
A ERA SECULAR DE TAYLOR
[...] Todos percebemos nossas
vidas e/ou o espaço no qual vivemos nossas vidas como portadores de uma
determinada forma moral ou espiritual. Em algum lugar, em alguma atividade ou
condição reside uma plenitude, uma riqueza; ou seja, naquele lugar (naquela atividade
ou condição) a vida é mais plena, mais rica, mais profunda, mais valiosa, mais
admirável, mais o que deveria ser. Este é, talvez, um lugar de poder:
geralmente experienciamos isso como profundamente tocante, inspirador. Talvez
tenhamos apenas vislumbres muito tênues desse sentido de plenitude; temos uma
forte intuição do que seria a plenitude, se tivéssemos naquela condição, por exemplo,
de paz ou de completude, ou se fôssemos capazes de agir naquele grau de
integridade, generosidade, desprendimento ou abnegação. Mas, às vezes, haverá
momentos de plenitude vivida, de alegria e prazer, em que nos sentiremos lá. [...]
Trecho extraído
da obra Uma era secular (Unisinos,
2010), do filósofo canadense Charles Taylor,
tratando acerca das mudanças e modificações religiosas na sociedade ocidental,
numa perspectiva história que aborda o cristianismo e a multiplicação de
diferentes opções religiosas, antirrelogiosas e espirituais, desde a Reforma e
o momento decisivo, o efeito das narrativas de secularização e as condições de
crença.
Veja
mais sobre:
O dia
amanhece e é maravilhoso viver, Literatura
no Brasil de Afrânio Coutinho, O chamado de Françoise
Sagan, o pensamento de Aristóteles, a música de Bach & Maggie Cole, o cinema de Alain
Chevalier & Catherine Deneuve, A sinfonia pornográfica de Charles
Baptiste, Arte Yoga, a arte de Hannah Höch & Orly Faya aqui.
E mais:
A lenda
curare aqui.
Vamos aprumar a conversa, A cartomante de Machado de Assis, Bagagem
de Adélia Prado, o teatro de William Shakespeare, Nossa música de Jean-Luc
Godard, Questão de método de Jean-Paul
Sartre, a música de Eumir Deodato, a arte de Carlos Scliar & Ballet Stagium aqui.
Albert Einstein, Entre quatro paredes de Jean- Paul Sartre, A liberdade de
pensamento de Fichte, Indícios de oiro
de Mário
Sá-Carneiro, a música de B. B.
King, By by Brasil de Cacá Diegues, a pintura de Jacob Jordaens & Programa Tataritaritatá aqui.
Brincarte do Nitolino, O
desenvolvimento psicossocial de Erik
Erikson, A mulher de trinta anos de Honoré de Balzac, Os doze gozos de Maria
Teresa Horta, o teatro de Nelson Rodrigues, a música de Joe Cocker, a arte de Lucélia Santos, a
pintura de Eugène Delacroix & Paul
Nash aqui.
Vamos aprumar a conversa, A natureza do preconceito de Gordon Allport, Eloisa & Abelardo de Alexander
Pope, Capital Federal de Artur Azevedo, Repertório selvagem de Olga Savary, a
música de Naná Vasconcelos &
Uakti, o cinema de Mike
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de Ana Botafogo aqui.
Sou um
pedaço de nada arrodiado de violência por todos os lados, Violência
no mundo de Jean Baudrillard, Violência
urbana de Régis de Morais, Canto vilano de Blanca Varela, a
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Jóia, Neurofilosofia & Neurociência Cognitiva, a arte de Flávio
de Carvalho, Poemas à Flor da Pele & Soninha Porto aqui.
Pindura
aí, meu! O negócio tá ficando feio, Cidadania insurgente de James Holston, a poesia de Sérgio Frusoni, Cidadania de Maria de
Lourdes Manzine Covre, a música de Sol Gabetta, a fotografia de Mara Saldanha, a
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Borack aqui.
Recomeçar
do que vai e vem, A arte da poesia de Ezra Pound, Trajetória
da juventude de Miriam Abramovay, Mangas verdes de Rui
Knopfli, a música de Tanita Tikaram, a pintura de Aleksandr Gerasimov, a arte de
Annette Kellerman & Luciah
Lopez
aqui.
Livros Infantis do Nitolino aqui.
&
Agenda de Eventos aqui.
A EDUCAÇÃO ESTÉTICA DE SCHILLER
[...] Todas as coisas
que de algum modo possam ocorrer no fenômeno são pensáveis sob quatro relações
diferentes. Uma coisa pode referir-se imediatamente a nosso estado sensível
(nossa existência e bem-estar); esta é sua índole física. Ela pode, também, referir-se
a nosso entendimento, possibilitando-nos conhecimento: esta é sua índole lógica.
Ela pode, ainda referir-se a nossa vontade e ser considerada como objeto de escolha
para um ser racional: esta é sua índole moral. Ou, finalmente, ela pode referir-se
ao todo de nossas diversas faculdades sem ser objeto determinado para nenhuma
isolada entre elas: esta é sua índole estética. Um homem pode ser-nos agradável
por sua solicitude; pode, pelo diálogo dar-nos o que pensar, pode incutir respeito
pelo seu caráter; enfim, independentemente de tudo e sem que tomemos em consideração
alguma lei ou fim, ele pode aprazer-nos na mera contemplação e apenas por seu
modo de aparecer. Nessa última qualidade julgamo-lo esteticamente. Existe,
assim, uma educação para a saúde, uma educação do pensamento, uma educação para
a moralidade, uma educação para o gosto e a beleza. [...].
Trecho
extraído da obra A educação estética do
homem (Iluminuras, 1989), do poeta, filósofo, dramaturgo e historiador
alemão Friedrich Schiller (1759-1805). Veja mais aqui e aqui.
BRAVA
GENTE BRASILEIRA
O drama Brava
Gente Brasileira (2000), dirigido por Lúcia Murat, a partir dos versos do jornalista Evaristo da Veiga escritos
para o refrão do Hino da Independência brasileiro, que ganhou música do
imperador Pedro I, contando a relação conflituosa entre os portugueses e os
índios no século XVIII, quando um grupo de soldados acompanha o cartógrafo
recém-chegado e enviado pela coroa portuguesa para fazer um levantamento
tipográfico da região, descobrindo a caminho do forte, um grupo de índias tomando
banho em um rio. Destaque para atuação da premiada atriz Luciana Rigueira, melhor atriz no Festival de Brasília.
A ARTE
DE BENJAMIN CASSIANO
SARAU
POESIA REVISTA
Acontecerá no próximo dia 30;07, o Sarau Poesia
Revista: poesia, música & cinema.