimo são lesados tanto na sífilis congênita como na adquirida, mas, quase invariavelmente, o testículo é o primeiro a ser lesado. Às vezes pode haver orquite sem epididimite concomitante. Microscopicamente, há dois tipos de reação: a produção de gomas ou uma inflamação intersticial difusa, esta caracterizada por edema, infiltração de linfócitos e plasmócitos. Nos casos incipientes, as gomas podem produzir um aumento nodular e os focos de necrose branco-amarelados característicos. A reação difusa causa edema e endurecimento. Na evolução, seja a reação inicial gomosa ou difusa, segue-se uma cicatrização fibrótica progressiva, a qual, por sua vez, conduz a uma atrofia tubular considerável e, em alguns casos, à esterilidade. Geralmente o testículo diminui de tamanho, torna-se pálido e fibrótico. As células intersticiais de Leydig são poupadas e a potência não está alterada. Entretanto, quando o processo é muito extenso, as células de Leydig podem ser destruídas, produzindo-se perda de libido. A esterilidade ocorre menos freqüentemente quando a lesão é gomosa e não difusa. O câncer de próstata (câncer prostático) é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, depois do câncer de pele, e a segunda causa principal de morte por câncer nos homens, depois do câncer de pulmão. A próstata é uma das glândulas sexuais masculinas. É uma glândula pequena (do tamanho de uma noz) e produz uma substância que, juntamente com a secreção da vesícula seminal e os espermatozóides produzidos pelos testículos, formam o esperma (sêmen). Está localizada em cima do reto e embaixo da bexiga. A próstata rodeia a uretra (tubo que leva a urina desde a bexiga até o pênis). Com o crescimento da próstata aparecem dificuldades em urinar e em manter relações sexuais. Só os homens possuem próstata e seu desenvolvimento é estimulado pela testosterona, o hormônio masculino. O câncer de próstata se dá com maior freqüência em homens adultos. A próstata segue crescendo durante toda vida de um homem, e muitos deles, com idades próximas a 60 anos, apresentam uma condição chamada hipertrofia prostática benigna (HPB), muito mais comum que o câncer de próstata. Muitos dos sintomas do HPB são os mesmos do câncer de próstata. Como ocorre em muitos tipos de câncer, a detecção e o tratamento antecipados aumentam a perspectiva de cura. Além do mais, o câncer de próstata é um tipo de câncer que cresce lentamente. No seu estágio mais inicial, o câncer de próstata pode não produzir sintomas. Com o crescimento do tumor, nota-se certos sintomas como: dificuldades em começar e terminar de urinar, reduzido jato da urina, gotejo no final da urinação, micção dolorosa, urinar pouca quantidade de cada vez e freqüentemente, especialmente à noite, ejaculação dolorosa, sangue na urina, incapacidade de urinar e dores contínuas. Os órgãos genitais internos da mulher são os ovários, as trompas de Falópio e o útero. Cada um com a sua função específica, e são essenciais no processo de reprodução: os ovários encarregam-se de produzir as células reprodutoras femininas; as trompas, que ligam os ovários ao útero, constituem o ponto de encontro das células reprodutoras femininas com as masculinas e, portanto, o ponto de uma eventual fecundação; e o útero encarrega-se de “alojar” e proteger o produto da gestação até ao momento do parto. As glândulas sexuais produzem os seguintes hormônios: estrogênio(ovário), com a função de promover desenvolvimento das características sexuais secundárias femininas e regulagem do ciclo menstrual; progesterona(ovário), com a função de promover o desenvolvimento do endométrio (fase proliferativa lútea do ciclo menstrual), preparação do útero para gravidez e das mamas para lactação. Testosterona (testículo) com a função de promover o desenvolvimento das características sexuais secundárias e promove a espermatogênse (produção de espermatozóides). Os ovários são os centros endócrinos e germinativos da mulher, e a caracterizam como tal. O caráter cíclico da natureza e da fisiologia feminina é típico. Todas as ações cíclicas estrogênicas e/ou estrogênico-progesterônicas geram inúmeras transformações também cíclicas nos órgãos sexuais da mulher [genitália e mamas), em sua fisiologia e em outros setores do seu corpo. O funcionamento