quinta-feira, março 08, 2012

A COMPOSIÇÃO & CLASSIFICAÇÃO DOS ALIMENTOS


A COMPOSIÇÃO & CLASSIFICAÇÃO DOS ALIMENTOS - Fundamentação teórica: Os alimentos, conforme baseado em Dutra e Marchini (2003), Arlin e Mahan (1990), Franco (1998) e Fett (2000), são importantes para o organismo porque fornecem material para o crescimento e para a reconstituição dos órgãos, dos tecidos e das células, além da energia necessária para todas as funções orgânicas, Para Fett (2000), ao longo dos anos o conceito dos alimentos passaram a identificar os alimentos funcionais ou nutracêuticos. Alimentos funcionais, segundo Fett (2000), são alimentos que, além de sua função nutricional típica, sua composição contém substâncias benéficas à saúde, estas podem auxiliar na diminuição de doenças e aumentar a resistência do organismo. E os alimentos dietéticos são exemplo clássico de alimento funcional. Diferentemente dos transgênicos, os alimentos funcionais, conforme Fett (2000), são comprovadamente benéficos a saúde: reduzir o colesterol, balancear a flora intestinal, reforçar o sistema imunológico, reduzir doenças cardiovasculares, são alguns dos efeitos do consumo do alimento funcional, cabe deixar claro que, estes alimentos não são produtos que combatem doenças, eles somente contribuem para o bom funcionamento do organismo. A partir disso, passa-se para a classificação dos alimentos para um melhor entendimento da pesquisa ora realizada. Classificação dos alimentos: Os alimentos, conforme Dutra e Marchini (2003), são classificados quanto às suas funções no organismo, são divididos em energéticos, plásticos e reguladores. Os alimentos energéticos, segundo os autores mencionados, são aqueles que funcionam como combustíveis orgânicos, atuando na inserção de energia suficiente para manutenção do funcionamento dos órgãos, tais como as frutas, a batata, o leite, o trigo, a mandioca, o arroz, a cana, entre outros. Vê-se, pois, que este grupo é composto por alimentos ricos em carboidratos e gorduras. Este grupo fornece a energia necessária para o corpo funcionar, fornece energia para os movimentos corporais, cereais (arroz, milho, trigo, centeio, etc.), açucares (mel, mascavo, etc.) e gorduras (azeites, manteiga e óleos) são alguns exemplos de alimentos do grupo dos energéticos. A insuficiência de alimentos energéticos no organismo pode desencadear problemas como anemia além da possibilidade de desregular o aproveitamento que o organismo faz das vitaminas. Os alimentos plásticos, na ótica dos autores em estudo, são aqueles que atuam nas estruturas orgânicas, atuando fundamentalmente para o crescimento e renovação do corpo humano, tais como o leite, a carne, feijão, manteiga, ervilha, entre outros. Este grupo é composto por alimentos ricos em proteínas. Este grupo é importante, pois, auxiliam no crescimento do ser vivo e também na sustentação dos músculos, dentes, unhas, cabelos, além de desempenhar um papel importante no sistema imunológico dos seres vivos. A carne, no peixe, no frango, na clara dos ovos, e também no leite e seus derivados (queijo, etc.) são os melhores exemplos de alimentos do grupo dos construtores. A insuficiência de alimentos construtores no organismo poderá ocasionar problemas como: de desenvolvimento e no crescimento; baixa resistência, anemia etc. Por fim, os alimentos reguladores, ainda sobre a expressão dos autores em questão, são aqueles que regulam as maias diversas reações químicas e são fundamentais para o funcionamento completo do organismo humano. Vê-se, pois, que estes alimentos são ricos em: água, sais minerais e vitaminas. Este grupo é importantíssimo, pois, mantém o organismo funcionando adequadamente, auxilia os órgãos vitais em suas atividades e fortalecem o sistema imunológico. A água os sais minerais e as vitaminas são fundamentais, pois, atuam no metabolismo, que é o conjunto de reações químicas que geram energia e são responsáveis pela formação, desenvolvimento e renovação das nossas células. Por ser composto por verduras, legumes e frutas é que este grupo é considerado essencial para os demais grupos. A insuficiência de alimentos reguladores no organismo poderá desencadear problemas como: baixa resistência às doenças infecciosas, anemia, hemorragias, envelhecimento precoce, etc. Composição dos alimentos: Os alimentos, conforme Ornellas (2001), são compostos de substâncias nutritivas, tais como proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais. Já para Franco (1998), os nutrientes são constituídos por diferentes componentes essenciais para que os corpos funcionem bem, denominados nutrientes os quais tem funções diferentes podem trabalhar em conjunto, que consiste em: carboidratos, proteínas, gordura, vitaminas, minerais, água e fibras. As proteínas, segundo Wollinski e Hickson (1996), são grandes moléculas formadas pela união de outras moléculas menores, chamadas aminoácidos. A carne, o leite, o queijo, os ovos, o feijão, a soja e a ervilha são exemplos de alimentos ricos em proteínas. Grande parte das proteínas que são produzidas nas células