domingo, outubro 14, 2012

MIA COUTO, SAGAN, THOMAS AIRD, JANE AUSTEN, GENET, MANUEL ANTONIO DE CASTRO & LITERÓTICA


 CANTIGA DE AMOR PRA ELA
(uma canção pro tobogã do amor)

“(...) Mas a noite é nua, e, nua na noite, palpitam teus mundos e os mundos da noite (...) brilha toda a tua lira abdominal. Teus seios exíguos – como na rijeza do tronco robusto dois frutos pequenos – brilham. Ah teus seios! Teus duros mamilos! Teu dorso! Teus flancos! Ah, tuas espáduas! (...) Baixo até o mais fundo de teu ser, lá onde me sorri tua alma, nua, nua, nua”. (Manuel Bandeira, Nu).

Esta canção vem de longe, muito longe lá onde amanhece o leste carregado da missão de Verne e do espetáculo de Wakeman. Esta canção vem de longe para ser sua mulher que se insinua e que me refugia nua e me mata com essa graça que tem no clarão do riso de formosa princesa, a mais linda entre as lindas, com o fogo do beijo de divina beldade musa de todas as minhas canções. Esta canção, falo em você pelo tobogã da vala eqüidistante entre Natal e Porto Alegre na atlântica ondulação maravilhosa do prazer: a vértebra que serpenteia como a luz para a noite e o sol para o dia. Esta canção é toda festa no prólogo inflamado de segunda pra terça quando chego pidão que pede porque carece jogado pela lombada do Oiapoque ao Chuí do seu jeito de engatinhar nua ao meu redor. Esta canção é só armadilha de terça pra quarta quando meu relho é pontaria exata no lombo de tigela boa da cauda do cometa onde vou desenhar a poesia do eterno coito presente em todas as ânsias, marcante em todas as expectativas. Esta canção é só captura de quarta pra quinta quando o meu anzol fisga sua carne fresca e vou fundo sem cessar fogo para me lavar com nossa lama, escorrendo pela formosura do seu agoniado colo erguido quebrando tudo no peito com chamegos safados no incomparável remanso da sua inevitável sedução. Esta canção é só luta corporal de quinta pra sexta quando na sua esfíngica tentação de devoradora devorada, se estraçalha com minha língua no seu fogareiro de divino manjar, jóia da mais alta valia entre as pernas, retrato falado do milagre e da maravilha. Esta canção é só tempestade voluptuosa de sexta pra sábado do nosso devaneio hípico e eu alazão fogoso devasso comendo no centro incapaz de escapar e à maneira insensata principia e brilha maior reluzência porque é impossível poupar do veneno que inebria e eu sou todo embalado pelo cheiro e sabor do seu sexo. Esta canção é só recomeço puxando prima e bordão de sábado pra domingo até que chegue nas nuvens capitulando às minhas investidas de segunda pra terça e chegando na quarta se fazendo manha porque quinta se abre em flor que me cabe inteiro na sexta e eu carrego no sábado de novo e peço bis no domingo, e pedimos bis um ao outro no dia seguinte, toda minha e todo seu até presentear todos os dias com os acordes finais pirotécnicos fatais do último movimento sinfônico do nosso dilúvio de prazer. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui, aquiaqui.

 

DITOS & DESDITOS - Aqueles que não conhecem as leis privam-se do prazer de violá-las. Os crimes de que um povo tem vergonha compõem sua verdadeira história. O mesmo pode-se dizer pelo homem. Uma criação que originalmente não tem amor é inconcebível. Talento é tudo sobre bondade para a matéria, consiste em dar uma música para o que era mudo. Temos de rir. Senão a tragédia vai nos fazer voar pela janela. Eu me fiz uma alma que se encaixa na minha morada. Pensamento do escritor e dramaturgo Jean Genet (1910-1986)  Veja mais aqui.

 

ALGUÉM FALOU: Metade do mundo não consegue compreender os prazeres da outra metade. A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho relaciona-se mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós. Muitas vezes perdemos a possibilidade de felicidade de tanto nos prepararmos para recebê-la. Por que então não agarrá-la toda de uma vez? Tempo ou oportunidade não determinam a intimidade, apenas a disposição. O negócio pode trazer dinheiro, mas a amizade raramente o faz. Em vão tenho lutado comigo mesma; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e a amo ardentemente. Sou metade agonia, metade esperança. Pensamento da escritora britânica Jane Austen (1775—1817). Veja mais aqui.

