quinta-feira, outubro 08, 2015

STOCKHAUSEN, RUBEM BRAGA, CATULO, SIGOURNEY, REGNIER, DRAPER, APRENDIZAGEM & BIRITOALDO.

VAMOS APRUMAR A CONVERSA? QUANDO OS ANJOS PAGAM O PATO PELA BAGUNÇA NO CÉU! - Aqui começa uma história. E com ela, nasce um personagem. Tudo veio à tona quando Biritoaldo excedeu na virada de copos da carraspana e invadiu a casa do vizinho. Foi que o pinguço folgazão dançou com a mulher do coitado, mijou nas panelas, cagou na porta do banheiro, flertou a empregada, deu ordem para todo mundo ficar nu, fez arruaça em cima dos móveis e, ainda, depois de tudo, amarrou o maior bode e caiu, por fim, pesado no divã. O vexame foi tão grande que abriu até olho de defunto timorato. Curiosos de todas as paragens testemunharam, in loco, todo ocorrido, passando de boca em ouvido, até ganhar o exagero dos comentários nas boatarias doutros rincões. E, como já se sabe, nas províncias desta terrinha de meu deus, o pipoco é maior que a espoleta, dado o poder ilibado de se aumentar as coisas que os comentaristas populares habilmente informam aos alheios. Se o negócio é do tamanho dum zigue-zigue, toma logo proporções de um boeing para zepelin, tal a criatividade inventiva dos boateiros em arrolar detalhadamente as minudências escandalosas duma minúscula e insignificante leseira. Tá aí o retrato fiel da pabulagem no trato de petas e patranhas. O sucedido virou noticiário de uma semana pra outra no repertório de fofocas dos mais despudorados encontros de mesa de bar, assento de barbeiro, serviços de manicura e pedicura, roda de pescadores, reunião de caçadores e motoristas e vigias noturno, tudo alinhavado em minudências com as devidas e respectivas pitadas bem condimentadas nos anais da invencionice. Olhe só o besouro tomando corpo e ficando abundante. Já de manhã, o bebão despertando com um gosto de chapéu velho na boca e vitimado de uma puta ressaca daquelas de nem querer abrir o olho por causa do peso da cabeça, foi tomando, aos poucos, ciência do bafafá. Estava tão atordoado porque a manguaça não havia dispensado ainda seu forte efeito. Ainda zonzo, lentamente, fez menção de se levantar, que combalido. Teve certeza da impossibilidade de ficar de pé, optando, então, sentadinho, em só admirar o ambiente. Trôpego, ainda, resolveu, aos tombos, sair da toca. E foi se surpreendendo. Havia algo de diferente na sala, feliz por constatar móveis novos, bem arrumados e melhor distribuídos. Que coisa? Tava cheio de empáfia, ancho, pabo, mordaz, elogiando o bom gosto da esposa. Impressionou-se mesmo com a criatividade decorativa dela, concluindo ter sido realizado ali uma verdadeira faxina para suntuosidade. Onde aprendera a fazer aquilo? Mulher tem cada pantim! Numa investigação mais acurada, ficou surpreso com a reforma feita de um dia para o outro naquela dependência da casa, sem sua anuência, sem seu pitaco, sem sua participação. - Ou essa mulher tá de beiço virado ou arrumou macho para me desbancar! Deve de ter sido bem cara para ficar nesse luxo todo -, indignou-se solitariamente. Notou que ali antes não havia um televisor colorido dos grandões, de num sei quantas polegadas, sem botão algum, acompanhado de um... vídeo-cassete! E um vídeo-game! Todos depositados num rack elegante. Não, isso não estava ontem aí. Que foi que houve? Ora, também não possuía aquele telefone cheio dos trinques num criado mudo. Peraí! Não lembrava mesmo de ter comprado tais objetos. Ou seria fruto de pintos que a mulher andava sacando na sua carteira? Ih! Tem coisa! E espantou-se com a empregada ajeitada toda, alisando um aparelhagem de som de última geração no outro compartimento da casa. Hum... - Empregada nova, hem? Essa minha mulher é cheia das munganga... Tomou a direção do quarto no afã de maiores explicações e qual não foi o jeito dele ficar estupefato de quase cometer um delito à queima roupa, vez que não era ele aquele que se encontrava na sua cama. Eita! O sangue ferveu. Emputeceu-se prevendo a gaia. E foi tomar satisfação: a mulher não era dele, tampouco. Ufa! Que alívio! - Danado um negócio desse! Empresta minha cama para a safadeza dos outros, hem? -, reclamou partindo para cozinha puto da vida. Enquanto caminhava enraivecido foi notando que ali agora possuía um corredor, uma mobília nova e até um quintal que antes também não estavam ontem ali. - Ainda é pouco! - exaltou-se, abufelado com a certidão do fato: - muda de casa e não me avisa nada! Os dois intrusos que antes estavam na sua cama, quase despidos arrumando o pijama e a camisola, já lhe exigiam silêncio por causa da zoada que ele violentamente fazia. - Quem manda nesta porra ainda sou eu! Fora daqui todos os dois! -, gritou, esganando-se, enquanto eles com psiu de silencia e que falasse mais baixo para não acordar a criança no berço. - Agora sim! Na minha casa e tenho que aguentar estranhos! Emputeceu-se mais ainda e já estourando tudo, resolveu zarpar quintal a dentro a cagar raios de raiva! Verdadeiro cu de boi na área do Central, não fosse a intervenção salvadora de Munga, sua esposa, esclarecendo a situação. – Venha, meu véio, vamos pra casa! Saiu ela tangendo ele, amansando; ele, aos impados e tremeliques de raiva, nem desconfiava o caminho do departamento da vergonha. E vamos aprumar a conversa aqui e aqui.

