sábado, novembro 16, 2013

STELLA DÍAZ VARÍN, FANON, SÁNDOR MÁRAI, MIGNOLO, DESCOLA & LITERÓTICA.


A FEBRE DO DESEJO - Em tua carne febril de manhãs amorosas a libertação do poema pelo canto que ensaio presente em meu querer despudorado que se multiplica e nos multiplicamos na minha canção visitante civil e indômita na tua agasalhadora sedução que me faz canção no teu ouvido e a minha volúpia danada não cabe entre teus seios de setembro ensolarado porque a primavera é viva demais no meu inquieto sexo que quer lambuzar com meus poemas atiçadores a tua pele corpo e alma azul inventando a vida para provar de todo o pomar que é a tua inteira carne como a noite e renascida como o dia até tê-la desalinhada e crua, ai meu deus do céu, com teu césio 137 na velocidade 5 dançando nua no meu créu. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui, aquiaqui.

 


DITOS & DESDITOS - O mundo foi mapeado como o conhecemos hoje no século 16. Esse mapa se universalizou, impondo a idéia de que o mundo é dividido em quatro continentes. Como você pode "ver" em qualquer mapa esses quatro continentes? Não há nada nas massas de terra e água que os divida dessa forma. A divisão é um legado da cosmologia cristã. Os cristãos eram a única comunidade que dividia o mundo em três. Pensamento do semiólogo e professor argentino Walter Mignolo, integrante do grupo modernidade/colonialidade.

 

ALGUÉM FALOU: Temos a ilusão de que todo o mundo vê as mesmas coisas... A cultura em que fomos criados faz com que vejamos as coisas diferentes... Pensamento do antropólogo francês Philippe Descola, que na obra Beyond Nature and Culture (University of Chicago Press, 2013), expressa que: […] A meu ver, a missão da antropologia é tentar, juntamente com outras ciências, mas utilizando os seus próprios métodos, tornar inteligível a forma como os organismos de um determinado tipo encontram um lugar no mundo, adquirem uma representação estável dele e contribuem para a sua evolução. transformação forjando com ele e entre si vínculos constantes ou ocasionais e de uma diversidade notável, mas não infinita. Antes de construir uma nova carta para o futuro em gestação, precisamos primeiro mapear essas ligações, compreender a sua natureza mais claramente, estabelecer os seus modos de compatibilidade e incompatibilidade, e examinar como eles tomam forma nas suas maneiras claramente distintas de estar no mundo. [...].

 

PELE NEGRA, MÁSCARA BRANCA[...] é de bom tom preceder uma obra de psicologia por uma tomada de posição metodológica. Fugiremos à regra. Deixaremos os métodos para os botânicos e os matemáticos. Existe um ponto em que os métodos se dissolvem [...] Por que escrever esta obra? Ninguém a solicitou. E muito menos aqueles a quem ela se destina. E então? Então, calmamente, respondo que há imbecis demais neste mundo. E já que o digo, vou tentar prová-lo. Em direção a um novo humanismo... À compreensão dos homens... Nossos irmãos de cor... Creio em ti, Homem... O preconceito de raça... Compreender e amar... De todos os lados, sou assediado por dezenas e centenas de páginas que tentam impor-se a mim. Entretanto, uma só linha seria suficiente. Uma única resposta a dar e o problema do negro seria destituído de sua importância  [...] O negro é um homem negro; isto quer dizer que, devido a uma série de aberrações afetivas, ele se estabeleceu no seio de um universo de onde será preciso retirá-lo. O problema é muito importante. Pretendemos, nada mais nada menos, liberar o homem de cor de si próprio. Avançaremos lentamente, pois existem dois campos: o branco e o negro [...]. Trechos extraídos da obra Piel negra, máscaras blancas (Akal, 2009), do psiquiatra, filósofo e ensaísta francês da Martinica, Frantz Fanon (1925-1961). Veja mais aqui e aqui.