tem função plástica ou construtora no organismo. É o caso das proteínas que formam as fibras do material intercelular das cartilagens, do tecido ósseo, entre outros. Mas as proteínas podem também ter função reguladora, como é o caso das enzimas, proteínas especiais que regulam diversas reações químicas que ocorrem no corpo humano. Os carboidratos, conforme Settineri (1987), possuem funções energéticas e são classificados em glicose, sacarose, frutose, amido e lactose. A glicose, conforme Arlin e Maham (1990), é uma molécula relativamente pequena que pode ser facilmente absorvida no intestino, e atua juntamente com a frutose em alimentos com funções energéticas como o mel e frutas diversas. A sacarose, segundo Stümer (2001), é um dissacarídeo que é formado pela união da frutose e da glicose, possuindo a função energética e sendo uma substância orgânica que é encontrada na beterraba e na cana, além de ser abundantemente disponível no reino vegetal por ser um constituinte básico do néctar das plantas. A frutose, no entendimento de Bacurau (2001), é um monossacarídeo também conhecido como levulose, contendo carbonos que estão dispostos em anel, sendo encontrado em vegetais, cereais, mel e, especialmente, nos tomates e nas frutas. O amido, conforme Wollinski e Hickson (1996), é uma molécula muito grande formada pela junção de centenas de moléculas de glicose, sendo uma reserva natural das plantas. Encontra-se armazenado em grandes quantidades em certas raízes, como a mandioca, em certos caules, como a batata, e em sementes diversas, como as do feijão, milho, trigo, entre outros. O amido tem função energética. A lactose, conforme Ornellas (2001), é formada pela junção de dois carboidratos, a glicose e a galactose, sendo encontrada no leite. Os lipídios, conforme Ornellas (2001), são substâncias graxas que constituem o mais rico alimento energético. Cada grama produz 9 cal. Entre eles figuram os azeites, gorduras neutras, as substâncias lipóides encontradas, por exemplo, na nata batida e na gordura animal. Mas os lipídios assim como as proteínas também participam da estrutura das membranas celulares. Portanto, além de energéticos, os lipídios têm função estrutural. São exemplos de alimentos ricos em lipídios: leite, carnes com gordura, castanha de caju, coco e azeite. As vitaminas, segundo Bacurau (2001), têm função reguladora no organismo e atuam como coenzimas, isto é, ativam certas enzimas, na função de regular reações químicas. As vitaminas são divididas em A, Complexo B, C, D, E, K, A vitamina A participa da manutenção do tecido epitelial, auxilia no crescimento do corpo e está relacionada com a visão. E a sua falta pode causar problemas de pele, crescimento retardado e cegueira noturna, que é dificuldade e enxergar em lugares escuros e de pouca luz. Se a deficiência de vitamina A não for corrigida a pessoa pode ficar cega. São fontes de vitamina A: leite, queijo, manteiga, gema do ovo, óleo de fígado de bacalhau, verduras em geral, pimentão cenoura, pêssego, mamão, etc. Esta vitamina é protetora da visão, da pele, das mucosas e atua no processo de crescimento. As vitaminas do Complexo B são conjunto de vitaminas quimicamente semelhantes entre si. Estão associadas com o crescimento do organismo, entre outros fatores. Destacam-se as vitaminas B1, B2, B3, B4, o ácido nicotínico, o ácido pantatênico e o acido fólico. A sua falta provoca fraqueza, paralisia muscular, alteração nos ossos, anemia e perturbações gastrintestinais. São fontes de vitamina do Complexo B: Arroz integral (com a película escura que envolve o grão) e outros cereais integrais, carne e miúdos (moela, coração, etc.), verduras leguminosas (feijão, soja, lentilha, ervilha, grão-de-bico), leveduras de cerveja, ovos, leites, etc. Estas vitaminas ajudam a liberar a energia dos glicídios no organismo. Sua deficiência produz perturbações, principalmente no sistema nervoso. A vitamina C é importante na manutenção dos tecidos de sustentação do corpo, como os ossos, cartilagens, derme, entre outros, na formação e conservação dos dentes, no crescimento e no fornecimento do corpo contra as infecções. A sua falta enfraquece os vasos capilares sanguinários. Em conseqüência, ocorrem sangramentos em diversas partes do corpo (visível nas gengivas), provocando a doença que recebe o nome de escorbuto. São fontes de vitaminas C: acerola, limão, laranja, caju, goiaba, mamão, manga, pimentão, rabanete, espinafre, etc. Esta vitamina é essencial na construção do tecido conjuntivo das paredes dos capilares sanguíneos; atua como estímulo das funções de defesa do organismo. A vitamina D é indispensável para a absorção de cálcio e fósforo no intestino. Logo que é importante para a formação dos ossos. A sua falta provoca na criança raquitismo, doença em que os ossos ficam fracos e se deformam. São fontes de vitamina D: Leite, ovos e manteiga, óleo de fígado de bacalhau, etc. Esta vitamina é solúvel em gordura, mas o corpo humano consegue fabricá-la do óleo natural da pele, após exposição ao sol. Assim em nosso país, banhado