SÓ FALTAVA ESSA! - Imagem: arte da fotógrafa estadunidense Annie Leibovitz. - Entre coisas acontecidas e inventadas, já vi
muitas coincidências nesse mundo de meu Deus por aí afora e valha-me tudo
quanto é de doidice e arrepios. Já ouvi de tudo quanto é de coisa sobrenatural,
de ficar de orelha em pé com incidências que dão trabalho com acrobacias
mentais para justificar como é que pode aquilo ter acontecido, as mais
disparatadas razões sequer davam para imaginar o que deveras sucedeu. No meio
disso, há quem tenha visto, não acredita em nenhuma delas, mas afirma que há,
inclusive sortilégios, ou mesmo pretexto para uma boa pinoia ou deixar o
temeroso insone. Por conta disso, há quem recorra a todo tipo de crendice para
se ver livre dos desfortunios, tem quem adivinhe antes da hora, como quem não
arrede o pé dos horóscopos, saque das ocultidões da astrologia, coisas do tipo
inexplicáveis, impossíveis ou de outro mundo, coisas assim do inusitado, mesmo
que não tenham sido lá essas coisas, alguma até são, outras nem tanto, só que
foram e ainda espalham brasa entre incautos e desconfiados. Explicações
existem, quase nem sempre aceitáveis, mas vá lá, tipo esconjuro, déjà vu,
cilada, ou aquela de que Deus protege os bêbados, as crianças e os doidos; ou
mesmo daqueles que tiram fino na morte, escapam incólume e não aprendem a
lição. Na verdade, o que tem de gente descrente que chama na grande no ver pra
crer e, ao mesmo tempo, cultua o apocalipse da besta fera dos religiosos e
outras pragas, não tendo cabimento nenhum
motejo, pois, eu mesmo sei de gente condenada à morte por doença terminal
asseverada por médico gabaritado com todos os equipamentos disponíveis da
ciência, que só garantia no máximo seis meses de vida pro aniquilado, e até
hoje ele zanza por aí sorridente pra cima e pra baixo, de se dizer boquiaberto:
ué, curou-se como? Mistério. Quantas com mais de um século de existência de
aprontar no fumo e na bebida, sequer baixaram emergências a vida toda, somente
sorrindo e não levando nada a sério, de só se ouvir: como é que pode, hem?
Ontem mesmo um atleta parrudo, saudável, abstêmio e antitabagista, passou,
acenou e saiu sorridente, teve um piripaque, caiu, morreu na flor da idade. Que
coisa!?! Afora aquelas mais cavernosas que custam mesmo acreditar e que vem
logo com a falação de praxe: acredite, se quiser. Na verdade, o que há de mesmo
é que o barulho lá de fora é enorme e atrapalha os meus pensamentos, rouba minha
concentração, me tira do sério, me deixa neurótico ou virado na porra, pronto
pra desaforar por aí que tem muito parasita que se passa por gente bem vestida
e educada, muares diplomados, chatos de galocha peritos em dar toque de
arrodeio e ganhar dinheiro, armados da maior picaretagem de tão inescrupuloso,
pronto para desancar reputações e sair na maior depois de picar a mula para
lugar incerto e não sabido, pra voltar com a cara mais lisa como se nada
tivesse acontecido e começar tudo de novo, no fuxico, na trama e danação, isso
sim, isso custa acreditar, como se não aprendesse a lição ou jamais tenha lição
alguma pra ser aprendida, o que passou, passou, e nada mais resta que seguir
adiante à espera de um milagre que cairá do céu e tudo será resolvido, só
assim, Deus na causa e valha-nos todos nós. Dramas e comédias, de amigos que se
foram assim do nada, duns estropiados que ressuscitaram na hora do enterro, casos
que pairam dúvidas, outros intrigantes, afinal o estrupício é que incomoda, ou como
diz Leon Eliachar: “nem sempre dramas,
nem sempre comédias, mas irremediavelmente humanos – qualquer semelhança,
portanto, é aquilo que todos nós sabemos”. Ora, ora, só faltava essa do misterioso,