 

A VELA DA CIÊNCIA – [...] O que uma inteligência mais crítica poderia reconhecer como alucinação ou sonho, uma inteligência mais crédula interpreta como o vislumbre de uma realidade impalpável, mas profunda. [...] Trecho da obra O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro (Companhia das Letras, 1996). do astrônomo e biólogo estadunidense Carl Sagan (1934-1996). Veja mais aqui.

 

PERMANÊNCIA E ATUALIDADE DA POÉTICAPensar a Poética é pensar a essência do destino do homem, da verdade e do real, enquanto conhecer e não-conhecer, ser e não-ser. Poética: real, homem, verdade, destino, eis o âmbito de sua configuração, permanente e sempre atual. Diante da questão, se o que se faz é uma pergunta e se dá uma resposta originária, estas trazem para a experimentação e experienciação concreta a essência originária da questão da Poética. A Poética, enquanto o poético de toda obra poética, isto é, em sua essência originária, já é sempre permanente e atual. A Poética é um universal concreto que diz respeito a todas as culturas, porque diz, essencialmente, respeito ao humano do homem. E sem o humano como pensar o sentido e verdade das culturas? Trechos extraídos de Permanência e atualidade da Poética (Tempo Brasileiro, 2007), do professor Manuel Antonio de Castro, que emigrou em 1952 para o Brasil e foi fonte do estudo Permanecer silêncio: Manuel Antonio de Castro e o humano como obra (Confraria do Vento, 2012), de Igor Fagundes.

 

EPIDEMIA DE DANÇA & FRAU TROFFEA – Em 1518 ocorreu uma epidemia de dança na cidade francesa de Estrasburgo, na Alsácia (então parte do Sacro Império Romano-Germânico). Essa epidemia começou no mês de julho, com mulher bailando sem parar por 6 dias: Frau Troffea. O seu transe acabou envolvendo centenas de pessoas e durou até o mês de setembro, um verdadeiro carnaval epidêmico. Todos se tornaram vítimas de uma febre da dança e morriam de ataque cardíaco, derrame ou exaustão Quando a febre da dança completava um mês, havia uns 400 alsacianos rodopiando e pulando sem parar debaixo do Sol de verão do Hemisfério Norte. Lá para setembro, a maioria havia morrido de ataque cardíaco, derrame cerebral, exaustão ou pura e simplesmente por causa do calor. Reza a lenda que se tratava de um bloco carnavaleso involuntário: na realidade ninguém queria dançar, mas ninguém conseguia parar. Os enlutados que sobraram ficaram perplexos para o resto da vida. O historiador John Waller lançou, 490 anos depois, um livro sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”, no qual traz registros históricos que documentam as mortes pela fúria dançante: anotações de médicos, sermões, crônicas locais e atas do conselho de Estrasburgo. Esse historiador recuperou documentos da época atestando as mortes pela fúria dançante. Um outro especialista, Eugene Backman, já havia escrito em 1952 o livro “Religious Dances in the Christian Church and in Popular Medicine”, com a tese de que os alsacianos ingeriram um tipo de fungo (Ergot fungi), um mofo que cresce nos talos úmidos de centeio, e ficaram doidões. (Tartarato de ergotamina é componente do ácido lisérgico, o LSD.). Waller, contudo, contesta Backman: intoxicação por pão embolorado poderia sim desencadear convulsões violentas e alucinações, mas não movimentos coordenados que duraram dias. O sociólogo Robert Bartholomew propôs a teoria de que o povo estava na verdade cumprindo o ritual de uma seita herética. Mas Waller repete: há evidência de que os dançarinos não queriam dançar (expressavam medo e desespero, segundo os relatos antigos). O ambiente era propício para superstições e uma delas era que se alguém causasse a ira de São Vito (também conhecido por São Guido), ele enviaria sobre os pecadores a praga da dança compulsiva. A conclusão de Waller é que o carnaval epidêmico foi uma “enfermidade psicogênica de massa”, uma histeria coletiva precedida por estresse psicológico intolerável.

