domingo, junho 29, 2014

MERIKANTO, SAINT-EXUPÉRY, CRIS BRAUN, PAUL KLEE, CLÓVIS GRACIANO E COLIN HAY.


 Imagem: Hesitation, de do pintor e poeta suíço naturalizado alemão Paul Klee (1879 - 1940)

Ouvindo a Symphony nº 1, in B-minor, op. 5, de 1916, de Aarre Merikanto.

AARRE MERIKANTO – O compositor finlandês Aarre Merikanto (1893-1958) era filho do também compositor Oskar Merikanto. Compôs, entre outras obras, diversos concertos para piano, destacando o Concerto para violino nº 2 (1925), Notturno (1929) e Fantasia (1923).


Imagem: Figura Feminina, óleo sobre tela, do pintor, cenógrafo e ilustrador brasileiro Clóvis Graciano (1907 – 1988).

Ouvindo Hold Me, do músico escocês Colin Hay.

SAINT-EXUPERY – Hoje vasculhando o monturo dos meus livros, caiu na minha mão um dos volumes do escritor, ilustrador e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry (1900 – 1944), que escreveu, entre outros livros, Voo noturno (1931), Terra dos homens (1939) e o festejado Pequeno Príncipe (1943) – não li os outros livros dele. Este último com uma aparência de livro infantil que encanta ainda hoje pessoas de todas as idades. Entre tantas do livro, essa pequena parte merece destaque: “O pequeno príncipe atravessou o deserto e encontrou apenas uma flor. Uma flor de três pétalas, uma florzinha insignificante... - Bom dia - disse o príncipe. - Bom dia - disse a flor. - Onde estão os homens? - Perguntou ele educadamente. [...] - Os homens? Eu creio que existem seis ou sete. Vi-os faz muito tempo. Mas não se pode nunca saber onde se encontram. O vento os leva. Eles não têm raízes. Eles não gostam das raízes. [...] O pequeno príncipe escalou uma grande montanha. As únicas montanhas que conhecera eram os três vulcões que batiam no joelho. O vulcão extinto servia-lhe de tamborete. "De uma montanha tão alta como esta", pensava ele, "verei todo o planeta e todos os homens..." Mas só viu pedras pontudas, como agulhas. [...] Mas aconteceu que o pequeno príncipe, tendo andado muito tempo pelas areias, pelas rochas e pela neve, descobriu, enfim, uma estrada. E as estradas vão todas em direção aos homens. [...] E ele se sentiu profundamente infeliz. Sua flor lhe havia dito que ele era a única de sua espécie em todo o Universo. E eis que havia cinco mil, iguaizinhas, num só jardim! [...] - Procuro os homens - disse o pequeno príncipe. [...] - Os homens - disse a raposa - têm fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. [...] - Nada é perfeito - suspirou a raposa”. Veja mais aqui.


CRIS BRAUN – Durante a semana que passou tive a gratíssima satisfação de ouvir de uma leva só três álbuns: Cuidado com pessoas como eu (1994), Atemporal (2004) e Fábula (2012). A artista? Cris Braun. Com a primeira audição fiquei embevecido. Com a segunda – como a gente diz aqui na maior sem cerimônia -, bestificado. Nossa! Incrivelmente maravilhoso. Fui logo saber quem era tal, coisa que logo tomei ciência por meio do – nada mais, nada menos – jornalista e crítico musical Arthur Dapieve, tratar-se duma gaucha/alagoana que tem uma trajetória artística digna de nota. Entre saber de quem se tratava e a degustação das músicas, destaco Bom dia (uma parceria dela com o Billy Brandão e com participação especial da Paula Toller), A Viga (parceria dela com o Fernando Fiuza), Contradição (dela com Marcos Cunha e William Magalhães), Ossos (essa do Wado) e Memória da Flor (da dupla Junior Almeida e Zé Paulo). Confesso maravilhado que vocês terão a mesma satisfação de constatar: uma artista!


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