ah, nunca! Tudo é tão natural na vida. Então, vamos aprumar a conversa! © Luiz
Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.TATARITARITATÁ: VAMOS APRUMAR A CONVERSA - Literatura, Teatro, Música & Pesquisas de Luiz Alberto Machado (LAM). Show, cantarau, recital, palestras, oficinas, dicas & informações. Contato & Chave Pix: luizalbertomachado@gmail.com
quarta-feira, outubro 03, 2018
OSMAN LINS, JEUDY, RAFAEL ALBERTI, UNAMUNO, ANNIE LEIBOVITZ, CAMILLA CABELLO & MARACATU REAL DA VÁRZEA
SÓ FALTAVA ESSA! - Imagem: arte da fotógrafa estadunidense Annie Leibovitz. - Entre coisas acontecidas e inventadas, já vi
muitas coincidências nesse mundo de meu Deus por aí afora e valha-me tudo
quanto é de doidice e arrepios. Já ouvi de tudo quanto é de coisa sobrenatural,
de ficar de orelha em pé com incidências que dão trabalho com acrobacias
mentais para justificar como é que pode aquilo ter acontecido, as mais
disparatadas razões sequer davam para imaginar o que deveras sucedeu. No meio
disso, há quem tenha visto, não acredita em nenhuma delas, mas afirma que há,
inclusive sortilégios, ou mesmo pretexto para uma boa pinoia ou deixar o
temeroso insone. Por conta disso, há quem recorra a todo tipo de crendice para
se ver livre dos desfortunios, tem quem adivinhe antes da hora, como quem não
arrede o pé dos horóscopos, saque das ocultidões da astrologia, coisas do tipo
inexplicáveis, impossíveis ou de outro mundo, coisas assim do inusitado, mesmo
que não tenham sido lá essas coisas, alguma até são, outras nem tanto, só que
foram e ainda espalham brasa entre incautos e desconfiados. Explicações
existem, quase nem sempre aceitáveis, mas vá lá, tipo esconjuro, déjà vu,
cilada, ou aquela de que Deus protege os bêbados, as crianças e os doidos; ou
mesmo daqueles que tiram fino na morte, escapam incólume e não aprendem a
lição. Na verdade, o que tem de gente descrente que chama na grande no ver pra
crer e, ao mesmo tempo, cultua o apocalipse da besta fera dos religiosos e
outras pragas, não tendo cabimento nenhum
motejo, pois, eu mesmo sei de gente condenada à morte por doença terminal
asseverada por médico gabaritado com todos os equipamentos disponíveis da
ciência, que só garantia no máximo seis meses de vida pro aniquilado, e até
hoje ele zanza por aí sorridente pra cima e pra baixo, de se dizer boquiaberto:
ué, curou-se como? Mistério. Quantas com mais de um século de existência de
aprontar no fumo e na bebida, sequer baixaram emergências a vida toda, somente
sorrindo e não levando nada a sério, de só se ouvir: como é que pode, hem?
Ontem mesmo um atleta parrudo, saudável, abstêmio e antitabagista, passou,
acenou e saiu sorridente, teve um piripaque, caiu, morreu na flor da idade. Que
coisa!?! Afora aquelas mais cavernosas que custam mesmo acreditar e que vem
logo com a falação de praxe: acredite, se quiser. Na verdade, o que há de mesmo
é que o barulho lá de fora é enorme e atrapalha os meus pensamentos, rouba minha
concentração, me tira do sério, me deixa neurótico ou virado na porra, pronto
pra desaforar por aí que tem muito parasita que se passa por gente bem vestida
e educada, muares diplomados, chatos de galocha peritos em dar toque de
arrodeio e ganhar dinheiro, armados da maior picaretagem de tão inescrupuloso,
pronto para desancar reputações e sair na maior depois de picar a mula para
lugar incerto e não sabido, pra voltar com a cara mais lisa como se nada
tivesse acontecido e começar tudo de novo, no fuxico, na trama e danação, isso
sim, isso custa acreditar, como se não aprendesse a lição ou jamais tenha lição
alguma pra ser aprendida, o que passou, passou, e nada mais resta que seguir
adiante à espera de um milagre que cairá do céu e tudo será resolvido, só