das gônadas femininas está sob o controle do sistema hipotálamohipofisário (com o qual elas interagem em regime de “feedback”) e também de fatores intraovarianos específicos. Estes últimos, entre outras ações, modulam a capacidade de resposta dos ovários às gonadotrofinas hipofisárias, que são o FSH [hormônio folículo estimulante) e o LH [ hormônio luteinizante). Resumidamente, podemos dizer que a fisiologia das gônadas femininas depende das ações das gonadotrofinas hipofisárias, dos próprios hormônios sexuais por elas produzidos e de fatores reguladores intra-ovarianos ainda mal conhecidos. A trajetória biológica de tudo o que no corpo da mulher é caracteristicamente feminino é determinada pela trajetória biológica dos ovários ao longo da vida, uma vez que eles são a fonte básica dos estrogênios - os principais hormônios da feminilidade ao nível somático. Assim, é inegável que, durante a maior parte da vida da mulher, as suas gônadas são muito mais importantes como produtoras de estrogênios (e também de progesterona) do que de óvulos. A maior parte do volume dos ovários se deve à camada cortical, que é a camada funcional propriamente dita. É nela que, em meio a um estroma conjuntivo também dotado de certa capacidade endócrina, se encontram os folículos ovarianos, que são as unidades funcionais básicas das gônadas femininas. Após a ovulação, também em decorrência do pico ovulatório de LH, as células granulosas e tecais passam por acentuadas modificações morfológicas e funcionais, dando origem ao corpo lúteo. Pouquíssimos são os folículos que atingem o pleno desenvolvimento, conseguindo produzir altos níveis de estrogênios, ovular e luteinizar-se. A imensa maioria deles está condenada à regressão e ao desaparecimento através do processo da atresia* ou morte folicular antes mesmo de completarem os primeiros estágios do seu crescimento. Como a formação de novos folículos é impossível ao longo da vida da mulher, o fenômeno da atresia folicular vai gradualmente levando ao esgotamento das gônadas femininas - esgotamento este que se completa em torno dos 50 anos, culminando com a menopausa. Assim, os órgãos que são os centros endócrinos e germinativos da mulher estão paradoxalmente condenados ao esgotamento e envelhecimento precoce. Em decorrência da privação estrogênica pós-menopáusica, todos os órgãos e tecidos estrogênio-dependentes do corpo da mulher entram em atrofia. Os estrogênios podem ser vistos como a principal manifestação endócrina do lado afrodisíaco da mulher, uma vez que são eles os responsáveis pela maturação sexual da mesma e pelo trofismo e boa forma de tudo o que no seu corpo é tipicamente feminino. A progesterona, à parte a sua fundamental importância na fisiologia ginecológica e no equilíbrio endócrino feminino, de certa forma pode ser vista como mais relacionada ao lado maternal da mulher. Já os androgênios, precursores bioquímicos dos estrogênios, podem ser relacionados ao obscuro componente masculino da mulher. A aresia folicular, processo fisiológico através do qual a maioria dos folículos ovarianos entram em regressão, morrem e desaparecem ao longo dos vários estágios do seu crescimento. Os dois hormônios ovarianos, o estrogênio e a progesterona, são responsáveis pelo desenvolvimento sexual da mulher e pelo ciclo menstrual. Esses hormônios, como os hormônios adrenocorticais e o hormônio masculino testosterona, são ambos compostos esteróides, formados, principalmente, de um lipídio, o colesterol. Os estrogênios são, realmente, vários hormônios diferentes chamados estradiol, estriol e estrona, mas que têm funções idênticas e estruturas químicas muito semelhantes. Por esse motivo, são considerados juntos, como um único hormônio. O estrogênio induz as células de muitos locais do organismo a proliferar, isto é, a aumentar em número. Por exemplo, a musculatura lisa do útero aumenta tanto que o órgão, após a puberdade, chega a duplicar ou mesmo a triplicar de tamanho. O estrogênio também provoca o aumento da vagina e o desenvolvimento dos lábios que a circundam, faz o púbis se cobrir de pêlos, os quadris se alargarem e o estreito pélvico assumir a forma ovóide, em vez de afunilada como no homem. Provoca também o desenvolvimento das mamas e a proliferação dos seus elementos