 Imagem do artista plástico do Classicismo britânico, Herbert James Draper (1863-1920).


Curtindo a composição orquestral Mistur (1963-67), do compositor alemão Karlheinz Stockhausen (1928-2007). Veja mais aqui.

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM – O livro Psicologia da aprendizagem no ensino médio (Artmed, 2003), organizado por César Coll, Concepción Gotzens, Carles Menereo, Javier Onrubia, Juan Ignacio Pozo e Alonso Tapia, trata de temas como a concepção construtivista como instrumento para análise das praticas educativas escolares, aprendizagem de conteúdo e desenvolvimento de capacidades no ensino médio, ensinar e aprender e a pensar no ensino médio, estratégias de aprendizagem, motivação e aprendizagem no ensino médio, avaliação da aprendizagem de atenção à diversidade, comportamentos disruptivos e problemas de disciplina no ensino médio, entre outros assuntos. Da obra destaco os trechos: [...] Um sistema educacional, através do estabelecimento dos conteúdos das diferentes matérias que estruturam o currículo, tem como função formativa essencial fazer com que os futuros cidadãos interiorizem, assimilem a cultura em que vivem, em sentido amplo, compartilhando as produções artísticas, científicas, técnicas, etc., próprias dessa cultura e compreendendo seu sentido histórico, mas também desenvolvendo as capacidades necessárias para ter acesso a esses produtos culturais, desfrutar deles e, se possível, renová-los. [...] É um fato constatado frequentemente por professores e professoras do ensino médio que muitos alunos carecem do interesse e da motivação necessários para aprender. Em geral, esses alunos prestam pouca atenção e trabalham pouco. Não parece importar-lhes o fato de serem renovado e seu único interesse parece ser abandonar a escola o quanto antes. Além disso, o escasso esforço que fazem costuma ser inadequado, já que estudam de forma mecânica, sem compreender o significado e o alcance do que escutam e pensando exclusivamente em aprovar. Desse modo, essa ausência de interesse traduz-se, às vezes, em comportamentos que perturbam o trabalho escolar de seus colegas. Nesse contexto, é comum que muitos professores pensem que não se pode fazer nada e que esses alunos deveriam ir diretamente para os programas de diversificação. [...]. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