 

AS VELAS ARDEM ATÉ O FIM - [...] Não, o segredo é que não há recompensa e temos que suportar nosso caráter e nossa natureza da melhor maneira possível, porque nenhuma quantidade de experiência ou discernimento irá corrigir nossas deficiências, nossa auto-estima ou nossa cupidez. Temos que aprender que nossos desejos não encontram nenhum eco real no mundo. Temos que aceitar que as pessoas que amamos não nos amam, ou não nos amam da maneira que esperamos. Temos que aceitar a traição e a deslealdade e, o mais difícil de tudo, que alguém seja melhor do que nós em caráter ou inteligência. [...] Ela disse que nunca quis ter segredos de mim nem de si mesma, por isso queria anotar tudo o que de outra forma seria difícil de falar. Como disse, mais tarde compreendi que quem foge para uma honestidade assim teme alguma coisa, teme que a sua vida se encha de algo que não pode mais ser partilhado, um segredo genuíno, indescritível, inexprimível. [...] Você também acredita que o que dá sentido às nossas vidas é a paixão que de repente nos invade coração, alma e corpo, e arde em nós para sempre, não importa o que mais aconteça em nossas vidas? E que se já experimentámos tanto, então talvez não tenhamos vivido em vão? A paixão é tão profunda e terrível e magnífica e desumana? Trata-se de fato de desejar qualquer pessoa ou de desejar o próprio desejo? Essa é a questão. Ou talvez se trate realmente de desejar uma pessoa específica, um outro único e misterioso, de uma vez por sempre, não importa se essa pessoa é boa ou má, e a intensidade dos nossos sentimentos não tem qualquer relação com as qualidades ou o comportamento desse indivíduo? [...] O tempo é um purgatório que limpou toda a fúria das minhas memórias. [...]. Trechos extraídos da obra Embers (Vintage, 2002), do escritor e jornalista húngaro Sándor Márai (1900-1989). Veja mais aqui e aqui.

 

BREVE HISTÓRIA DA MINHA VIDA - Comando soldados. \ E lhes hei dito acerca do perigo\ de esconder as armas\ baixo às olheiras.\ Eles não estão de acordo.\ E como estão todo o tempo discutindo\ sempre trazem perdida a batalha.\ Já não se pode se valer de ninguém.\ Eu não posso estar em tudo;\ para isso pago \ cada gota de sangue\ que se derrama no inferno.\ No inverno, devo me dedicar\ a oxidar um ou outro sepulcro.\ E na primavera, construo diques\ destinados aos naufrágios. \ Assim é, enfim…\ As quatro estações do ano\ não me contemplam, senão trabalhando\ Enfio agulhas\ para que as viúvas jovens\ fechem os olhos de seus maridos,\ e desperdiço minutos, vislumbrando\ à entrada de uma flor de lavanda\ de uma simples abelha,\ para separá-la em duas\e vê-la mover-se: a cabeça em direção ao sul\ e o abdômen em direção à cordilheira.\ Assim é\ como o dia de Páscoa da Ressurreição\ me encontra fatigada\ e sem o sorriso habitual\ que nos faz tão humanos\ ao dizer da gente. Poema da poeta chilena Stella Díaz Varín, também conhecida como la Colorina ou la víbora.

 

PROGRAMA DOMINGO ROMÂNTICO – O programa Domingo Romântico que vai ao ar todos os domingos, a partir das 10hs (horário de Brasilia), é comandado pela poeta e radialista Meimei Corrêa na Rádio Cidade, em Minas Gerais. Confira a programação deste domingo aqui. Na edição deste 24 de novembro, muitas comemorações: de mais de 300 mil do blog Tataritaritatá e de mais 4 mil membros no grupo do programa no Facebook, com muitas atrações, confira: Heitor Villa-Lobos, João Guimarães Rosa, Flora Purim & Airto Moreira, Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco, Tears for fears, Jane Duboc, Milton Nascimento, Yes, Ivan Lins, Orquestra Tabajara, Elis Regina, Belchior, Leo Gandelman & Leila Pinheiro, Erasmo Carlos & Chico Buarque, Mart´nália & Djavan, Roberto Frejat, The Corrs, Vinicius Cantuária, Tunai, Altay Veloso, Kleiton & Kledir, Eduardo Dusek, Adriana Calcanhoto & Maria Bethania, Tavito, Braulio Tavares, Gi Machado, Mariza Serrano, Lelo Praxedes, Trovadores Urbanos, Fernanda Rivitti, Teco Seade, Tania Alves, Luis Miguel, Cantor Pitanga, Gerard Joling, Paulynho Duarte  & muito mais!!!!! Participe, comente, curta online & abrilhante a nossa festa neste 24 de novembro, na programação da Cidade FM 87,9, a partir das 10hs. Não deixe de participar para concorrer a diversos prêmios. Veja mais aqui.

