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sexta-feira, abril 03, 2020

NATÁLIA CORREIA, GLÓRIA STEINEM, CRISTINA DE PISAN, OLGA KLIMOVA & VICENTE DO REGO MONTEIRO


O SORRISO & OS ABISMOS DA VIDA – UMA: O GOSTO DE QUASE UMA ÚLTIMA CARTA - Este um tempo de angústia: a tragédia ronda ameaçadora e o desgoverno reitera a aflição. Longe o olhar, a solidão de quem não espera e as horas são o que restam para viver, a esperança longínqua, o futuro distante. Bate no peito o verso de Sylvia Plath: Dentro de mim mora um grito. De noite, ele sai com suas garras, à caça de algo para amar. Por mais resiliente, há sempre um gosto de nunca mais e ela é quem ouço ecoar na escuridão: Eu falo com Deus, mas o céu está vazio. Na boca o sabor de quase uma última carta e sorrio. DUAS: PERSISTIR É PRECISO - A urgência da hora apaga o passado, nenhum arranhão que resista, nem quedas ou fracassos. Seguir em frente e já glosa o mote, talvez não dê tempo para amanhecer. Não há um mínimo tempo a perder. Ouço a voz rouca de Washington Irving: Os espíritos pequenos são domados e subjugados pelo infortúnio; os grandes, porém, sabem como fugir à desgraça. Os grandes espíritos têm metas. Os outros apenas desejos. Vou como se fosse onda em mar aberto e vivo. TRÊS: NÃO TENHO MÃOS ABANANDO, TENHO GESTOS - Do que sucumbi nenhuma derrocada foi capaz de me deter. Quixote ou não, se não venci todos os meus moinhos de vento, pelo menos me esquivei na hora certa e me safei de tudo até agora. Jamais me dei por vencido, posso ter recuado, mas foi para dar um salto maior, mesmo que tudo tenha malogrado. Do chão os ventos traziam Agostinho da Silva: Toda a grande obra supõe um sacrifício; e no próprio sacrifício se encontra a mais bela e a mais valiosa das recompensas. O que interessa na vida não é prever os perigos das viagens; é tê-las feito. Tudo que passei marcado em minha carne, a qualquer outra, terei mais para contar depois de passar por ela. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais abaixo e aqui.

DITOS & DESDITOS: A pessoa cuja cabeça está inclinada e cujos olhos estão pesados não pode olhar para a luz. Nem todos os homens (e especialmente os mais sábios) compartilham a opinião de que é ruim para as mulheres serem educadas. Mas é bem verdade que muitos homens tolos alegaram isso porque lhes desagradou o fato de as mulheres saberem mais do que sabiam. Assim como os corpos das mulheres são mais suaves que os dos homens, a compreensão deles é mais nítida. Pensamento da poeta e filósofa italiana Cristina de Pisan (1363-1430), que foi uma das primeiras escritoras a viver da sua arte, a criticar a misoginia e defender o papel vital das mulheres na sociedade. As suas primeiras baladas foram compiladas em Le livre de cent balladés, autora do poema Roman de la Rose (Romance da Rosa) que representava as mulheres como nada mais que sedutoras, numa mordaz sátira às convenções do amor cortês. Já outras de suas obras, Epistre au dieu d’Amour e Dit de la Rose, causou debates extensos pela representação e tratamento das mulheres nos textos literários.