assim, Deus na causa e valha-nos todos nós. Dramas e comédias, de amigos que se
foram assim do nada, duns estropiados que ressuscitaram na hora do enterro, casos
que pairam dúvidas, outros intrigantes, afinal o estrupício é que incomoda, ou como
diz Leon Eliachar: “nem sempre dramas,
nem sempre comédias, mas irremediavelmente humanos – qualquer semelhança,
portanto, é aquilo que todos nós sabemos”. Ora, ora, só faltava essa do misterioso,
ah, nunca! Tudo é tão natural na vida. Então, vamos aprumar a conversa! © Luiz
Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.quarta-feira, dezembro 31, 2014
PAULA SIMONETTI, LAUREN KATE, MARIANNE WILLIAMSON, JORDAN PETERSON, BASUKI & LITERÓTICA
CAPÉI, A DEUSA SELENE – A noite saiu do coco de
Tucumã e a moça das águas da cachoeira, sozinha no fundo dos bosques, acendeu
os vaga-lumes e à beira do lago sua imagem influenciou a natureza e regulou as
marés, a germinação das sementes, o fluxo das mulheres, o nascimento das
crianças e dos bichos e o brilho de certas pedras de cor. E a moça branca das
águas da cachoeira vivia sozinha no fundo dos bosques, o meu amor proibido. Sua
lágrima se fez Amazonas e alumiou meus versos de ermitão. E eu a segui até o
terminadouro, navegante solitário, seguindo seus passos até me envolver em seu
breu para nunca mais raiar o dia. Nela eu virei tetéu e se fez eterna guardiã
para cantá-la: quero-quero e pra vigiar a volta do sol. E cantando comigo me
fez Selenito, andejo da noite em que a coruja segura o ponta do céu como se o
meu amor tivesse ido e se foi, o meu amor já se foi, já foi, foi... Era ela nua
aos meus pés pagãos, um discípulo que dela se apropriou: ela diz que sou seu
amor, ninguém sabe, desde então ela sempre me amou. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui, aqui e aqui.
DITOS & DESDITOS - Insanidade é fazer a mesma coisa
repetidamente esperando resultados diferentes. Não há progresso sem mudança de
atitude. É melhor se arrepender de algo que você fez do que se arrepender de
algo que não fez. O que define você é o que você faz quando se sente mais
entediado... Pensamento do psicólogo, escritor e professor canadense Jordan
Peterson, autor da obra Maps of Meaning: The Architecture of Belief (Routledge, 2000). Veja mais aqui.
ALGUÉM FALOU: O amor é com o que nascemos. O medo é o que aprendemos. A jornada espiritual é o desaprendizado do
medo e dos preconceitos e a aceitação do amor de volta em nossos corações. O amor é a realidade essencial e nosso
propósito na terra. Estar consciente disso, experimentar o
amor em nós mesmos e nos outros, é o sentido da vida. O significado não está nas coisas. O significado está em nós...
Pensamento da escritora
estadunidense Marianne Williamson.
Veja mais aqui.
QUEDA - [...] A confiança é, na melhor das hipóteses, uma busca descuidada. Na pior das hipóteses, é uma boa maneira
de morrer. [...] A única maneira de sobreviver à eternidade
é poder apreciar cada momento [...] Você sabe que
todo mundo adora odiar um casal feliz de pombinhos. [...]. Trechos extraídos da obra Fallen (Galera, 2010), da escritora estadunidense Lauren
Kate, que na obra Torment ( Ember, 2011), expressou que: [...] Às vezes, coisas bonitas surgem em nossas
vidas do nada. Nem sempre conseguimos entendê-los, mas
temos que confiar neles. Eu sei que você quer questionar tudo, mas
às vezes vale a pena ter um pouco de fé. [...] O amor
nunca morre [...] A solidão no meio de uma multidão
era o pior tipo de solidão, mas ela não conseguia evitar.
[...]. Já na obra Rapture (Delacorte,
2014), expressou que: [...] Quero que você saiba que eu faria tudo de novo. Eu escolherei você todas as vezes. [...].