DOMINGO ROMÂNTICO, POEMA DE ANDREA BORGES

Primavera invade nossas querências
Raiando um lindo Sol de Verão
Os sentimentos latentes de Amor e Paixão
Grandiosos saberes e vertentes de poesias
Rasgam nossos lares e corações
Amanhecer de um Domingo de essência musical
Maravilhosa programação da Rádio Cidade de Campos Gerais
Aos nossos ouvidos vem brindar

Diariamente esperamos o primeiro dia de a semana chegar
Olhos atentos nos preparando para sonhar
Meimei Corrêa com sua voz doce
Impressiona com sua sabedoria e delicadeza
Não nos furtamos a comentar cada momento de emoção
Grandes nomes nacionais e internacionais
Ouvimos e curtimos num mesmo cantar

Rasgando nossos devaneios
Os mais íntimos sentimentos afloraram do coração
Maravilhoso e dinâmico
Ardente e ameno
Nada é esquecido em sua condução
Trazendo recordações
Intensas e memoráveis
Cativantes e deliciosas
O Programa Domingo Romântico nos prova que vale a pena amar!

SERVIÇO:
O que? Programa Domingo Romântico
Quando? Neste domingo, 24 de novembro, a partir das 10hs.
Onde? Cidade FM 
Apresentação Meimei Corrêa.

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sexta-feira, novembro 15, 2013

SARA DE IBÁÑEZ, MARGARIDA REBELO, GAYATRI SPIVAK, DAMATTA, LACAN, BHABHA & ADELINA

 


ADELINA CHARUTEIRA (À escravizada abolicionista Adelina 1859, morte desconhecida) – Era tempo do algodão e Zefinha pariu uma menina bocuda que ninguém ia fazê-la de besta, e que cresceu bastarda de um nobre senhor. A menina escrava sonhava passando pelos casarões azulejados de São Luís maranhense, onde a chibata cobria e ensanguentava as vestes encardidas. Boca da Noite chamada por seu dono, era mesmo a escrava Josepha Tereza da Silva de nascimento, tão bela com a filha pela mão nos passos pelo calçamento das ruas estreitas. Vem cá, Adelina! A menina aprendeu a ler e escrever e mais sonhava completar 17 anos para ganhar a alforria prometida. A liberdade, porém, malogrou com a bancarrota do seu suposto pai e senhor: Vá ser charuteira! E lá ia de rua em beco, ladeiras e praças. Vem cá, Adelina, dá-me um charuto, mulher! E lá ia ela conversadeira, de bar em bar desfilando a oferta de fumo. Caprichosa, angariou simpatias e compradores entre os transeuntes. Conhecia bem a cidade e, um dia, no Largo do Carmo se engraçou com a estudantada do Liceu, seus assíduos fregueses, aos comícios abolicionistas. Foi tomada pela causa e responsável pelas informações do Clube dos Mortos, a luta contra escravidão e a liberdade que tanto sonhara na promessa nunca cumprida. Veja mais aqui e aqui.

 


DITOS & DESDITOS - O capital não tem fronteiras; esse é o problema. Por outro lado, o capital tem de manter vivas as fronteiras para que este tipo de comércio transfronteiriço possa acontecer. Portanto, a ideia de ausência de fronteiras contém uma contradição performativa que deve ser mantida viva... Quando parece que ganhamos ou perdemos em termos de certezas, devemos, como professores de literatura na sala de aula, lembrar-nos de tais advertências - deixar que a literatura nos ensine que não há certezas, que o processo é aberto e que pode ser completamente impossível. é salutar que assim seja... A autobiografia é uma ferida onde o sangue da história não seca... Pensamento da crítica e teórica indiana Gayatri Spivak. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

 

ALGUÉM FALOU: Eu tenho este único propósito: aumentar a intensidade da minha consciência da vida... Pensamento do físico, estudioso professor e teórico crítico indiano Homi K. Bhabha. Veja mais aqui e aqui.