glandulares, e, finalmente, leva o tecido adiposo a concentrar-se, na mulher, em áreas como os quadris e coxas, dando-lhes o arredondamento típico do sexo. Em resumo, todas as características que distinguem a mulher do homem ocorrem em função do estrogênio e a razão básica para o desenvolvimento dessas características é o estímulo à proliferação dos elementos celulares em certas regiões do corpo. O estrogênio também estimula o crescimento de todos os ossos logo após a puberdade, mas promove rápida calcificação óssea, fazendo com que as partes dos ossos que crescem se “extingam” dentro de poucos anos, de forma que o crescimento, então, pára. A mulher, nessa fase, cresce mais rapidamente que o homem, mas pára após os primeiros anos da puberdade. Já o homem tem 32 um crescimento menos rápido, porém mais prolongado, de modo que ele assume uma estatura maior que a da mulher, e, nesse ponto, também se diferenciam os dois sexos. O estrogênio tem efeitos muito importantes no revestimento interno do útero, o endométrio, e no ciclo menstrual. A progesterona tem pouco a ver com o desenvolvimento dos caracteres sexuais femininos. Está principalmente relacionada com a preparação do útero para a aceitação do embrião e à preparação das mamas para a secreção láctea. Em geral, a progesterona aumenta o grau da atividade secretória das glândulas mamárias e, também, das células que revestem a parede uterina, acentuando o espessamento do endométrio e fazendo com que ele seja intensamente invadido por vasos sanguíneos. Determina, ainda, o surgimento de numerosas glândulas produtoras de glicogênio. Finalmente, a progesterona inibe as contrações do útero e impede a expulsão do embrião implantado ou do feto em desenvolvimento. A hipófise anterior das meninas, como a dos meninos, não secreta praticamente nenhum hormônio gonadotrópico até à idade de 10 a 14 anos. Entretanto, por essa época, começa a secretar dois hormônios gonadotrópicos. No inicio, secreta principalmente o hormônio folículo-estimulante (FSH), que inicia a vida sexual na menina em crescimento. Mais tarde, secreta o hormônio luteinizante (LH), que auxilia no controle do ciclo menstrual. O hormônio folículo-estimulante causa a proliferação das células foliculares ovarianas e estimula a secreção de estrógeno, levando as cavidades foliculares a desenvolverem-se e a crescer. O hormônio luteinizante aumenta ainda mais a secreção das células foliculares, estimulando a ovulação. O ciclo menstrual na mulher é causado pela secreção alternada dos hormônios folículoestimulante e luteinizante pela hipófise anterior (adenohipófise), e a secreção dos estrogênios e progesterona pelos ovários. O ciclo de fenômenos que induzem essa alternância tem a seguinte explicação: no começo do ciclo menstrual, isto é, quando a menstruação se inicia, a hipófise anterior secreta maiores quantidades de hormônio folículo-estimulante juntamente com pequenas quantidades de hormônio luteinizante. Juntos, esses hormônios promovem o crescimento de diversos folículos nos ovários e acarretam uma secreção considerável de estrogênio (estrógeno). Acredita-se que o estrogênio tenha, então, dois efeitos seqüenciais sobre a secreção da hipófise anterior. Primeiro, inibiria a secreção dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante, fazendo com que suas taxas declinassem a um mínimo por volta do décimo dia do ciclo. Depois, subitamente, a hipófise anterior começaria a secretar quantidades muito elevadas de ambos os hormônios, mas principalmente do hormônio luteinizante. É essa fase de aumento súbito da secreção que provoca o rápido desenvolvimento final de um dos folículos ovarianos e a sua ruptura dentro de cerca de dois dias. O processo de ovulação, que ocorre por volta do décimo quarto dia de um ciclo normal de 28 dias, conduz ao desenvolvimento do corpo lúteo ou corpo amarelo, que secreta quantidades elevadas de progesterona e quantidades consideráveis de estrogênio. O estrogênio e a progesterona secretados pelo corpo lúteo inibem novamente a hipófise anterior, diminuindo a taxa de secreção dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante. Sem esses hormônios para estimulá-lo, o corpo lúteo involui, de modo que a secreção de estrogênio e progesterona cai para níveis muito baixos. É nesse momento que a menstruação se inicia, provocada por esse súbito declínio na secreção de ambos os hormônios. Nessa ocasião, a hipófise anterior, que estava inibida pelo estrogênio e pela progesterona, começa a secretar outra vez grandes quantidades de hormônio folículo-estimulante, iniciando um novo ciclo. Esse processo continua durante toda a vida reprodutiva da mulher. Na maioria das mulheres, o período de declínio estrogênico é acompanhado por reações vaso-motoras, alterações de temperamento e mudanças na composição da pele e do corpo. 