segunda-feira, novembro 21, 2011

VALUNA, RICOEUR, POSTMAN, PHILIP DICK, JOHN CLARE, HORNEY, DOLTO, CORTELA, SEXUALIDADE & HUMOR

 


VALUNA: PROJETO VALE DO UNA - APRESENTAÇÃO: O projeto Valuna compreende uma pesquisa de caráter cultural, artístico, ambiental e socioeconômica, envolvendo os municípios integrantes da Bacia Hidrográfica do Rio Una, no Estado de Pernambuco.

ANTECEDENTES: O projeto Valuna teve início com as atividades desenvolvidas pela equipe Alegro Trupe, em novembro de 2010, nos municípios alagoanos atingidos pelas enchentes de 2010. Veja detalhes aqui.

Em seguida, foi realizada a pesquisa e desenvolvimento das atividades para o projeto Bacia Criativa-Artística Vale do Una (BACUNA), envolvendo os municípios pernambucanos. Veja detalhes aqui.

O RIO UNA – O rio Una é um curso de água que possui sua nascente situada no município de Capoeiras, na região agreste de Pernambuco, cujo topônimo significa preto ou escuro. Possui 255 quilômetros de extensão, desembocando no Oceano Atlântico, em um local denominado Várzea do Una, no município de São José da Coroa Grande. A sua bacia assemelha-se a um grande losango recortado no sentido oeste-leste, limitando-se ao norte com as bacias dos rios Ipojuca e Sirinhaém e o grupo de bacias de pequenos rios litorâneos, ao sul com a bacia do rio Mundaú, de Alagoas, e outras bacias, a leste com o Oceano Atlântico, bacia do rio Sirinhaém e a oeste com as bacias dos rios Ipojuca e Ipanema. São tributáios do Una os rios Pirangi, Camevou, Verde, Preto, Parnaso e o riacho dos Cachorros. Outros afluentes do Una são o riacho Quati, Riachão, Mentirosas e Sapo, e os rios Jacuipe, Caraçu e Preto.

VALE DO RIO UNA - O Vale do Una compreende municípios integrantes da Zona da Mata Sul de Pernambuco, hoje denominada de Microrregião da Mata Meridional Pernambucana, uma das cinco mesorregiões da Mata Pernambucana, e identificada pela composição dos municípios de Palmares, Escada e Sirinhaém. Fazem parte desse vale os municípios de Água Preta, Amaraji, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Cortês, Escada, Gameleira, Jaqueira, Joaquim Nabuco, Maraial, Palmares, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, São José da Coroa Grande, Sirinhaém, Tamandaré e Xexéu, bem como os municípios da microrregião Vitória de Santo Antão, tais como Chã da Alegria, Chã Grande, Gloria do Goitá, Pombos e Vitoria de Santo Antão, além daqueles que se encontram inseridos na sua bacia, tais como Agrestina, Altinho, Barra de Guabiraba, Bezerros, Bonito, Cachoeirinha, Caetés, Calçado, Camocim de São Félix, Canhotinho, Capoeiras, Caruaru, Cupira, Ibirajuba, Jucati, Jupi, Jurema, Lagedo, Lagoa dos Gatos, Panelas, Pesqueira, Sanharó, São Bento do Una, São Caetano, São Joaquim do Monte, Tacaimbó e Venturosa. Pelo visto, este recurso hídrico tem sua nascente na região agreste, atravessando a Mata Sul até a sua foz no Litoral Pernambuco, banhando assim 42 municípios.

RESULTADOS: Com as visitas efetuadas aos municípios componentes da Bacia Hidrográfica do Una, os resultados frutos de observações culminaram com a elaboração do livro ficção de viagem Valuna (veja detalhes aqui) ainda inédito, a composição da música Una e o roteiro-base para o projeto do curta-documentário denominado Rio Una (Veja detalhes aqui).

 

A arte a escultora e professora Sonia Ebling de Kermoal (1918-2006). Veja mais aqui.