 

PESSOAS COMO NÓS - [...] Aos homens falta-lhes sempre uma peça. Pelo menos até aos trinta anos. Primeiro, porque não fazem a mínima ideia do que é o amor. Depois, quando o descobrem, não fazem a mínima ideia do que fazer com ele. [...] As regras são simples: o amor é como a sombra. Se correres atrás dela, nunca a conseguirás apanhar, mas se lhe virares as costas, ela seguir-te-á para sempre. [...] Aprendi... que, sempre que dependo de alguém para ser feliz, acabo por me dar mal. [...]. Trecho extraído da obra Pessoas como Nós (Record, 2009), dDa escritora portuguesa Margarida Rebelo Pinto.

 

A PALAVRA - De repente o vento que se moveu as roupas \ e as almas apaga em um sonho uma asa imóvel sua torre murmurante de asas. \ Cada mulher e cada homem apenas em sua única pegada ele marcha, \ e secretamente ignoram um ao outro na nudez da praça. \ Todo mundo espera, convocado por um silêncio de sinos; \ todos esperam, sombra por sombra, \ Que o amanhecer fale através dos seus olhos. \ Em cada gota de sangue prelúdio de um mar de escamas lentas, \ e o antigo peso da neve as línguas vigilantes coalham. \ Todos tremem e não sabem de nada: algo quebra, algo sobe. \ Todo mundo escuta entorpecido, um boato de medula branca. \ Quem para e é atravessado por mil feridas abertas? \ Quem já mediu sua morte nas lajes da praça? \ Sob as pedras cristalinas lindos demônios verdes rugem, \ e entre as árvores de fumaça \ Gemas agonizantes explodiram. \ As solidões foram quebradas: \ O ar é preenchido pelas janelas. \ Os dentes rangem no escuro. \ O mel chorando dispara. \ Venenos amarelos correm pelas veias dos fantasmas. \ As fontes suicidas estão fechadas, \ e desertos eles mastigam a areia. \ Eles se ajoelham vivos e mortos em suas vestes de apoio, \ porque há um, entre todos um, \ que foi mordido pela chama. \ Os doces pés dos alcançados fogo no derramamento de terra azul. \ A cidade afunda suas raízes na fúria suave da madrugada. \ Até aquela boca mensageira uma flor desesperada surge. \ Todo o jardim de Deus encolhe puxado pelas entranhas. \ Porque existe um, entre todos um, pasto glorioso da ferida. \ Rei sem sorte. O inocente: aquele que trouxe a palavra. Poema da uruguaia Sara de Ibáñez (Sara Iglesias Casadei – 1909-1971).

 


[...] Nada mais simples e bem-vindo do que o isolamento de um vírus e nada mais complexo do que esse próprio isolamento permitindo a realização de guerras bacteriológicas e de contaminação.

RELATIVIZANDO, DE ROBERTO DAMATTA – A obra Relativizando: uma introdução à Antropologia Social, de Roberto DaMatta, trata da explicação da antropologia como ciência, a diferença entre ciências naturais e sociais, a antropologia social ou cultural, os fenômenos das ciências naturais, tecnologias, ideologias, Lévi-Strauss, relativização do sistema, a antropologia biológica, a arqueologia, entre outros importantes assuntos.

Thomas Skidmore considera que o marco histórico das doutrinas raciais brasileiras é o período que antecede à proclamação da República e a Abolição da escravatura, momento de crise nacional profunda, que abala as estruturas sociais, a República sendo um movimento fechado e reacionário destinado a manter o poder dos donos de terra e a Abolição, um movimento progressivo e aberto que propõe a igualdade e a transformação das hierarquias (ameaça ao edifício econômico e social do país). Era necessária uma nova ideologia: ela foi dada com o racismo, ao lado das cadeias de relações sociais dadas pela patronagem e que se mantiveram aparentemente intactas. Essa fabula das três raças hoje, tem a força e o estatuto de uma ideologia dominante que fornece o mito das três raças, as bases de um projeto político e social para o Brasil através da tese do “branqueamento” como alvo a ser  buscado e finalmente é essa fabula que possibilita visualizar nossa sociedade como alvo singular – especificidade que nos é presenteada pelo encontro harmonioso das três “raças”.

