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BAUDELAIRE, KIERKEGAARD, GIANNI VATTIMO, IK, ADRIANO NUNES & ANTÍPODAS TROPICAIS



DO INDIVIDUALISMO POSSESSIVO AO UMBIGOCENTRISMO DA FUTILIDADE – Já dizia o filósofo e político italiano, um dos expoentes da pós-modernidade, Gianni Vattimo: “[...] significa que hoje temos laços comunitários menos fortes, enraizamentos menos profundos na família e com a comunidade do território, não acreditamos mais na raça”. Veja mais do Umbigocentrismo


A MULHER E A SORTE PARA SÖREN AABYE KIERKEGAARD (1813-1855) – “[...] A sorte não nos bafeja muitas vezes, devemos pois aproveitá-la o mais possível quando se apresenta; o mal está em que não é de modo algum difícil seduzir uma jovem, mas sim encontrar uma que valha a pena ser seduzida”. (Diário de um sedutor, Kierkegaard). Veja mais Filosofia.

A VIDA SEMPRE POR UM TRIZ – Já dizia Baudelaire: “Felizmente, essa imaginação interminável só durou um minuto, pois num intervalo de lucidez, às custas de um grande esforço, você conseguiu olhar para o relógio. Mas já outra corrente de ideias o está levando; por mais um minuto o fará rolar no seu redemoinho vivo, e esse outro minuto será uma eternidade. Pois as proporções do tempo e do ser estão totalmente distorcidas pela quantidade e intensidade das sensações e das ideias. Parece que se está vivendo várias vidas de homem no espaço de uma hora”. (Charles Baudelaire, O poema do haxixe. Rio de Janeiro: Newton Compton, 1996). Veja mais Baudelaire.

TRIBO IK – Por força de uma determinação governamental, a tribo Ik caçadores das montanhas do norte de Uganda, foi transferida das suas terras de caça para um território com solo árido e rochoso. O resultado dessa decisão provocou a fome entre esse povo montês, definhando por falta de alimento e deteriorando sua estrutura social. A fome predominava e, por causa disso, uns se voltaram contra os outros, abandonando os sentimentos de amor e afeição que havia entre eles. As crianças da tribo que não conseguiam encontrar comida eram deixadas em cercados à espera da morte, juntamente com os avós deixados à míngua.

ANTÍPODAS TROPICAIS, DE ADRIANO NUNES – Já tem data marcada para o lançamento do segundo livro do poeta alagoano Adriano Nunes, Antípodas Tropicais, pelo selo da Editora Vidráguas, da poetamiga e editora Carmen Presotto. Em Maceió, o lançamento ocorrerá no próximo dia 28/05, às 11hs, na Editora/Livraria Edufal, no campus da Ufal. Imperdível. Veja mais Adriano Nunes.


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