0corre também aumento da gordura corporal e diminuição da massa muscular. A queda nos níveis de estrogênio é seguida por uma alta incidência de doenças cardiovasculares, perda de massa óssea e falhas no sistema cognitivo. A Terapia de Reposição Hormonal (TRP) mostrou-se dúbia. Foram registrados riscos com reposição efetuada com estrógenos sintéticos e progestinas. No entanto, há grande aceitação médica com a progesterona natural em forma de creme transdérmico para tratar dos males decorrentes do desequilíbrio hormonal. A progesterona natural via transdérmica não apresenta efeitos colaterais quando usada em doses fisiológicas. GLÂNDULAS DO TRACTO GASTROINTESTINAL - O Sistema Gastrintestinal (SGI) é formado por órgãos ocos em série que se comunicam das extremidades com o meio ambiente, constituindo o denominado Trato Gastrintestinal (TGI), e pelos órgãos anexos , que lançam suas secreções na luz do TGI. Os órgãos do TGI são: cavidade oral, faringe, esôfago, intestino delgado (duodeno, jejuno e íleo), intestino grosso ou cólon e ânus. Esses órgãos são delimitados entre si por esfíncteres. O esfíncter esofágico superior, ou cricofaríngeo, delimita a faringe do corpo do esôfago, o qual é delimitado do estômago pelo esfíncter esofágico superior.  O estômago é delimitado do intestino delgado pelo piloro, e o intestino delgado, do cólon pelo esfíncter ileocecal. A porção distal do cólon diferencia-se no reto e no ânus com seus dois esfíncteres: o interno e o externo. No sentido cefalocaudal (ou aboral), os órgãos anexos ao TGI são: glândulas salivares, pâncreas, fígado e vesícula Biliar (armazena e concentra a bile secretada pelo fígado). A secreção das glândulas salivares é lançada na cavidade oral e as secreções pancreáticas e biliares no intestino delgado. O TGI possui um sistema nervoso próprio, denominado Sistema Nervoso Entérico. Localiza-se inteiramente na parede intestinal, começando do esôfago até o ânus. É composto por dois plexos: Plexo Mioentérico ou Plexo de Auerbach (um plexo externo, disposto entre as camadas musculares longitudinais e circular), que controla os movimentos gastrointestinais; e o Plexo Submucoso ou de Meissner (um plexo interno, localizado na submucosa), que controla a secreção gastrointestinal e o fluxo sanguíneo local. HIPOTÁLAMO – O hipotálamo está situado abaixo do Tálamo e é a única que é recoberta pelo Telencéfalo. É separado do Tálamo pelo Sulco Hipotalâmico, atua como Centro Nervoso Autônomo acelerando ou refreando certas funções do corpo e secreta vários hormônios. Funciona como um centro regulador e integrador de diversas respostas orgânicas e comportamentais, tendo como objetivo a manutenção do equilíbrio orgânico ou a homeostasia. Suas principais estruturas são os corpos mamilares (sentido do olfato), quiasma óptico (decussação dos nervos ópticos), túber cinéreo (conecta a glândula hipófise ao hipotálamo) e o infundíbulo (prende a hipófise ao infundíbulo, tem forma de funil). O hipotálamo se  relaciona com todas as atividades viscerais, sendo o  principal centro subcortical de regulação de atividades simpática e parassimpática, influenciando na regulação do sono, do metabolismo. Além disso, o hipotálamo influencia na regulação do sono, na regulação do metabolismo de açúcares e gorduras, controla a temperatura corporal e o balanço hídrico e possui implicações nas reações afetivas graças a sua estreita relação com o sistema límbico. Suas principais funções são a regulação da temperatura, a ingestão de alimentos, a manutenção do equilíbrio hídrico, a expressão emocional, a influencia sobre o sono, controle do sistema nervoso autônomo, controle endócrino e controle da neuro e adeno-hipófise. Veja mais aqui e aqui.