A reação dos teóricos americanos e europeus ao “mestiço” no Brasil segundo a qual o Brasil não tinha futuro porque era um país de mestiços e de “mulatos”, de sub-raças híbridas e fracas, pode ser explicada como um modo de rejeitar a hierarquia que permite se ameaçar as elites com todo tipo de encontro e intimidades entre pretos, índios e brancos.

A fábula das três raças junta as duas pontas da nossa cultura: o popular e o elaborado. Os três elementos: o branco, o negro e o indígena, claro que foram importantes na nossa história, mas há uma diferença entre a presença empírica dos elementos e seu uso como recursos ideológico na construção da identidade social brasileira



BIBLIOGRAFIA:
DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1981. Veja mais do autor aqui, aqui e aqui

SEMINÁRIO: O DESEJO E SUA INTERPRETAÇÃO, DE JACQUES LACAN - [...] Um poeta, Desire Viardot, numa revista em Bruxelas, por volta de 51-52, sob 0 titulo Phantamas, propôs esse pequeno .enigma fechado (vamos ver se um grito da assistência vai nos mostrar logo a chave): «A mulher term na pele um grão de fantasia», este "grão de fantasia" que é seguramente aquilo de que se trata um grau firme das contas, nisso quer modula e modela as relações do sujeito com aquele a quem ele demanda, seja quem for. E sem duvida não é por nada que no horizonte tenhamos encontrado 0 sujeito que contem tudo, a mãe universal, e que possamos por vezes nos enganar quanto a essa relação do sujeito com 0 todo que seria 0 que lhes seria desvendado pelos arquetipos analiticos. Mas e bem de outra coisa que se trata. E da abertura, e da hiancia sobre este algo de radicalmente novo que introduz todo 0 corte da fala. Aqui não e apenas da mulher que devemos almejar este grao de fantasia (ou ... este grão de poesia), é da propria analise. O DESEJO E SUA INTERPRETAÇÃO – O livro Seminário: o desejo e sua interpretação, de Jacques Lacan, é composto de vinte e sete lições que abordam a análise e a psicoterapia, o desejo, a transferência, a tradição hedonista da moral, a psicanálise, a estrutura da cadeia significante, o grafo, os sonhos e os desejos, o sonho é uma metáfora, a elisão, Sartre, a realidade humana e o prazer, Anna Freud, a dor de existir, a negação, o desejo e a função da constituição do desejo, masoquismo, satisfação do desejo, a interpretação do desejo, Ella Sharpe, Lewis Carroll, homologia, Descartes e Cristina da Suécia, a relação da mulher ao falo, Eros, entre outros assuntos. Veja mais aqui e aqui.

REFERÊNCIA
LACAN, Jacques. O desejo e sua interpretação. Porto Alegre: Associação Psicanalítica, 2002.


Veja mais sobre:
Imprensa Brasileira aqui e aqui.

E mais:
As pernas no Cinema & o Seminário – A relação do objeto, de Jacques Lacan aqui.
As pernas de Úrsula de Claudia Tajes & Mil Platôes de Gilles Deleuze & Félix Guattari aqui.
Marlene Dietrich & Hannah Arendt aqui.
Diálogos sobre o conhecimento de Paul Feyerabend & a poesia de Lilian Maial aqui.
As pernas da repórter Gracinaura aqui.
A tragédia humana de Imre Madách, a música de Pierre Rode, o cinema de Robert Joseph Flaherty, a pintura de Franz West, a arte de Vera Ellen & Anne Chevalier & Sarah Clarke aqui.
Educação, orientação e prevenção do abuso sexual aqui.
Segmentação do mercado na área de serviços aqui.
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Funções do superego e mecanismos de defesa aqui.
Memória e esquecimento aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
A croniqueta de antemão aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
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Veja mais aquiaqui e aqui.

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Veja os vídeos aqui& maisaqui e aqui.





HILDA HILST, HANNAH CRITCHLOW, DANIELLE STEEL & ONILDO ALMEIDA

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