 

DITOS & DESDITOS - Nós somos hoje responsáveis pelo futuro mais longínquo da humanidade. Pensamento do filósofo francês Paul Ricoeur (1913-2005), que também expressa: A virtude da justiça se estabelece com base numa relação de distância com o outro, tão originária quanto à relação de proximidade com outrem ofertado em seu rosto e em sua voz. Essa relação com o outro é, ouso dizer, imediatamente mediada pela instituição. O outro, segundo a amizade, é o tu; o outro segundo a justiça, é o cada um o que é seu. Veja mais aqui.

 

ALGUÉM FALOU: As leis são teias de aranha pelas quais as moscas grandes passam e as pequenas ficam presas. Pensamento do escritor do Realismo francês Honoré de Balzac (1799-1850). Veja mais aqui.

 

TECNOPÓLIO - [...] as novas tecnologias mudam aquilo que entendemos como “conhecimento” e “verdade”; elas alteram hábitos de pensamento profundamente enraizados, que dão a uma cultura seu senso de como é o mundo – um senso do que é a ordem natural das coisas, do que é sensato, do que é necessário, do que é inevitável, do que é real [...] O fato de a vida das pessoas ser mudada pela tecnologia é encarado como algo natural, e que as pessoas devem ser tratadas às vezes como se fossem maquinaria é considerado como condição necessária e lamentável do desenvolvimento tecnológico. Mas, nas tecnocracias, essa condução não ética é tida como filosofia da cultura. A tecnocracia não tem como objetivo um grande reducionismo, no qual a vida humana deva encontrar seu sentido na maquinaria e na técnica. O tecnopólio tem [...] a informação tornou-se uma espécie de lixo, não apenas incapaz de responder às questões humanas mais fundamentais, mas também pouco útil para dar uma direção coerente à solução de problemas mundanos. Para dizer isso de uma outra maneira: o meio em que floresce o tecnopólio é um meio em que foi cortado o elo entre a informação e o propósito humano, isto é, a informação aparece de forma indiscriminada, dirigida a ninguém em particular, em enorme volume e em altas velocidades, e desligada da teoria, sentido ou propósito [...]. Trechos extraídos da obra Tecnopólio: A rendição da cultura à tecnologia (Nobel, 1992), do professor crítico social e teórico da comunicação estadunidense Neil Postman. Veja mais aqui e aqui.

 

O HOMEM DUPLO – [...] O mal uso das drogas não é uma doença. É uma decisão, como você parar na frente de um carro em movimento. Isto pode ser chamado de um erro de julgamento. [...] Às vezes a resposta apropriada para a realidade é se tornar insano [...]. Trechos extraídos da obra O homem duplo (Aleph, 1985), do escritor estadunidense Philip K. Dick (1928-1982), transformando na animação A Scanner Darkly (2006), dirigido por Richard Linklater, contando que em um futuro próximo, uma droga, a "Substância D", altamente viciante e de origem desconhecida passa a ser investigada pela agência "Novo Caminho", que para a tarefa, infiltra um agente entre um grupo de viciados. Embora seja um tempo em que tudo o que se faça seja vigiado, filmado e gravado, a identidade do agente é preservada pela tecnologia que, através de uma roupa, altera a fisionomia e a voz do indivíduo.

 

EU SOU - Eu sou: o que agora sou ninguém quer saber; / Amigos me abandonaram, fútil haver; / Eu mesmo consumo minhas paixões feéricas / Elas nascem e se esfumam em chão estéril, / Abafados espasmos de amor delirante – : / Mas sou, vivo – como vapores tremulantes / Em meio a um nada ruidoso e escamescente, / Em meio a um vivo mar de sonhos vigilantes, / Onde não há sentido de vida ou alegrias, / Só ‘o cru naufrágio de minhas aporias; / E a mais desejada, que me faz e desfaz, / É-me estranha – ou pior, mais estranha que as mais. / Aspiro a lugares por homem não pisados, / Cenário não visto por mulher, nem pranteado – / Para lá conviver com meu Criador, Deus, / Dormir como na infância, leve, junto aos meus, / Desanuviado, e confortado onde me encontro, / A grama por baixo – por cima o céu redondo. Poema do poeta britânico John Clare (1793-1864).