REFERÊNCIAS
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MACHADO, Ângelo. Neuroanatomia funcional. Rio de Janeiro: Atheneu, 2006.
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SHERWOOD, Lauralee. Fisiologia humana: das células aos sistemas. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
SILVERTHORN, D. Fisiologia humana - uma abordagem integrada. São Paulo: Manole, 2003.
TREPEL, Martin. Neuroanatomia: estrutura e função. Rio de Janeiro: Revinter,2005.

TROVA DE ARGEMIRO CORREA
Nos quatro versos da trova
Eu ponho a minha paixão,
Velha história - sempre nova,
E fonte de inspiração.

Com alguém que recebeu
Seu título de doutor,
Recebi também o meu
Diploma de trovador.

O sorriso de Maria
Tem um mistério estupendo,
Lembra o sol de um belo dia,
E a paz da tarde morrendo.

Tanto o bem como a maldade,
Tem linha satisfatória,
E a plantação é à vontade,
Só a colheita é obrigatória.
ARGEMIRO CORREA: DIA DO TROVADORArgemiro Corrêa, pai da poeta Meimei Corrêa, era poeta, trovador, contista, cronista. Fez muito pela cultura ao longo da vida. Um poeta apaixonado pelas rosas, se intitulava "O feliz cantor das rosas". Veja mais aqui, aqui e aqui.


NÓ NA GARGANTA - O Nó Na Garganta foi criado por Eduardo Proffa e Jan Claudio em 2002. A dupla tem o cantor e o poeta, dividindo o mesmo palco numa perfeita simbiose artístico-cultural. O principal objetivo é apresentar ao espectador o trabalho de criação musical em um formato acústico, aonde são focadas obras autorais e de outros artistas, interagindo ativamente com a diversidade temática dos poemas. Com isso, integra-se música e literatura em uma conexão única no fazer arte, onde a presença do poeta é tão ativa e protagonista quanto à do músico. As intervenções que as poesias fazem nas músicas e vice-versa, deixam o palco mais dinâmico e flexível, onde se pode explorar todos os temas poéticos e os diversos ritmos sonoros. Entre 2011 e 2013 realizaram o Show Entre Amigos, sucesso de crítica e público, o qual foi registrado em um BOX com CD e DVD. Este ano de 2014 realizaram o sonho de compartilhar o palco do centenário do Teatro Deodoro com diversos artistas alagoanos no Show Alagoando. Para esta apresentação no Teatro Jofre Soares no SESC Centro, o Show Nó na Garganta terá uma nova roupagem, concepção musical e poética onde irá mesclar o trabalho autoral com as músicas e poesias de artistas alagoanos. E para isso a dupla convidou os músicos Misael Dantas (Contrabaixo) e Paulo Keita (Percussão) para fazerem parte desta trilha de rara beleza da arte caeté. Info/Contatos: (82) 8807-5064 / 9444-1565


PALAVRAS DE MEIMEI CORRÊA - Um dia, a poesia sonhou com a música, ela precisava de algo mais para se tornar mais encantadora, mais envolvente... A música ecoava pelo universo à procura de uma companheira que pudesse expressar em palavras, os seus sentimentos. A vontade de caminhar acompanhada, de poder ter mais brilho, a fazia prosseguir nessa busca... Encontraram-se, poesia e música, uma sorriu para a outra, abraçaram-se como velhas conhecidas quando se reencontram. Eram elas fluindo nos corações sensíveis, incríveis e Eduardo Proffa e Jan Cláudio, talentosos e nos deixando com Nó Na Garganta ao ouví-los. (Por Meimei Corrêa).


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