E na Passion (Ember, 2012), expressou que: […] Amarei você de todo o coração, em cada
vida, em cada morte. EU não
estarei vinculado a nada além do meu amor por você [...]. Além disso é
autora de frases como: A sabedoria segura uma vela para a
experiência, mas você tem que pegar a vela e caminhar sozinho... O passado é importante por todas as informações
e sabedoria que contém. Mas você pode se perder nisso. Você precisa aprender a
manter o conhecimento do passado com você enquanto busca o presente...
EU NÃO VOU FALAR - vou
falar sobre outra coisa \ nunca é isso \ não vou te falar \ Suficiente \ Eu vou
te desenhar assim sutil \ paraíso de papel \ sem te contar sobre os piolhos ou
os sonhos \ o olhar que se abre para uma breve infância \ vou falar \ sobre as
redes \ os rosários \ talvez você não reze \ que você não balançou \ ontem \ Manhã
\ nunca \ Não vou retomar a conta \ hematomas que desaparecem, mas para dentro \
explodir novamente no gesto das crianças \ de seus filhos e ad eternum \ Vou
esquecer mais tarde quando estiver falando \ a ninguém \ por Picasso \ isso \ machuca
\ não sua mão firme como \ a rigidez de um louco \ você virou o rosto e outro
voltou \ de uma só vez, seu filho se tornou um homem \ Você não vai me dizer
que eles são crianças \ vou falar sobre outra coisa \ embora eu volte \ para
este alfabeto \ que só fala de você e da minha infância \ nada mais \ não diz o
suficiente \ Não foi feito para dizer o suficiente \ Não vou falar do golpe e
da marca \ a maneira como sua mão esmaga o gesto \ do seu filho como se ele
fosse uma mosca de verão \ Vou falar sobre a maneira como sua mão \ surge de
dentro do poema \ e desfaz. Poema extraído da obra En la boca de
los tristes (Editorial Lo que Vendrá, 2014), da poeta e professora Paula
Simonetti.
AS MULHERES DE BASUKI ABDULLAH
A arte do pintor e professor indonésio Fransiskus Xaverius Basuki Abdullah (Muhammad Basuki Abdullah - 1915- 1993), espancado até a morte por três agressores durante a invasão de sua casa em Jacarta.
SACADOUTRAS
Aqui quem fala é da Terra
Pra variar estamos em guerra
Você não imagina a loucura
O ser humano tá na maior fissura porque
Tá cada vez mais down the high society
The high society
Down, down, down
The high society
Down, down, down
The high society
Down, down, down
A crise tá virando zona
Cada um por si todo mundo na lona
E lá se foi a mordomia
Tem muito rei aí pedindo alforria porque
Tá cada vez mais down the high society
The high society
Down, down, down
The high society
Down, down, down
The high society
Down, down, down
A coisa tá ficando ruça
Muita patrulha, muita bagunça
O muro começou a pichar
Tem sempre um aiatolá pra atola, Alá
Tá cada vez mais down the high society
The high society
Down, down, down
The high society
Down, down, down
The high society
Down, down, down
Aqui quem fala é da Terra
Pra variar estamos em guerra
Você não imagina a loucura
O ser humano tá na maior fissura porque
Tá cada vez mais down the high society
The high society
Down, down, down
The high society
Down, down, down
High society
Down, down, down, down, down
High society
High society, high society, high society, high society
Down, down, down
High society
Down, down, down, down down
High society
Down, down, down
High society
Down, down, down
Ah, Deus
quinta-feira, agosto 23, 2007
UNAMUNO, RUSSELL, FOUCAULT, CASCUDO, HOLÍSTICA, CALÍOPE, FENELON BARRETO, COMPADRIO, PROSERÓTICA & KID MALVADEZA
ENGATINHANDO NA NOITE AZUL - De
repente tudo fica deliciosamente excedente entre nós. A dimensão dela deixa
tudo com ar de fantasia cosmogônica num idílio para lá de transcendental. E
isso era mais que um sonho real. Toda a via-láctea ali, ao nosso dispor. E