 

MEU PÉ DE LARANJA LIMA – [...] A dor era menor que a minha raiva. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um a dia a pessoa morre. Alegria é um sol brilhante dentro do coração. Às vezes sou feliz na minha ternura, às vezes me engano, o que é mais comum. Dor não era apanhar de desmaiar. Não era cortar o pé com caco de vidro e levar pontos na farmácia. Dor era aquilo, que doía o coração todinho, que a gente tinha que morrer com ela, sem poder contar para ninguém o segredo. [...] Frases extraídas da obra O meu pé de laranja lima (Melhoramentos, 2005), do escritor José Mauro de Vasconcelos (1920-1984). Veja mais aqui.

 

INFÂNCIA – [...] A infância não é um tempo, não é uma idade, uma coleção de memórias. A infância é quando ainda não é demasiado tarde. É quando estamos disponíveis para nos surpreendermos, para nos deixarmos encantar [...]. Trecho extraído da obra Tradutor de chuvas (Caminho, 2015), do escritor e biólogo moçambicano Mia Couto. Veja mais aqui.

 

UM DIA DE INVERNO: MEIO-DIA E TARDE - Esgueirar-se para fora e para dentro e tremer o dia todo. / Mas pegue o país inteiro, conquiste o frio, / E em seu fluxo de sangue alimentado pela geada desfrute / O brilhante triunfo da saúde consumada: / De coração animado, quando brilha o sol do meio-dia, / Suando a testa úmida da geada enrugada / Em pontos mais suaves , para pisar as saias farfalhantes / Dos bosques altos pendurados na colina do sul. / Fique nesta altura e ouça. O amplo meio-dia / Quão mansamente quieto; mas quantos sons / distintos você pega — o galo da fazenda remota / Para a fazenda respondente; o louro de boca profunda do cão doméstico; / A petulância petulante do cur da cabana; / O som cortante das rodas do transportador lento,/ Ouviu de longe; o barulho mais próximo das crianças / Do esporte deslizante; o machado de derrubada de lenha; / E, intermitentemente, do outro lado da granja / O duplo mangual: da porta do celeiro, veja, / Uma poeira fina e leve paira no sol amarelo. / Essa vibração fraca longe! para trás, nivelado baixo, / Yon serpentina esfumaçada! — é o trem da ferrovia: / Está perto — está enterrado no corte aterrado, / E escondido da vista; mas baforadas de fumaça branca e gorda, / Ainda em frente jorrando do chão, / Diga onde está - está fora - já passou - se foi! / Descemos pela granja. Segue cantando / a moça da fazenda, levando do estábulo suas vacas / Para regar no poço gelado e fedorento,/ Farrow, mal-cabeluda e magra, mas loucamente louca, / Embriagada de liberdade: através do ar / estridente Ela ressoa sua cantiga com um retinir nasal. / Ei! chanticler, suas pernas amarelas bem esporas, / conduz suas damas ao longo dos caminhos de palha. / Ele bate as asas; Ele estica sua garganta de clarim, / Seu pente vermelho-sangue inflamado com vida mais feroz, / E canta triunfante: Som angustiante, / Quando na cidade reprimida, inquieto, / Seu espírito aguçado e nervoso não pode dormir, / Ouvindo-o todas as noites de algum tribunal vizinho! / Muitas vezes desejamos que a tribo galinácea / tivesse apenas um pescoço, e isso estava em nossas mãos / Para torcer e desenhar: o sol da manhã havia nascido / Sobre um mundo sem galo e sem galinha. / E, no entanto, o sujeito lá, tão ousado de explosão / Para soar a manhã, para convocar o Trabalhismo, / É uma grande força social: vamos deixá-lo viver. / Quão realista agora, pois ele encontrou um grão, / Ele abaixa e levanta seu peito e garganta inchados, / E abaixa novamente, com um cacarejo peculiar; em linha reta, / Seus pescoços estendidos, em uma pressa de balanço, com asas ajudadas, / Suas damas desgarradas vêm correndo para ele, / Na afetação de algum prêmio esperado / Grande além da medida; mais verdadeiro no orgulho / Da esposa amorosa. Ele, auto-dignificado / Que porções para suas partes assim ele dá, / Tudo para si mesmo negado, canta, e em volta / Perseguindo em sua majestade uxoriosa,/ As pontas dos dedos dos pés mal tocam a terra. / O sol se põe no início da tarde, / E logo se põe. Uma borda de neblina fumegante / Acima do horizonte, mais profunda em sua coloração / Do que o laranja claro do oeste geral, / Recebe seu orbe avermelhado. Como através de suas clareiras para o /oeste você vai, um pó de ouro peneirado / Preenche todos os topos de madeira de abeto; avermelhado abaixo / Seus caules de casca áspera; e sim as asas dos pássaros / Brilham com a iluminação, enquanto voam / De árvore em árvore através de seus olhos assustados. / Aquele homem curvado cinza viu cem anos! / Com lascas e lascas das raízes da floresta, / Para fazer sua fogueira da noite, ele cambaleia para casa, / Embaralhando as folhas murchas. Que maravilhoso,/ Com tubos e válvulas tão múltiplos e belos, / Cordões, nós sangrentos e fios emaranhados de vida, / E membranas finas e finas, que nos transportam / Do grande oceano da Eternidade, / Rugindo ao nosso redor, com peso incumbente / Em nós pressionando, - oh , que maravilha / Este caco de barro deve durar cem anos! / Para casa vai o pobre velho; se for o lar, / Onde antes havia esposa e filhos, mas onde agora / Estão desamparados e fantasmas de dias felizes. / Ainda bem contigo, velho! humilde e frágil / Aos olhos da terra, mas ao sair / os anjos olham e ao entrar; / E treinado por ti, não perdido, mas ido antes, / Tua família espera por ti nos céus./ Yon planalto devastado, sulcado obscuro dos velhos tempos, / Day gosta de ficar com a Tradição lá. / É um solo sagrado. Por Edward curvou-se e curvou-se, / Nossos pais lá da charneca azeda torceram / Seu pão escasso; mas sim, homens fervorosos de sangue, / Para a liberdade subiram eles: Certo, eles fizeram isso Poderoso. / O dia desaparece. Mas resta mais do que tudo: / A véspera social, seja o inverno abençoado por isso... / Amigo enfrentando amigo, fala suave e rápida pungente / Os ângulos nítidos e claros do sal ático. / Então para a hora, a hora meditativa, / Querida à Musa. Lança o verdadeiro pensamento-semente, / ó Filho da Canção: o campo-semente do mundo, / Grande campo de função, orvalhado com lágrimas e sangue,/ É rápido de ventre: semeie: confie que nenhum grão morrerá; / Solo adequado que sempre encontra, enraíza, cresce / colheitas ásperas de ação, artes e esquemas de vida, / colheitas de tempo e depósitos nos céus. Poema do poeta britânico Thomas Aird (1802-1876).