EU, LUCIO DE SANTO GRAAL – No livro 200 crônicas escolhidas (Record, 1979), do escritor Rubem Braga (1913-1990), encontro Eu, Lúcio do Santo Graal, transcrita a seguir: Jpa fiz muita coisa em jornal, mas o sonho secreto do coração jamais se cumpriu. É verdade que os sonhos mudam; lembro-me que, no tempo de rapazinho, a suprema autoridade era para mim, Yves, do Fon-Fon!. O Sr. Bastos Portela. Ele respondia a centenas de cartas com um ar displicente e irônico, rejeitando os poemas ou dizendo alguma coisa sobre as torturas ou delícias da alma que suas fãs lhe expunham. Sim, era supremo. Às vezes feroz, às vezes delicadíssimo, escrevia com navalha ou pluma e tinha, por cima de tudo, um ar de desencanto, ou fastio que raramente lhe permitia uma pequena frase lírica. Mandei-lhe, certa vez, alguma coisa que escrevi, uma croniqueta de vinte linhas. Levou uma semana para responder, e como o Fon-Fon! custava a chegar lá em Cachoeiro! Eu já estava triste quando um belo dia veio a resposta. Yves não publicava minha literaturinha, mas me tratava com uma certa gentileza. Dizia, se bem me lembro, que aquilo devia ser coisa de estudante em férias, e acrescentava algo assim como “hum! Você pode ser um humorista”. Não me zanguei com a recusa da croniqueta; com as semanas de espera eu já não fazia muita fé naquilo. (Os escritores adolescentes são horríveis pais, que vivem renegando os filhos semanas e às vezes dias depois de nascidos, passando seu amor de armas e bagagens para outro filho que acham um primor e logo renegarão; com o tempo a gente fica menos ambicioso e mais humilde e se às vezes contempla a filharada toda com aborrecimento pelo menos não a despreza mais por amor dos recém-nascidos, que já sabemos que não são grande coisa). Também não mandei mais colaboração; creio que fui passar as férias na praia e adeus literatura. Há muito tempo não leio o Fon-Fon!, pois me chateei quando a revista virou integralista, não sei se Yves continua funcionando. Sim, Yves era supremo, mas o meu grande sonho não era ser Yves. Devo ter algum pudor em confessá-lo. Não é coisa, vamos dizer, muito viril. Que fazer? Rirá de mim o leitor severo; mas que se dane. Meu sonho é ter um “Consultório Sentimental”. Não com o o meu nome; com um pseudônimo, um bom pseudônimo que intrigasse e encantasse as damas. “Mas quem será?”, perguntariam elas, erguendo ao céu os belos olhos negros ou azuis. “Quem será, hein?” E ficariam minutos assim, talvez beliscando levemente o lábio inferior. E o Braga, moita. Minhas respostas seriam infernais, oh, santo Deus, como eu brilharia. Haveria de mergulhar no coração das damas e de lá traria as pérolas lindíssimas que sempre julgo haver recônditas no fundo desses pequenos e confusos oceanos. De vez em quando eu seria irônico, mas também não demais; às vezes um pouco paradoxal, mas também sem abuso. No mais das vezes seria manso, ainda que profundo; tenso, embora ligeiramente superior. Às vezes poderia mesmo ser distinto e não discreto que pediria perdão, mas me negaria a dar conselho em caso tão delicado. Outras vezes rasgaria apelos: “Ame, e creia no seu amor. Tenha a coragem de seus sentimentos; acredite na vida! Conte com seu apoio moral!”. Absolutamente, ab-so-lu-ta-men-te não cederia aos rogos de missivistas ansiosas por me falar pessoalmente, ou sequer pelo telefone. Não, nunca. Ao palerma do Braga elas não pilhariam; só poderia lidar com o fantástico doutor de alma, profundo conhecedor do coração epistolar feminino, irônico porém tão humano, severo porém tão meigo. É inútil, ó belas do Brasil; no dia em que eu me instalar atrás de meu soberbo pseudônimo podeis me mandar retratos até em maiô. Pessoalmente só merecereis o meu desprezo; porque “Juan” (ou Vic, ou Parsifal, ou Dr. Cândido) só tratará com as senhoras e senhoritas através de cartas. Pessoalmente (que terá gavido com ele, com esse terrível conhecedor de mulheres? Desenganado ou soberbo fastio? Mágoa ou tédio, Senhor?), pessoalmente as mulheres jamais o atingirão, ainda que venham lágrimas sobre a titã azul em papel cor-de-rosa. Sim, eu serei misterioso, magnifico, e irredutível, quer me chame “Dr. Mefisto”, quer me chame “Johnny”, ou, o que talvez prefira, “Lucio de Santo Graal”. E então, as damas ficarão exasperadas, fascinadas... E lá atrás de seu pseudônimo fabuloso, ficará escondido, mergulhado na escuridão, ferido e medroso, o pobre coração do Braga. Veja mais aqui, aqui e aqui.