ei-la linda mameluca com sua angélica brancura na noite azul, com sua
franzinice primaveril e uma gula gigantesca no seu olhar Sinéad O´Conoor, com
as querências inauditas dos seus desejos mais secretos. Tímida com o querer
maior que o mundo. Parceira de ir além da última curva do universo. Por um
lapso de tempo nos espreitamos atraídos pelo mútuo ardor das carnes incendiadas
de paixão. Quase não ser possível manter-me distante da sua provocação corpórea
nua, com seus peitinhos de goiaba-boa que me enche a boca d´água e deságua no
meu sexo como lança pronta para desferir o golpe certeiro. Impossível desgrudar
daquele corpo que é um verdadeiro aconchego de gozo. Para minha grata surpresa,
ela arqueia e sai engatinhando na minha direção: língua lambendo os beiços,
olhos imantados no meu sexo. Ousei uma artimanha: recuei dificultando sua
chegada. Mas ela engatinhou e sorriu safada como quem se dispunha a bordejar
genuflexa entre as estrelas oníricas do nosso cenário jubiloso. Perseguiu firme
ela por todos os cantos da cama, perseverou com desassossego até que com seu
jeito Cristina Kirchner fermento do meu desejo a me envolver e se apoderar da
minha emanação total, levando-me pelos limites do prazer. É quando ela jura
todo o seu amor eterno e perjurando das suas para batizar-se nas minhas
crenças, a se entregar por inteiro como quem vai pro carrasco no cadafalso da
sua última hora. Ah, como tudo é tão bom! Bom demais. Muito demais. É quando
todas as delícias degustadas, exauridas e satisfeitas, ela tão Marina Lima sela
o nosso amor com um beijo de paixão. © Luiz Alberto Machado.
Direitos reservados. Veja mais aqui. Veja mais A prisão de Papai Noel, Henryk Górecki, Demócrito de Abdera, Sábato Magaldi, Jane Campion, Alfred Eisenstaedt, Frédéric Bazille, Meg Ryan, Luiz Berto & Fernando Fabio Fiorese Furtado aqui.
PS: FECAMEPA - QUANDO TODO APARATO DE LEI VIRA PILHÉRIA DE BANDIDO, TODO O RESTO ARREPIA O PANDEMÔNIO PORQUE A VIDA VIRA PIADA!!! Olá, gentamiga, essa pulha de que a ANAC deu papelada fraudulenta para a juiza escorregar engalobada, ih, queimou o filme mesmo. Não é à toa, vez por outra, saltitarem petas impunes entre os nossos mais graduados representantes. A gente mesmo nem dá fé do que podem avassalar tais encasacados do Executivo, Legislativo & Judiciário. É mesmo. Eu que ando com a orelha catando rota de pulga, fico somente indignado com a cara-de-pau desses fi-duma-égua. Por isso mesmo que digo: O BRASIL É O PAÍS DA ESPÓRTULA!! É ou não é? Vamos aprumar a conversa & tataritaritatá!!!! Veja mais aqui.
MARY OLIVER, ROSI BRAIDOTTI, VERONICA GORRIE & CHACRINHA
Imagem: Acervo ArtLAM . O segredo da brochura artesanal... - Uma fedentina tomou conta do lugar: Que fedor! De onde vem? Tem defunto...
-
NANCY, A INCANSÁVEL MUSA – Herdeira da fortuna de uma família londrina, ela passou a infância de Nevill Holt entre um e outro colégio ...
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BIZIGA & ELA QUER MUITO MAIS – Insatisfeita ela sempre está. Pudera, não há nada mais que o amor no seu mundo. E parece querer semp...
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A arte da artista conceitual estadunidense Barbara Kruger. LIVRO7 – Para quem sempre foi apaixonado por leituras e livros, entr...
-
Imagem: Acervo ArtLAM . Cambalhotas & as coisas nunca davam certas... - Zé Lua vivia por aí, todo acanhado sob a aba do boné, ...
-
MADELEINE DE SCUDÉRY, SADE, BARBARA PYM, ANA CRISTINA CÉSAR, FUTURO DAS METRÓPOLES & BIG SHIT BÔBRASÓI NOIS AQUI TRAVEIZ – Tudo andava nos conformemente após o anúncio das previsões do Doro para todos os signos do zodíaco e, de lambu...















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