HOJE EM DIA - […] Hoje é muito melhor porque sabemos que não somos loucas; o sistema é que é louco. No meu tempo, por exemplo, não havia uma palavra para violência doméstica. Ela era chamada “vida”. E as mulheres eram culpadas pelo ato de seus maridos. Hoje, há abrigos para essas mulheres – e isso é um avanço enorme. A consciência vem antes da mudança física e agora, definitivamente, há consciência – e alguma mudança também. Mas ainda é verdade que o lugar onde a mulher corre mais risco de morrer é em sua própria casa. [...] Dizer que as mudanças ocorrem de baixo para cima, que devemos usar nossas vozes sempre que pudermos. Sou feliz por ser uma escritora e ter acesso a leitores por meio dos livros e da imprensa. Faço o meu melhor usar minha voz para refletir a voz dos que não têm esse espaço. [...]. Trechos da entrevista (Istoé, 2017), concedida pela escritora, jornalista e ativista estadunidense Glória Steinem, por ocasião do lançamento de sua obra Minha vida na estrada (Bertrand Brasil, 2017), contando suas experiências e engajamento no ativismo social entre as mulheres na Índia e o trabalho na década de 1960, as campanhas políticas, a Conferência Nacional da Mulher, os territórios indígenas e conexão com pessoas em um movimento para mudar o mundo. Foi a única jornalista que conseguiu se infiltrar na Playboy sem que fosse descoberta, para escrever um artigo sobre a situação degradante das moças que tinham seus direitos trabalhistas violados. Entre as suas obras estão A revolução interior – um livro de autoestima (Objetiva, 1992) e Memórias da transgressão (Rosa dos Ventos, 1997).

A POESIA DE NATÁLIA CORREIA
COSMOCÓPULA – I - Membro a pino / dia é macho / submarino / é entre coxas / teu mergulho / vício de ostras. – II - O corpo é praia / a boca é a / nascente / e é na vulva que / a areia é mais sedenta / poro a poro vou / sendo o curso de / água / da tua língua / demasiada e / lenta / dentes e unhas / rebentam como / pinhas / de carnívoras plantas / teu é meu ventre / abro-te as coxas e / deixo-te crescer / duro e cheiroso como o / aloendro.
A EXALTAÇÃO DA PELE - Hoje quero com a violência da dádiva interdita. / Sem lírios e sem lagos / e sem gesto vago / desprendido da mão que um sonho agita. / Existe a seiva. Existe o instinto. E existe eu / suspensa de mundos cintilantes pelas veias / metade fêmea metade mar como as sereias.
O LIVRO DOS AMANTES – I - Glorifiquei-te no eterno. / Eterno dentro de mim / fora de mim perecível. / Para que desses um sentido / a uma sede indefinível. / Para que desses um nome / à  exatidão do instante / do fruto que cai na terra / sempre perpendicular / à humidade onde fica. / E o que acontece durante / na rapidez da descida / é a explicação da vida. II - Harmonioso vulto que em mim se dilui. / Tu és o poema / e és a origem donde ele flui. / Intuito de ter. Intuito de amor / não compreendido. / Fica assim amor. Fica assim intuito. / Prometido. VI - Aumentámos a vida com palavras / água a correr num fundo tão vazio. / As vidas são histórias aumentadas. / Há que ser rio. / Passámos tanta vez naquela estrada / talvez a curva onde se ilude o mundo. / O amor é ser-se dono e não ter nada. / Mas pede tudo. VII - Tu pedes-me a noção de ser concreta / num sorriso num gesto no que abstrai / a minha exatidão em estar repleta / do que mais fica quando de mim vai. / Tu pedes-me uma parcela de certeza / um desmentido do meu ser virtual / livre no resultado de pureza / da soma do meu bem e do meu mal. / Deixa-me assim ficar. E tu comigo / sem tempo na viagem de entender / o que persigo quando te persigo. / Deixa-me assim ficar no que consente / a minha alma no gosto de reter-te / essencial. Onde quer que te invente.
NATÁLIA CORREIA - A poesia da escritora, dramaturga, jornalista, tradutora e ativista social portuguesa Natalia Correia (1923-1993), autora de obras como Eros de Passagem (Campo das Letras, 1997), entre outras, e que atuou na defesa dos direitos das mulheres, tendo sido condenada pela publicação da Antologia da Poesia Portuguesa Erótica e Satírica, em 1966, considerada ofensiva dos costumes e processada pela publicação da obra das Três Marias, Novas cartas portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta. Veja mais aqui, aqui e aqui.