CABÔCA DE CAXANGÁ & OS OLHOS DELA – No livro Meu sertão (Officina, 1952), do poeta e músico Catulo da Paixão Cearense (1863-1946), destaco, inicialmente, Cabôca Caxangá: Laurindo punga, chico dunga, zé vicente / Essa gente tão valente do sertão de jatobá / E o danado do afamado zeca lima / Tudo chora numa prima e tudo quer te traquejá  / Cabôca di caxangá (bis) / Minha cabôca venha cá. (bis) / Queria ver se essa gente também sente / Tanto amor como eu senti / Quando eu te vi em cariri / Atravessava um regato no patau / E escutava lá no mato / O canto triste do urutau. / Cabôca, demônio mau, (bis) / Sou triste como o urutau. (bis) / Cabôca de caxangá (bis) / Minha cabôca, vem cá (bis) / Há muito tempo lá nas moita / Da taquara junto ao monte das coivara / Eu não te vejo tu passar / Todo os dia até a boca da noite / Eu te canto uma toada / Lá de baixo do indaiá. / Vem cá, cabôca, vem cá (bis) / Rainha di caxangá (bis) / Da noite santa do natal na encruzilhada / Eu te esperei e descansei / Até o romper da manhã / Quando eu saia do arraiá o sol nascia / E lá na mata já se ouvia / Pipiando a acauã. / Cabôca, toda manhã / Som triste de acauã (bis) / Cabôca de caxangá (bis) / Minha cabôca, vem cá (bis). Também Os olhos dela: Eu sou capaz de confessar / Aos pés de Deus / Que eu nunca vi em mundo algum / Un olhos como os teus / Eu não sei mesmo / Como os hei de comparar, não sei / Eu já tentei cantar / O teu divino olhar / Depois de tanto versejar / Debalde em vão / Depois de tanto apoquentar / A minha inspiração / Cheguei à triste conclusão / De que eu só sei sofrer / E o que teus olhos são / Não sei dizer / Deixa-te estar que quando eu morrer / Irei verter os prantos meus nos céus / Hei de contar em segredo a Deus / As travessuras desses olhos teus / Hei de mostrar ao Senhor Jesus / Ao Pai nos céus, apiedado / Meu coração crucificado / Nos braços teus de luz / Os olhos teus são lágrimas do amor / Os olhos teus são dois suspiros de uma flor / São dois soluços d´alma / São dois cupidos de poesia / Que sinfonia tem o teu olhar / Que até às vezes já nos faz chorar! / Ai, quem me dera me apagar assim / À luz do teu olhar! / Os olhos teus / Quando nos querem castigar / Parecem dois astros de gelo / Que nos vêm gelar / Mas quando querem nos ferir / Direito o coração / Eu não te digo não / O que os teus olhos são / Pois quando o mundo quiser / De vez findar / Basta acendê-lo com um raio / Desse teu olhar / Que os olhos todos das mulheres / Que mais lindas são / Dos olhos teus / Não têm a irradiação. Veja mais aqui, aqui, aqui e aqui.