 

DIÁRIO DE KAREN HORNEY – [...] Na minha imaginação não há sequer uma parte de mim que não tenha sido beijada por uma boca ardente. Na minha imaginação não existe depravação do mais baixo nível que eu não tenha experimentado [...] Uma menina, a partir de seu nascimento, está exposta à sugestão-invevitável, seja ela transmitida com brutalidade ou delicadeza – de sua inferioridade [...] Metade da raça humana está descontente com o sexo que lhe foi designado [...] O homem é motivado pela inveja do útero, pelo ciúme da maternidade [...] A minha crença é no homem dotado da capacidade e do desejo de desenvolver a sua potencialidade e de tornar-se um ser humano decente. [...] Creio na capacidade do homem de mudar e continuar mudando por toda a vida. [...] KAREN HORNEY (1885-1952) - Nasceu em Hamburgo, na Alemanha. A mãe era casada com um capitão de navio religioso e taciturno, muito mais velho que ela, por medo de ficar solteira e desejando sempre a morte do marido. Karen sentia-se inferior, inútil e hostilizada pelos pais que dedicavam mais atenção ao seu irmão mais velho. Na adolescência ele se entregou às varias paixões na busca frenética pelo amor e pela aceitação que não encontrava em casa. Depois começou a frequentar por ruas repletas de prostitutas. Criou o jornal chamado Órgão Virginal para Supervirgens. Contra a vontade dos pais ingressou na University of Berlim no curso de Medicina, tornando-se Doutora em 1913. Casou-se, teve três filhas, sofria de depressão e envolveu-se em muitos relacionamentos até divorciar-se. Seu relacionamento mais duradouro foi com o psicanalista Eric Fromm, terminando depois numa profunda depressão. A busca do amor e a atração por homens mais fortes refletiam paixões edipianas da infância. A partir daí, adotou uma vida sexual promiscua. Passou a estudar psicanálise freudiana em Berlim, divergindo da ideia da inveja feminina do pênis proposta por Freud. A falta de amor dos pais promoveu a descoberta da ansiedade básica, conceito que resulta de atitudes paternas dominadoras, bem como da falta de proteção e amor e o comportamento errático. Definiu as necessidades neuróticas em tendências, entre as quais, a personalidade condescendente em que o individuo vai ao encontro de outros na busca de aprovação, afeto e parceiro dominante; a personalidade independente, quando o individuo se afasta dos outros na busca pela independência, perfeição e isolamento; e a personalidade agressiva, quando indivíduo vai ao encontro dos outros expressando a necessidade de poder, de exploração, de prestigio, admiração e conquista. Ela começou a trabalhar com a psicologia feminina em 1922 e foi a primeira mulher a apresentar um trabalho abordando esse tópico em um congresso internacional de psicanálise, presidido por Freud, em 1930, em Berlim. Ela traçou a distinção entre a mulher tradicional, como aquela que vivia em busca da própria identidade no casamento e na maternidade, da mulher moderna que busca a identidade na carreira profissional. Lutou pelo direito da mulher de tomar decisões próprias para enfrentar as restrições impostas pela sociedade machista dominadora. Tornou-se uma psicanalista e feminista à frente do seu tempo. Veja mais aqui e aqui.
REFERÊNCIAS:
DAVIDOFF, Linda. Introdução à psicologia. São Paulo: Pearson Makron Books, 2001.
FADIMAN, James; FRAGER, Robert. Teorias da personalidade. São Paulo: Harbra, 2002.
HORNEY, Karen. A personalidade neurótica do nosso tempo. São Paulo: Veja, 1979.
______. Psicologia feminina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1991.
SCHULTZ, Duane; SCHULTZ, Sidney. História da psicologia moderna. São Paulo: Cengage Learning, 2012.