CRÔNICA DE AMOR POR ELA
Pondo a mente de lado e confiando no fluxo da criação, ouvindo a pintura e o próprio subconsciente, sem tentar controlar o que está acontecendo e deixando ir - todas são habilidades muito úteis, não apenas durante a pintura, mas na vida.
OLGA KLIMOVA - A arte da artista visual russa Olga Klimova que reflete em sua obra sua arte visionária e suas profundas experiências místicas, como tentativa contínua de se reconectar com esse nível mais profundo de consciência, enquanto compartilha seu estado feliz de ser um com o mundo. Criou o WizArt Visions, em Nova York, um estúdio de design e produção de cenografia e que já desenvolveu vários cenários, instalações de tecido, U.V. pinturas e cenários para a cena de festivais. Veja mais aqui & aqui.

PERNAMBUCO ART&CULTURAS
VICENTE DO REGO MONTEIRO
A arte do pintor, desenhista, escultor, professor e poeta Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) aqui e aqui.
A poesia de Gerusa Leal aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.
Lendo na Praça & Rute Costa aqui & aqui
Festival de Artes Psicodélicas e Astrais (FARPA) aqui.
O túnel amaldiçoado de Pirangi aqui.
Lajedo aqui & aqui.
&
OFICINAS ABI – 2º SEMESTRE 2020
Veja detalhes das oficinas da ABI aqui, aqui, aqui, aqui, aqui & aqui.


quinta-feira, março 07, 2013

AVE SÓLIDA DE VCA, NURIA AMAT, VITA SACKVILLE-WEST, SCHREINER, STEINEM & CAETÉS

 


AVE SÓLIDA DE VCA – Em minhas mãos um livro em cujas páginas deparei: O lance de búzio sempre abolirá o acaso o poeta traz céu fechado com tres dísticos versus oito monósticos, mais cinco poemas de abril, cinco poemas de 2010, quatro canções cadentes ou império de areia, dois poemas de março, poema novo (Num pátio alvacento em que brancos restos de luar derramam-se vento sul pousa...) leveza convulsa, alicerces da luz, visão alta, sacro esquecer, cálculo de borboleta, os olhos da luz, RM (Quando ícone morre \ ou se despedaça \ a iconoclastia avança \ um milimetro cresce a jaça), O poeta (O que move o poeta no intante da poesia ele não sabe...). No Visível invisível com citações de Cioran, Baudelaire, Blanchot e Astrogildo Pereira, O poeta combate o anjo (como Rilke) com versos de poemas Enquanto Edgard agonizava a indiferença da enfermaria me consolova o olhar etéreo Edgard via poesia, Noturno, Cova de Aurora, Decleração imperemptória (do poeta impefeito), A morte do trema, Alvo imperecível, A estirpe morrer (A morte também apodreve como a vida...), Vágaro, Ambígio passo histórico (Deteve a espada de Belisário vândalo passo de godos), Brinde ao amor, Canto do Desencanto, Devaneio do éter, Tarefa, Vazio azul (Dilema ao leitor: o azul é vazio ou o vazio é azul...), como rumos mortos, o todo da alma do mundo, viabilize o invisível, 20 de maio de 1915, Dedicanto, mais citações de Fernando Pessoa, Valéry, Blanchot, Sartre, Heráclito e a última estrofe do lírico-épico poema Sísifo, de Marcus Accioly, onde o poeta assume ser o mito. No Intermezzo Lírico, com citações de Lezama Lima, Cioran, epígrafes de Lezama Lima, Folhas caídas, Percurso do verão no rosto e a morte do coração, As veias noturnas do desejo, A alma na sala, Libro, Erótica e serpente, enterro do amor, Para ela curvam-se arco-íris, amor terrestre, afora reunir no volume epígrafes do Manifesto do Realismo Épico de Marcos Accioly, epígrafes de Octavio Paz, traz um texto e um adendo de Cláudio Veras. Assim traz de cara: Quando eu estiver à morte \ não deixem \ que estranhos se apossem \ do meu último sorpo... E o poeta lança sua ave para lá de sólida no reino da Poesia Absoluta. Veja mais aqui, aqui e aqui.