de sol quase que durante o ano todo, é muito raro deficiência desta vitamina. É a vitamina anti-raquítica indispensável à absorção do cálcio e do fósforo, permitindo a perfeita calcificação de ossos e dentes. A vitamina E tem função ainda indefinida, mas sua falta pode causar esterilidade. São fontes de Vitaminas E: geléia real (da abelha), ovos, leite, brócolis, castanhas, óleos vegetais e grãos diversos (soja, feijão, trigo, aveia, milho, etc.,). A vitamina K é importante para a coagulação do sangue e com a sua falta o sangue demora mais para se coagular, facilitando a ocorrência de hemorragias. Por isso, a vitamina K é chamada de vitamina anti-hemorrágica. São fontes de vitamina K: Fígado, alface, repolho, couve, acelga, etc. Os sais minerais, conforme Biesek e Côrte (1997), atuam no organismo contrabalançando as perdas dos que são eliminados, sendo os mais necessários o cálcio, ferro, magnésio, iodo, fósforo, sódio e potássio. As quantidades que o organismo requer de cada um desses minerais variam consideravelmente. O cloreto de sódio ou sal de cozinha é colocado nos alimentos para ficarem mais saborosos. A composição apresenta cloro e sódio, elementos químicos importantes para a regulação da quantidade de água no corpo. Os sais de Potássio possuem a mesma função do cloreto, o sódio e potássio são fundamentais para a condução dos impulsos nervosos nos neurônios. São encontrados na banana, em frutas cítricas, no leite e nos cereais, etc. Os sais de Cálcio e Fósforo são fundamentais para os ossos, para a atividade dos músculos. Encontramos no leite, no queijo, nos ovos, nos mariscos, etc. Os sais de Ferro participam da constituição da hemoglobina, pigmento respiratório dos nossos glóbulos vermelhos. São encontrados no feijão, na carne, na lentilha e nas verduras de folhas verdes e escuras. Os sais de Iodo são importantes para o bom funcionamento da glândula tireóide, que controla o metabolismo do organismo. Encontra-se nos peixes e frutos do mar, não se acrescenta sal de cozinha. Os sais de Flúor são importantes para a formação dos ossos e dos dentes, ele é adicionado à água encanada, beneficiando a população. Os sais de Magnésio auxiliam a formação dos ossos, nervos e músculos, agem em conjuntos com vitaminas e enzimas. Encontra-se em cereais, peixes, verduras, carnes, ovos e feijão. Observa-se, portanto, com base em Duarte (1978) que as vitaminas e os minerais são substâncias essenciais à vida, pois a função da vitamina é participar de vários processos metabólicos do corpo e os minerais regulam a contração muscular e os líquidos do corpo, eles agem como reguladores do metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. A melhor fonte de vitaminas é uma alimentação balanceada. Assim como acontece com as vitaminas consumidas em excesso não traz benefícios, os minerais ingeridos mais do que o necessário não melhora o desempenho físico, tal prática pode levar a um distúrbio no equilíbrio do corpo. As gorduras, conforme Bacurau (2001), provém principalmente da alimentação, entretanto em quantidades excessivas de proteínas e de carboidratos também podem ser armazenadas como gordura.Tendo em vista que o corpo necessita de uma certa quantidade de gordura para manter suas funções normais, contribuindo para a formação das estruturas do corpo e no auxílio da regulação do metabolismo e fornecimento de energia. Considerando Kamel e Kamel (1998), a função mais importante das gorduras é poupar os carboidratos nos exercícios de longa e baixa intensidade, com adaptação o atleta pode exercitar-se por mais tempo. Portanto, segundo Arlin e Mahan (1989), o excesso de gordura, pode limitar a quantidade de carboidrato armazenado, isso diminuiria a resistência e o desempenho físico, sendo imprescindível que a dieta adequada no exercício, forneça ao corpo todos os nutrientes necessários nas quantidades corretas. A água, conforme Franco (1998), é fundamental na constituição do organismo vivo, porque o organismo humano é composto de 70 % de água. Ela entra na composição das células e, conseqüentemente, nos tecidos órgãos e tecidos. É substância do material intercelular, como o plasma sangüíneo. O corpo humano elimina grande quantidade de água pela urina, fezes, suor e também pela forma de vapor pela respiração. O corpo compensa essa perda bebendo grande quantidade de líquidos como sucos, leite, café, chá, frutas, verduras, etc. Para Ornellas (2001), a água e um dos principais nutrientes da dieta alimentar. Os líquidos sempre devem ser selecionados com um único objetivo, prevenir a desidratação, o hábito de tomar líquidos independe da sensação ou não de sede. Os líquidos corporais dependem do grau de hidratação do indivíduo e tem funções importantes tais como: transporte de glicose e oxigênio, necessário para o trabalho muscular, e a remoção do ácido láctico produzido que se da através do sangue e também eliminar os produtos tóxicos através da urina. Veja mais aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
REFERÊNCIAS
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