O PAPEL DA SEXUALIDADE NO DESENVOLVIMENTO DA PESSOA – No seu livro Psicanálise e Pediatria, a médica e pediatra francesa Françoise Dolto (1908-1988), entre outros tantos importantes assuntos, aborda o papel da sexualidade no desenvolvimento da pessoa, o sexo, a libido, o hedonismo, as fases de desenvolvimento dos instintos, a masturbação, complexo de castração, pulsões, instâncias da personalidade, o consciente e o inconsciente, recalques, resistências, pensamento, inteligência, sexualidade normal e perversa, as interdições e a masturbação. Destacamos algumas expressões da autora: “[...] em cada idade, desde o nascimento à morte, não há pensamento, sentimento ou ato do individuo que não comporte em si a busca hedonista, isto é, uma pulsão libidinal. Não existe vida sã sem vida sexual sã e, inversamente, não há vida sexual sã num individuo doente ou neurótico. A saúde sexual não se mede pela atividade erótica fisiológica do individuo; esta constitui apenas um dos aspectos da sua vida sexual. O outro aspecto é o seu comportamento afetivo em face do objeto de amorosidade, o qual se traduz, na ausência desse objeto, pelos fantasmas em que ele intervém. Só o estudo desses fantasmas e do seu simbolismo permite conhecermos a idade afetiva do individuo e o modo de sexualidade que preside à sua atividade. Não existe atividade que não seja sustentada afetivamente pelos sentimentos, em relação com a finalidade consciente ou inconsciente dessa atividade. E o objetivo de toda educação (profilaxia dos distúrbios de comportamento), como de toda psicoterapia (cura dos distúrbios do comportamento), é a utilização da libido de individuo de maneira que ele se sinta feliz e que esse bem-estar subjetivo se harmonize com os dos outros e inclusive o promova, em vez de sustá-lo [...] é a energia libidinal derivada de seus fins sexuais, que anima todas as atividades do individuo”. “[...] as pulsões e descargas libidinais só são intrinsecamente importantes em virtude dos afetos que elas engendram [...] Mas as pulsões instintivas da criança deparar-se-ão com obstáculos. Se esses obstáculos são consentâneos com a condição humana, tomada em sua mais ampla acepção, ou são levantados sem necessidade racional pelo meio familiar, cuja atitude decorre de uma ótica moralmente deformada, é algo de que a criança não está apta a aperceber-se. Ela se aperceberá um dia, na puberdade ou mais tarde, de que as suas veleidades de rever os valores elevados à categoria de dogmas pelo seu meio educacional e pelo seu próprio Superego criarão conflitos entre o seu senso moral e o seu Ego. Essa revisão de valores, na puberdade afetiva, é entretanto, indispensável. [...] É por isso que esses conflitos da adolescência, quer se passem na idade fisiológica ou mais tarde, se o individuo já é ligeiramente neurótico antes da puberdade, isto é, culpado de seus sobressaltos sexuais, poderá desencadear neuroses mais ou menos agudas [...]”. “[...] Todos os que se ocupam de desordens do comportamento, de perturbações funcionais orgânicas, os educadores, os médicos, no verdadeiro sentido da palavra, devem ter noções sobre o papel da vida libidinal e saber que a educação da sexualidade é o fermento da adaptação do individuo na sociedade”. FRANÇOISE DOLTO – A médica e pediatra francesa Françoise Dolto desde a infância manifestava seu interesse em tornar-se doutora da educação, observando os problemas das relações entre seus pais e filhos. Aos doze anos, com a morte da sua irmã Jacqueline, ouviu dos pais a preferência de que ela devia ter morrido no lugar da irmã, inclusive, os pais a responsabilizaram por não ter rezado o suficiente para salvá-la. Na adolescência, ela enfrentará as incompreensões de sua mãe, ao confessar suas inclinações pela arte de esculturas, desenhos e aquarelas. Foi então estudar Enfermaria, depois se matriculou na Faculdade de Medicina, tornando-se médica de família e pediatra. Rompeu com um noivado arranjado pelos pais, originando sintomas neuróticos e sentimento de culpa, o que a fez decidir por análise com René Lafargue. Defendeu sua tese em Medicina, sobre o tema das relações entre a psicanálise e a pediatria, em 1939, sendo admitida na Sociedade Psicanalítica de Paris. A partir de então, publicou diversos livros sobre a temática da psicanálise para crianças e adolescentes. Entre suas obras se encontram A Psicanálise do Evangelho, livro que se tornou polêmico e foi criticado por teólogos e psicanalistas, ao que ela retrucou: “Eu não poderia vislumbrar de ser psicanalista se eu não fosse crente”. Casou-se em 1942 com o médico reumatologista Boris Ivanovitch Dolto, fundando o Colégio Francês de Ortopedia e Massagem. Trouxe à luz a castração simboligência, uma ideia acerca das marcas sancionadoras, que promoverá o aparecimento da alternativa para uma boa maternagem no esquema e imagem corporal da criança. Criou a Casa Verde em 1979 , em Paris, para abrigar crianças de até 3 anos de idade, acompanhadas pelos pais, na busca de evitar traumas na pré-escola. Conheceu Jacques Lacan em 1938 com quem ao longo de 40 anos passou a ser ambos considerados o casal parental influenciador das futuras gerações de psicanalistas franceses. Ela lutou pela causa da criança em rádio e televisão, até falecer em 1988. REFERÊNCIA: DOLTO, Françoise. Psicanálise e pediatria: as grandes noções da psicanálise. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1988. Veja mais aqui.