 


DITOS & DESDITOS - O segredo do sucesso é a concentração... Prove tudo um pouco, olhe para tudo um pouco, mas viva por uma coisa... Porque agora não temos Deus. Tivemos dois: o velho deus que nossos pais transmitiram para nós, que nós odiamos, e nunca gostei. O novo que fizemos por nós mesmos, que amamos. Mas agora ele se afastou de nós, e vemos o que ele era feito - a sombra do nosso mais alto ideal, coroado e ofendido. Agora não temos Deus. Pensamento da escritora e ativista sul-africana Olive Schreiner (1855-1920). Veja mais aqui e aqui.

 

ALGUÉM FALOU: A verdade te libertará. Mas primeiro, ela vai te enfurecer. Sem saltos de imaginação, ou sonhos, nós perdemos a excitação das possibilidades. Sonhar, afinal de contas, é uma forma de planejar... Pensamento escritora, jornalista e ativista estadunidense Glória Steinem. Veja mais aqui e aqui.

 

RAINHA COCA – [...] A identidade só é produtiva quando não se pensa nela. Não há nada mais estéril para uma pessoa ou um país do que afirmar-se sem parar, porque sempre se afirma negando o outro. [...]. Trecho extraído da obra Queen Cocaine (City Lights, 2005), da escrutora espanhola Nuria Amat. Veja mais aqui.

 

A TERRA - Essa foi uma primavera de tempestades. Eles rondaram a noite; \ Relâmpago de baixo nível cintilou no leste\ Contínuo. A branca flor de pêra brilhava\ Imóvel nos flashes; os pássaros estavam parados;\ Escuridão e silêncio amarrados ao suspense,\ Dividido pelo brilho premonitório\ Da tempestade furtiva, um gigante que girou uma espada\ No horizonte baixo, e com piso\ O tremor da terra sempre \ ameaçou sua aproximação, \ Mas para atrasar seu terror manteve-se distante, \ E manteve a terra esperando como uma besta\ Curvou-se para receber um golpe. Mas quando ele caminhou\ Descendo de seu trono de colinas sobre a planície,\ E quebrou sua raiva em mil cacos\ Sobre os campos prostrados, então saltou a terra\ Orgulhoso em aceitar seu desafio; bebeu sua chuva;\ Sob seu vento repentino, as árvores dela se agitaram;\ Abriu seu seio secreto para suas flechas;\ As grandes gotas respingaram; então acima da casa\ Trovão estourou, e o pequeno lambril balançou\ E o jardim verde no raio estava. Poema da escritora britânica Vita Sackville-West (1892-1962), conhecida como The Honorable Lady Nicolson, figurando como o principal modelo do romance 'Orlando' de Virginia Woolf, de 1928.

 