 

PROGRAMA DOMINGO ROMÂNTICO – O programa Domingo Romântico que vai ao ar todos os domingos, a partir das 10hs (horário de Brasilia), é comandado pela poeta e radialista Meimei Corrêa na Rádio Cidade, em Minas Gerais. Confira a programação deste domingo aqui. Na edição deste 14/10 do programa Domingo Romântico Especial das Crianças, marca o retorno na apresentação da radialista e poeta Meimei Correa, com produção de Luiz Alberto Machado, numa verdadeira festa para a garotada com Egberto Gismonti, Turma da Mônica, Hermeto Pascoal, Chico Buarque & Os Trapalhões, Bia Bedran, Toquinho & MPB4, Palavra Cantada & Arnaldo Antunes, Baú de Histórias - Sérgio Serrano & Cris Miguel, Ana Maria Machado, Quinteto Violado & Fátima Maia, Cesar Obeid, Benita Prieto, Celso Sisto & Morandubetá, Milton Nascimento, Carol Levy, Turma da Carochinha, Coral Infantil Dó-Ré-Mi-Fá, Fátima Guedes, Coral Infantil da Rocinha, Gabi & Valderez de Barros, Miucha, Fabiana Moneró, Mara Maravilha, O Teatro de Mamulengo de Heraldo Lins & Sebastian Marques, Ozi dos Palmares, Quintal da Cultura, Daltro Custódio & Turma do Xaxado & Antonio Cedraz, Vinicius de Morais, Roberto Carlos, Chorolê, Methacoro, Roberta Tiepo, Clarinha Cantora, Grupo Permanente de Pesquisa, Leonardo André, Nitolino & muito mais. Confira, neste domingo, 14/10, a partir das 10hs e curta a qualquer momento, em dia e horário de sua comodidade. Veja mais aqui.

 
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MARTIN AMIS, PHYLLIS A. WHITNEY, ROSANA PALAZYAN & PAULA BERINSON

    Ao som dos álbuns Violão Popular Brasileiro Contemporâneo (1985), Camerístico (2007), Original (2002) e Dois Destinos (2016), do vio...