MITOS E TABUS DA SEXUALIDADE HUMANA - O livro Mitos e tabus da sexualidade humana: subsídios ao trabalho em educação sexual, de Jumena Furiani, aborda temas como mitos sexuais do corpo perfeito, da diferença do prazer entre teorias, orgasmo, tamanho do pênis, sexo vaginal, estimulação clitoidiana, esterelidade, pílula anticoncepcional, preservativo, ginecomastia, atividade sexual, alcool, iniciação sexual, casamento, adultério, incesto, sexo na terceira idade, pratica sexual, sexo com animais, sexo anal, sexo oral, sexo grupal, lojas eróticas, masturbação, virgindade, menstruação, homessexualidade e bissexualidade. A autora conclui no seu estudo que “É preciso romper com os mecanismos opressores que legitimam mitos e tabus sexuais. É preciso, independentemente de qualquer vivência sexual, dizer não a toda e qualquer forma de preconceito, segregação ou exclusão social. É preciso posicionar-se claramente contra a contraditória hipocrisia social que dá mais valor às práticas sexuais hegemônicas do que o valor humano das qualidades e caráter pessoal. É preciso ter a coragem para tornar a escola e a universidade, locais de critica latente e de pensamentos de resistência, buscando através de uma educação sexual sistemática, a superação de estereótipos e de todas as formas de preconceito. É preciso vislumbrar a entrada de um terceiro milênio, com uma postura mais digna e corajosa de defesa dos direitos humanos e, portanto, politicamente engajada na busca de uma cidadania real, sexualmente plena e feliz”. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.


DITADO CHINÊS: “Quando dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão, e eles trocam o pão, cada um continua com um pão. Mas, quando dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando uma idéia, se eles trocam de idéia, cada um vai embora com duas idéias”. Ditado chinês recolhido por Mario Sérgio Cortella no seu livro “A Escola e o conhecimento – fundamentos epistemológicos e políticos”. Veja mais aqui. E veja mais aqui e aqui.






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HUMBERTO MATURANA, SAMANTA SCHWEBLIN, NÚRIA AÑÓ & LÍVIA FALCÃO

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