CAETÉS
Cau-ete, mata primitiva. Tribo indígena oriunda do tronco tupi que vivia no território tribal compreendido entre a ilha de Itamaracá, Igarassu, Pernambuco, até a foz do rio São Francisco, na divisa dos estados Alagoas e Sergipe.
Na Carta de Pero Vaz de Caminha esta tribo é apresentada como de feição parda, algo avermelhadada, de bons rostos e bons narizes, em geral são bem feitos, andam nus, sem cobertura alguma, não fazendo menor caso de cobrir ou mostrar suas vergonhas, e nisso são tão inocentes como quando mostram o rosto. Estudos demonstram que eles eram exímios pescadores e caçadores, construtores de embarcações e que cultivavam milho, feijão, fumo e mandioca.
A tribo caeté entre em confronto com os portugueses tão logo foram sendo escravizados para desenvolvimento da cana-de-açúcar. Entrando em confronto com os propósitos lusitanos, tornaram-se inimigos destes. Mantinham comércio com holandeses e franceses.
Esta tribo indígena é acusada pela história oficial como aquela que. por ocorrência do naufrágio do navio Nossa Senhora da Ajuda, em 1556, nos nos baixios de d. Rodrigo,hoje Barra de São Miguel, em Alagoas, que levava o bispo do Brasil, D. Pero Fernandes Sardinha, quando este e seus 98 tripulantes caem nas mãos e se tornam vítimas dos índios antropófagos. Tal incidente provocou a fúria da Igreja e da Inquisição, a ponto de promover juntamente com forças lusas uma repressão para dizimá-la completamente da face da terra.
Hoje vários estudos colocam em dúvida o incidente antropofágico que resultou na alcunha de que todo alagoano é um papa-bispo, direcionando que a verdadeira morte do primeiro bispo do Brasil ocorreu por vingança do Governador Geral, Duarte da Costa e seu filho Alvaro da Costa que poderiam ter tramado tal crime e incriminando os caetés. Veja mais aqui, aqui e aqui.

BIBLIORAFIA RECOMENDADA
ABREU, João Capistrano. Capítulos de história colonial: 1500 – 1900. Brasília: EUnB, 1982.
ALBUQUERQUE, Isabel Loureiro de. Notas sobre a História de Alagoas. Maceió, SERGASA, 1989.
ALBUQUERQUE, Manoel Mauricio. Pequena História da Formação Social Brasileira. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
ALTAVILA, Jayme de. História da Civilização das Alagoas. Maceió, Biblioteca Pública Estadual, 1967.
______. Bibliografia de autores alagoanos. Maceió: Catavento/Fundação Municipal de Ação Cultural, 2001.
BARBALHO, Nelson. Cronologia Pernambucana- Subsídios para a História do Agreste e do Sertão. Recife: FIAM, 1982.
BRANDÃO, Moreno. Alagoas e seu desenvolvimento histórico. Ver. Do IHGAL. Maceió, v. VII, p. 48-60, jan-mar, 1916
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BUENO, Eduardo. A coroa, a cruz e a espada: lei, ordem e corrupção no Brasil Colônia. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006.
______. Brasil: terra à vista! Porto Alegre: LP&M, 2003.
______. Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006.
CARDIM, Fernão. Tratados da Terra e da Gente do Brasil. Lisboa, Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Protugueses, 1997.
CASTRO, Silvio. A carta de Pero Vaz de Caminha: o descobrimento do Brasil. Porto Alegre: L&PM, 2003.
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MACHADO, Luiz Alberto. Alvoradinha: calango verde do mato bom. Maceió: Nacente, 2001.
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MONTEIRO, John. Tapuias, brasilianos e tapuitingas. História Viva: temas brasileiros. Edição especial temática nº6, p.80-85, 2006.
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______. Evolução política do Brasil: colonia e império. São Paulo: Brasiliense, 1991.
PROUS, André. O Brasil antes dos brasileiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
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ROCHA, José Maria Tenório. Historiografia de Alagoas: primeira leitura. Maceió: UFAL, 1993.
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SODRÉ, Nelson Werneck. O que se deve ler para conhecer o Brasil. Rio de Janeiro: CBPE/INEP/MEC, 1960.
SOUZA, Gabriel Soares de. Tratado Descritivo do Brasil em 1587. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1971.
SOUTHEY, Robert. História do Brasil. São Paulo: Obelisco, 1965.
STADEN, Hans. Duas Viagens ao Brasil. São Paulo: EDUSP, 1974.
TENÓRIO, Douglas Apratto. (Org.). Alagoas 500 anos. O Jornal, fascículo de 08/02.2000.
THOMÁS, Cláudio. História do Brasil. São Paulo: FTD, 1964.
VARNHAGEN, Francisco A. História Geral do Brasil. São Paulo, 1928.




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