BAILEI NA CURVA – A comédia dramática Bailei na curva (1983), do psicanalista, diretor de teatro, ator e dramaturgo Julio Conte, retrata as décadas de 1960/70/80 na visão de sete pessoas da infância à idade adulta, tendo ao todo, quarenta e oito personagens, interpretado por oito atores, quatro homens e quatro mulheres, mostrando a trajetória de sete crianças, vizinhas da mesma rua de Porto Alegre, tendo como pano de fundo os fatos pol´~iticos a partir do golpe militar de 1964 até o movimento das Diretas Já, em 1984. Da obra destaco o trecho inicial: CENA 1: A CASA DA ANA "É de pequenino que se torce o pepino". (Palco vazio. Sete cadeiras pretas. Som do rádio). RÁDIO - Nova Iorque. O Brasil pode explodir a qualquer momento em qualquer direção, informou ontem o editorial do jornal "New York Daily News". Disse o jornal que o Brasil, a maior república da América do Sul, encontra-se num perigoso estado de fermentação. Tem um rico e caprichoso radical chamado João Goulart na presidência, uma inflação galopante, um movimento operário dominado pelos comunistas e uma camarilha militar de direitistas extremistas. Concluiu o jornal dizendo os senadores esquerdistas que “acreditam que Fidel Castro não é mais uma irritação de maior importância, devem fazer uma viagem ao Brasil para aprender que espécie de ameaça Castro representa para todo o hemisfério". Onze horas e trinta e dois minutos. O tempo em Porto Alegre apresenta-se instável sujeito a fortes chuvas no final do período. (Música. Luzes se acendem. Soldado sobre a cadeira da frente, podando um galho de árvore. Dona Virgínia lendo uma revista, numa cadeira ao fundo). DONA VIRGÍNIA - Soldado Celso! Corta esses galhos que eu não gosto destas folhas caídas em frente da casa. SOLDADO CELSO - Sim, senhora! DONA VIRGÍNIA - Depois poderia regar um pouco a grama? SOLDADO CELSO - Sim, senhora! (Entram Pedro e Gabriela. Como se passassem pela calçada). PEDRO - Bom dia D.Virgínia! GABRIELA - Oh, D.Virgínia, a Ana está aí? DONA VIRGÍNIA - Mas ela não estava no colégio junto com vocês? GABRIELA - Não sei. Fiquei de castigo no recreio. DONA VIRGÍNIA - Mas como Gabriela? Daqui a pouco ela deve estar aqui. Nós vamos almoçar. GABRIELA - Tchau, D.Virgínia, manda um beijo para ela. PEDRO - Tchau D.Virgínia. GABRIELA - Vamos passar no armazém? (Saem de cena. Entra Ana). DONA VIRGÍNIA - Eh, eh,eh! O que é isso? ANA - Nada! DONA VIRGÍNIA - Como nada? Essa sujeira toda? ANA - Estava brincando com a Ruth e me sujei. DONA VIRGÍNIA - Ana! Se teu pai te vê deste jeito! ANA - O pai está em casa? DONA VIRGÍNIA - Está! Mas não é para incomodar que ele só veio almoçar e já vai voltar para o quartel! ANA - Tô com saudades! Onde é que ele está? DONA VIRGÍNIA - Na sala. Primeiro tu vais te limpar. Sabes que ele gosta de ti bem limpinha! Vai correndo Ana! (Capitão Gomes chamando Ana de fora de cena. Está de uniforme de instrução) [...] Veja mais aqui.

HALF MOON STREET – O thriller erótico Half Moon Street (Uma intriga internacional, 1986), do diretor estadunidense Bob Swaim, é baseado no romance Doctor Slaughter (1984), do escritor de literatura de viagem e romancista estadunidense Paul Theroux, conta a história de uma mulher americana que realiza escolta paga para homens solitários e se vê envolvida com intrigas políticas que cerca um de seus clientes, insatisfeita com o crédito que sempre são dados aos seus superiores. Ela finda se envolvendo com uma autoridade britânica, na qual amor, conversas e inteligência que mergulha numa negociação delicada de paz no Oriente Médio, trazendo na trama altas complicações. O destaque do filme vai para a belíssima atriz estadunidense Sigourney Weaver. Veja mais aqui.

IMAGEM DO DIA
A arte do escultor francês Dominique Regnier


Veja mais no MCLAM: Hoje é dia do programa SuperNova, a partir das 21 hs, no blog do Projeto MCLAM, e com a festa de aniversário de Verbey Filho & apresentação sempre especial e apaixonante de Meimei Corrêa. Em seguida, o programa Mix MCLAM, com Verney Filho e na madrugada Hot Night, uma programação toda especial para os ouvintes amantes. Para conferir online acesse aqui.

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PAULO FREIRE, LEWIS CARROLL, COOMBS, SILVIO ROMERO, BRECHERET, GUIOMAR NOVAES, SEBASTIÃO TAPAJÓS, FÁBIO DE CARVALHO, ARANTES GOMES DO NASCIMENTO & EDUCAÇÃO

CRIATIVIDADE & INOVAÇÃO NA PRÁTICA EDUCATIVA – Imagem: Luta dos índios Kalapalo (1951), do escultor Victor Brecheret (1894-1955) - A...